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INSTRUÇÃO: Leia o texto abaixo e responda às questões de 04 a 09.
Exame de admissão ao doutoramento
1 Quando eu ainda era professor universitário, fui nomeado presidente de uma comissão que iria examinar
os candidatos ao doutoramento. Uma longa lista de livros havia sido preparada com antecedência, livros
que os candidatos deveriam estudar. Aí, no dia do exame, tive uma ideia que submeti aos meus colegas e
eles concordaram. Em vez de inquirir os candidatos sobre as ideias de outros escritas nos livros, ideias que
5 nós já conhecíamos, por que não pedir que eles nos falassem sobre suas próprias ideias? Falando sobre
suas ideias teríamos condições de conhecê-los melhor. Assim, quando o candidato passava pela porta da
sala, trêmulo, esperando as perguntas terríveis sobre a bibliografia, eu lhe pedia: “Por favor, fale-nos
sobre aquilo que gostaria de falar...”. Pensei que seria uma felicidade: falar sobre aquilo que pensavam!
Foi não. Foi um choque. De tanto ler o que os outros pensavam, eles se haviam esquecido daquilo que eles
10 mesmos pensavam. Uma jovem entrou em surto, achando que se tratava de um truque. Poucos tiveram
ideia sobre o que falar. O que nos levou a pensar que talvez seja isto que acontece: de tanto ler as ideias de
outros, os alunos se esquecem de que eles também podem pensar e que seu pensamento é importante. [...]
E, em oposição àqueles que ensinam leitura dinâmica, Schopenhauer afirma que a leitura só é boa quando
é bovina, quando leva à ruminação.
(ALVES, R. Ostra feliz não faz pérola. São Paulo: Planeta, 2013.)
Assinale o trecho que revela ideia de causa-consequência.
INSTRUÇÃO: Leia o texto abaixo e responda às questões de 04 a 09.
Exame de admissão ao doutoramento
1 Quando eu ainda era professor universitário, fui nomeado presidente de uma comissão que iria examinar
os candidatos ao doutoramento. Uma longa lista de livros havia sido preparada com antecedência, livros
que os candidatos deveriam estudar. Aí, no dia do exame, tive uma ideia que submeti aos meus colegas e
eles concordaram. Em vez de inquirir os candidatos sobre as ideias de outros escritas nos livros, ideias que
5 nós já conhecíamos, por que não pedir que eles nos falassem sobre suas próprias ideias? Falando sobre
suas ideias teríamos condições de conhecê-los melhor. Assim, quando o candidato passava pela porta da
sala, trêmulo, esperando as perguntas terríveis sobre a bibliografia, eu lhe pedia: “Por favor, fale-nos
sobre aquilo que gostaria de falar...”. Pensei que seria uma felicidade: falar sobre aquilo que pensavam!
Foi não. Foi um choque. De tanto ler o que os outros pensavam, eles se haviam esquecido daquilo que eles
10 mesmos pensavam. Uma jovem entrou em surto, achando que se tratava de um truque. Poucos tiveram
ideia sobre o que falar. O que nos levou a pensar que talvez seja isto que acontece: de tanto ler as ideias de
outros, os alunos se esquecem de que eles também podem pensar e que seu pensamento é importante. [...]
E, em oposição àqueles que ensinam leitura dinâmica, Schopenhauer afirma que a leitura só é boa quando
é bovina, quando leva à ruminação.
(ALVES, R. Ostra feliz não faz pérola. São Paulo: Planeta, 2013.)
Em relação ao sentido expresso por termos usados no texto, analise as afirmativas.
I - Na linha 1, a palavra ainda tem valor semântico relacionado a tempo.
II - A expressão com antecedência (linha 2) indica uma circunstância de tempo.
III - A palavra também (linha 12) apresenta ideia de comparação.
IV - Na linha 11, o termo talvez indica ideia de dúvida.
Estão corretas as afirmativas
INSTRUÇÃO: Leia o texto abaixo e responda às questões de 04 a 09.
Exame de admissão ao doutoramento
1 Quando eu ainda era professor universitário, fui nomeado presidente de uma comissão que iria examinar
os candidatos ao doutoramento. Uma longa lista de livros havia sido preparada com antecedência, livros
que os candidatos deveriam estudar. Aí, no dia do exame, tive uma ideia que submeti aos meus colegas e
eles concordaram. Em vez de inquirir os candidatos sobre as ideias de outros escritas nos livros, ideias que
5 nós já conhecíamos, por que não pedir que eles nos falassem sobre suas próprias ideias? Falando sobre
suas ideias teríamos condições de conhecê-los melhor. Assim, quando o candidato passava pela porta da
sala, trêmulo, esperando as perguntas terríveis sobre a bibliografia, eu lhe pedia: “Por favor, fale-nos
sobre aquilo que gostaria de falar...”. Pensei que seria uma felicidade: falar sobre aquilo que pensavam!
