Questões de Concurso Comentadas para fepese

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Q3313000 Arquitetura de Computadores
Aumentar a memória RAM do computador, por meio da adição de mais pentes de memória, pode ser uma alternativa para deixá-lo mais rápido. Porém, devem ser observadas algumas características do computador para realizar essa tarefa com sucesso.
Assinale a alternativa correta em relação ao assunto.
Alternativas
Q3312421 Matemática
Sejan  Imagem associada para resolução da questão  , ∈ N. Encontre Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q3312302 Português
O livro mais conhecido de Euclides da Cunha foi Os Sertões. A obra retrata o conflito havido no sertão da Bahia (Guerra de Canudos) entre 1897 e 1898. Euclides publica a 1ª edição em 1902.
Em edição crítica sobre a obra Os Sertões, de Euclides da Cunha, Walnice Nogueira Galvão fez análises comparativas das mudanças na linguagem entre as edições do livro, feitas por Euclides. Essas alterações tinham por objetivo corrigir as infrações à gramática, bem como fazer alguns ajustes de linguagem. No começo do século, já havia discussões em torno de escrever à brasileira ou à lusitana. Essa polêmica desaguaria no movimento modernista que se seguiria.

Sobre estas mudanças feitas por Euclides, destacam-se as duas seguintes, A e B:

A) Para logo conteirados os canhões da divisão Salomão, a metralha explodiu no matagal rasteiro, cujos arbustos dobraram acamando-se, como à passagem de ventanias ríspidas. (p. 324, 3ª ed.)
Para logo conteirados os canhões da divisão Salomão, a metralha explodiu no matagal rasteiro. Os arbustos dobraram acamando-se, como à passagem de ventanias ríspidas. (p. 324, edição corrigida pelo autor)
B) (…) se lhe não salvaria a alma. (p. 584 1ª ed)
(…) não se salvaria a sua alma. (p. 562 2ª ed)

Analise as afirmativas abaixo sobre estas alterações.

1. No caso A, houve a substituição do pronome relativo cujo, desdobrando a construção em dois períodos simples.
2. Em B, houve a substituição do pronome lhe, que exerce a função sintática de objeto indireto, pelo pronome possessivo sua.
3. As substituições feitas pelo autor, ou seja, eliminação dos pronomes lhe e cujo, também atendiam à necessidade de tornar a escrita mais próxima do português brasileiro, haja vista serem tais pronomes lusitanismos.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q3312301 Literatura
A seguir, estão destacados dois trechos do autor brasileiro João Guimarães Rosa.

A) – Aqueles bois se sumiam e surgiam de magros, suas ossadas espinhando. Tanta miséria em mal-amparo, em maus cavacos, no cabo de olhar dava gastura. Os vaqueiros, mascarados, que de só poeira, e desgosto. (…)
Dito que, logo, no redemoinhar de parar, umas das reses se desceram, de joelhos e deitadas, pra não prosseguirem dali. Assaz os outros entravam no cano do ribeirão, pelo fresco, por água, e catando folhagens, abaixo e arriba.
Estas Estórias.

B) Boi bem bravo bate baixo, bota baba, boi berrando… Dansa doido dá de dura, dá de dentro, dá direito… Vai, vem, volta, vem na vara, vai não volta, vai varando…
Sagarana, “O Burrinho Pedrês”.

Analise as afirmativas abaixo sobre o autor e os trechos A e B destacados acima.

1. O autor fazia parte da Terceira Geração Modernista. Tinha o regionalismo como característica, como revelam os trechos acima.
2. O trecho A traz uma das características do autor em relação à inovação na linguagem: neologismos.
3. O trecho B assinala uma característica marcante do autor: a linguagem poética, no caso, musicalidade com aliterações fonéticas.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q3312300 Português
A Última Bola de Garrincha


Garrincha não me pertence como cronista. Eu poderia ter orgulho de ter pensado muito em Garrincha, vendo-o jogar à minha frente. Mas pensar é uma atividade corriqueira, todos podem pensar, e alguns até podem pensar seriamente em Garrincha. Vale a pena pensar em Garrincha porque, se Pelé é jogador mais completo que já tivemos num campo de futebol, Garrincha é um pouco menos, não foi um jogador perfeito, tinha defeitos sérios até, mas Garrincha também foi mais do que Pelé.

