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Capitu é apresentada de maneira ambígua ao longo da narrativa. Enquanto Bentinho a vê como uma possível traidora, ela também pode ser vista como uma mulher forte e independente, presa em um casamento dominado pelas inseguranças de seu marido. No final, a dúvida sobre a lealdade de Capitu nunca é resolvida, refletindo temas como ciúmes, memória e a ambiguidade da verdade.
Ao tratar da personagem Capitu no romance de Machado de Assis, em parceria com docentes de Literatura, o professor de História elege como apropriado
Com o objetivo de colocar seus estudantes diante dessa concepção de circularidade cultural, uma professora de História desafiou seus estudantes a reunirem, em sustentação lógica, argumentos das mais diversas origens para produzir justificativas em defesa da ampliação dos espaços públicos para lazer infantil em sua cidade.
Com esse exercício, a docente preparou os estudantes a entrarem em contato com a concepção de história que embasam obras didáticas de
Assinale a alternativa correta.
O Brasil é um país extraordinariamente africanizado. E só a quem não conhece a África pode escapar o quanto há de africano nos gestos, nas maneiras de ser e viver e no sentimento estético do brasileiro. Por sua vez, em toda a outra costa atlântica se podem facilmente reconhecer os brasileirismos. Há comidas brasileiras na África, como há comidas africanas no Brasil. Danças, tradições, técnicas de trabalho, instrumentos de música, palavras e comportamentos sociais brasileiros insinuaram-se no dia-a-dia africano. [...] Com ou sem remorso, a escravidão foi o processo mais importante de nossa história. [...] O escravo ficou dentro de todos nós, qualquer que seja a nossa origem.
COSTA E SILVA, ALBERTO DA. Um rio chamado Atlântico: a África no Brasil e o Brasil na África. Rio de Janeiro: Ed. Nova Fronteira, 2003. Texto adaptado.
Após a leitura do texto, qual das atividades listadas a seguir, seria eficiente, seguindo o conhecimento pedagógico do conteúdo, para que os estudantes interajam com o tema proposto?
“A denominação América Latina integra nosso vocabulário cotidiano. Mas sua historicidade precisa ser lembrada. Esse termo foi inventado no século XIX, carregando desde suas origens disputas de ordem política e ideológica. Os sentidos que lhe foram atribuídos estão vinculados às polêmicas que envolveram, de um lado, franceses e ingleses (século XIX) e, de outro, latinoamericanos e norte-americanos (séculos XIX e XX). A precisa origem do termo tem sido alvo de controvérsias. Para uma corrente, os franceses propuseram o nome como forma de justificar, por intermédio de uma pretensa identidade latina, as ambições da França sobre esta parte da América. Para outra, foram os próprios latino-americanos que cunharam a expressão para defender a ideia da unidade da região frente ao poder já anunciado dos Estados Unidos”.
PRADO, M. Ligia; PELLEGRINO, G. História da América Latina. São Paulo: editora Contexto, 2014.
Cada grupo deve compor um painel com as suas conclusões a partir da leitura do texto. Como se espera que a ideia de que o termo América Latina foi “inventado” seja apresentada pelos grupos em seus painéis.
“Esta massa de escravos, índios ou negros, constituía a maior parte da população colonial. (...). Ao lado de pequenos proprietários encontramos o tipo mais comum dos agregados. São estes os indivíduos – em geral escravos libertos ou mestiços espúrios - que vivem nos grandes domínios prestando aos senhores toda sorte de serviços: guarda da propriedade, mensageiro, etc. Entre eles figuram também os rendeiros, que pagam seus aluguéis em dinheiro ou mais comumente em produtos naturais ou em serviços. A situação destes rendeiros é a mais precária possível. Raramente se faziam contratos escritos, e mesmo não havia autoridades para os sancionar. Na propriedade quem domina incontrastavelmente é o senhor. Todos os que se fixam em suas terras cedem, em troca da gleba que cultivam para seu sustento e da proteção que lhes outorga o senhor contra outros mandões do sertão ou a própria Justiça, praticamente, toda a liberdade”.
