Questões de Concurso Para ameosc

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Q3789331 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão. 


Meu Avô


Mais um dia vou tomar um cafezinho na casa do meu avô. Esse ritual se repete há quase dez anos, quando ele voltou do Japão. Eu, que nem gosto de café, faço questão de ir até lá para roubar do tempo o que o tempo me roubou.


Vivi dez anos sem meu avô. Dez anos com meu avô. Parece justo porque são valores iguais. Mas só de pensar que poderia ter tido mais, um pouco mais... me descontento com a vida.


Na tentativa de me satisfazer com a realidade que me foi entregue, busco na memória tudo o que já vivi com ele. Viajo tão longe no passado que faço uma mistura entre lembranças reais com criações fantasiosas minhas. Fico triste por não lembrar de tudo.


Sim, eu sei, lembrar de tudo é sofrimento, e esquecer é uma graça divina. Afinal, a gente só lembra o essencial porque podemos esquecer o que já não é essencial. Até agradeço à Deus, à angústia, aos neurônios, sei lá. Mas também sei que esquecer do essencial é uma tragédia. Uma tragédia que meu avô vive.


Não esperava que ele lembrasse de todos os detalhes dos últimos dez anos. Mas não queria que ele esquecesse meu nome, meu som. Respirando fundo, 1-2-3. Meu avô tem Alzheimer. Uma doença em que as conexões das células cerebrais se degeneram e morrem, eventualmente causando a memória e outras funções mentais importantes.


Meu avô perdeu de vista as lembranças que construímos desde que ele é. Ele, sem saber o que é, só me permite amar o que lembro do que ele já foi um dia. Mas as coisas são como são, não dá para tentar mudar algo concreto, que está ali na minha frente.


Toco a campainha. Espero que ele se lembre.


MOREIRA, Lorraine. Meu avô. In: MALULY, Luciano Victor Barros; MUÑOZ, Daniel Azevedo; TÔZO, Carla de Oliveira (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. n. 2. São Paulo: ECA-USP, 2023. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 095/1000/3699 . Acesso em: 2 dez. 2025.

No trecho "que me foi entregue", retirado do período "Na tentativa de me satisfazer com a realidade que me foi entregue...", observa-se uma escolha normativa de colocação pronominal. Com base nas regras gramaticais da norma culta da língua portuguesa, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3789330 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão. 


Meu Avô


Mais um dia vou tomar um cafezinho na casa do meu avô. Esse ritual se repete há quase dez anos, quando ele voltou do Japão. Eu, que nem gosto de café, faço questão de ir até lá para roubar do tempo o que o tempo me roubou.


Vivi dez anos sem meu avô. Dez anos com meu avô. Parece justo porque são valores iguais. Mas só de pensar que poderia ter tido mais, um pouco mais... me descontento com a vida.


Na tentativa de me satisfazer com a realidade que me foi entregue, busco na memória tudo o que já vivi com ele. Viajo tão longe no passado que faço uma mistura entre lembranças reais com criações fantasiosas minhas. Fico triste por não lembrar de tudo.


Sim, eu sei, lembrar de tudo é sofrimento, e esquecer é uma graça divina. Afinal, a gente só lembra o essencial porque podemos esquecer o que já não é essencial. Até agradeço à Deus, à angústia, aos neurônios, sei lá. Mas também sei que esquecer do essencial é uma tragédia. Uma tragédia que meu avô vive.


Não esperava que ele lembrasse de todos os detalhes dos últimos dez anos. Mas não queria que ele esquecesse meu nome, meu som. Respirando fundo, 1-2-3. Meu avô tem Alzheimer. Uma doença em que as conexões das células cerebrais se degeneram e morrem, eventualmente causando a memória e outras funções mentais importantes.


Meu avô perdeu de vista as lembranças que construímos desde que ele é. Ele, sem saber o que é, só me permite amar o que lembro do que ele já foi um dia. Mas as coisas são como são, não dá para tentar mudar algo concreto, que está ali na minha frente.


Toco a campainha. Espero que ele se lembre.