Garrincha foi a mais completa espontaneidade num campo de futebol. Pelé nunca pôde ser espontâneo; sempre foi um jogador comprometido consigo próprio, com o que poderia representar, e muito cedo se pôde ver que ali, em Pelé, se formava um jogador rigorosamente extraclasse, e um homem bem-sucedido na vida. Garrincha não. O Botafogo explorou-o até a raiz em todos os contratos. Não estou dizendo isso porque seja contra os clubes. Sem os clubes, eu já disse, não existiria o futebol. Mas o Botafogo explorou Garrincha, chegou a repetir contratos e ofereceu-os ao melhor jogador que o Botafogo jamais terá na sua vida de clube.

(…)

Garrincha foi o primeiro jogador e também o último que jogou a mesma bola; a bola da pelada, a bola do treino no clube grande, a bola branca e oficial do Maracanã e a bola inesquecível de dois Campeonatos do Mundo.


Ruy Carlos Ostermann – Correio do Povo,
20 de dezembro de 1973 – texto editado.

Em relação ao trecho “…mas Garrincha também foi mais do que Pelé.”, retirado do texto 3, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3312299 Português
A Última Bola de Garrincha


Garrincha não me pertence como cronista. Eu poderia ter orgulho de ter pensado muito em Garrincha, vendo-o jogar à minha frente. Mas pensar é uma atividade corriqueira, todos podem pensar, e alguns até podem pensar seriamente em Garrincha. Vale a pena pensar em Garrincha porque, se Pelé é jogador mais completo que já tivemos num campo de futebol, Garrincha é um pouco menos, não foi um jogador perfeito, tinha defeitos sérios até, mas Garrincha também foi mais do que Pelé.

Garrincha foi a mais completa espontaneidade num campo de futebol. Pelé nunca pôde ser espontâneo; sempre foi um jogador comprometido consigo próprio, com o que poderia representar, e muito cedo se pôde ver que ali, em Pelé, se formava um jogador rigorosamente extraclasse, e um homem bem-sucedido na vida. Garrincha não. O Botafogo explorou-o até a raiz em todos os contratos. Não estou dizendo isso porque seja contra os clubes. Sem os clubes, eu já disse, não existiria o futebol. Mas o Botafogo explorou Garrincha, chegou a repetir contratos e ofereceu-os ao melhor jogador que o Botafogo jamais terá na sua vida de clube.

(…)

Garrincha foi o primeiro jogador e também o último que jogou a mesma bola; a bola da pelada, a bola do treino no clube grande, a bola branca e oficial do Maracanã e a bola inesquecível de dois Campeonatos do Mundo.


Ruy Carlos Ostermann – Correio do Povo,
20 de dezembro de 1973 – texto editado.

Analise as afirmativas abaixo:

1. O acento gráfico da palavra destacada em “Pelé nunca pôde ser espontâneo…” é facultativo.
2. A palavra o, em “…sempre foi um jogador comprometido consigo próprio, com o que poderia representar”, morfologicamente, é um pronome.
3. Em “… se Pelé é jogador mais completo que já tivemos num campo de futebol, Garrincha é um pouco menos, não foi um jogador perfeito, tinha defeitos sérios até, mas Garrincha também foi mais do que Pelé.”, poderíamos reescrever o trecho sublinhado, sem infração à norma culta e sem alteração semântica por “… por ser Pelé jogador mais completo que já tivemos num campo de futebol…”.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q3312298 Português
A Última Bola de Garrincha


Garrincha não me pertence como cronista. Eu poderia ter orgulho de ter pensado muito em Garrincha, vendo-o jogar à minha frente. Mas pensar é uma atividade corriqueira, todos podem pensar, e alguns até podem pensar seriamente em Garrincha. Vale a pena pensar em Garrincha porque, se Pelé é jogador mais completo que já tivemos num campo de futebol, Garrincha é um pouco menos, não foi um jogador perfeito, tinha defeitos sérios até, mas Garrincha também foi mais do que Pelé.

Garrincha foi a mais completa espontaneidade num campo de futebol. Pelé nunca pôde ser espontâneo; sempre foi um jogador comprometido consigo próprio, com o que poderia representar, e muito cedo se pôde ver que ali, em Pelé, se formava um jogador rigorosamente extraclasse, e um homem bem-sucedido na vida. Garrincha não. O Botafogo explorou-o até a raiz em todos os contratos. Não estou dizendo isso porque seja contra os clubes. Sem os clubes, eu já disse, não existiria o futebol. Mas o Botafogo explorou Garrincha, chegou a repetir contratos e ofereceu-os ao melhor jogador que o Botafogo jamais terá na sua vida de clube.

(…)

Garrincha foi o primeiro jogador e também o último que jogou a mesma bola; a bola da pelada, a bola do treino no clube grande, a bola branca e oficial do Maracanã e a bola inesquecível de dois Campeonatos do Mundo.


Ruy Carlos Ostermann – Correio do Povo,
20 de dezembro de 1973 – texto editado.

