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Denote por Af a área da região plana limitada pelo gráfico da função real f:R → R dada por:
f(x) =
, o eixo dos x, e as retas x = 1 e x = 4.
Então, o valor de Af é:
Seja x a diferença positiva entre a moda e a mediana da seguinte amostra de dados:
(32, 32, 28, 15, 44, 28, 15, 32).
Então, o valor de x é:
Analise o caso abaixo:

Se o determinante de A é igual a 8, então o determinante da matriz B é:
Em uma progressão aritmética finita de razão -5/3, o primeiro termo é 30 e o último é –25.
O número de termos nesta progressão aritmética é:
Se 3π/4 < X < π então:
No triângulo ABC, as bissetrizes internas relativas aos vértices B e C interceptam-se num ponto P. Se o ângulo BP̂C é igual a 130 graus, então ângulo Ĉ, em graus, é:
No triângulo ABC, o ângulo Ĉ é o dobro da soma dos ângulos B̂ e Â.
Logo, o ângulo Ĉ, em graus, é:
Carlos, José e Eduardo têm juntos 2.000 selos. Carlos tem 400 selos. José tem o quádruplo dos selos de Eduardo.
Quantos selos tem José?
Um negociante, num dia, recebeu 195 maçãs, que colocou em duas cestas. A um freguês vendeu ¼ das maçãs da primeira cesta e a outro freguês vendeu ⅔ das maçãs da segunda cesta. As duas cestas têm agora o mesmo número de maçãs.
O produto do número de maçãs que havia inicialmente na primeira cesta pelo número de maçãs que havia inicialmente na segunda cesta é:
Sejam f e g as funções reais dadas por:

Sabendo-se que f(6) + g(3) = 2, obtemos que o valor
de k é:
Analise as afirmativas abaixo:
1. O número 9480 é divisível por 12.
2. O número 8034 é divisível por 12.
3. O número 8345932123920 é divisível por 8.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Texto 8a
“… é preciso lembrar que, do ponto de vista sociológico, o ‘erro’ existe e sua maior ou menor ‘gravidade’ depende precisamente da distribuição dos falantes dentro da pirâmide das classes sociais, que é também uma pirâmide de variedades linguísticas. Quanto mais baixo estiver um falante na escala social, maior número de ‘erros’ as camadas mais elevadas atribuirão à sua variedade linguística (e a diversas outras características sociais dele). O ‘erro’ linguístico, do ponto de vista sociológico é antropológico, e se baseia, portanto, numa avaliação negativa que nada tem de linguística.”
BAGNO, Marcos. A inevitável travessia: da prescrição gramatical à educação linguística. In: ___; STUBBS, Michael; GAGNÉ, Gilles. Língua Materna: letramento, variação & ensino. São Paulo: Parábola, 2002, p. 13-84
Texto 8b
“Humildemente meu respeito a todos os membros do grupo bem como os demais irmãos. Pesso a oportunidade de desenrrolá o que houve contra mim. Sei que vários irmãos não me conhece realmente, assim quero pasá quem sô, de que tempo vim, e em que realmente acredito! Me envolvi foi nos anos 80 tempo que perdemo o morro.”
BARCELLOS, Caco – Abusado, o dono do morro Santa Marta –
Ed. Record, Rio de Janeiro, 2003, p. 428.
O texto 8b é parte da carta escrita por Juliano, personagem central do livro-reportagem de Barcellos, no qual relata a história do líder do tráfico neste morro.
Confrontando os dois textos, é correto afirmar que:
1. a linguagem empregada pelo personagem (texto 8b) é marcada por desvios ortográficos que revelam problemas de letramento. O texto está marcado pela oralidade.
2. O texto 8b, confrontado ao texto 8a, é exemplo de falta de prestígio social, já que seu emissor pertence à base da pirâmide social.
3. O texto 8b marca a variação diastrática, porque emprega a linguagem do favelado.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
A fala e a escrita possuem características bem distintas. O falante da Língua Portuguesa muitas vezes acrescenta na oralidade um fonema vocálico em meio a consoantes.
Este é o caso de qual das palavras abaixo?
Texto 7
Guga poderia virar um assassino?
Dois jovens, quase a mesma idade, poucos meses de diferença, comoveram, na semana passada, o Brasil.
Um deles é branco, 23 anos, ganhou fama com uma raquete de tênis na mão. Outro, negro, 22 anos, ganhou fama com um revólver na mão.
Na segunda-feira, Gustavo Kuerten, o Guga, cercado de fãs, se deixava fotografar em frente à Torre Eiffel, com o troféu que levou no torneio de Roland Garros, que projetou-o para o primeiro lugar do ranking mundial - e o deixou U$ 600 mil mais rico.