Foi não. Foi um choque. De tanto ler o que os outros pensavam, eles se haviam esquecido daquilo que eles
10 mesmos pensavam. Uma jovem entrou em surto, achando que se tratava de um truque. Poucos tiveram
ideia sobre o que falar. O que nos levou a pensar que talvez seja isto que acontece: de tanto ler as ideias de
outros, os alunos se esquecem de que eles também podem pensar e que seu pensamento é importante. [...]
E, em oposição àqueles que ensinam leitura dinâmica, Schopenhauer afirma que a leitura só é boa quando
é bovina, quando leva à ruminação.
(ALVES, R. Ostra feliz não faz pérola. São Paulo: Planeta, 2013.)
Sobre o segmento a leitura só é boa quando é bovina, quando leva à ruminação, pode-se ter a seguinte interpretação:
INSTRUÇÃO: Leia o texto abaixo e responda às questões de 04 a 09.
Exame de admissão ao doutoramento
1 Quando eu ainda era professor universitário, fui nomeado presidente de uma comissão que iria examinar
os candidatos ao doutoramento. Uma longa lista de livros havia sido preparada com antecedência, livros
que os candidatos deveriam estudar. Aí, no dia do exame, tive uma ideia que submeti aos meus colegas e
eles concordaram. Em vez de inquirir os candidatos sobre as ideias de outros escritas nos livros, ideias que
5 nós já conhecíamos, por que não pedir que eles nos falassem sobre suas próprias ideias? Falando sobre
suas ideias teríamos condições de conhecê-los melhor. Assim, quando o candidato passava pela porta da
sala, trêmulo, esperando as perguntas terríveis sobre a bibliografia, eu lhe pedia: “Por favor, fale-nos
sobre aquilo que gostaria de falar...”. Pensei que seria uma felicidade: falar sobre aquilo que pensavam!
Foi não. Foi um choque. De tanto ler o que os outros pensavam, eles se haviam esquecido daquilo que eles
10 mesmos pensavam. Uma jovem entrou em surto, achando que se tratava de um truque. Poucos tiveram
ideia sobre o que falar. O que nos levou a pensar que talvez seja isto que acontece: de tanto ler as ideias de
outros, os alunos se esquecem de que eles também podem pensar e que seu pensamento é importante. [...]
E, em oposição àqueles que ensinam leitura dinâmica, Schopenhauer afirma que a leitura só é boa quando
é bovina, quando leva à ruminação.
(ALVES, R. Ostra feliz não faz pérola. São Paulo: Planeta, 2013.)
A leitura do texto permite afirmar que o autor
A coluna da esquerda apresenta teorias sobre inflação e a da direita, causas de inflação de acordo com essas teorias. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda:
1 - Estruturalista
2 - Keynesiana
3 - Monetarista
4 - Inercial
( ) Excesso de oferta monetária que pode ter origem tanto em redução da demanda por moeda quanto em excesso de emissão monetária.
( ) Mecanismos de indexação presentes nas variações dos preços.
( ) Rigidez do crescimento da oferta dos produtos agrícolas.
( ) Variação na taxa de crescimento monetário em proporção superior à taxa de expansão do produto.
Marque a sequência correta.
A coluna da esquerda apresenta temas associados ao equilíbrio geral e aos teoremas do bem estar e a da direita, afirmativas sobre esses temas. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1 - Curva de contrato de produção
2 - Segundo teorema do bem estar
3 - Alocação eficiente
4 - Primeiro teorema do bem estar
( ) Ninguém consegue aumentar seu bem estar sem que seja reduzido o bem estar de outra pessoa.
( ) Toda alocação de equilíbrio de mercado é uma alocação eficiente.
( ) Mostra todas as combinações tecnicamente eficientes de insumos.
( ) Toda alocação eficiente é alocação de equilíbrio de mercado.
Marque a sequência correta.
A coluna da esquerda apresenta a denominação de determinados custos e a da direita, definição de cada custo. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1 - Custos econômicos
2 - Custos irreversíveis
3 - Custos de oportunidade
4 - Custos contábeis
( ) Despesas correntes mais as despesas ocasionadas pela depreciação dos equipamentos de capital.
( ) Custos que a firma incorre para utilizar os recursos econômicos, incluindo os custos de oportunidade.
( ) Custos associados às oportunidades perdidas quando os recursos de uma firma não são usados da melhor forma possível.
( ) Despesas realizadas que não podem ser diretamente recuperadas.
Marque a sequência correta.
A coluna da esquerda apresenta termos relacionados a e-mail e a da direita, a caracterização de cada termo. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1 - Endereço
2 - Spam
3 - Filtros
4 - Mail server
( ) Mensagem indesejada que pode sobrecarregar a caixa postal.
( ) Coleta e armazena as mensagens em uma caixa postal.
( ) Consiste no nome do usuário seguido pelo símbolo @ e, por fim, o nome do domínio do servidor de correio.
( ) Pode dirigir as mensagens que chegam para pastas específicas.