Assinale a alternativa correta de acordo com o texto 3.
Alternativas
Q3312297 Português
Palavras têm origens diversas


Sempre há muita curiosidade em torno da origem das palavras ou dos processos pelos quais elas surgem. As ousadas criações de Guimarães Rosa, por exemplo, são apoiadas na vasta erudição do autor e nos legítimos processos de formação de palavras.

Mas, para que passe a integrar o léxico da língua, a palavra deve passar pelo crivo do uso. É este que define o que pertence e o que não pertencerá à língua. Não basta, portanto, inventá-la.

Como a tendência dos falantes é a simplificação – comunicar com o mínimo de esforço e de maneira rápida–, não é difícil compreender por que dizemos “pneu” em vez de “pneumático” ou “cinema” em vez de “cinematógrafo”. (…)

Pode ocorrer que uma marca, de tão popular, se torne um nome comum, o que, do ponto de vista comercial, é sinal da plena aceitação do produto, em geral, pioneiro em determinado segmento. É o caso, entre outros, de “gilete”, a lâmina do aparelho de barbear inventado por Gillette.

São bastante frequentes as situações em que o inventor empresta seu nome a sua criação. Foi o que aconteceu com o conde Zeppelin (1838-1917), cujo nome é associado ao seu invento. Segundo o dicionário “Aurélio”, o zepelim é um “aeróstato dirigível, já em desuso, formado por uma armação de duralumínio em feitio de grande charuto (…)”.


THAÍS NICOLETI DE CAMARGO
- especial para Folha de S.Paulo - 10/01/2002.
Qual das palavras abaixo, retiradas do texto, também existe em nossa língua, porém sem acento gráfico?
Alternativas
Q3312296 Português
Palavras têm origens diversas


Sempre há muita curiosidade em torno da origem das palavras ou dos processos pelos quais elas surgem. As ousadas criações de Guimarães Rosa, por exemplo, são apoiadas na vasta erudição do autor e nos legítimos processos de formação de palavras.

Mas, para que passe a integrar o léxico da língua, a palavra deve passar pelo crivo do uso. É este que define o que pertence e o que não pertencerá à língua. Não basta, portanto, inventá-la.

Como a tendência dos falantes é a simplificação – comunicar com o mínimo de esforço e de maneira rápida–, não é difícil compreender por que dizemos “pneu” em vez de “pneumático” ou “cinema” em vez de “cinematógrafo”. (…)

Pode ocorrer que uma marca, de tão popular, se torne um nome comum, o que, do ponto de vista comercial, é sinal da plena aceitação do produto, em geral, pioneiro em determinado segmento. É o caso, entre outros, de “gilete”, a lâmina do aparelho de barbear inventado por Gillette.

São bastante frequentes as situações em que o inventor empresta seu nome a sua criação. Foi o que aconteceu com o conde Zeppelin (1838-1917), cujo nome é associado ao seu invento. Segundo o dicionário “Aurélio”, o zepelim é um “aeróstato dirigível, já em desuso, formado por uma armação de duralumínio em feitio de grande charuto (…)”.


THAÍS NICOLETI DE CAMARGO
- especial para Folha de S.Paulo - 10/01/2002.
Analise a frase abaixo, retirada do texto 2.
“Sempre há muita curiosidade em torno da origem das palavras ou dos processos pelos quais elas surgem.”
Se substituíssemos palavras na frase por palavra, quantas outras palavras também sofreriam obrigatoriamente alteração a fim de manter a concordância?
Alternativas
Q3312295 Português
Palavras têm origens diversas


Sempre há muita curiosidade em torno da origem das palavras ou dos processos pelos quais elas surgem. As ousadas criações de Guimarães Rosa, por exemplo, são apoiadas na vasta erudição do autor e nos legítimos processos de formação de palavras.

Mas, para que passe a integrar o léxico da língua, a palavra deve passar pelo crivo do uso. É este que define o que pertence e o que não pertencerá à língua. Não basta, portanto, inventá-la.

Como a tendência dos falantes é a simplificação – comunicar com o mínimo de esforço e de maneira rápida–, não é difícil compreender por que dizemos “pneu” em vez de “pneumático” ou “cinema” em vez de “cinematógrafo”. (…)

Pode ocorrer que uma marca, de tão popular, se torne um nome comum, o que, do ponto de vista comercial, é sinal da plena aceitação do produto, em geral, pioneiro em determinado segmento. É o caso, entre outros, de “gilete”, a lâmina do aparelho de barbear inventado por Gillette.

