Foram encontradas 2.878 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2466234 Português

Leia o texto para responder à questão.


Inmet emite alerta de chuvas intensas para todas as cidades da Paraíba

Previsão de chuvas de 100 milímetros por dia e ventos intensos, entre 60 km/h e 100 km/h, e válida até as 10h deste domingo (31).


Por g1 PB

30/03/2024 11h23 Atualizada há 7 horas


O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, neste sábado (30), um alerta laranja de chuvas intensas para todas as 223 cidades da Paraíba. O aviso vai até as 10h deste domingo (31).


Para o alerta laranja, a previsão é de chuvas entre 30 e 60 milímetros por hora ou 100 milímetros por dia e ventos intensos, entre 60 km/h e 100 km/h, com risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.


Em caso de rajadas de vento, o Inmet recomenda que não se abrigue debaixo de árvores e se possível, desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia.


Disponível em: <https://g1.globo.com/pb/paraiba/noticia/2024/03/30/

inmet-emite-alerta-de-chuvas-intensas-para-todas-as-cidades-daparaiba.ghtml>. Acesso em: 06 de Abril de 2024.

As palavras podem ser classificadas de acordo com o número de sílabas. Tratando-se de divisão silábica, indique a alternativa em que todas as palavras, transcritas do texto, pertencem ao mesmo grupo.
Alternativas
Q2466233 Português

Leia o texto para responder à questão.


Inmet emite alerta de chuvas intensas para todas as cidades da Paraíba

Previsão de chuvas de 100 milímetros por dia e ventos intensos, entre 60 km/h e 100 km/h, e válida até as 10h deste domingo (31).


Por g1 PB

30/03/2024 11h23 Atualizada há 7 horas


O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, neste sábado (30), um alerta laranja de chuvas intensas para todas as 223 cidades da Paraíba. O aviso vai até as 10h deste domingo (31).


Para o alerta laranja, a previsão é de chuvas entre 30 e 60 milímetros por hora ou 100 milímetros por dia e ventos intensos, entre 60 km/h e 100 km/h, com risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.


Em caso de rajadas de vento, o Inmet recomenda que não se abrigue debaixo de árvores e se possível, desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia.


Disponível em: <https://g1.globo.com/pb/paraiba/noticia/2024/03/30/

inmet-emite-alerta-de-chuvas-intensas-para-todas-as-cidades-daparaiba.ghtml>. Acesso em: 06 de Abril de 2024.

Na frase extraída do texto: “Inmete emite alerta de chuvas intensas para todas as cidades da Paraíba”, a entonação das sílabas muda de acordo com a sua intensidade na pronuncia.
Marque a alternativa em que todas as sílabas destacadas são tônicas.
Alternativas
Q2466226 Português

Leia o texto a seguir.


Q04.png (349×433)


Disponível em: <https://br.pinterest.com/

pin/54535845479102357/>. Acesso em: 06 de abril

de 2024.


As sentenças apresentadas nos três balões de fala, possuem, respectivamente, sujeito:

Alternativas
Q2466225 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Depois do Uno


