Questões de Concurso
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Nesse caso, um kPa considerado normal está na seguinte faixa:
Ao exame, hiperpigmentação em face e extremidades, abdome doloroso à palpação em hipogástrio, distendido, ruídos hidroaéreos aumentados, sinovite leve bilateral. Hb 10,2, plaquetas 250000 mm3, leucócitos 4400 mm3, albumina 2,8, EPF negativo, EDA atrofia vilositária duodenal, biópsia infiltrado linfocítico, macrófagos espumosos na lâmina própria corados pelo ácido periódico de Schiff.
Baseado nesses dados, assinale a opção mais compatível com o agente etiológico.
Endoscopia digestiva alta não mostrou lesões obstrutiva, mas havia grande retenção de resíduos alimentares no esôfago distal. Foi realizada manometria esofágica de alta resolução, que revelou:
• Relaxamento incompleto do esfíncter esofagiano inferior (pressão residual elevada);
• Peristalse ausente;
• Diagnóstico compatível com acalásia tipo II (Chicago). A paciente, após discutir opções terapêuticas, opta pelo tratamento definitivo.
De acordo com o exposto, a conduta mais adequada é:
A endoscopia digestiva alta mostrou múltiplas úlceras duodenais e jejunais proximais, além de esofagite erosiva grave. O exame laboratorial revelou gastrina sérica em jejum de 1500 pg/mL (valor de referência < 100 pg/mL), confirmada em duas dosagens.
A próxima conduta para esse paciente é
A endoscopia digestiva alta mostra esofagite grau C de Los Angeles. A pHmetria revelou tempo de exposição ácida total de 12% (normal < 4,2%), e a manometria esofágica demonstrou peristalse preservada e pressão adequada do esfíncter esofagiano inferior. O paciente busca auxílio médico em busca de um tratamento definitivo.
A melhor conduta neste caso é
A melhor conduta terapêutica para esse paciente é
Conforme o guideline da US Multi-Society Task Force, o tempo recomendado para a repetição do exame nesse paciente é de
Exame físico sem alterações. Hemograma com anemia. Realizada endoscopia digestiva alta com identificação de úlcera gástrica em antro medindo 1,8 cm, base parcialmente coberta por coágulo, alguns restos hemáticos e sem sangramento ativo.
Considerando os achados endoscópicos, assinale a opção mais adequada ao caso.
Exames laboratoriais:
• ALT: 92 U/L (valor de referência: até 41 UL); • AST: 85 U/L (valor de referência: até 40 U/L); • GGT: 110 U/L (valor de referência: até 60 U/L); • Bilirrubina total: 1,0 mg/dL (VR: até 1,2 mg/dL); • Albumina: 4,0 g/dL (valor de referência: 3,5 – 5,0 g/dL); • INR: 1,0; • Plaquetas: 145.000 mm3 (valor de referência: 150.000 – 400.000/mm3 ); • Sorologias: anti-HCV (reagente), HBsAg (não reagente), antiHBs (reagente) e anti-HBc total (reagente); • PCR-HCV (RNA viral): 1.200.000 UI/mL; • Genótipo HCV: 1ª; • Elastografia hepática (FibroScan): 12,5 kPa; • Ultrassonografia de abdome: fígado de contornos regulares, parênquima heterogêneo, sem ascite ou lesões focais.
A conduta mais adequada nesse caso é
A endoscopia alta realizada revela erosões não confluentes sobre prega esofágica isolada, uma laceração longitudinal de cerca de 2 cm na mucosa esofágica distal próximo a JEG com coágulo aderido e áreas de enantema no corpo gástrico.
A melhor opção em relação à etiologia do sangramento digestivo é
( ) pseudopólipos ( ) apendicetomia tem efeito “protetor” ( ) Cobblestone ( ) eritema nodoso ( ) câncer de cólon
Associe o número (1) para retocolite ulcerativa e o número (2) para doença de Cronh. Leve em consideração que algumas das condições abaixo podem ocorrer nas duas doenças, mas apresentam maior prevalência em uma das duas.
Assim, a associação correta, na ordem apresentada, é:
Os exames laboratoriais mostravam: leucometria 15000 Hto 38%, glicemia 180 mg/dL, TGO 80, TGP 60, creatinina 4 mg/dL, amilase 500 U/l, triglicerídeos 1200 mg/dL. O paciente foi internado e acompanhado na clínica médica. Cerca de oito semanas após, seu exame revelava uma massa em mesogástrio e novo exame laboratorial revelava leucometria 8000 HTO 40%, glicemia 140 mg/dL, TGO 38, TGP 36, creatinina 2,1 mg/dL, amilase 440 U.
De acordo com esses dados, assinale a melhor opção com relação ao diagnóstico e a complicação apresentada.
A biópsia revelou adenocarcinomas diferenciados com profundidade de invasão T1a e ausência de ulceração ou invasão linfo vascular. Ausência de Helicobacter pylori na biópsia. A paciente apresentava bom estado geral, PA 110-80 mm Hg, corada, RCR 2T, abdômen flácido, fígado e baço impalpáveis. Presença de placas com papilas aveludadas hiper pigmentadas no pescoço e axila. As enzimas hepáticas eram normais e uma TC abdominal foi considerada normal.
A partir do exposto, a melhor conduta terapêutica, levando em consideração a qualidade de vida, é
O diagnóstico mais provável é
O anatomopatológico revela:
– tumor de 4,2 cm infiltrando até a subserosa (pT3); – metástase em 4 linfonodos regionais (pN2); – ausência de metástases à distância (pM0).
O estadiamento patológico (pTNM, AJCC 8ª edição) desse paciente é
Exames recentes mostram:
– Hemograma: anemia ferropriva.
– Sorologias: anticorpos transglutaminase tecidual IgA e antiendomísio IgA negativos, mas paciente possui deficiência seletiva de IgA documentada.
– Endoscopia digestiva alta: mucosa duodenal levemente irregular, pregas parcialmente achatadas, sem erosões visíveis.
– Biópsia duodenal: linfocitose intraepitelial discreta, hiperplasia das criptas, atrofia vilosa parcial em algumas áreas.
Considerando o caso clínico, a conduta diagnóstica mais adequada é