Foram encontradas 2.916 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2568907 Português

Leia o texto a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


Considere a informação de que o autor deste texto é um jurista renomado e desembargador do Tribunal de Justiça e avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:


I. O texto apresenta um vocabulário erudito e construções sintáticas clássicas

PORQUE

II. Ao mesmo tempo em que encontramos uma dessas construções clássicas – “só aproveita ao crime organizado” - , também encontramos uma regência condenada inapelavelmente pela tradição normativa, a do verbo assistir como transitivo direto: “assistiu-se um vínculo de solidariedade”, onde a prescrição exige uma preposição “a”.


A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA. 

Alternativas
Q2568906 Português
Leia o texto a seguir.
Imagem associada para resolução da questão
Nas falas do texto supracitado, observam-se características que demonstram a intenção do autor em adotar uma linguagem
I. Típica do discurso direto, em que há predomínio da reprodução direta da fala dos personagens, ou seja, a reprodução integral, literal e bloquial, por meio dos balões. II. Coloquial, se considerarmos a fala dos personagens, sem preocupação com as normas da língua, o que torna a comunicação mais eficaz. III. Híbrida, levando-se em consideração a associação de diferentes elementos em sua composição.
Em relação aos itens apresentados, é CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q2568904 Português
TEXTO 1

AS MULHERES E AS GUERRAS

Estados em que mulheres viviam oprimidas apresentavam índices mais altos de prisioneiros políticos, assassinatos, desaparecimentos. Veja artigo sobre mulheres e guerras. A condição social das mulheres guarda relação direta com as guerras. Esse é o tema de uma revisão científica publicada pela revista “Science”.

Desde os primórdios da humanidade, os homens se matam nas batalhas. Esqueletos desenterrados de cavernas pré-históricas exibem mais fraturas na cabeça, quando pertencem ao sexo masculino. No entanto, identificar e separar fatores biológicos daqueles culturais envolvidos na gênese da violência, é tarefa intelectual de alta complexidade. Até a década de 1990, os estudos ressaltavam que o subdesenvolvimento, a falta de democracia, a existência de um grande número de jovens desempregados e o nacionalismo estavam por trás dos conflitos armados. Em 2000, Mary Caprioli, da Universidade de Minnesota, surpreendeu os especialistas ao publicar um trabalho, no qual relacionava a posição subalterna da mulher na sociedade com as revoluções e as guerras entre os países.

A afirmação enfrentou reações acaloradas, porque contrariava o conceito clássico de que o sexo feminino estaria associado à maternidade e à vida em paz por razões evolutivas e por imposições biológicas, como a baixa produção de testosterona. Um dos principais críticos, Erik Melander, da Universidade de Upsala, decidiu testar essa hipótese a partir de uma avaliação do status feminino em diversas sociedades, que levava em conta o sexo da maior liderança do país, a proporção de mulheres no Legislativo e o número delas com acesso ao ensino superior.

Para sua surpresa, os resultados não foram diferentes. Estados em que as mulheres viviam oprimidas apresentavam índices mais altos de prisioneiros políticos, assassinatos, desaparecimentos e maior risco de envolvimento em guerras civis e internacionais. O problema metodológico com esses estudos é que não comprovam a relação de causa e efeito. A desigualdade entre os sexos poderia ser simples consequência de outros fatores ligados ao comportamento violento: pobreza, baixo nível educacional, fanatismo religioso e atraso cultural.

Sociedades em que as minorias são discriminadas têm maior probabilidade de envolver-se em guerras externas e internas. No livro “War and Gender” (Guerra e Gênero) o professor americano Joshua Goldwin abordou o seguinte aspecto: embora existam diferenças biológicas que mantêm a mulher afastada dos campos de batalha — como os cuidados com a prole –, elas sempre interagem com os valores culturais. Segundo ele, os níveis de testosterona que aumentam quando um homem ganha dinheiro, é promovido no trabalho ou ganha um jogo, não explicam as diferenças bélicas entre suecos e paquistaneses, nem entre os suecos de hoje e seus antepassados vikings. Em seus estudos, a visão que mulheres e homens têm da guerra são muito mais semelhantes do que se imagina.