MOREIRA, Lorraine. Meu avô. In: MALULY, Luciano Victor Barros; MUÑOZ, Daniel Azevedo; TÔZO, Carla de Oliveira (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. n. 2. São Paulo: ECA-USP, 2023. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 095/1000/3699 . Acesso em: 2 dez. 2025.

Com base na norma culta da língua portuguesa, avalie a correção do emprego do acento indicativo de crase no trecho: "Até agradeço à Deus, à angústia, aos neurônios, sei lá."
Assinale a alternativa correta quanto à análise gramatical da ocorrência (ou não) da crase nas expressões destacadas. 
Alternativas
Q3789329 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão. 


Meu Avô


Mais um dia vou tomar um cafezinho na casa do meu avô. Esse ritual se repete há quase dez anos, quando ele voltou do Japão. Eu, que nem gosto de café, faço questão de ir até lá para roubar do tempo o que o tempo me roubou.


Vivi dez anos sem meu avô. Dez anos com meu avô. Parece justo porque são valores iguais. Mas só de pensar que poderia ter tido mais, um pouco mais... me descontento com a vida.


Na tentativa de me satisfazer com a realidade que me foi entregue, busco na memória tudo o que já vivi com ele. Viajo tão longe no passado que faço uma mistura entre lembranças reais com criações fantasiosas minhas. Fico triste por não lembrar de tudo.


Sim, eu sei, lembrar de tudo é sofrimento, e esquecer é uma graça divina. Afinal, a gente só lembra o essencial porque podemos esquecer o que já não é essencial. Até agradeço à Deus, à angústia, aos neurônios, sei lá. Mas também sei que esquecer do essencial é uma tragédia. Uma tragédia que meu avô vive.


Não esperava que ele lembrasse de todos os detalhes dos últimos dez anos. Mas não queria que ele esquecesse meu nome, meu som. Respirando fundo, 1-2-3. Meu avô tem Alzheimer. Uma doença em que as conexões das células cerebrais se degeneram e morrem, eventualmente causando a memória e outras funções mentais importantes.


Meu avô perdeu de vista as lembranças que construímos desde que ele é. Ele, sem saber o que é, só me permite amar o que lembro do que ele já foi um dia. Mas as coisas são como são, não dá para tentar mudar algo concreto, que está ali na minha frente.


Toco a campainha. Espero que ele se lembre.


MOREIRA, Lorraine. Meu avô. In: MALULY, Luciano Victor Barros; MUÑOZ, Daniel Azevedo; TÔZO, Carla de Oliveira (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. n. 2. São Paulo: ECA-USP, 2023. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 095/1000/3699 . Acesso em: 2 dez. 2025.

Com base na frase "Meu avô perdeu de vista as lembranças que construímos desde que ele é", e à luz das regras oficiais de acentuação gráfica da língua portuguesa, assinale a alternativa correta quanto à justificativa para o acento gráfico da forma verbal "construímos".
Alternativas
Q3789328 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão. 


Meu Avô


Mais um dia vou tomar um cafezinho na casa do meu avô. Esse ritual se repete há quase dez anos, quando ele voltou do Japão. Eu, que nem gosto de café, faço questão de ir até lá para roubar do tempo o que o tempo me roubou.


Vivi dez anos sem meu avô. Dez anos com meu avô. Parece justo porque são valores iguais. Mas só de pensar que poderia ter tido mais, um pouco mais... me descontento com a vida.


Na tentativa de me satisfazer com a realidade que me foi entregue, busco na memória tudo o que já vivi com ele. Viajo tão longe no passado que faço uma mistura entre lembranças reais com criações fantasiosas minhas. Fico triste por não lembrar de tudo.


Sim, eu sei, lembrar de tudo é sofrimento, e esquecer é uma graça divina. Afinal, a gente só lembra o essencial porque podemos esquecer o que já não é essencial. Até agradeço à Deus, à angústia, aos neurônios, sei lá. Mas também sei que esquecer do essencial é uma tragédia. Uma tragédia que meu avô vive.


Não esperava que ele lembrasse de todos os detalhes dos últimos dez anos. Mas não queria que ele esquecesse meu nome, meu som. Respirando fundo, 1-2-3. Meu avô tem Alzheimer. Uma doença em que as conexões das células cerebrais se degeneram e morrem, eventualmente causando a memória e outras funções mentais importantes.