São bastante frequentes as situações em que o inventor empresta seu nome a sua criação. Foi o que aconteceu com o conde Zeppelin (1838-1917), cujo nome é associado ao seu invento. Segundo o dicionário “Aurélio”, o zepelim é um “aeróstato dirigível, já em desuso, formado por uma armação de duralumínio em feitio de grande charuto (…)”.


THAÍS NICOLETI DE CAMARGO
- especial para Folha de S.Paulo - 10/01/2002.
Analise as afirmativas abaixo sobre o texto 2.

1. O mesmo processo de formação das palavras cinema e de pneu, referenciados no texto, sofreu a palavra você.
2. A palavra gilete, como sinônimo de lâmina de barbear, sofreu processo chamado de metonímia.
3. O processo de redução ou abreviação das palavras pneu e cinema também foi empregado em Belô, Sampa e Floripa, referindo-se às cidades de Belo Horizonte, São Paulo e Florianópolis.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q3312294 Português
O papel decadente do papel

“O papel não faz mais parte da minha vida”. A declaração é de Bill Gates, montado numa fortuna de 50 bilhões de dólares e tendo à sua disposição um computador com três monitores que fazem dele o maior agente e consumidor do mundo virtual. Além dos dólares e do computador que montou para uso próprio, ele usa um “tablet PC”, que substitui qualquer caderninho de notas, arquivo e provedor para outros e para si mesmo.

De papel mesmo, acho que só não substituiu ainda o papel higiênico por um papel virtual –mesmo assim, não sei não, os gênios são capazes de tudo. Quando tem uma nova ideia, escreve a anotação numa lousa e depois a embute num programa qualquer para ver no que vai dar.

Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.

Por obrigação profissional, já fiz um levantamento do papel, desde os papiros das margens do Nilo aos pergaminhos dos povos que usavam a pele das ovelhas para escrever qualquer coisa. Sem esquecer as civilizações mais antigas que usavam blocos de argila (tijolos) ou mesmo a parede das cavernas em que moravam para deixar recados: “Fui ali e volto já”.

Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose, que, em certo momento, em meio a uma digressão sobre a beleza e a utilidade dessa ferramenta que levou a humanidade ao estágio de civilização que conhecemos, deu uma espécie de brado retumbante: “O papel nunca vai acabar!”.

O restaurante inteiro parou, os garçons pararam de servir, os clientes pararam de mastigar. Vermelho, o empresário repetiu “urbi et orbi”, para a cidade, para o mundo e para o restaurante em particular: “O papel nunca vai acabar!”.

Bill Gates não precisa gritar. Para ele, o papel é tão inútil como uma escarradeira para quem não tem catarro a expelir.


CARLOS HEITOR CONY – Folha de S. Paulo,
quinta-feira, 04 de maio de 2006.
Assinale a alternativa na qual a palavra destacada foi empregada corretamente no significado conotativo.
Alternativas
Q3312293 Português
O papel decadente do papel

“O papel não faz mais parte da minha vida”. A declaração é de Bill Gates, montado numa fortuna de 50 bilhões de dólares e tendo à sua disposição um computador com três monitores que fazem dele o maior agente e consumidor do mundo virtual. Além dos dólares e do computador que montou para uso próprio, ele usa um “tablet PC”, que substitui qualquer caderninho de notas, arquivo e provedor para outros e para si mesmo.

De papel mesmo, acho que só não substituiu ainda o papel higiênico por um papel virtual –mesmo assim, não sei não, os gênios são capazes de tudo. Quando tem uma nova ideia, escreve a anotação numa lousa e depois a embute num programa qualquer para ver no que vai dar.

Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.

Por obrigação profissional, já fiz um levantamento do papel, desde os papiros das margens do Nilo aos pergaminhos dos povos que usavam a pele das ovelhas para escrever qualquer coisa. Sem esquecer as civilizações mais antigas que usavam blocos de argila (tijolos) ou mesmo a parede das cavernas em que moravam para deixar recados: “Fui ali e volto já”.

Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose, que, em certo momento, em meio a uma digressão sobre a beleza e a utilidade dessa ferramenta que levou a humanidade ao estágio de civilização que conhecemos, deu uma espécie de brado retumbante: “O papel nunca vai acabar!”.

O restaurante inteiro parou, os garçons pararam de servir, os clientes pararam de mastigar. Vermelho, o empresário repetiu “urbi et orbi”, para a cidade, para o mundo e para o restaurante em particular: “O papel nunca vai acabar!”.

Bill Gates não precisa gritar. Para ele, o papel é tão inútil como uma escarradeira para quem não tem catarro a expelir.


