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Q3452612 Direito Ambiental
O Direito Ambiental é orientado por princípios jurídicos que balizam a interpretação e a aplicação das normas ambientais, promovendo a proteção eficaz do meio ambiente e a sustentabilidade das atividades econômicas. Entre esses princípios, destacam-se aqueles que tratam da responsabilidade pelos danos causados, da internalização dos custos ambientais e da cautela diante de incertezas científicas. Sobre o tema, relacione corretamente os termos da Coluna A com as descrições da Coluna B.

Coluna A (termos):

1.Princípio da responsabilidade.
2.Princípio do poluidor pagador.
3.Princípio da precaução.

Coluna B (descrições):
()É usado para regular situações difíceis e para avaliar se uma atividade poderá ou não causar dano ambiental, justamente quando não há estudos científicos dando certeza suficiente.
()As obrigações ambientais possuem natureza propter rem, sendo possível exigi-las, à escolha do credor, do proprietário ou possuidor atual, de qualquer dos anteriores, ou de ambos, ficando isento de responsabilidade o alienante cujo direito real tenha cessado antes da causação do dano, desde que para ele não tenha concorrido, direta ou indiretamente.
()Tendo em vista que o poluidor deve, em princípio, arcar com o custo decorrente da poluição, as autoridades nacionais devem promover a internalização dos custos ambientais e o uso de instrumentos econômicos, levando em consideração o interesse público, sem distorcer o comércio e os investimentos internacionais.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência da associação correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3452409 História e Geografia de Estados e Municípios
As famílias vindas, em sua maioria, do Estado do Rio Grande do Sul, assim como algumas de outras regiões de Santa Catarina, chegaram ao território de Anchieta/SC no final da década de 40 e durante toda a década de 50, quando ocorreu a colonização mais intensa do município. O que buscavam essas famílias?
Alternativas
Q3452408 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.



A estrada construída para a COP30 em Belém na Amazônia



Uma nova rodovia de quatro faixas que corta dezenas de milhares de hectares de floresta amazônica protegida está sendo construída para a COP30 (30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima), que acontece em Belém do Pará.



O objetivo é facilitar o tráfego para a capital paraense, que receberá mais de cinquenta mil pessoas — incluindo líderes mundiais — na conferência em novembro.



O governo estadual promove a rodovia como sustentável, mas moradores e ambientalistas criticam impacto ambiental.



A Amazônia desempenha um papel vital na absorção de carbono para o planeta e na preservação da biodiversidade, e críticos dizem que esse desmatamento contradiz o próprio desígnio de uma conferência climática.



Ao longo da estrada parcialmente construída, a densa floresta tropical se ergue dos dois lados — um lembrete do que já esteve ali. 



Toras de madeira estão empilhadas nas áreas desmatadas, que se estendem por mais de treze quilômetros floresta adentro até Belém.



Escavadeiras e máquinas abrem caminho pelo chão da floresta, aterrando áreas úmidas para pavimentar a estrada que cortará uma área protegida.



Claudio Verequete mora a cerca de duzentos metros de onde a estrada passará. Ele costumava ganhar a vida colhendo açaí de árvores que antes ocupavam o local.



"Tudo foi destruído", diz ele, apontando para a clareira.



"Nossa colheita já foi derrubada. Não temos mais essa renda para sustentar a família."



Ele afirma que não recebeu nenhuma compensação do governo estadual e que, atualmente, vive com suas economias. Também receia que a construção da estrada leve a mais desmatamento no futuro, agora que a área se tornou mais acessível a empresas.



"Nosso medo é que um dia alguém chegue aqui e diga: 'Toma esse dinheiro. Precisamos dessa área para construir um posto de gasolina ou um galpão.' E então, teremos que sair daqui", diz.



Sua comunidade não terá acesso à estrada, devido aos muros que a cercam em ambos os lados.



"Para nós, que moramos ao lado da rodovia, não haverá benefícios. Os benefícios serão para os caminhões que passarão por ela. Se alguém ficar doente e precisar ir até o centro de Belém, não conseguirá usar a estrada."



A via deixa duas áreas de floresta protegida desconectadas. Cientistas estão preocupados com o risco de fragmentação do ecossistema e de interrupção no deslocamento da fauna.