Meu avô perdeu de vista as lembranças que construímos desde que ele é. Ele, sem saber o que é, só me permite amar o que lembro do que ele já foi um dia. Mas as coisas são como são, não dá para tentar mudar algo concreto, que está ali na minha frente.


Toco a campainha. Espero que ele se lembre.


MOREIRA, Lorraine. Meu avô. In: MALULY, Luciano Victor Barros; MUÑOZ, Daniel Azevedo; TÔZO, Carla de Oliveira (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. n. 2. São Paulo: ECA-USP, 2023. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 095/1000/3699 . Acesso em: 2 dez. 2025.

No tocante à organização argumentativa e às informações explícitas e implícitas no texto "Meu Avô", assinale a alternativa que revela uma compreensão coerente da ideia subjacente à relação entre memória e identidade.
Alternativas
Q3789327 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão. 


Meu Avô


Mais um dia vou tomar um cafezinho na casa do meu avô. Esse ritual se repete há quase dez anos, quando ele voltou do Japão. Eu, que nem gosto de café, faço questão de ir até lá para roubar do tempo o que o tempo me roubou.


Vivi dez anos sem meu avô. Dez anos com meu avô. Parece justo porque são valores iguais. Mas só de pensar que poderia ter tido mais, um pouco mais... me descontento com a vida.


Na tentativa de me satisfazer com a realidade que me foi entregue, busco na memória tudo o que já vivi com ele. Viajo tão longe no passado que faço uma mistura entre lembranças reais com criações fantasiosas minhas. Fico triste por não lembrar de tudo.


Sim, eu sei, lembrar de tudo é sofrimento, e esquecer é uma graça divina. Afinal, a gente só lembra o essencial porque podemos esquecer o que já não é essencial. Até agradeço à Deus, à angústia, aos neurônios, sei lá. Mas também sei que esquecer do essencial é uma tragédia. Uma tragédia que meu avô vive.


Não esperava que ele lembrasse de todos os detalhes dos últimos dez anos. Mas não queria que ele esquecesse meu nome, meu som. Respirando fundo, 1-2-3. Meu avô tem Alzheimer. Uma doença em que as conexões das células cerebrais se degeneram e morrem, eventualmente causando a memória e outras funções mentais importantes.


Meu avô perdeu de vista as lembranças que construímos desde que ele é. Ele, sem saber o que é, só me permite amar o que lembro do que ele já foi um dia. Mas as coisas são como são, não dá para tentar mudar algo concreto, que está ali na minha frente.


Toco a campainha. Espero que ele se lembre.


MOREIRA, Lorraine. Meu avô. In: MALULY, Luciano Victor Barros; MUÑOZ, Daniel Azevedo; TÔZO, Carla de Oliveira (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. n. 2. São Paulo: ECA-USP, 2023. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 095/1000/3699 . Acesso em: 2 dez. 2025.

Com base no trecho "Na tentativa de me satisfazer com a realidade que me foi entregue, busco na memória tudo o que já vivi com ele", analise as afirmações abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3789326 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão. 


Meu Avô


Mais um dia vou tomar um cafezinho na casa do meu avô. Esse ritual se repete há quase dez anos, quando ele voltou do Japão. Eu, que nem gosto de café, faço questão de ir até lá para roubar do tempo o que o tempo me roubou.


Vivi dez anos sem meu avô. Dez anos com meu avô. Parece justo porque são valores iguais. Mas só de pensar que poderia ter tido mais, um pouco mais... me descontento com a vida.


Na tentativa de me satisfazer com a realidade que me foi entregue, busco na memória tudo o que já vivi com ele. Viajo tão longe no passado que faço uma mistura entre lembranças reais com criações fantasiosas minhas. Fico triste por não lembrar de tudo.


Sim, eu sei, lembrar de tudo é sofrimento, e esquecer é uma graça divina. Afinal, a gente só lembra o essencial porque podemos esquecer o que já não é essencial. Até agradeço à Deus, à angústia, aos neurônios, sei lá. Mas também sei que esquecer do essencial é uma tragédia. Uma tragédia que meu avô vive.