    Há alguns meses perdi meu cachorro muito amado, o husky siberiano Uno. Sofri durante sua doença e compartilhei minha angústia através de uma crônica. Recebi centenas de e-mails e cartas, com pessoas relatando dores semelhantes. Lembro-me até de uma mensagem em que um rapaz contava jamais ter tido cachorro ou gato. Mas, apesar disso, se identificava com minha perda. Afinal de contas, perda é perda. Antes de Uno partir para a operação da qual não retornou, conversei com ele de noite, enquanto acariciava seus pelos.
    – Ah, Uno querido! Se você não voltar, foi um bom tempo que passamos juntos! Obrigado!
    Dentro do meu coração, senti que ele entendeu!
    Depois que Uno morreu, anunciei: – Nunca mais quero ter cachorro! Nem gato, nem passarinho!     Disposto a manter minha palavra, recusei inúmeras ofertas de filhotes. Resolvi: –
    A vida é mais fácil sem um cachorro. Posso viajar à vontade, sem preocupação.
    Alinhavei mentalmente argumentos que provavam quanto era melhor não ter bicho nenhum.
    No Ano-Novo, fui para Camburi, uma praia no Litoral Norte de São Paulo. Fiz tudo o que manda a tradição: pulei sete ondinhas, comi uvas, bebi champanhe. Depois da ceia, deitei na rede da varanda. No escuro, iluminados apenas por velas, eu e meus amigos jogávamos conversa fora. De repente, um enorme cachorro negro apareceu, vindo da rua. Fizemos sinais.
    – Vem cá! – eu disse.
    Ele veio. E me obedecia em tudo! A ponto de outra pessoa comentar:
    – Esse cachorro parece que é seu!
    Fiquei um longo tempo brincando com ele. Queria prendê-lo, mas na praia não tenho muros! Ele foi embora. No dia seguinte, descobri que dormiu na porta do condomínio. Decidi que seria meu. Prometi gorjetas aos caseiros da região. Saí a procurá-lo na praia. Não o encontrei de jeito nenhum.
    Tempos depois, um amigo, Robson, foi para a mesma praia e me telefonou.
    – Você quer mesmo aquele cachorro?
    – Nunca mais quero ter cachorro, mas esse eu quero – respondi dentro de uma lógica inexplicável.
    Eu estava no Rio de Janeiro. Passei uma semana péssima. Esqueci da conversa. Voltei fragilizado, em um momento difícil da vida. Quando cheguei a São Paulo, meu amigo me esperava em casa.
    – Tem uma surpresa para você lá no quintal.
    Era uma cachorrinha preta, vira-lata, magérrima.
    – Aquele cachorro que você queria tem dono. Mas esta é uma prima dele!
    Peguei o bichinho trêmulo no colo. Abracei. Robson explicou:
    – Se você não quiser, minha tia fica com ela!
    Mas eu não ia querer? Abracei-a e, é claro, dei nome de gente: Ísis. Se alguma Ísis se sentir ofendida, me perdoe! Dali a alguns dias, pensei:
    – A Ísis precisa de companhia!
    Uma conhecida achou uma vira-latinha abandonada, tentando atravessar a rua no meio de carros e motos. Salvou-a. Mandou uma foto por e-mail. Fiquei com ela: Morgana. Um outro amigo, Roberto, estava com um filhote peludo preso no apartamento pequeno. Abriguei o Cauê! De repente, fiquei com três cachorros!
    Não bastou. Passei na vitrine de uma pet shop e me apaixonei por uma gata. Agora, dedico parte das noites a estabelecer relações diplomáticas entre a felina e os cães! Até que vai indo bem, com miados e latidos de parte a parte! Então, no meio dessa confusão, me dei conta: a vida continua! Nunca vou esquecer do meu husky. Um cão não substitui outro, como uma pessoa também não. Mas sempre há espaço para mais sentimentos. A vida se renova. Melhor ainda, o amor sempre renasce! Além de reforçar meu eterno otimismo, essa certeza me desperta uma paz profunda!

Disponível em: <https://vejasp.abril.com.br/cidades/depoisdo-uno>. Acesso em: 07 de abril de 2024.
Indique a alternativa que apresenta a transitividade adequada ao verbo da sentença.
Alternativas
Q2466223 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Depois do Uno