Naquele mesmo dia, Sandro do Nascimento, cercado de policiais, depois de um atabalhoado sequestro, era jogado num camburão, onde morreu sufocado - ele queria R$ 1 mil. (…)
Nessa quadra chamada Brasil, Guga e Sandro estavam divididos exatamente pelas linhas que incluem e excluem, que dão ou tiram chances, que fazem prosperar ou regredir.
A quadra que faz derrotados e perdedores. (…)
Os números mostram, com clareza, como o desemprego atinge, mais pesadamente, em particular aqueles com baixa escolaridade.
E também mostram como a renda está caindo especialmente nas regiões metropolitanas.
Deterioração das regiões metropolitanas, baixa escolaridade, desemprego acentuado entre os jovens, são as linhas dessa quadra de exclusão.
Nesse jogo da morte, não há polícia que, de fato, funcione. Nem prisão que abrigue tantos delinquentes.
Vamos seguir produzindo mais chances de Sandros do que Gugas.
Somos, enfim, uma nação de perdedores.
https://www1.folha.uol.com.br/folha/dimenstein/gilberto/ gd100700.htm
Gilberto Dimenstein, Folha de S. Paulo, editado
Analise as afirmativas abaixo sobre o texto 7.
1. No terceiro parágrafo, o pronome oblíquo o foi empregado em situação de ênclise, o que não é admitido pela norma culta neste contexto.
2. A palavra onde no quarto parágrafo deveria ser substituída por aonde, de acordo com a norma culta.
3. Na construção “Deterioração das regiões metropolitanas, baixa escolaridade, desemprego acentuado entre os jovens, são as linhas dessa quadra de exclusão.” (retirada do texto), a vírgula antes do verbo ser está separando sujeito do predicado.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Texto 7
Guga poderia virar um assassino?
Dois jovens, quase a mesma idade, poucos meses de diferença, comoveram, na semana passada, o Brasil.
Um deles é branco, 23 anos, ganhou fama com uma raquete de tênis na mão. Outro, negro, 22 anos, ganhou fama com um revólver na mão.
Na segunda-feira, Gustavo Kuerten, o Guga, cercado de fãs, se deixava fotografar em frente à Torre Eiffel, com o troféu que levou no torneio de Roland Garros, que projetou-o para o primeiro lugar do ranking mundial - e o deixou U$ 600 mil mais rico.
Naquele mesmo dia, Sandro do Nascimento, cercado de policiais, depois de um atabalhoado sequestro, era jogado num camburão, onde morreu sufocado - ele queria R$ 1 mil. (…)
Nessa quadra chamada Brasil, Guga e Sandro estavam divididos exatamente pelas linhas que incluem e excluem, que dão ou tiram chances, que fazem prosperar ou regredir.
A quadra que faz derrotados e perdedores. (…)
Os números mostram, com clareza, como o desemprego atinge, mais pesadamente, em particular aqueles com baixa escolaridade.
E também mostram como a renda está caindo especialmente nas regiões metropolitanas.
Deterioração das regiões metropolitanas, baixa escolaridade, desemprego acentuado entre os jovens, são as linhas dessa quadra de exclusão.
Nesse jogo da morte, não há polícia que, de fato, funcione. Nem prisão que abrigue tantos delinquentes.
Vamos seguir produzindo mais chances de Sandros do que Gugas.
Somos, enfim, uma nação de perdedores.
https://www1.folha.uol.com.br/folha/dimenstein/gilberto/ gd100700.htm
Gilberto Dimenstein, Folha de S. Paulo, editado
Relacione as colunas abaixo quanto à gramática:
Coluna 1
1. gramática normativa
2. gramática descritiva
Coluna 2
( ) Aplicada à tradição.
( ) Prescreve com base nas formas consagradas por grandes autores.
( ) Emprega a sincronia da língua.
( ) Leva em consideração as variantes linguísticas.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Texto 6
Linguagem, Poder e Discriminação
A linguagem não é usada somente para veicular informações, isto é, a função referencial denotativa da linguagem não é senão uma entre outras; entre estas ocupa uma posição central a função de comunicar ao ouvinte a posição que o falante ocupa de fato ou acha que ocupa na sociedade em que vive. As pessoas falam para serem “ouvidas”, às vezes para serem respeitadas e também para exercer uma influência no ambiente em que realizam os atos linguísticos. O poder da palavra é o poder de mobilizar a autoridade acumulada pelo falante e concentrá-la num ato linguístico (Bordieu, 1977). Os casos mais evidentes em relação a tal afirmação são também os mais extremos: discurso político, sermão na igreja, aula etc. As produções linguísticas deste tipo, e também de outros tipos, adquirem valor de ser realizadas no contexto social e cultural apropriado. As regras que governam a produção apropriada dos atos de linguagem levam em conta as relações sociais entre o falante e o ouvinte.
GNERRE, Maurizzio, in Prática de Texto, FARACO, Carlos Alberto e
TEZZA, Cristovão, Ed. Vozes, 20ª edição, 2011, Petrópolis, RJ, p. 105.