Não esperava que ele lembrasse de todos os detalhes dos últimos dez anos. Mas não queria que ele esquecesse meu nome, meu som. Respirando fundo, 1-2-3. Meu avô tem Alzheimer. Uma doença em que as conexões das células cerebrais se degeneram e morrem, eventualmente causando a memória e outras funções mentais importantes.


Meu avô perdeu de vista as lembranças que construímos desde que ele é. Ele, sem saber o que é, só me permite amar o que lembro do que ele já foi um dia. Mas as coisas são como são, não dá para tentar mudar algo concreto, que está ali na minha frente.


Toco a campainha. Espero que ele se lembre.


MOREIRA, Lorraine. Meu avô. In: MALULY, Luciano Victor Barros; MUÑOZ, Daniel Azevedo; TÔZO, Carla de Oliveira (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. n. 2. São Paulo: ECA-USP, 2023. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 095/1000/3699 . Acesso em: 2 dez. 2025.

Considerando o emprego do pronome demonstrativo "esse" no trecho "Esse ritual se repete há quase dez anos, quando ele voltou do Japão", assinale a alternativa que apresenta uma análise linguística coerente com a norma culta. 
Alternativas
Q3789325 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão. 


Meu Avô


Mais um dia vou tomar um cafezinho na casa do meu avô. Esse ritual se repete há quase dez anos, quando ele voltou do Japão. Eu, que nem gosto de café, faço questão de ir até lá para roubar do tempo o que o tempo me roubou.


Vivi dez anos sem meu avô. Dez anos com meu avô. Parece justo porque são valores iguais. Mas só de pensar que poderia ter tido mais, um pouco mais... me descontento com a vida.


Na tentativa de me satisfazer com a realidade que me foi entregue, busco na memória tudo o que já vivi com ele. Viajo tão longe no passado que faço uma mistura entre lembranças reais com criações fantasiosas minhas. Fico triste por não lembrar de tudo.


Sim, eu sei, lembrar de tudo é sofrimento, e esquecer é uma graça divina. Afinal, a gente só lembra o essencial porque podemos esquecer o que já não é essencial. Até agradeço à Deus, à angústia, aos neurônios, sei lá. Mas também sei que esquecer do essencial é uma tragédia. Uma tragédia que meu avô vive.


Não esperava que ele lembrasse de todos os detalhes dos últimos dez anos. Mas não queria que ele esquecesse meu nome, meu som. Respirando fundo, 1-2-3. Meu avô tem Alzheimer. Uma doença em que as conexões das células cerebrais se degeneram e morrem, eventualmente causando a memória e outras funções mentais importantes.


Meu avô perdeu de vista as lembranças que construímos desde que ele é. Ele, sem saber o que é, só me permite amar o que lembro do que ele já foi um dia. Mas as coisas são como são, não dá para tentar mudar algo concreto, que está ali na minha frente.


Toco a campainha. Espero que ele se lembre.


MOREIRA, Lorraine. Meu avô. In: MALULY, Luciano Victor Barros; MUÑOZ, Daniel Azevedo; TÔZO, Carla de Oliveira (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. n. 2. São Paulo: ECA-USP, 2023. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 095/1000/3699 . Acesso em: 2 dez. 2025.

Analise o período composto a seguir, extraído do texto "Meu Avô":
"Viajo tão longe no passado que faço uma mistura entre lembranças reais com criações fantasiosas minhas."
Considerando a relação entre as orações e a estrutura do período, assinale a alternativa que apresenta a correta classificação da oração subordinada "que faço uma mistura entre lembranças reais com criações fantasiosas minhas".
Alternativas
Q3789324 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão. 


Meu Avô


Mais um dia vou tomar um cafezinho na casa do meu avô. Esse ritual se repete há quase dez anos, quando ele voltou do Japão. Eu, que nem gosto de café, faço questão de ir até lá para roubar do tempo o que o tempo me roubou.


Vivi dez anos sem meu avô. Dez anos com meu avô. Parece justo porque são valores iguais. Mas só de pensar que poderia ter tido mais, um pouco mais... me descontento com a vida.