A professora Silvia Sardinha é veterinária especializada em vida selvagem e pesquisadora em um hospital universitário de animais que fica de frente para o local onde a nova estrada está sendo construída. 



Ela e sua equipe reabilitam animais silvestres feridos, principalmente por causas humanas ou atropelamentos.



Depois de recuperados, eles são devolvidos à natureza; algo que, segundo ela, será mais difícil com uma rodovia logo ao lado.



"Animais terrestres não poderão mais atravessar para a outra direção, reduzindo as áreas onde podem viver e se reproduzir."



O governo diz que o encontro será uma oportunidade para focar nas necessidades da região, mostrar a floresta ao mundo e apresentar o que tem feito para protegê-la.



A professora Sardinha diz que, embora essas conversas aconteçam "em um nível muito alto, entre empresários e autoridades governamentais", quem vive na Amazônia "não está sendo ouvido".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp8v44gdjr2o.adaptado.

A Amazônia desempenha um papel vital "na absorção de carbono para o planeta e na preservação da biodiversidade".

Sintaticamente, o termo destacado nesta frase trata-se de:
Alternativas
Q3452407 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.



A estrada construída para a COP30 em Belém na Amazônia



Uma nova rodovia de quatro faixas que corta dezenas de milhares de hectares de floresta amazônica protegida está sendo construída para a COP30 (30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima), que acontece em Belém do Pará.



O objetivo é facilitar o tráfego para a capital paraense, que receberá mais de cinquenta mil pessoas — incluindo líderes mundiais — na conferência em novembro.



O governo estadual promove a rodovia como sustentável, mas moradores e ambientalistas criticam impacto ambiental.



A Amazônia desempenha um papel vital na absorção de carbono para o planeta e na preservação da biodiversidade, e críticos dizem que esse desmatamento contradiz o próprio desígnio de uma conferência climática.



Ao longo da estrada parcialmente construída, a densa floresta tropical se ergue dos dois lados — um lembrete do que já esteve ali. 



Toras de madeira estão empilhadas nas áreas desmatadas, que se estendem por mais de treze quilômetros floresta adentro até Belém.



Escavadeiras e máquinas abrem caminho pelo chão da floresta, aterrando áreas úmidas para pavimentar a estrada que cortará uma área protegida.



Claudio Verequete mora a cerca de duzentos metros de onde a estrada passará. Ele costumava ganhar a vida colhendo açaí de árvores que antes ocupavam o local.



"Tudo foi destruído", diz ele, apontando para a clareira.



"Nossa colheita já foi derrubada. Não temos mais essa renda para sustentar a família."



Ele afirma que não recebeu nenhuma compensação do governo estadual e que, atualmente, vive com suas economias. Também receia que a construção da estrada leve a mais desmatamento no futuro, agora que a área se tornou mais acessível a empresas.



"Nosso medo é que um dia alguém chegue aqui e diga: 'Toma esse dinheiro. Precisamos dessa área para construir um posto de gasolina ou um galpão.' E então, teremos que sair daqui", diz.



Sua comunidade não terá acesso à estrada, devido aos muros que a cercam em ambos os lados.



"Para nós, que moramos ao lado da rodovia, não haverá benefícios. Os benefícios serão para os caminhões que passarão por ela. Se alguém ficar doente e precisar ir até o centro de Belém, não conseguirá usar a estrada."



A via deixa duas áreas de floresta protegida desconectadas. Cientistas estão preocupados com o risco de fragmentação do ecossistema e de interrupção no deslocamento da fauna.



A professora Silvia Sardinha é veterinária especializada em vida selvagem e pesquisadora em um hospital universitário de animais que fica de frente para o local onde a nova estrada está sendo construída. 



Ela e sua equipe reabilitam animais silvestres feridos, principalmente por causas humanas ou atropelamentos.



Depois de recuperados, eles são devolvidos à natureza; algo que, segundo ela, será mais difícil com uma rodovia logo ao lado.



"Animais terrestres não poderão mais atravessar para a outra direção, reduzindo as áreas onde podem viver e se reproduzir."



O governo diz que o encontro será uma oportunidade para focar nas necessidades da região, mostrar a floresta ao mundo e apresentar o que tem feito para protegê-la.



