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Questões de Concurso Comentadas para fgv

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Q3854273 Engenharia de Automação

Nas áreas de instrumentação, automação e eletrônica é comum o uso de motores elétricos para converter sinais elétricos em movimentos mecânicos. Em algumas aplicações há a necessidade que a rotação do motor elétrico utilizado ocorra com incrementos fixos e discretos.


O tipo de motor que possui essa característica é denominado 

Alternativas
Q3854269 Engenharia de Automação

Um transformador abaixador tem relação de transformação de tensão de 10:1.


Sabendo que a tensão medida em seu enrolamento secundário, em circuito aberto (sem carga), é de 12V, determine o valor da fonte de tensão conectada ao enrolamento primário. 

Alternativas
Q3854267 Engenharia de Automação

Um amperímetro DC configurado na escala de corrente com fundo de escala de 10 A, mostra a seguinte leitura: 0.010 A


O valor medido, convertido para miliamperes (mA), corresponde a: 

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Q3853101 Mecânica
Produção Enxuta (Lean Manufacturing) é uma filosofia de gestão que busca maximizar o valor para o cliente e minimizar o desperdício. O Sistema Toyota de Produção (STP), base do Lean, utiliza o Sistema Puxado como um de seus pilares para evitar a superprodução.

Uma oficina de usinagem que adota o Sistema Puxado de planejamento e controle da produção, como parte da sua filosofia Lean, está optando por um processo produtivo em que
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Q3853088 Mecânica
A Norma ISO 513 (2012) estabelece um sistema padronizado de classificação para insertos de metal duro e outros materiais de corte. Cada inserto é identificado por uma letra e uma cor, que indicam o grupo de aplicação do material a ser usinado. O uso da letra e da cor tem o objetivo de permitir a identificação rápida e padronizada do tipo de material, garantindo que operadores e fabricantes em qualquer lugar do mundo possam reconhecer o grupo de aplicação do inserto sem ambiguidades.

Considerando essa padronização, assinale a opção correta. 
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Químico |
Q3852789 Engenharia Ambiental e Sanitária
De acordo com a Resolução CONAMA nº 357, de 17 de março de 2005, define-se como água salobra aquela que apresenta salinidade
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Químico |
Q3852788 Engenharia Ambiental e Sanitária
No monitoramento da qualidade de efluentes industriais, diferentes parâmetros analíticos são utilizados para avaliar o potencial de impacto ambiental e a eficiência dos processos de tratamento.

Alguns desses parâmetros são
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Químico |
Q3852782 Química
Nos atomizadores que utilizam chama, a temperatura elevada pode provocar a ionização de certos analitos, reduzindo a quantidade de átomos neutros disponíveis para absorção e, consequentemente, diminuindo a sensibilidade da análise.

Para minimizar esse efeito indesejado, costuma-se adicionar um supressor de ionização, como é o caso do 
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Químico |
Q3852778 Química
Embora exista um número relativamente pequeno de substâncias que apresentem as características exigidas para funcionar como padrão primário, algumas delas atendem aos requisitos necessários, como é o caso do
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Meteorologista |
Q3852775 Meteorologia
A formação do ozônio troposférico (O3), componente principal do smog fotoquímico, é um desafio complexo que envolve modelagem numérica, Climatologia, Meteorologia, qualidade do ar, saúde pública, dentre outros. Diferente dos efluentes de uma usina nuclear (regidos por normas como a CNEN NN 1.22), que envolveriam a difusão de radionuclídeos, o O3 é um poluente secundário formado por reações fotoquímicas, envolvendo precursores como NOx e compostos voláteis (COVs). De acordo com o contexto sobre fatores que afetam a concentração de ozônio na baixa atmosfera, e o papel da camada de mistura em relação a dispersão desses poluentes, analise os itens a seguir:

I. A formação de O3 troposférico é favorecida em dia de forte insolação e ventos calmos, pois a radiação solar fornece energia para as reações fotoquímicas e a ausência de ventos reduz a dispersão e difusão dos poluentes, permitindo seu acúmulo.
II. À noite, a camada de mistura dá lugar a camada limite estável, onde apesar de ter uma altura mais baixa, apresenta escoamento intermitente, desafiador para os esquemas de parametrização da turbulência. Principalmente em condições de inversão térmica, o volume de ar disponível pode concentrar poluentes primários perto do solo, mesmo que haja formação de jato noturno de baixos níveis, mas inibe a formação de ozônio que requer luz solar.
III. O ozônio na troposfera é benéfico, pois contribui para a proteção contra a radiação UV, e não interfere no efeito estufa, o que ajuda a mitigar o aquecimento global.
IV. Existem resoluções que estabelecem padrões de qualidade do ar para o ozônio e que, quando ultrapassados, indicam a necessidade de ações de controle de emissões, mesmo em situações de forte mistura dentro da Camada Limite Urbana. Entre essas emissões destacam-se as provenientes de tráfego de veículos, importantes fontes móveis de COVs e NOx que podem ser reduzidas por medidas com o rodízio de automóveis nas grandes cidades.