Diante da pergunta: “O conflito árabe-israelense deve ser resolvido pela via militar ou diplomática?”, as escolhas de mulheres e homens israelenses, egípcios, palestinos e kuvaitianos foram praticamente iguais. Quando os mesmos participantes responderam se era mais importante mandar para a escola um menino ou uma menina, as preferências machistas estavam tão associadas à beligerância, que o autor concluiu: “É possível prever quando uma pessoa optará pela guerra ou pela paz entre árabes e judeus, com base apenas no que pensa sobre igualdade sexual”. Conclusões similares foram tiradas nas pesquisas sobre preconceitos étnicos: sociedades em que as minorias são discriminadas têm maior probabilidade de envolver-se em guerras externas e internas.

Disponível em https://drauziovarella.uol.com.br/mulher/as-mulheres-e-as-guerras-artigo/ Acesso em 13/10/2023. (Adaptado)
Releia o trecho.
“Em 2000, Mary Caprioli, da Universidade de Minnesota, surpreendeu os especialistas ao publicar um trabalho, no qual relacionava a posição subalterna da mulher na sociedade com as revoluções e as guerras entre os países.”
A oração em destaque apresenta um valor de 
Alternativas
Q2568903 Português
TEXTO 1

AS MULHERES E AS GUERRAS

Estados em que mulheres viviam oprimidas apresentavam índices mais altos de prisioneiros políticos, assassinatos, desaparecimentos. Veja artigo sobre mulheres e guerras. A condição social das mulheres guarda relação direta com as guerras. Esse é o tema de uma revisão científica publicada pela revista “Science”.

Desde os primórdios da humanidade, os homens se matam nas batalhas. Esqueletos desenterrados de cavernas pré-históricas exibem mais fraturas na cabeça, quando pertencem ao sexo masculino. No entanto, identificar e separar fatores biológicos daqueles culturais envolvidos na gênese da violência, é tarefa intelectual de alta complexidade. Até a década de 1990, os estudos ressaltavam que o subdesenvolvimento, a falta de democracia, a existência de um grande número de jovens desempregados e o nacionalismo estavam por trás dos conflitos armados. Em 2000, Mary Caprioli, da Universidade de Minnesota, surpreendeu os especialistas ao publicar um trabalho, no qual relacionava a posição subalterna da mulher na sociedade com as revoluções e as guerras entre os países.

A afirmação enfrentou reações acaloradas, porque contrariava o conceito clássico de que o sexo feminino estaria associado à maternidade e à vida em paz por razões evolutivas e por imposições biológicas, como a baixa produção de testosterona. Um dos principais críticos, Erik Melander, da Universidade de Upsala, decidiu testar essa hipótese a partir de uma avaliação do status feminino em diversas sociedades, que levava em conta o sexo da maior liderança do país, a proporção de mulheres no Legislativo e o número delas com acesso ao ensino superior.

Para sua surpresa, os resultados não foram diferentes. Estados em que as mulheres viviam oprimidas apresentavam índices mais altos de prisioneiros políticos, assassinatos, desaparecimentos e maior risco de envolvimento em guerras civis e internacionais. O problema metodológico com esses estudos é que não comprovam a relação de causa e efeito. A desigualdade entre os sexos poderia ser simples consequência de outros fatores ligados ao comportamento violento: pobreza, baixo nível educacional, fanatismo religioso e atraso cultural.

Sociedades em que as minorias são discriminadas têm maior probabilidade de envolver-se em guerras externas e internas. No livro “War and Gender” (Guerra e Gênero) o professor americano Joshua Goldwin abordou o seguinte aspecto: embora existam diferenças biológicas que mantêm a mulher afastada dos campos de batalha — como os cuidados com a prole –, elas sempre interagem com os valores culturais. Segundo ele, os níveis de testosterona que aumentam quando um homem ganha dinheiro, é promovido no trabalho ou ganha um jogo, não explicam as diferenças bélicas entre suecos e paquistaneses, nem entre os suecos de hoje e seus antepassados vikings. Em seus estudos, a visão que mulheres e homens têm da guerra são muito mais semelhantes do que se imagina.

Diante da pergunta: “O conflito árabe-israelense deve ser resolvido pela via militar ou diplomática?”, as escolhas de mulheres e homens israelenses, egípcios, palestinos e kuvaitianos foram praticamente iguais. Quando os mesmos participantes responderam se era mais importante mandar para a escola um menino ou uma menina, as preferências machistas estavam tão associadas à beligerância, que o autor concluiu: “É possível prever quando uma pessoa optará pela guerra ou pela paz entre árabes e judeus, com base apenas no que pensa sobre igualdade sexual”. Conclusões similares foram tiradas nas pesquisas sobre preconceitos étnicos: sociedades em que as minorias são discriminadas têm maior probabilidade de envolver-se em guerras externas e internas.