A professora Sardinha diz que, embora essas conversas aconteçam "em um nível muito alto, entre empresários e autoridades governamentais", quem vive na Amazônia "não está sendo ouvido".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp8v44gdjr2o.adaptado.

A construção da nova rodovia em preparação para a COP30, em Belém do Pará, levanta intensos debates sobre seu impacto ambiental e social.

A respeito das múltiplas implicações da obra, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3452406 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.



A estrada construída para a COP30 em Belém na Amazônia



Uma nova rodovia de quatro faixas que corta dezenas de milhares de hectares de floresta amazônica protegida está sendo construída para a COP30 (30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima), que acontece em Belém do Pará.



O objetivo é facilitar o tráfego para a capital paraense, que receberá mais de cinquenta mil pessoas — incluindo líderes mundiais — na conferência em novembro.



O governo estadual promove a rodovia como sustentável, mas moradores e ambientalistas criticam impacto ambiental.



A Amazônia desempenha um papel vital na absorção de carbono para o planeta e na preservação da biodiversidade, e críticos dizem que esse desmatamento contradiz o próprio desígnio de uma conferência climática.



Ao longo da estrada parcialmente construída, a densa floresta tropical se ergue dos dois lados — um lembrete do que já esteve ali. 



Toras de madeira estão empilhadas nas áreas desmatadas, que se estendem por mais de treze quilômetros floresta adentro até Belém.



Escavadeiras e máquinas abrem caminho pelo chão da floresta, aterrando áreas úmidas para pavimentar a estrada que cortará uma área protegida.



Claudio Verequete mora a cerca de duzentos metros de onde a estrada passará. Ele costumava ganhar a vida colhendo açaí de árvores que antes ocupavam o local.



"Tudo foi destruído", diz ele, apontando para a clareira.



"Nossa colheita já foi derrubada. Não temos mais essa renda para sustentar a família."



Ele afirma que não recebeu nenhuma compensação do governo estadual e que, atualmente, vive com suas economias. Também receia que a construção da estrada leve a mais desmatamento no futuro, agora que a área se tornou mais acessível a empresas.



"Nosso medo é que um dia alguém chegue aqui e diga: 'Toma esse dinheiro. Precisamos dessa área para construir um posto de gasolina ou um galpão.' E então, teremos que sair daqui", diz.



Sua comunidade não terá acesso à estrada, devido aos muros que a cercam em ambos os lados.



"Para nós, que moramos ao lado da rodovia, não haverá benefícios. Os benefícios serão para os caminhões que passarão por ela. Se alguém ficar doente e precisar ir até o centro de Belém, não conseguirá usar a estrada."



A via deixa duas áreas de floresta protegida desconectadas. Cientistas estão preocupados com o risco de fragmentação do ecossistema e de interrupção no deslocamento da fauna.



A professora Silvia Sardinha é veterinária especializada em vida selvagem e pesquisadora em um hospital universitário de animais que fica de frente para o local onde a nova estrada está sendo construída. 



Ela e sua equipe reabilitam animais silvestres feridos, principalmente por causas humanas ou atropelamentos.



Depois de recuperados, eles são devolvidos à natureza; algo que, segundo ela, será mais difícil com uma rodovia logo ao lado.



"Animais terrestres não poderão mais atravessar para a outra direção, reduzindo as áreas onde podem viver e se reproduzir."



O governo diz que o encontro será uma oportunidade para focar nas necessidades da região, mostrar a floresta ao mundo e apresentar o que tem feito para protegê-la.



A professora Sardinha diz que, embora essas conversas aconteçam "em um nível muito alto, entre empresários e autoridades governamentais", quem vive na Amazônia "não está sendo ouvido".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp8v44gdjr2o.adaptado.

O objetivo é facilitar o tráfego para a capital paraense, que receberá mais de cinquenta mil pessoas — incluindo líderes mundiais — na conferência em novembro. Toras de madeira estão empilhadas nas áreas desmatadas, que se estendem por mais de treze quilômetros floresta adentro até Belém.

Qual das afirmações a seguir melhor analisa a relação textual entre as duas frases? 
Alternativas
Q3452404 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.