Está correto o que se afirma em
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Meteorologista |
Q3852774 Meteorologia
Um meteorologista visionário, vinculado ao setor de pesquisa de um complexo industrial, reflete sobre um cenário climático crítico, no qual a temperatura média global ultrapassa permanentemente 2,0 °C acima dos níveis pré-industriais, limiar associado à transgressão de tipping points. Neste cenário projeta-se mudanças significativas nos padrões da Circulação Geral da Atmosfera (CGA), aumento na frequência e persistência de ondas de calor urbanas, intensificação de eventos atmosféricos extremos (ciclones, tempestades severas, tornados), dentre outros. A Camada Limite Urbana (CLU), especificamente, tornar-se-ia mais instável durante o dia (maior turbulência), e as inversões térmicas noturnas tornarse-iam mais intensas e duradouras, agravando a retenção de poluentes. Paralelamente, discutem-se a substituição de termelétricas fósseis por matrizes nucleares, eólicas e solares para descarbonização.

Considerando as teleconexões entre os fenômenos de grandes escalas, a dinâmica da Camada Limite Atmosférica (CLA), o transporte de poluentes (convencionais e radiológicos) e a cascata de energia turbulenta de Kolmogorov, que rege a transferência da energia dos grandes aos pequenos turbilhões (eddies) e a consequente dispersão de substâncias na atmosfera, a avaliação mais adequada para o cenário de presságio do meteorologista é de que
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Meteorologista |
Q3852772 Meteorologia
Nos estudos de poluição atmosférica, energia eólica e aplicações de engenharia, modelos de mesoescala baseados na física do escoamento newtoniano, tais como: ARPS, RAMS, MM5 e WRF vêm sendo adaptados para escalas mais resolutas, incorporando o tensor de difusividade turbulenta adequado e abordagens híbridas RANS–LES, em função da chamada “Terra Incógnita”. Esse termo descreve o intervalo de transição em que a escala de comprimento característico de energia e fluxo turbulento (l), contido nas parametrizações da turbulência incorporados aos modelos, torna-se da mesma ordem de grandeza da escala espacial vertical do modelo (Δz). Enquanto na modelagem RANS tem-se tipicamente l ≪ Δz e em LES l ≫ Δz, na zona intermediária (l ≈ Δz), ou seja, na “Terra Incognita”, os modelos de subescala (SFS – subfilter-scale), concebidos para regimes bem separados, perdem validade. Com base nesse contexto, analise os itens a seguir:
I. O método DNS (Direct Numerical Simulation) resolve todas as escalas de movimento descritas pelas equações de Navier– Stokes, sem necessidade de modelos de fechamento. Seu custo computacional é extremamente elevado, tornando-o impraticável para escoamentos geofísicos em domínios numéricos globais.
II. No método RANS (Reynolds Averaged Navier–Stokes equations), a modelagem enfrenta o problema de fechamento dos fluxos turbulentos, exigindo o uso de esquemas semiempíricos, como os modelos de viscosidade turbulenta e de camada de mistura, além do modelo de ordem 1,5-TKE.
III. Em LES (Large-Eddy Simulation), as equações de Navier–Stokes são filtradas para descrever apenas as grandes estruturas turbulentas, através do tensor de Leonard, enquanto as escalas subgrade são modeladas. Essa técnica baseia-se na teoria de similaridade de Kolmogorov. E

stá correto o que se afirma em
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Meteorologista |
Q3852771 Meteorologia
Uma pluma de poluentes, misturada ao ar úmido, é forçada a subir por uma encosta montanhosa devido à direção do escoamento, à geometria da topografia e à conservação de massa. Ao atingir o topo, a 3000 m de altitude, a temperatura local é de 0 °C. Em seguida, a pluma desce a sotavento, onde o ar se aquece e se torna seco em razão do efeito föhn.

Assinale a opção que apresenta o valor aproximado da temperatura da pluma quando ela atinge a superfície, ao nível médio do mar.
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Meteorologista |
Q3852770 Meteorologia
De acordo com a Norma CNEN-NN-3.01 – Requisitos Básicos de Radioproteção e Segurança Radiológica de Fontes de Radiação, incluindo situações em que condições meteorológicas podem influenciar na segurança radiológica, e considerando seus desdobramentos práticos em situações de exposição de emergência, é incorreto afirmar que
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Meteorologista |
Q3852767 Meteorologia
A instrutora de um curso de capacitação promovido por uma indústria foi questionada por um dos alunos, funcionário do setor ambiental, sobre o comportamento da pluma de um poluente emitido por uma chaminé. Considerando uma atmosfera neutra e seca, ela fez uma analogia comparando a pluma a um balão de ar quente mantido estacionário a certa altura na atmosfera. Solicitou, então, que os funcionários imaginassem duas colunas de ar: uma do lado de fora e outra dentro do balão, sendo a coluna interna ligeiramente mais alta a externa. A instrutora destacou que, apesar da diferença de altura, a pressão é a mesma no topo das duas colunas.