Na tentativa de me satisfazer com a realidade que me foi entregue, busco na memória tudo o que já vivi com ele. Viajo tão longe no passado que faço uma mistura entre lembranças reais com criações fantasiosas minhas. Fico triste por não lembrar de tudo.


Sim, eu sei, lembrar de tudo é sofrimento, e esquecer é uma graça divina. Afinal, a gente só lembra o essencial porque podemos esquecer o que já não é essencial. Até agradeço à Deus, à angústia, aos neurônios, sei lá. Mas também sei que esquecer do essencial é uma tragédia. Uma tragédia que meu avô vive.


Não esperava que ele lembrasse de todos os detalhes dos últimos dez anos. Mas não queria que ele esquecesse meu nome, meu som. Respirando fundo, 1-2-3. Meu avô tem Alzheimer. Uma doença em que as conexões das células cerebrais se degeneram e morrem, eventualmente causando a memória e outras funções mentais importantes.


Meu avô perdeu de vista as lembranças que construímos desde que ele é. Ele, sem saber o que é, só me permite amar o que lembro do que ele já foi um dia. Mas as coisas são como são, não dá para tentar mudar algo concreto, que está ali na minha frente.


Toco a campainha. Espero que ele se lembre.


MOREIRA, Lorraine. Meu avô. In: MALULY, Luciano Victor Barros; MUÑOZ, Daniel Azevedo; TÔZO, Carla de Oliveira (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. n. 2. São Paulo: ECA-USP, 2023. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 095/1000/3699 . Acesso em: 2 dez. 2025.