A estrada construída para a COP30 em Belém na Amazônia



Uma nova rodovia de quatro faixas que corta dezenas de milhares de hectares de floresta amazônica protegida está sendo construída para a COP30 (30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima), que acontece em Belém do Pará.



O objetivo é facilitar o tráfego para a capital paraense, que receberá mais de cinquenta mil pessoas — incluindo líderes mundiais — na conferência em novembro.



O governo estadual promove a rodovia como sustentável, mas moradores e ambientalistas criticam impacto ambiental.



A Amazônia desempenha um papel vital na absorção de carbono para o planeta e na preservação da biodiversidade, e críticos dizem que esse desmatamento contradiz o próprio desígnio de uma conferência climática.



Ao longo da estrada parcialmente construída, a densa floresta tropical se ergue dos dois lados — um lembrete do que já esteve ali. 



Toras de madeira estão empilhadas nas áreas desmatadas, que se estendem por mais de treze quilômetros floresta adentro até Belém.



Escavadeiras e máquinas abrem caminho pelo chão da floresta, aterrando áreas úmidas para pavimentar a estrada que cortará uma área protegida.



Claudio Verequete mora a cerca de duzentos metros de onde a estrada passará. Ele costumava ganhar a vida colhendo açaí de árvores que antes ocupavam o local.



"Tudo foi destruído", diz ele, apontando para a clareira.



"Nossa colheita já foi derrubada. Não temos mais essa renda para sustentar a família."



Ele afirma que não recebeu nenhuma compensação do governo estadual e que, atualmente, vive com suas economias. Também receia que a construção da estrada leve a mais desmatamento no futuro, agora que a área se tornou mais acessível a empresas.



"Nosso medo é que um dia alguém chegue aqui e diga: 'Toma esse dinheiro. Precisamos dessa área para construir um posto de gasolina ou um galpão.' E então, teremos que sair daqui", diz.



Sua comunidade não terá acesso à estrada, devido aos muros que a cercam em ambos os lados.



"Para nós, que moramos ao lado da rodovia, não haverá benefícios. Os benefícios serão para os caminhões que passarão por ela. Se alguém ficar doente e precisar ir até o centro de Belém, não conseguirá usar a estrada."



A via deixa duas áreas de floresta protegida desconectadas. Cientistas estão preocupados com o risco de fragmentação do ecossistema e de interrupção no deslocamento da fauna.



A professora Silvia Sardinha é veterinária especializada em vida selvagem e pesquisadora em um hospital universitário de animais que fica de frente para o local onde a nova estrada está sendo construída. 



Ela e sua equipe reabilitam animais silvestres feridos, principalmente por causas humanas ou atropelamentos.



Depois de recuperados, eles são devolvidos à natureza; algo que, segundo ela, será mais difícil com uma rodovia logo ao lado.



"Animais terrestres não poderão mais atravessar para a outra direção, reduzindo as áreas onde podem viver e se reproduzir."



O governo diz que o encontro será uma oportunidade para focar nas necessidades da região, mostrar a floresta ao mundo e apresentar o que tem feito para protegê-la.



A professora Sardinha diz que, embora essas conversas aconteçam "em um nível muito alto, entre empresários e autoridades governamentais", quem vive na Amazônia "não está sendo ouvido".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp8v44gdjr2o.adaptado.

A tipologia textual classifica os textos conforme sua estrutura e finalidade. Os principais tipos são: narrativo (relato de eventos), descritivo (detalhamento de características), dissertativo-argumentativo (defesa de ideias), expositivo (transmissão de informações) e injuntivo (orientação de ações).

No texto base, a tipologia textual predominante é:
Alternativas
Q3452401 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.



A estrada construída para a COP30 em Belém na Amazônia



Uma nova rodovia de quatro faixas que corta dezenas de milhares de hectares de floresta amazônica protegida está sendo construída para a COP30 (30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima), que acontece em Belém do Pará.



O objetivo é facilitar o tráfego para a capital paraense, que receberá mais de cinquenta mil pessoas — incluindo líderes mundiais — na conferência em novembro.



O governo estadual promove a rodovia como sustentável, mas moradores e ambientalistas criticam impacto ambiental.