Disponível em https://drauziovarella.uol.com.br/mulher/as-mulheres-e-as-guerras-artigo/ Acesso em 13/10/2023. (Adaptado)
Releia o trecho.
“A afirmação enfrentou reações acaloradas, porque contrariava o conceito clássico de que o sexo feminino estaria associado à maternidade e à vida em paz por razões evolutivas e por imposições biológicas, como a baixa produção de testosterona”.
Considerando o termo em destaque, marque CORRETAMENTE a alternativa que apresenta o mesmo processo de formação de palavras
Alternativas
Q2568902 Português
TEXTO 1

AS MULHERES E AS GUERRAS

Estados em que mulheres viviam oprimidas apresentavam índices mais altos de prisioneiros políticos, assassinatos, desaparecimentos. Veja artigo sobre mulheres e guerras. A condição social das mulheres guarda relação direta com as guerras. Esse é o tema de uma revisão científica publicada pela revista “Science”.

Desde os primórdios da humanidade, os homens se matam nas batalhas. Esqueletos desenterrados de cavernas pré-históricas exibem mais fraturas na cabeça, quando pertencem ao sexo masculino. No entanto, identificar e separar fatores biológicos daqueles culturais envolvidos na gênese da violência, é tarefa intelectual de alta complexidade. Até a década de 1990, os estudos ressaltavam que o subdesenvolvimento, a falta de democracia, a existência de um grande número de jovens desempregados e o nacionalismo estavam por trás dos conflitos armados. Em 2000, Mary Caprioli, da Universidade de Minnesota, surpreendeu os especialistas ao publicar um trabalho, no qual relacionava a posição subalterna da mulher na sociedade com as revoluções e as guerras entre os países.

A afirmação enfrentou reações acaloradas, porque contrariava o conceito clássico de que o sexo feminino estaria associado à maternidade e à vida em paz por razões evolutivas e por imposições biológicas, como a baixa produção de testosterona. Um dos principais críticos, Erik Melander, da Universidade de Upsala, decidiu testar essa hipótese a partir de uma avaliação do status feminino em diversas sociedades, que levava em conta o sexo da maior liderança do país, a proporção de mulheres no Legislativo e o número delas com acesso ao ensino superior.

Para sua surpresa, os resultados não foram diferentes. Estados em que as mulheres viviam oprimidas apresentavam índices mais altos de prisioneiros políticos, assassinatos, desaparecimentos e maior risco de envolvimento em guerras civis e internacionais. O problema metodológico com esses estudos é que não comprovam a relação de causa e efeito. A desigualdade entre os sexos poderia ser simples consequência de outros fatores ligados ao comportamento violento: pobreza, baixo nível educacional, fanatismo religioso e atraso cultural.

Sociedades em que as minorias são discriminadas têm maior probabilidade de envolver-se em guerras externas e internas. No livro “War and Gender” (Guerra e Gênero) o professor americano Joshua Goldwin abordou o seguinte aspecto: embora existam diferenças biológicas que mantêm a mulher afastada dos campos de batalha — como os cuidados com a prole –, elas sempre interagem com os valores culturais. Segundo ele, os níveis de testosterona que aumentam quando um homem ganha dinheiro, é promovido no trabalho ou ganha um jogo, não explicam as diferenças bélicas entre suecos e paquistaneses, nem entre os suecos de hoje e seus antepassados vikings. Em seus estudos, a visão que mulheres e homens têm da guerra são muito mais semelhantes do que se imagina.

Diante da pergunta: “O conflito árabe-israelense deve ser resolvido pela via militar ou diplomática?”, as escolhas de mulheres e homens israelenses, egípcios, palestinos e kuvaitianos foram praticamente iguais. Quando os mesmos participantes responderam se era mais importante mandar para a escola um menino ou uma menina, as preferências machistas estavam tão associadas à beligerância, que o autor concluiu: “É possível prever quando uma pessoa optará pela guerra ou pela paz entre árabes e judeus, com base apenas no que pensa sobre igualdade sexual”. Conclusões similares foram tiradas nas pesquisas sobre preconceitos étnicos: sociedades em que as minorias são discriminadas têm maior probabilidade de envolver-se em guerras externas e internas.