Assim, é correto afirmar que
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Meteorologista |
Q3852761 Meteorologia
Uma indústria química na periferia de São Paulo - SP enfrenta um aumento inesperado na demanda por um produto, exigindo uma produção contínua de alta intensidade nas próximas 24 horas. Para atender à demanda e maximizar o lucro, a produção deve operar com a capacidade máxima, o que resultará em uma emissão significativa de poluentes pela chaminé. A diretoria da empresa, preocupada com a imagem e com possíveis multas ambientais, solicitou a um meteorologista que avalie se as condições atmosféricas serão favoráveis à dispersão desses poluentes. Para a análise e devido a um apagão de dados, o meteorologista utilizou apenas dados de vento real em dois níveis atmosféricos distintos, fora da Camada Limite Atmosférica, onde o vento geostrófico é uma boa aproximação. Em 850 mb o vento sopra de sudoeste (SW), com velocidade moderada e em 200 mb o vento sopra de oeste (W), com velocidade maior que a do nível inferior. 

Assinale a opção que representa a conclusão mais precisa do meteorologista sobre as condições para a emissão de poluentes pela chaminé.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Meteorologista |
Q3852759 Meteorologia
Uma brigada de incêndio florestal opera na região da Costa Verde, em Angra dos Reis, uma área de Mata Atlântica próxima às instalações nucleares que exigem monitoramento rigoroso. Para avaliar as condições meteorológicas locais e prever o comportamento do fogo, os brigadistas utilizam um psicrômetro ventilado portátil (psicrômetro de manivela), composto por dois termômetros (bulbo seco e bulbo molhado) montados lado a lado em uma base de metal que é girada manualmente.

Com base nesse cenário e em conhecimentos técnicos sobre Meteorologia, combate a incêndios e legislação nuclear, é incorreto afirmar que
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Meteorologista |
Q3852756 Meteorologia
Ventos verticais subsidentes de 216 km/h (60 m/s) sopram com a força de um furacão em direção à entrada superior de um bunker vertical subterrâneo de um complexo industrial, onde funcionários se abrigam de desastres, inclusive os ambientais. O bunker possui 5 m de altura e o fundo é impermeável. A densidade inicial do ar no interior do bunker é 1 kg m-3 .

Considerando a equação de conservação de massa escrita em termos da divergência do campo de velocidade, sob as assunções do contínuo aplicadas a um domínio discretizado, fluxo predominantemente vertical, escoamento 1-D, e desprezando trocas laterais e compressibilidade, além da implicada pela continuidade, assinale a alternativa que representa a taxa local de aumento da densidade do ar no bunker calculada pelo meteorologista que atua no complexo industrial.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Meteorologista |
Q3852755 Meteorologia
A Comissão Reguladora Nuclear dos EUA (NRC) estabelece metodologias distintas para a avaliação da dispersão atmosférica em usinas nucleares, formalizadas em guias (Regulatory Guides – RG - 1.111 e 1.145). Estes guias orientam o cálculo dos fatores de concentração relativa (X/Q) essenciais para estimar doses radiológicas e convencionais em receptores sensíveis. Como exemplo de metodologias computacionais adotadas podemos citar o modelo AERMOD, utilizado para efluentes atmosféricos convencionais e que ajudou na tomada de decisões para construção da usina de Angra III.

Assinale a opção que descreve corretamente a principal distinção e aplicação dessas duas metodologias da NRC e como elas se relacionam com o cálculo do X/Q.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Meteorologista |
Q3852754 Meteorologia
Um meteorologista de uma empresa foi solicitado a estimar a intensidade do vento no nível da chaminé de uma fábrica, pois uma operação de emissão de poluentes estava prestes a ocorrer. Ao consultar os dados da torre meteorológica próxima, percebeu que o sistema estava fora do ar. Sem alternativa, decidiu testar um protótipo em desenvolvimento: um anemômetro embarcado em um drone. O drone foi lançado e seguiu em direção ao norte com velocidade de 50 m/s. No nível de voo, a intensidade do vento aumenta em direção ao norte à razão de 0,03 m/s por quilômetro. A bordo do drone, a intensidade do vento cresce à taxa de 36 m/s por hora. Com base nesses dados, o meteorologista calculou a tendência local da intensidade do vento, ou seja, a variação temporal da intensidade medida por um observador quase-estacionário próximo ao drone, no instante em que ele se aproximava da saída da chaminé.

Sabendo que a condição inicial de vento era nula e considerando um intervalo de 10 min, a velocidade estimada pelo meteorologista foi de
Alternativas
Respostas
7861: E
7862: A
7863: B
7864: C
7865: D
7866: C
7867: B
7868: B
7869: D
7870: A
7871: B
7872: D
7873: E
7874: C
7875: A
7876: B
7877: E
7878: E
7879: D
7880: E