A Amazônia desempenha um papel vital na absorção de carbono para o planeta e na preservação da biodiversidade, e críticos dizem que esse desmatamento contradiz o próprio desígnio de uma conferência climática.



Ao longo da estrada parcialmente construída, a densa floresta tropical se ergue dos dois lados — um lembrete do que já esteve ali. 



Toras de madeira estão empilhadas nas áreas desmatadas, que se estendem por mais de treze quilômetros floresta adentro até Belém.



Escavadeiras e máquinas abrem caminho pelo chão da floresta, aterrando áreas úmidas para pavimentar a estrada que cortará uma área protegida.



Claudio Verequete mora a cerca de duzentos metros de onde a estrada passará. Ele costumava ganhar a vida colhendo açaí de árvores que antes ocupavam o local.



"Tudo foi destruído", diz ele, apontando para a clareira.



"Nossa colheita já foi derrubada. Não temos mais essa renda para sustentar a família."



Ele afirma que não recebeu nenhuma compensação do governo estadual e que, atualmente, vive com suas economias. Também receia que a construção da estrada leve a mais desmatamento no futuro, agora que a área se tornou mais acessível a empresas.



"Nosso medo é que um dia alguém chegue aqui e diga: 'Toma esse dinheiro. Precisamos dessa área para construir um posto de gasolina ou um galpão.' E então, teremos que sair daqui", diz.



Sua comunidade não terá acesso à estrada, devido aos muros que a cercam em ambos os lados.



"Para nós, que moramos ao lado da rodovia, não haverá benefícios. Os benefícios serão para os caminhões que passarão por ela. Se alguém ficar doente e precisar ir até o centro de Belém, não conseguirá usar a estrada."



A via deixa duas áreas de floresta protegida desconectadas. Cientistas estão preocupados com o risco de fragmentação do ecossistema e de interrupção no deslocamento da fauna.



A professora Silvia Sardinha é veterinária especializada em vida selvagem e pesquisadora em um hospital universitário de animais que fica de frente para o local onde a nova estrada está sendo construída. 



Ela e sua equipe reabilitam animais silvestres feridos, principalmente por causas humanas ou atropelamentos.



Depois de recuperados, eles são devolvidos à natureza; algo que, segundo ela, será mais difícil com uma rodovia logo ao lado.



"Animais terrestres não poderão mais atravessar para a outra direção, reduzindo as áreas onde podem viver e se reproduzir."



O governo diz que o encontro será uma oportunidade para focar nas necessidades da região, mostrar a floresta ao mundo e apresentar o que tem feito para protegê-la.



A professora Sardinha diz que, embora essas conversas aconteçam "em um nível muito alto, entre empresários e autoridades governamentais", quem vive na Amazônia "não está sendo ouvido".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp8v44gdjr2o.adaptado.

Toras de madeira estão empilhadas "nas áreas desmatadas", que se estendem por mais de treze quilômetros floresta "adentro até Belém".

Sintaticamente, nesta frase, os termos destacados exercem a função de, respectivamente:
Alternativas
Q3452399 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.



A estrada construída para a COP30 em Belém na Amazônia



Uma nova rodovia de quatro faixas que corta dezenas de milhares de hectares de floresta amazônica protegida está sendo construída para a COP30 (30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima), que acontece em Belém do Pará.



O objetivo é facilitar o tráfego para a capital paraense, que receberá mais de cinquenta mil pessoas — incluindo líderes mundiais — na conferência em novembro.



O governo estadual promove a rodovia como sustentável, mas moradores e ambientalistas criticam impacto ambiental.



A Amazônia desempenha um papel vital na absorção de carbono para o planeta e na preservação da biodiversidade, e críticos dizem que esse desmatamento contradiz o próprio desígnio de uma conferência climática.



Ao longo da estrada parcialmente construída, a densa floresta tropical se ergue dos dois lados — um lembrete do que já esteve ali. 



Toras de madeira estão empilhadas nas áreas desmatadas, que se estendem por mais de treze quilômetros floresta adentro até Belém.



Escavadeiras e máquinas abrem caminho pelo chão da floresta, aterrando áreas úmidas para pavimentar a estrada que cortará uma área protegida.