PRADO JR., Caio. Evolução política do Brasil e outros estudos. São Paulo: Editora Brasiliense, 1953 (texto adaptado).
A partir da leitura do excerto desse historiador, os estudantes devem ser instados a interpretarem a estrutura de classes que compunha a sociedade colonial e suas interrelações de dependência. Dessa atividade, resulta a compreensão de que
“O espaço tornado território pelas relações de apropriação e dominação social é constituído ao mesmo tempo por pontos, linhas e superfícies. Nas sociedades tradicionais prevaleceria uma construção de territórios baseada em zonas, já nas sociedades modernas predominaria a construção de territórios onde o elemento dominante seriam as geometrias dos pontos e linhas.”
HAESBAERT, Rogério; LIMONAD, Ester. O território em tempos de globalização. Geo UERJ Revista do Departamento de Geografia, RJ, 1999. Disponível em: https://www.epublicacoes.uerj.br/geouerj/article/view/49049/32762. Acesso em: 15 abril 2025.
Para os autores, o que representam “as geometrias dos pontos e linhas” na construção de territórios modernos?
A classificação do relevo brasileiro, proposta por ROSS (1985), estabelece unidades morfoesculturais, pois considera sobretudo a influência da estrutura geológica na gênese das formas de relevo.
ROSS, Jurandyr Luciano Sanches. Relevo brasileiro: uma nova proposta de classificação. Revista do Departamento de Geografia, vol 4, 1985. Disponível em: https://revistas.usp.br/rdg/article/view/47094/50815. Acesso em: 14 abril 2025.
O primeiro táxon dessa classificação compreende:
Agência IBGE Notícias. Censo 2022: 87% da população brasileira vive em áreas urbanas. Gov.br, 2024. Adaptado. Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-denoticias/noticias/41901-censo-2022-87-da-populacao-brasileira-vive-emareas-urbanas. Acesso em: 14 abril 2025.
Os dados do censo de 2022 demostram que
SANTOS, Milton. Técnica, Espaço, Tempo: Globalização e meio técnico científico e informacional. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2013. Adaptado.
Os processos gerados pelo meio técnico-científico-informacional abrangem
A litosfera compreende a crosta terrestre e a parte superior do manto. Apesar de sólida, ela é fragmentada em segmentos, as placas tectônicas. Essas placas se movimentam sobre uma camada plástica, a astenosfera. Ao se movimentarem, as placas tectônicas se chocam causando três tipos diferentes de limites das placas:
1. Divergente, quando as placas se afastam umas das outras.
2. Convergente, quando as placas se chocam umas com as outras.
3. Transformante, quando ocorre deslizamento das placas em sentidos opostos.
( ) O magma extravasa pelo assoalho oceânico, cria uma nova crosta e forma uma cadeia de montanhas submarina.
( ) A Cordilheira do Himalaia, na Ásia, é um exemplo.
( ) As placas se fragmentam, sem destruição, nem construção de uma nova litosfera.
( ) Uma placa mergulha sob a outra e com maior temperatura e pressão entra em fusão, fundida e mais leve volta para a superfície gerando as ilhas vulcânicas.
A sequência correta dessa associação é:
RIO FERNANDES, José Alberto; LOPÉZ TRIGAL, Lorenzo; SPOSITO, Eliseu Savério. Dicionário de Geografia Aplicada. Porto: Porto Editora, 2016.
A definição apresentada se refere a qual operação aplicada aos mapas?
Ministério da Agricultura e Pecuária, Produção de grãos brasileira deverá chegar a 390 milhões de toneladas nos próximos dez anos, Gov.br. Adaptado. Disponível em: https://www.gov.br/agricultura/ptbr/assuntos/noticias/producao-de-graos-brasileira-devera-chegar-a-390- milhoes-de-toneladas-nos-proximos-dez-anos (adaptado). Acesso em: 07 abril 2025.
No que se refere ao meio ambiente e ao desenvolvimento sustentável, é necessário que a expansão agrícola ocupe