CARLOS HEITOR CONY – Folha de S. Paulo,
quinta-feira, 04 de maio de 2006.
Identifique abaixo as construções (retiradas do texto 1) que podem ser passadas para a voz passiva como verdadeiras ( V ) e as que não podem como falsas ( F ).

( ) Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose …
( ) … já fiz um levantamento do papel …
( ) O restaurante inteiro parou …

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q3312292 Português
O papel decadente do papel

“O papel não faz mais parte da minha vida”. A declaração é de Bill Gates, montado numa fortuna de 50 bilhões de dólares e tendo à sua disposição um computador com três monitores que fazem dele o maior agente e consumidor do mundo virtual. Além dos dólares e do computador que montou para uso próprio, ele usa um “tablet PC”, que substitui qualquer caderninho de notas, arquivo e provedor para outros e para si mesmo.

De papel mesmo, acho que só não substituiu ainda o papel higiênico por um papel virtual –mesmo assim, não sei não, os gênios são capazes de tudo. Quando tem uma nova ideia, escreve a anotação numa lousa e depois a embute num programa qualquer para ver no que vai dar.

Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.

Por obrigação profissional, já fiz um levantamento do papel, desde os papiros das margens do Nilo aos pergaminhos dos povos que usavam a pele das ovelhas para escrever qualquer coisa. Sem esquecer as civilizações mais antigas que usavam blocos de argila (tijolos) ou mesmo a parede das cavernas em que moravam para deixar recados: “Fui ali e volto já”.

Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose, que, em certo momento, em meio a uma digressão sobre a beleza e a utilidade dessa ferramenta que levou a humanidade ao estágio de civilização que conhecemos, deu uma espécie de brado retumbante: “O papel nunca vai acabar!”.

O restaurante inteiro parou, os garçons pararam de servir, os clientes pararam de mastigar. Vermelho, o empresário repetiu “urbi et orbi”, para a cidade, para o mundo e para o restaurante em particular: “O papel nunca vai acabar!”.

Bill Gates não precisa gritar. Para ele, o papel é tão inútil como uma escarradeira para quem não tem catarro a expelir.


CARLOS HEITOR CONY – Folha de S. Paulo,
quinta-feira, 04 de maio de 2006.
Atente ao trecho retirado do texto 1.
“Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.”
Analise as afirmativas abaixo sobre o trecho em destaque.

1. Se retirássemos o artigo uma diante do substantivo reunião, estariam plasmadas as condições para o acento indicativo de crase.
2. Poderíamos substituir “… e desdenha do executivo…”, por “e o desdenha”, sem infração à gramática.
3. Poderíamos substituir “… que ele odeie o papel…” por “…que ele lhe odeie…”, sem infração à gramática.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q3312291 Português
O papel decadente do papel

“O papel não faz mais parte da minha vida”. A declaração é de Bill Gates, montado numa fortuna de 50 bilhões de dólares e tendo à sua disposição um computador com três monitores que fazem dele o maior agente e consumidor do mundo virtual. Além dos dólares e do computador que montou para uso próprio, ele usa um “tablet PC”, que substitui qualquer caderninho de notas, arquivo e provedor para outros e para si mesmo.

De papel mesmo, acho que só não substituiu ainda o papel higiênico por um papel virtual –mesmo assim, não sei não, os gênios são capazes de tudo. Quando tem uma nova ideia, escreve a anotação numa lousa e depois a embute num programa qualquer para ver no que vai dar.

Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.

Por obrigação profissional, já fiz um levantamento do papel, desde os papiros das margens do Nilo aos pergaminhos dos povos que usavam a pele das ovelhas para escrever qualquer coisa. Sem esquecer as civilizações mais antigas que usavam blocos de argila (tijolos) ou mesmo a parede das cavernas em que moravam para deixar recados: “Fui ali e volto já”.

Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose, que, em certo momento, em meio a uma digressão sobre a beleza e a utilidade dessa ferramenta que levou a humanidade ao estágio de civilização que conhecemos, deu uma espécie de brado retumbante: “O papel nunca vai acabar!”.

O restaurante inteiro parou, os garçons pararam de servir, os clientes pararam de mastigar. Vermelho, o empresário repetiu “urbi et orbi”, para a cidade, para o mundo e para o restaurante em particular: “O papel nunca vai acabar!”.

Bill Gates não precisa gritar. Para ele, o papel é tão inútil como uma escarradeira para quem não tem catarro a expelir.


CARLOS HEITOR CONY – Folha de S. Paulo,
quinta-feira, 04 de maio de 2006.
Leia o trecho abaixo extraído do texto 1:

Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose, que, em certo momento, em meio a uma digressão sobre a beleza e a utilidade dessa ferramenta que levou a humanidade ao estágio de civilização que conhecemos, deu uma espécie de brado retumbante: “O papel nunca vai acabar!”.