Claudio Verequete mora a cerca de duzentos metros de onde a estrada passará. Ele costumava ganhar a vida colhendo açaí de árvores que antes ocupavam o local.



"Tudo foi destruído", diz ele, apontando para a clareira.



"Nossa colheita já foi derrubada. Não temos mais essa renda para sustentar a família."



Ele afirma que não recebeu nenhuma compensação do governo estadual e que, atualmente, vive com suas economias. Também receia que a construção da estrada leve a mais desmatamento no futuro, agora que a área se tornou mais acessível a empresas.



"Nosso medo é que um dia alguém chegue aqui e diga: 'Toma esse dinheiro. Precisamos dessa área para construir um posto de gasolina ou um galpão.' E então, teremos que sair daqui", diz.



Sua comunidade não terá acesso à estrada, devido aos muros que a cercam em ambos os lados.



"Para nós, que moramos ao lado da rodovia, não haverá benefícios. Os benefícios serão para os caminhões que passarão por ela. Se alguém ficar doente e precisar ir até o centro de Belém, não conseguirá usar a estrada."



A via deixa duas áreas de floresta protegida desconectadas. Cientistas estão preocupados com o risco de fragmentação do ecossistema e de interrupção no deslocamento da fauna.



A professora Silvia Sardinha é veterinária especializada em vida selvagem e pesquisadora em um hospital universitário de animais que fica de frente para o local onde a nova estrada está sendo construída. 



Ela e sua equipe reabilitam animais silvestres feridos, principalmente por causas humanas ou atropelamentos.



Depois de recuperados, eles são devolvidos à natureza; algo que, segundo ela, será mais difícil com uma rodovia logo ao lado.



"Animais terrestres não poderão mais atravessar para a outra direção, reduzindo as áreas onde podem viver e se reproduzir."



O governo diz que o encontro será uma oportunidade para focar nas necessidades da região, mostrar a floresta ao mundo e apresentar o que tem feito para protegê-la.



A professora Sardinha diz que, embora essas conversas aconteçam "em um nível muito alto, entre empresários e autoridades governamentais", quem vive na Amazônia "não está sendo ouvido".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp8v44gdjr2o.adaptado.

Ao longo da estrada parcialmente construída, a densa floresta tropical se ergue dos dois lados.



Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase:

Alternativas
Q3452398 Enfermagem
A dipirona é um fármaco amplamente utilizado na prática clínica, com propriedades analgésicas e antipiréticas, e apresenta características farmacocinéticas e farmacodinâmicas que devem ser bem compreendidas pelos profissionais de saúde. Acerca do assunto, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

()A dipirona funciona como pró-droga e sua atividade clínica decorre principalmente da ação de seus metabólitos 4-MAA e 4-AA, que inibem a síntese de prostaglandinas.
()Os efeitos terapêuticos da dipirona dependem da concentração de metabólitos inativos como 4-AAA e 4-FAA, que atuam diretamente nos receptores da dor.
()A dipirona possui biodisponibilidade elevada por via oral, e seus níveis plasmáticos máximos costumam ser atingidos em até 30 minutos após a administração.
()A eliminação da dipirona ocorre predominantemente por via renal, com participação dos metabólitos ativos e inativos, sendo necessária cautela em pacientes com disfunção renal.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Q3452397 Enfermagem
Durante o acompanhamento de puericultura na unidade básica de saúde, uma mãe relata que ainda não iniciou a introdução de outros alimentos ao seu bebê de cinco meses. Diante dessa prática, a equipe multiprofissional deve orientar quanto à sua continuidade, considerando as necessidades para o crescimento e o desenvolvimento da criança. Considerando esse aspecto técnico, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3452396 Biologia
Na atuação profissional do enfermeiro, a compreensão de conceitos biológicos fundamentais é essencial para o cumprimento das normas de biossegurança, especialmente na manipulação de materiais biológicos e no contato com pacientes em condições infecciosas ou imunocomprometidas. Sobre o tema, relacione corretamente os termos da Coluna A com as descrições da Coluna B.

Coluna A (termos)
1.células-tronco embrionárias.
2.organismo.
3.célula germinal humana.