    Há alguns meses perdi meu cachorro muito amado, o husky siberiano Uno. Sofri durante sua doença e compartilhei minha angústia através de uma crônica. Recebi centenas de e-mails e cartas, com pessoas relatando dores semelhantes. Lembro-me até de uma mensagem em que um rapaz contava jamais ter tido cachorro ou gato. Mas, apesar disso, se identificava com minha perda. Afinal de contas, perda é perda. Antes de Uno partir para a operação da qual não retornou, conversei com ele de noite, enquanto acariciava seus pelos.
    – Ah, Uno querido! Se você não voltar, foi um bom tempo que passamos juntos! Obrigado!
    Dentro do meu coração, senti que ele entendeu!
    Depois que Uno morreu, anunciei: – Nunca mais quero ter cachorro! Nem gato, nem passarinho!     Disposto a manter minha palavra, recusei inúmeras ofertas de filhotes. Resolvi: –
    A vida é mais fácil sem um cachorro. Posso viajar à vontade, sem preocupação.
    Alinhavei mentalmente argumentos que provavam quanto era melhor não ter bicho nenhum.
    No Ano-Novo, fui para Camburi, uma praia no Litoral Norte de São Paulo. Fiz tudo o que manda a tradição: pulei sete ondinhas, comi uvas, bebi champanhe. Depois da ceia, deitei na rede da varanda. No escuro, iluminados apenas por velas, eu e meus amigos jogávamos conversa fora. De repente, um enorme cachorro negro apareceu, vindo da rua. Fizemos sinais.
    – Vem cá! – eu disse.
    Ele veio. E me obedecia em tudo! A ponto de outra pessoa comentar:
    – Esse cachorro parece que é seu!
    Fiquei um longo tempo brincando com ele. Queria prendê-lo, mas na praia não tenho muros! Ele foi embora. No dia seguinte, descobri que dormiu na porta do condomínio. Decidi que seria meu. Prometi gorjetas aos caseiros da região. Saí a procurá-lo na praia. Não o encontrei de jeito nenhum.
    Tempos depois, um amigo, Robson, foi para a mesma praia e me telefonou.
    – Você quer mesmo aquele cachorro?
    – Nunca mais quero ter cachorro, mas esse eu quero – respondi dentro de uma lógica inexplicável.
    Eu estava no Rio de Janeiro. Passei uma semana péssima. Esqueci da conversa. Voltei fragilizado, em um momento difícil da vida. Quando cheguei a São Paulo, meu amigo me esperava em casa.
    – Tem uma surpresa para você lá no quintal.
    Era uma cachorrinha preta, vira-lata, magérrima.
    – Aquele cachorro que você queria tem dono. Mas esta é uma prima dele!
    Peguei o bichinho trêmulo no colo. Abracei. Robson explicou:
    – Se você não quiser, minha tia fica com ela!
    Mas eu não ia querer? Abracei-a e, é claro, dei nome de gente: Ísis. Se alguma Ísis se sentir ofendida, me perdoe! Dali a alguns dias, pensei:
    – A Ísis precisa de companhia!
    Uma conhecida achou uma vira-latinha abandonada, tentando atravessar a rua no meio de carros e motos. Salvou-a. Mandou uma foto por e-mail. Fiquei com ela: Morgana. Um outro amigo, Roberto, estava com um filhote peludo preso no apartamento pequeno. Abriguei o Cauê! De repente, fiquei com três cachorros!
    Não bastou. Passei na vitrine de uma pet shop e me apaixonei por uma gata. Agora, dedico parte das noites a estabelecer relações diplomáticas entre a felina e os cães! Até que vai indo bem, com miados e latidos de parte a parte! Então, no meio dessa confusão, me dei conta: a vida continua! Nunca vou esquecer do meu husky. Um cão não substitui outro, como uma pessoa também não. Mas sempre há espaço para mais sentimentos. A vida se renova. Melhor ainda, o amor sempre renasce! Além de reforçar meu eterno otimismo, essa certeza me desperta uma paz profunda!

Disponível em: <https://vejasp.abril.com.br/cidades/depoisdo-uno>. Acesso em: 07 de abril de 2024.
A crônica “Depois do Uno” conduz o leitor a fazer uma reflexão acerca de um fato comum da vida, a morte de um animal de estimação. Tal reflexão pode ser sintetizada a partir da frase popular:
Alternativas
Q1871242 Enfermagem
De acordo com o manual de Acolhimento e Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência, no Brasil, o método mais utilizado para triagem é o protocolo de Manchester. Portanto, um paciente que recebeu classificação amarela, qual o tempo máximo de espera para atendimento?
Alternativas
Q1871241 Enfermagem
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1871240 Enfermagem
A Organização Mundial de Saúde- OMS destaca 4 pontos- chave, que caracterizam a pega e o posicionamento adequados para amamentação, exceto:
Alternativas
Q1871239 Enfermagem
Uma gestante com 20 semanas de gestação está contra indicada receber a seguinte vacina:
Alternativas
Q1871238 Enfermagem
A paramentação é o conjunto de barreiras contra microorganismos com a finalidade de proteger os profissionais de saúde em meio à atuação. Qual a sequência correta da paramentação recomendada para precaução de contato e gotículas, de acordo com a cartilha do COFEN?
Alternativas
Q1871236 Enfermagem
De acordo com as novas diretrizes de 2015, da American Heart Association a respeito do suporte básico de vida; qual a profundidade das compressões torácicas em um adulto médio?
Alternativas
Q1871235 Enfermagem
O Sistema Único de Saúde norteia-se por princípios doutrinários e organizativos. De acordo com Roncalli, os princípios doutrinários expressam as ideias filosóficas que permeiam a criação e implementação do SUS e personificam o conceito ampliado de saúde e o princípio do direito à saúde. São princípios organizativos do SUS, exceto:
Alternativas
Q1871234 Enfermagem
O teste de Bowie-Dick, que é um indicador químico tipo II, verifica em uma autoclave a vapor com sistema de pré-vácuo, a presença de gases não condensáveis e alerta para a falha na remoção do ar dentro da câmara. Portanto, o monitoramento do processo de esterilização, com indicador biológico deve ser realizado com qual frequência?
Alternativas
Q1871232 Português