Analise as afirmativas abaixo sobre o trecho, do ponto de vista coesivo.

1. A palavra que na primeira ocorrência (sublinhada) retoma o substantivo almoço e é classificada morfologicamente de conjunção integrante.
2. A expressão dessa ferramenta funciona como hiperônimo de celulose ou de papel.
3. A palavra que, na última ocorrência (sublinhada), retoma o substantivo humanidade e é morfologicamente pronome relativo.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q3312290 Português
O papel decadente do papel

“O papel não faz mais parte da minha vida”. A declaração é de Bill Gates, montado numa fortuna de 50 bilhões de dólares e tendo à sua disposição um computador com três monitores que fazem dele o maior agente e consumidor do mundo virtual. Além dos dólares e do computador que montou para uso próprio, ele usa um “tablet PC”, que substitui qualquer caderninho de notas, arquivo e provedor para outros e para si mesmo.

De papel mesmo, acho que só não substituiu ainda o papel higiênico por um papel virtual –mesmo assim, não sei não, os gênios são capazes de tudo. Quando tem uma nova ideia, escreve a anotação numa lousa e depois a embute num programa qualquer para ver no que vai dar.

Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.

Por obrigação profissional, já fiz um levantamento do papel, desde os papiros das margens do Nilo aos pergaminhos dos povos que usavam a pele das ovelhas para escrever qualquer coisa. Sem esquecer as civilizações mais antigas que usavam blocos de argila (tijolos) ou mesmo a parede das cavernas em que moravam para deixar recados: “Fui ali e volto já”.

Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose, que, em certo momento, em meio a uma digressão sobre a beleza e a utilidade dessa ferramenta que levou a humanidade ao estágio de civilização que conhecemos, deu uma espécie de brado retumbante: “O papel nunca vai acabar!”.

O restaurante inteiro parou, os garçons pararam de servir, os clientes pararam de mastigar. Vermelho, o empresário repetiu “urbi et orbi”, para a cidade, para o mundo e para o restaurante em particular: “O papel nunca vai acabar!”.

Bill Gates não precisa gritar. Para ele, o papel é tão inútil como uma escarradeira para quem não tem catarro a expelir.


CARLOS HEITOR CONY – Folha de S. Paulo,
quinta-feira, 04 de maio de 2006.
Observe o trecho abaixo extraído do texto 1.
“Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.”
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3312289 Português
O papel decadente do papel

“O papel não faz mais parte da minha vida”. A declaração é de Bill Gates, montado numa fortuna de 50 bilhões de dólares e tendo à sua disposição um computador com três monitores que fazem dele o maior agente e consumidor do mundo virtual. Além dos dólares e do computador que montou para uso próprio, ele usa um “tablet PC”, que substitui qualquer caderninho de notas, arquivo e provedor para outros e para si mesmo.

De papel mesmo, acho que só não substituiu ainda o papel higiênico por um papel virtual –mesmo assim, não sei não, os gênios são capazes de tudo. Quando tem uma nova ideia, escreve a anotação numa lousa e depois a embute num programa qualquer para ver no que vai dar.

Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.

Por obrigação profissional, já fiz um levantamento do papel, desde os papiros das margens do Nilo aos pergaminhos dos povos que usavam a pele das ovelhas para escrever qualquer coisa. Sem esquecer as civilizações mais antigas que usavam blocos de argila (tijolos) ou mesmo a parede das cavernas em que moravam para deixar recados: “Fui ali e volto já”.

Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose, que, em certo momento, em meio a uma digressão sobre a beleza e a utilidade dessa ferramenta que levou a humanidade ao estágio de civilização que conhecemos, deu uma espécie de brado retumbante: “O papel nunca vai acabar!”.

O restaurante inteiro parou, os garçons pararam de servir, os clientes pararam de mastigar. Vermelho, o empresário repetiu “urbi et orbi”, para a cidade, para o mundo e para o restaurante em particular: “O papel nunca vai acabar!”.

Bill Gates não precisa gritar. Para ele, o papel é tão inútil como uma escarradeira para quem não tem catarro a expelir.


CARLOS HEITOR CONY – Folha de S. Paulo,
quinta-feira, 04 de maio de 2006.
Analise as afirmativas abaixo relacionadas ao texto 1:

1. O enunciador se vale de recurso dialógico classificado como citação.
2. Na expressão brado retumbante há recurso dialógico conhecido como alusão.
3. No último período do texto, encontramos figura de linguagem conhecida como comparação.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q3312288 Português
O papel decadente do papel

“O papel não faz mais parte da minha vida”. A declaração é de Bill Gates, montado numa fortuna de 50 bilhões de dólares e tendo à sua disposição um computador com três monitores que fazem dele o maior agente e consumidor do mundo virtual. Além dos dólares e do computador que montou para uso próprio, ele usa um “tablet PC”, que substitui qualquer caderninho de notas, arquivo e provedor para outros e para si mesmo.