Coluna B (descrições)
()Pode atuar como hospedeiro de agentes infecciosos, transmitindo patógenos a partir de sua replicação no corpo.
()Apresentam a capacidade de se transformar em células de qualquer tecido de um organismo.
()Responsável pela formação de gametas presentes nas glândulas sexuais femininas e masculinas e suas descendentes diretas em qualquer grau de ploidia.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência da associação correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3452395 Enfermagem
A atuação da equipe de enfermagem diante das condições de saúde requer a compreensão da diferença entre condições agudas e crônicas, especialmente no que se refere ao tempo de duração, à forma de enfrentamento e à lógica de organização da resposta assistencial. Enquanto as condições agudas demandam ações pontuais e reativas, as condições crônicas exigem acompanhamento contínuo e plano de cuidado elaborado em conjunto com a pessoa usuária. Sobre esse aspecto da prática assistencial, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3452394 Enfermagem
A administração parenteral de medicamentos exige conhecimento técnico rigoroso sobre as vias, volumes máximos, ângulos de inserção e locais anatômicos adequados. A escolha da via está diretamente relacionada à velocidade de absorção desejada, ao tipo de substância administrada e à condição clínica do paciente. Sobre o tema, relacione corretamente os termos da Coluna A com as descrições da Coluna B.

Coluna A (termos)
1.Via intradérmica.
2.Via subcutânea.
3.Via intramuscular. 

Coluna B (descrições)
()Promove uma absorção lenta, sendo comumente utilizada para a administração de medicamentos de uso contínuo (p. ex.: aplicação de insulina, heparina ou enoxaparina). Os locais preferenciais de administração são a face superior externa do braço, a face anterior da coxa, a região supra e infraumbilical, sendo o volume máximo para essa via de 1 mL.
()Apropriada para a introdução de agentes terapêuticos irritantes (p. ex.: aquosos ou oleosos) e para aqueles que necessitam rápida absorção e efeitos mais imediatos.
()É uma via de absorção muito lenta, utilizada principalmente na administração da vacina BCG. O local comumente utilizado é a face anterior do antebraço e o volume máximo é de 0,5 mL.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência da associação correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3452393 Saúde Pública
As ações de vigilância em saúde são fundamentais para a proteção e promoção da saúde coletiva, integrando estratégias de monitoramento, prevenção e controle de riscos. Elas se dividem em áreas específicas com campos e objetivos próprios, articuladas com a rede de atenção à saúde. Acerca do assunto, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas.

()A vigilância ambiental é responsável pela fiscalização de estabelecimentos comerciais, serviços de saúde e produtos industrializados, como alimentos e medicamentos.
()A vigilância epidemiológica tem como atribuições a investigação de surtos, o controle de doenças de notificação compulsória e a produção de informações para subsidiar ações de saúde pública.
()A vigilância sanitária concentra-se na análise da qualidade da água e na prevenção de endemias transmitidas por vetores, especialmente em regiões com saneamento precário.
()A vigilância ambiental atua na identificação e controle de fatores ambientais que possam causar agravos à saúde, como a contaminação da água, o descarte inadequado de resíduos e a presença de vetores transmissores de doenças.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3452392 Enfermagem
O acompanhamento pré-natal deve ser integral, multiprofissional e humanizado, com foco na promoção da saúde materna e fetal, prevenção de complicações e detecção precoce de situações de risco. Sobre esse processo, analise as afirmativas a seguir:

I.A alternância entre médico e enfermeira nas consultas de pré-natal é recomendada como estratégia para promover o cuidado compartilhado e a gestão integrada da gestação na atenção primária.
II.Gestantes de risco habitual podem ser acompanhadas exclusivamente pela equipe especializada em atenção secundária, dispensando o acompanhamento pelas equipes da atenção básica.
III.O número mínimo de consultas realizadas durante o pré-natal é o principal critério utilizado para avaliar a qualidade da assistência prestada à gestante.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3452391 Enfermagem
O atendimento a pacientes em situações críticas requer a integração entre as fases pré-hospitalar e intra-hospitalar, com ações coordenadas e baseadas em protocolos de estabilização, diagnóstico e tratamento. Sobre esse tema, analise as afirmativas a seguir.