A partir da leitura atenta do texto "Meu Avô", assinale a alternativa que apresenta uma inferência correta sobre a estrutura narrativa e os efeitos de sentido construídos pelo uso da primeira pessoa do singular.
Alternativas
Q3789323 Fisioterapia
A Artrite Reumatoide é uma doença inflamatória crônica autoimune. Assinale a alternativa correta que apresenta uma característica clínica típica das mãos em estágios avançados desta doença, decorrente da destruição articular e desequilíbrio muscular.
Alternativas
Q3789322 Fisioterapia
Durante um programa de reabilitação, o fisioterapeuta prescreve um exercício em que o paciente deve descer uma escada lentamente, controlando o movimento de flexão do joelho contra a gravidade. Esse tipo de contração muscular, em que o músculo quadríceps se alonga enquanto gera tensão para frear o movimento, é denominado:
Alternativas
Q3789321 Fisioterapia
Os recursos terapêuticos manuais e mecânicos são amplamente utilizados na reabilitação ortopédica com o objetivo de restaurar a função, reduzir a dor e melhorar a mobilidade articular e muscular. Considerando os princípios técnico-científicos que orientam a aplicação desses recursos, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)A mobilização articular manual, quando aplicada de forma graduada e respeitando os limites biomecânicos do tecido, pode contribuir para o ganho de amplitude de movimento e para a redução da dor em disfunções musculoesqueléticas. 
(__)A tração mecânica é indicada exclusivamente para fortalecimento muscular, não apresentando aplicabilidade clínica na redução de compressões articulares ou radiculares em condições ortopédicas.
(__)A massoterapia terapêutica, enquanto recurso manual, pode favorecer o aumento da circulação local, a redução de tensões musculares e a melhora da extensibilidade dos tecidos moles.
(__)O uso de aparelhos mecânicos de cinesioterapia passiva contínua (CPM) é contraindicado em todos os casos pós-operatórios ortopédicos, independentemente do tipo de cirurgia ou da fase de recuperação funcional.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo.
Alternativas
Q3789320 Fisioterapia
O método de Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva (FNP), também conhecido como Kabat, utiliza padrões de movimento em espiral e diagonal. Analise os princípios básicos deste método.
I.Utiliza estímulos proprioceptivos, como estiramento rápido, tração e aproximação, para facilitar a resposta motora.
II.Os movimentos são realizados em diagonais que combinam movimentos nos três planos (sagital, frontal e transversal).
III.O contato manual do terapeuta é irrelevante e não influencia a direção ou a força do movimento do paciente.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3789319 Fisioterapia
O linfedema é o acúmulo de fluido rico em proteínas no interstício. Um sinal clínico característico do linfedema, que consiste na impossibilidade de pinçar a pele do dorso do segundo dedo do pé devido ao espessamento cutâneo e edema, é o: 
Alternativas
Q3789318 Fisioterapia
Durante a avaliação goniométrica do cotovelo de um paciente, o fisioterapeuta posiciona o fulcro (eixo) do goniômetro sobre o epicôndilo lateral do úmero, o braço fixo alinhado com a linha média lateral do úmero e o braço móvel alinhado com a linha média lateral do rádio. Assinale a alternativa correta que indica o movimento que está sendo mensurado com este posicionamento padrão.
Alternativas
Q3789317 Fisioterapia
A mecanoterapia utiliza equipamentos e aparelhos mecânicos para auxiliar no ganho de força e mobilidade. Assinale a alternativa que indica corretamente o princípio de progressão de carga ao utilizar faixas elásticas (como Theraband) durante os exercícios terapêuticos.
Alternativas
Q3789316 Fisioterapia
A Drenagem Linfática Manual (DLM) segue princípios fisiológicos para estimular o fluxo linfático. Sobre a sequência correta de realização das manobras, segundo o método Leduc, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)Deve-se iniciar o tratamento "esvaziando" ou estimulando os linfonodos e vias linfáticas proximais (região do tronco/raiz do membro) antes de drenar as áreas distais edemaciadas.
(__)A ordem das manobras deve ser sempre de distal para proximal, empurrando o líquido diretamente da ponta dos dedos para a raiz, sem preparar a região proximal.
(__)A manobra de "chamada" ou evacuação visa criar um gradiente de pressão negativa nas vias proximais para aspirar a linfa da região distal.
(__)A pressão das manobras deve ser intensa o suficiente para causar vermelhidão na pele, garantindo a quebra de fibrose.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3789315 Fisioterapia
Dentre as técnicas de higiene brônquica, o "Flutter" e o "Shaker" são dispositivos de pressão expiratória positiva oscilatória (OPEP). Assinale a alternativa correta sobre o mecanismo de ação desses aparelhos.
Alternativas
Q3789314 Fisioterapia
A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) engloba a bronquite crônica e o enfisema pulmonar. Analise as características fisiopatológicas dessas condições.
I.No enfisema pulmonar, ocorre a destruição das paredes alveolares e perda da elasticidade pulmonar, levando à hiperinsuflação e aprisionamento de ar.
II.Na bronquite crônica, há hipertrofia das glândulas mucosas e hipersecreção de muco, causando obstrução das vias aéreas e tosse produtiva.
III.Ambas as condições caracterizam-se por um aumento significativo dos fluxos expiratórios na espirometria, como o VEF1 (Volume Expiratório Forçado no primeiro segundo).
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3789313 Fisioterapia
A ventilação pulmonar envolve a entrada e saída de ar dos pulmões. Assinale a alternativa correta que define o músculo principal da inspiração em repouso e seu mecanismo de ação. 
Alternativas
Q3789312 Fisioterapia
Na análise de uma radiografia de tórax em incidência posteroanterior (PA), o fisioterapeuta observa as densidades radiológicas básicas para identificar estruturas anatômicas e possíveis patologias. Sobre a interpretação deste exame, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)O ar presente nos pulmões aparece na imagem com coloração preta, sendo denominado radiotransparente (ou hipodenso).
(__)O tecido ósseo, como as costelas e a clavícula, aparece na imagem com coloração branca, sendo denominado radiopaco (ou hiperdenso).
(__)A silhueta cardíaca e os vasos sanguíneos apresentam a mesma densidade radiológica do ar, aparecendo pretos na imagem.
(__)O diafragma é visível como uma cúpula radiopaca que separa o tórax do abdome.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo. 
Alternativas
Respostas
1721: D
1722: B
1723: D
1724: D
1725: D
1726: C
1727: C
1728: A
1729: B
1730: D
1731: D
1732: D
1733: A
1734: D
1735: A
1736: B
1737: A
1738: A
1739: D
1740: D