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Diante do caso, os anticorpos mais comumente positivos são os
Exames laboratoriais recentes mostraram: glicemia de jejum de 145 mg/dL, hemoglobina glicada de 7,8%, colesterol total de 245 mg/dL, LDL de 165 mg/dL, HDL de 35 mg/dL e triglicérides de 280 mg/dL. As aminotransferases estavam elevadas: ALT de 68 U/L (VR: 10–40) e AST de 52 U/L (VR: 10–40), com razão AST/ALT de 0,76. Bilirrubinas, fosfatase alcalina e gama-GT estavam normais. O hemograma completo era normal. Ao exame físico, apresentava esteatose hepática detectada por ultrassonografia abdominal, sem outras alterações significativas.
Considerando a doença hepática gordurosa de origem metabólica e os achados descritos, a estratégia de rastreamento mais adequada para avaliação de fibrose hepática é
Ao exame físico, apresentava edema com cacifo 3+/4+ em membros inferiores, edema facial matinal e ascite moderada. Os exames laboratoriais revelaram: proteinúria de 24 horas de 8,2 g, albumina sérica de 2,1 g/dL, colesterol total de 320 mg/dL, LDL de 245 mg/dL, creatinina de 1,4 mg/dL e ureia de 45 mg/dL. O exame de urina tipo 1 demonstrou proteinúria 4+ e hematúria glomerular com hemácias dismórficas e presença de cilindros hemáticos. A fundoscopia revelou retinopatia diabética não proliferativa moderada. Sorologias para hepatite B e C negativas.
Considerando o quadro clínico apresentado, a investigação etiológica mais apropriada inclui
Exames laboratoriais revelaram: sódio sérico de 118 mEq/L, osmolalidade plasmática de 245 mOsm/kg, osmolalidade urinária de 420 mOsm/kg, sódio urinário de 85 mEq/L, ureia de 28 mg/dL, creatinina de 0,9 mg/dL, ácido úrico sérico de 2,8 mg/dL, ácido úrico urinário de 680 mg/24h e fração excretória de ácido úrico de 18%. Ao exame físico, encontrava-se euvolêmico, sem edemas periféricos, pressão arterial de 130 x 80 mmHg, sem sinais de desidratação ou sobrecarga hídrica. Função tireoidiana e cortisol sérico matinal estavam dentro dos limites da normalidade.
Considerando os dados apresentados, o diagnóstico presuntivo e a conduta terapêutica imediata mais apropriada são:
Ao exame físico, apresentou força grau 3 nos membros inferiores, reflexos profundos exaltados, sinal de Babinski bilateral e nível sensitivo na altura de T10. A paciente negava febre, mas referia constipação intestinal recente.
Considerando o caso descrito, o diagnóstico mais provável e a conduta mais apropriada são:
O exame físico revela ataxia cerebelar, nistagmo horizontal bilateral e paralisia do sexto par de nervo craniano à direita. A família relatou inapetência importante e perda ponderal de 15 kg nos últimos 2 meses, além de episódios de vômitos frequentes relacionados à quimioterapia.
Considerando o quadro descrito, a conduta terapêutica mais apropriada é
Considerando a situação clínica apresentada, a conduta mais apropriada é
Diante do quadro clínico, a abordagem diagnóstica e terapêutica inicial são
Tal droga tem indicação de uso na seguinte situação clínica:
Um familiar relatou que o quadro se agravou há uma semana. Também havia constipação no último mês quando deixou de deambular devido às dores dorsais. Exames complementares demonstravam: anemia normocítica e normocrômica (Hb 8,5 g/dL), cálcio sérico em 14,2 mg/dL, globulina em 10 g/dL, albumina em 3,2 g/dL.
Sobre o caso descrito e a conduta adequada, é correto afirmar que
Assinale a opção que apresenta o diagnóstico mais provável e a conduta inicial mais adequada.
Com base nesses achados clínicos e laboratoriais, assinale a opção que apresenta o diagnóstico mais provável e a conduta inicial.
A mãe relata que, nas últimas semanas, o paciente apresenta ganho ponderal importante, fraqueza muscular proximal, pletora facial, estrias violáceas no abdome e alteração do humor. Ao exame físico: PA 135/85 mmHg, glicemia capilar 168 mg/dL, IMC no percentil 97. Não há sinais de puberdade avançada ou atraso puberal. Nega cefaleia, vômitos ou alterações visuais.
Com base no quadro clínico descrito, assinale a opção que apresenta a principal hipótese diagnóstica e a conduta inicial mais adequada.
A conduta vacinal mais apropriada neste momento é
Diante do quadro descrito, a próxima conduta no manejo dessa apneia persistente deve ser
Os episódios são diários e prejudicam muito a dinâmica familiar e a acadêmica. Não há evidência de crises de raiva explosiva acompanhadas de agressão física nem de sintomas persistentes de humor deprimido ou eufórico. Questionado sobre o relacionamento com os irmãos, a mãe refere discussões verbais, mas sem agressão física. Não há histórico de uso de substâncias, maltrato ou doença crônica. Ao exame não se notam anormalidades físicas, neurológicas ou cognitivas. Os marcos neuropsicomotores do menino estão dentro dos limites de normalidade.
Com base nesses achados, dos diagnósticos a seguir, o mais provável é
A mãe relata que ele, que já falava frases completas, passou a ter dificuldade crescente para formar palavras e responder comandos verbais, mesmo sem alterações auditivas aparentes. O comportamento tornou-se mais irritadiço, com períodos de desatenção, isolamento e episódios noturnos em que se debate na cama, com rigidez e salivação excessiva.
O exame físico neurológico não apresenta déficits motores ou sensitivos, mas não executa comandos verbais simples nem emite frases coerentes. Teste de audiometria normal. Ressonância magnética de crânio sem alterações estruturais. EEG com padrão de descargas epileptiformes bilaterais, contínuas durante o sono, com predominância nas regiões temporais posteriores.
Nesse caso, o diagnóstico mais provável é de
Ao exame físico, a bebê está em bom estado geral, com FR: 42 irpm, FC: 138 bpm, temperatura axilar de 37,5 oC, ausculta com estertores finos esparsos bilaterais e leve retração subcostal. O calendário vacinal está em dia.
A conduta mais adequada nesse caso é
Exames laboratoriais:
• Bilirrubina total: 4,2 mg/dL (valor de referência até 1,2 mg/dL);
• Albumina: 2,3 g/dL (valor de referência: 3,5 – 5,0 g/dL);
• INR: 1,9 (valor de referência: 0,8 – 1,2);
• Creatinina: 0,9 mg/dL (valor de referência: 0,6 – 1,2 mg/dL); • Sódio: 134 mEq/L (valor de referência: 135 – 145 mEq/L).
Com base no caso apresentado, o Child-Pugh e a conduta mais adequada para esse paciente são:
No final do período, foram coletadas amostras de fezes e sangue para quantificação de ácidos graxos de cadeia curta (AGCC) produzidos pela microbiota intestinal no cólon. Os principais AGCC detectados foram acetato, propionato e butirato. Observou-se que:
• O acetato foi o AGCC mais abundante no cólon e circulante;
• O propionato apresentou maior captação hepática;
• O butirato foi associado a melhora da integridade da barreira intestinal e redução da inflamação local.
Com base nesse cenário, assinale a opção que melhor descreve a relação entre o tipo de AGCC, sua absorção/metabolismo e efeitos fisiológicos sistêmicos.