De papel mesmo, acho que só não substituiu ainda o papel higiênico por um papel virtual –mesmo assim, não sei não, os gênios são capazes de tudo. Quando tem uma nova ideia, escreve a anotação numa lousa e depois a embute num programa qualquer para ver no que vai dar.

Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.

Por obrigação profissional, já fiz um levantamento do papel, desde os papiros das margens do Nilo aos pergaminhos dos povos que usavam a pele das ovelhas para escrever qualquer coisa. Sem esquecer as civilizações mais antigas que usavam blocos de argila (tijolos) ou mesmo a parede das cavernas em que moravam para deixar recados: “Fui ali e volto já”.

Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose, que, em certo momento, em meio a uma digressão sobre a beleza e a utilidade dessa ferramenta que levou a humanidade ao estágio de civilização que conhecemos, deu uma espécie de brado retumbante: “O papel nunca vai acabar!”.

O restaurante inteiro parou, os garçons pararam de servir, os clientes pararam de mastigar. Vermelho, o empresário repetiu “urbi et orbi”, para a cidade, para o mundo e para o restaurante em particular: “O papel nunca vai acabar!”.

Bill Gates não precisa gritar. Para ele, o papel é tão inútil como uma escarradeira para quem não tem catarro a expelir.


CARLOS HEITOR CONY – Folha de S. Paulo,
quinta-feira, 04 de maio de 2006.
Assinale a alternativa correta de acordo com o texto 1
Alternativas
Q3312207 Inglês
Google News, Thursday, June 16, 2021


Teaching methods keep changing with the times,................... the blackboard of the old days ........... electronic teaching today. Mr. Kam, physics instructor the Chinese University of Hong Kong, is one of those who has changed ......... the times.


Mr. Kam employs a two-pronged approach. First, he uses multimedia teaching materials during lectures. Second, he arranges internships for undergraduates. These can take the form of learning assistantships at the university or teaching assistantships at secondary schools, and also there’s always the odd science project at the Space Museum.

The initiatives have earned him the Faculty Exemplary Teaching Award 2020. A CUHK alumnus, he is grateful for the chance to teach at the university after earning his doctoral degree there. His teaching position actually represents the fulfillment of a dream, for the status of professors during his days as a university student was extremely high and he could meet them only during lectures.

After being a teacher for 10 years, Mr. Kam has found no apparent regression in the learning abilities of students, but he believes teachers should not just force knowledge on students - they have to pay careful attention to their needs too. 

The multimedia materials that Mr. Kam uses to illustrate his area of interest includes animation and video clips. He encourages students to read popular astronomy magazines and share any note-worthy content they find. Mr. Kam also gets his undergraduates to help prepare students sitting for physics papers in public exams or to help out on research projects undertaken by meteorological officers at the observatory.

He also arranges for his undergraduates to teach students from other faculties during physics liberal studies classes through talks and star-gazing expeditions. Such responsibilities serve two greater purposes.

First, undergraduates become even more motivated to learn when they find out they have to guide other students. Second, physics students are, unlike arts students, not at their best when called upon to express themselves. Acting as assistants allows them to practice their skills and build up their self- confidence.

I asked Mr. Kam what he found most satisfying in teaching.

And the answer is obvious. It is the deep friendship he forms with students. Mr. Kam says many former students still come back to see him occasionally despite being busy parents. He draws considerable satisfaction from seeing his students grow into mature adults.

For Mr. Kam, the best teachers will never find extracurricular activity a burden because the good work that is done today plants the seed for future generations. 
Considering the text, analyze the sentences below and the underlined words.

“Second, he arranges internships for undergraduates. These can take the form of learning assistantships at the university or teaching assistantships at secondary schools, and also there’s always the odd science project at the Space Museum.”

Choose the alternative that has the correct meaning of “Internship”.
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Teaching methods keep changing with the times,................... the blackboard of the old days ........... electronic teaching today. Mr. Kam, physics instructor the Chinese University of Hong Kong, is one of those who has changed ......... the times.


Mr. Kam employs a two-pronged approach. First, he uses multimedia teaching materials during lectures. Second, he arranges internships for undergraduates. These can take the form of learning assistantships at the university or teaching assistantships at secondary schools, and also there’s always the odd science project at the Space Museum.