Na sintaxe da Língua Portuguesa, as Orações Subordinadas Substantivas são chamadas assim porque exercem função sintática própria de substantivo em relação à oração principal (PESTANA, 2013). Diante disso, analise os períodos abaixo, atentando para as orações destacadas.

1) O certo é que todos querem a saúde.

2) Foi assim que o professor ensinou a matéria.

3) Esperamos que você chegue no horário.

4) Todos tinham certeza de que ela diria sim.

5) Temos um grande sonho, que você passe neste concurso.

6) Não te informaram de que a prova seria hoje?

Após leitura dos períodos acima, classificamos as Orações Subordinadas Substantivas em destaque, respectivamente, como: 

Alternativas
Q1871231 Português
Assinale, abaixo, a alternativa em que a crase não deveria ser utilizada. 
Alternativas
Q1871230 Português

Sobre a sintaxe da Língua Portuguesa, analise, como falsas (F) ou verdadeiras (V), as afirmativas abaixo:

I. Os termos da oração, na sintaxe da Língua Portuguesa, quando estão na ordem direta, aparecem da seguinte forma: Sujeito + verbo + complemento + acessórios (adjuntos);

II. É obrigatória a vírgula entre o sujeito e o verbo, como podemos ver na oração “Pedro, venha realizar sua tarefa!”;

III. A estrutura da oração (Sujeito + verbo + complemento + acessórios) pode apresentar vírgulas, por exemplo, quando temos um “termo” intercalado entre sujeito e verbo, verbo e complemento ou complemento e adjunto, como podemos ver na seguinte oração: O autor da peça O Auto da Compadecida, Ariano Suassuna, é o melhor dramaturgo brasileiro.

Conclui-se, após análise das afirmativas, que a sequência correta é: 

Alternativas
Q1871229 Português
Assinale, abaixo, a alternativa que apresenta a palavra e seu respectivo significado. 
Alternativas
Q1871228 Português

Leia as frases abaixo, atentando ao vocábulo que se repete em todas elas.

1) Desculpe-me pelo bolo que te dei ontem.

2) O bolo do seu aniversário estava delicioso.

3) Tenho um bolo de papéis velhos para reciclagem na minha casa.

Após leitura das frases, conclui-se que a palavra bolo indica um caso de:

Alternativas
Q1871227 Português

No que diz respeito à estrutura e formação das palavras, analise, como falsas (F) ou verdadeiras (V), as afirmativas abaixo:

I. Eufonia significa uma combinação de sons harmônicos e agradáveis aos ouvidos;

II. Composição é “um processo de multiplicação e reaproveitamento de um vocábulo pelo acréscimo de sufixos e prefixos”;

III. As palavras “envelhecer”, “abençoar” e “aterrar” são formadas por meio da derivação parassintética;

IV. Um substantivo é chamado de deverbal quando ele origina um verbo.

Conclui-se, após análise das afirmativas, que a sequência correta é: 

Alternativas
Q1871226 Português

Leia o texto de Lya Luft abaixo e responda a questão:


Educação: reprovada

Lya Luft

        Há quem diga que sou otimista demais. Há quem diga que sou pessimista. Talvez eu tente apenas ser uma pessoa observadora habitante deste planeta, deste país. Uma colunista com temas repetidos, ah, sim, os que me impactam mais, os que me preocupam mais, às vezes os que me encantam particularmente. Uma das grandes preocupações de qualquer ser pensante por aqui é a educação. Fala-se muito, grita-se muito, escreve-se, haja teorias e reclamações. Ação? Muito pouca, que eu perceba. Os males foram-se acumulando de tal jeito que é difícil reorganizar o caos.

        Há coisa de trinta anos, eu ainda professora universitária, recebíamos as primeiras levas de alunos saídos de escolas enfraquecidas pelas providências negativas: tiraram um ano de estudo da meninada, tiraram latim, tiraram francês, foram tirando a seriedade, o trabalho: era a moda do “aprender brincando”. Nada de esforço, punição nem pensar, portanto recompensas perderam o sentido. Contaram-me recentemente que em muitas escolas não se deve mais falar em “reprovação, reprovado”, pois isso pode traumatizar o aluno, marcá-lo desfavoravelmente. Então, por que estudar, por que lutar, por que tentar?