I.A principal função do atendimento pré-hospitalar é realizar o diagnóstico definitivo da condição clínica do paciente para iniciar o tratamento específico antes da chegada ao hospital.
II.O atendimento intra-hospitalar envolve monitoramento contínuo, intervenções médicas especializadas e exames diagnósticos com foco na estabilização e recuperação do paciente.
III.O atendimento pré-hospitalar não necessita de registro em prontuário específico, já que todas as informações relevantes serão colhidas no ambiente hospitalar.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3452389 Enfermagem
Os imunobiológicos utilizados na infância seguem esquemas de aplicação específicos, definidos de acordo com a idade, a condição clínica e as recomendações do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e das sociedades científicas. Sobre o tema, relacione corretamente os termos da Coluna A com as descrições da Coluna B.

Coluna A (termos)

1.Febre amarela.
2.Meningocócica B.
3.BCG ID.

Coluna B (descrições)
()Pode ser usada a partir de 2 meses de idade, idealmente iniciando com uma dose aos 3 meses, outra aos 5 meses e uma dose de reforço entre 12 e 15 meses (esquema 2+1).
()Duas doses: aos 9 meses e aos 4 anos de idade. Recomendação do PNI: se recebeu a primeira dose antes dos 5 anos de idade, indicada uma segunda dose, independentemente da idade atual; se aplicada a partir dos 5 anos: dose única.
()Deverá ser aplicada o mais precocemente possível, em recém-nascidos com peso maior ou igual a 2.000 g.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência da associação correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3452388 Enfermagem
Durante o turno em uma Unidade de Terapia Intensiva, a equipe de enfermagem realiza a avaliação dos dispositivos invasivos utilizados em um paciente com múltiplos acessos. Entre eles, estão sondas para suporte nutricional e drenagem, além de cateteres para monitoramento hemodinâmico e infusão de medicamentos. O conhecimento das indicações e peculiaridades de cada dispositivo é essencial para garantir segurança, funcionalidade e prevenção de complicações infecciosas. Sobre esse aspecto técnico da prática assistencial, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3452387 Enfermagem
A Política Nacional de Atenção Básica define diretrizes e atribuições para os profissionais das equipes de saúde no âmbito da Atenção Primária, tendo como princípios a responsabilização pela população adstrita, o trabalho em equipe interdisciplinar e a organização do cuidado conforme necessidades sociais e epidemiológicas do território. Assim, analise as afirmativas a seguir.

I.Realizar consulta de enfermagem, solicitar exames complementares e prescrever medicamentos são atribuições do enfermeiro na atenção básica, desde que observadas as normativas técnicas e legais da profissão.
II.A atuação do enfermeiro limita-se à realização de procedimentos técnicos e registros nos sistemas de informação, não incluindo a responsabilidade pela coordenação do cuidado.
III.Cabe ao enfermeiro realizar atenção à saúde em todos os ciclos da vida, inclusive no domicílio e em outros espaços comunitários, conforme a necessidade da população adstrita.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3452386 Enfermagem
No ambiente hospitalar, o controle de infecções envolve etapas distintas de tratamento dos artigos utilizados na assistência, cada uma com finalidades e métodos próprios. Um dos métodos mais eficazes utiliza calor úmido sob pressão, atuando por mecanismos físico-químicos. Considerando os conceitos envolvidos nesses procedimentos, relacione corretamente os termos da Coluna A com as descrições da Coluna B.

Coluna A (termos):

1−Vapor saturado sob pressão
2−Esterilização
3−Descontaminação

Coluna B (descrições):

()É o processo de destruição de todos os microorganismos, a tal ponto que não seja mais possível detectá-los através de testes microbiológicos padrão.
()Este processo está relacionado com o mecanismo de calor latente, promovendo a coagulação das proteínas. Realizando uma troca de calor entre o meio e o objeto a ser esterilizado.
()É o processo de eliminação total ou parcial da carga microbiana de artigos e superfícies.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência da associação correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Respostas
9201: C
9202: D
9203: D
9204: B
9205: C
9206: D
9207: B
9208: D
9209: D
9210: D
9211: A
9212: D
9213: C
9214: D
9215: B
9216: B
9217: A
9218: B
9219: A
9220: A