The initiatives have earned him the Faculty Exemplary Teaching Award 2020. A CUHK alumnus, he is grateful for the chance to teach at the university after earning his doctoral degree there. His teaching position actually represents the fulfillment of a dream, for the status of professors during his days as a university student was extremely high and he could meet them only during lectures.

After being a teacher for 10 years, Mr. Kam has found no apparent regression in the learning abilities of students, but he believes teachers should not just force knowledge on students - they have to pay careful attention to their needs too. 

The multimedia materials that Mr. Kam uses to illustrate his area of interest includes animation and video clips. He encourages students to read popular astronomy magazines and share any note-worthy content they find. Mr. Kam also gets his undergraduates to help prepare students sitting for physics papers in public exams or to help out on research projects undertaken by meteorological officers at the observatory.

He also arranges for his undergraduates to teach students from other faculties during physics liberal studies classes through talks and star-gazing expeditions. Such responsibilities serve two greater purposes.

First, undergraduates become even more motivated to learn when they find out they have to guide other students. Second, physics students are, unlike arts students, not at their best when called upon to express themselves. Acting as assistants allows them to practice their skills and build up their self- confidence.

I asked Mr. Kam what he found most satisfying in teaching.

And the answer is obvious. It is the deep friendship he forms with students. Mr. Kam says many former students still come back to see him occasionally despite being busy parents. He draws considerable satisfaction from seeing his students grow into mature adults.

For Mr. Kam, the best teachers will never find extracurricular activity a burden because the good work that is done today plants the seed for future generations. 
Study these sentences and decide if they are true ( T ) or false ( F ), according to structure and grammar use.

( ) The negative form of the following sentence “Second, he arranges internships for undergraduates.” is “Second, he doesn’t arranges internships for undergraduates.”
( ) The words “first” and “second” (2nd paragraph of the text) are linking words.
( ) The phrasal verb “to help out” (5th paragraph of the text) means “to give one’s services to make it easier for someone to do something.”
( ) The word “extremely” in: “…as a university student was extremely high and he could meet them only during lectures…” can be replaced by “very” without changing its meaning.
( ) The word “should” (4th paragraph of the text) is an example of a modal verb.

Choose the alternative which presents the correct sequence, from top to bottom.
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Teaching methods keep changing with the times,................... the blackboard of the old days ........... electronic teaching today. Mr. Kam, physics instructor the Chinese University of Hong Kong, is one of those who has changed ......... the times.


Mr. Kam employs a two-pronged approach. First, he uses multimedia teaching materials during lectures. Second, he arranges internships for undergraduates. These can take the form of learning assistantships at the university or teaching assistantships at secondary schools, and also there’s always the odd science project at the Space Museum.

The initiatives have earned him the Faculty Exemplary Teaching Award 2020. A CUHK alumnus, he is grateful for the chance to teach at the university after earning his doctoral degree there. His teaching position actually represents the fulfillment of a dream, for the status of professors during his days as a university student was extremely high and he could meet them only during lectures.

After being a teacher for 10 years, Mr. Kam has found no apparent regression in the learning abilities of students, but he believes teachers should not just force knowledge on students - they have to pay careful attention to their needs too. 

The multimedia materials that Mr. Kam uses to illustrate his area of interest includes animation and video clips. He encourages students to read popular astronomy magazines and share any note-worthy content they find. Mr. Kam also gets his undergraduates to help prepare students sitting for physics papers in public exams or to help out on research projects undertaken by meteorological officers at the observatory.

He also arranges for his undergraduates to teach students from other faculties during physics liberal studies classes through talks and star-gazing expeditions. Such responsibilities serve two greater purposes.

First, undergraduates become even more motivated to learn when they find out they have to guide other students. Second, physics students are, unlike arts students, not at their best when called upon to express themselves. Acting as assistants allows them to practice their skills and build up their self- confidence.

I asked Mr. Kam what he found most satisfying in teaching.

And the answer is obvious. It is the deep friendship he forms with students. Mr. Kam says many former students still come back to see him occasionally despite being busy parents. He draws considerable satisfaction from seeing his students grow into mature adults.

For Mr. Kam, the best teachers will never find extracurricular activity a burden because the good work that is done today plants the seed for future generations. 
Choose the alternative that contains the correct indirect form (indirect speech) of the sentence “I enjoyed some subjects more than others. I’ve preferred science subjects.”.
Alternativas
Respostas
9321: B
9322: A
9323: C
9324: E
9325: A
9326: B
9327: D
9328: A
9329: C
9330: D
9331: E
9332: B
9333: A
9334: B
9335: C
9336: E
9337: D
9338: E
9339: D
9340: B