        De todos os modos facilitamos a vida dos estudantes, deixando-os cada vez mais despreparados para a vida e o mercado de trabalho. Empresas reclamam da dificuldade de encontrar mão de obra qualificada, médicos e advogados quase não sabem escrever, alunos de universidades têm problemas para articular o pensamento, para argumentar, para escrever o que pensam. São, de certa forma, analfabetos. Aliás, o analfabetismo devasta este país. Não é alfabetizado quem sabe assinar o nome, mas quem o sabe assinar embaixo de um texto que leu e entendeu. Portanto, a porcentagem de alfabetizados é incrivelmente baixa.

        Agora sai na imprensa um relatório alarmante. Metade das crianças brasileiras na terceira série do elementar não sabe ler nem escrever. Não entende para o que serve a pontuação num texto. Não sabe ler horas e minutos num relógio, não sabe que centímetro é uma medida de comprimento. Quase a metade dos mais adiantados escreve mal, lê mal, quase 60% têm dificuldades graves com números. Grande contingente de jovens chega às universidades sem saber redigir um texto simples, pois não sabem pensar, muito menos expressar-se por escrito. Parafraseando um especialista, estamos produzindo estudantes analfabetos.

        Naturalmente, a boa ou razoável escolarização é muito maior em escolas particulares: professores menos mal pagos, instalações melhores, algum livro na biblioteca, crianças mais bem alimentadas e saudáveis – pois o estado não cumpre o seu papel de garantir a todo cidadão (especialmente a criança) a necessária condição de saúde, moradia e alimentação.

        Faxinar a miséria, louvável desejo da nossa presidenta, é essencial para nossa dignidade. Faxinar a ignorância – que é uma outra forma de miséria – exigiria que nos orçamentos da União e dos estados a educação, como a saúde, tivesse uma posição privilegiada. Não há dinheiro, dizem. Mas políticos aumentam seus salários de maneira vergonhosa, a coisa pública gasta nem se sabe direito onde, enquanto preparamos gerações de ignorantes, criados sem limites, nada lhes é exigido, devem aprender brincando. Não lhes impuseram a mais elementar disciplina, como se não soubéssemos que escola, família, a vida sobretudo, se constroem em parte de erro e acerto, e esforço. Mas, se não podemos reprovar os alunos, se não temos mesas e cadeiras confortáveis e teto sólido sobre nossa cabeça nas salas de aula, como exigir aplicação, esforço, disciplina e limites, para o natural crescimento de cada um?

        Cansei de falas grandiloquentes sobre educação, enquanto não se faz quase nada. Falar já gastou, já cansou, já desiludiu, já perdeu a graça. Precisamos de atos e fatos, orçamentos em que educação e saúde (para poder ir à escola, prestar atenção, estudar, render e crescer) tenham um peso considerável: fora isso, não haverá solução. A educação brasileira continuará, como agora, escandalosamente reprovada.

Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/augusto-

nunes/8216-educacao-reprovada-8217-um-artigo-de-lya-luft/.

Leia as afirmativas a seguir e as analise, como falsas (F) ou verdadeiras (V).

I. O termo em destaque no excerto “Faxinar a miséria, louvável desejo da nossa presidenta, é essencial para nossa dignidade” exerce função sintática de aposto;

II. A oração destacada no excerto “Faxinar a ignorância – que é uma outra forma de miséria – exigiria que nos orçamentos da União e dos estados a educação, como a saúde, tivesse uma posição privilegiada.” classifica-se como oração subordinada adjetiva;

III. No excerto “Faxinar a ignorância – que é uma outra forma de miséria – exigiria que nos orçamentos da União e dos estados a educação, como a saúde, tivesse uma posição privilegiada”, as palavras em destaque são classificadas morfologicamente como pronomes relativos.

Conclui-se, após análise das afirmativas, que a sequência correta é:

Alternativas
Respostas
2741: D
2742: B
2743: E
2744: C
2745: A
2746: C
2747: B
2748: A
2749: D
2750: C
2751: B
2752: B
2753: E
2754: B
2755: C
2756: A
2757: D
2758: E
2759: B
2760: C