Disponível em https://drauziovarella.uol.com.br/mulher/as-mulheres-e-as-guerras-artigo/ Acesso em 13/10/2023. (Adaptado)
Releia o trecho:
“A desigualdade entre os sexos poderia ser simples consequência de outros fatores ligados ao comportamento violento: pobreza, baixo nível educacional, fanatismo religioso e atraso cultural.”
Em relação às regras de pontuação, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q2568901 Português
TEXTO 1

AS MULHERES E AS GUERRAS

Estados em que mulheres viviam oprimidas apresentavam índices mais altos de prisioneiros políticos, assassinatos, desaparecimentos. Veja artigo sobre mulheres e guerras. A condição social das mulheres guarda relação direta com as guerras. Esse é o tema de uma revisão científica publicada pela revista “Science”.

Desde os primórdios da humanidade, os homens se matam nas batalhas. Esqueletos desenterrados de cavernas pré-históricas exibem mais fraturas na cabeça, quando pertencem ao sexo masculino. No entanto, identificar e separar fatores biológicos daqueles culturais envolvidos na gênese da violência, é tarefa intelectual de alta complexidade. Até a década de 1990, os estudos ressaltavam que o subdesenvolvimento, a falta de democracia, a existência de um grande número de jovens desempregados e o nacionalismo estavam por trás dos conflitos armados. Em 2000, Mary Caprioli, da Universidade de Minnesota, surpreendeu os especialistas ao publicar um trabalho, no qual relacionava a posição subalterna da mulher na sociedade com as revoluções e as guerras entre os países.

A afirmação enfrentou reações acaloradas, porque contrariava o conceito clássico de que o sexo feminino estaria associado à maternidade e à vida em paz por razões evolutivas e por imposições biológicas, como a baixa produção de testosterona. Um dos principais críticos, Erik Melander, da Universidade de Upsala, decidiu testar essa hipótese a partir de uma avaliação do status feminino em diversas sociedades, que levava em conta o sexo da maior liderança do país, a proporção de mulheres no Legislativo e o número delas com acesso ao ensino superior.

Para sua surpresa, os resultados não foram diferentes. Estados em que as mulheres viviam oprimidas apresentavam índices mais altos de prisioneiros políticos, assassinatos, desaparecimentos e maior risco de envolvimento em guerras civis e internacionais. O problema metodológico com esses estudos é que não comprovam a relação de causa e efeito. A desigualdade entre os sexos poderia ser simples consequência de outros fatores ligados ao comportamento violento: pobreza, baixo nível educacional, fanatismo religioso e atraso cultural.

Sociedades em que as minorias são discriminadas têm maior probabilidade de envolver-se em guerras externas e internas. No livro “War and Gender” (Guerra e Gênero) o professor americano Joshua Goldwin abordou o seguinte aspecto: embora existam diferenças biológicas que mantêm a mulher afastada dos campos de batalha — como os cuidados com a prole –, elas sempre interagem com os valores culturais. Segundo ele, os níveis de testosterona que aumentam quando um homem ganha dinheiro, é promovido no trabalho ou ganha um jogo, não explicam as diferenças bélicas entre suecos e paquistaneses, nem entre os suecos de hoje e seus antepassados vikings. Em seus estudos, a visão que mulheres e homens têm da guerra são muito mais semelhantes do que se imagina.

Diante da pergunta: “O conflito árabe-israelense deve ser resolvido pela via militar ou diplomática?”, as escolhas de mulheres e homens israelenses, egípcios, palestinos e kuvaitianos foram praticamente iguais. Quando os mesmos participantes responderam se era mais importante mandar para a escola um menino ou uma menina, as preferências machistas estavam tão associadas à beligerância, que o autor concluiu: “É possível prever quando uma pessoa optará pela guerra ou pela paz entre árabes e judeus, com base apenas no que pensa sobre igualdade sexual”. Conclusões similares foram tiradas nas pesquisas sobre preconceitos étnicos: sociedades em que as minorias são discriminadas têm maior probabilidade de envolver-se em guerras externas e internas.

Disponível em https://drauziovarella.uol.com.br/mulher/as-mulheres-e-as-guerras-artigo/ Acesso em 13/10/2023. (Adaptado)
Os gêneros textuais correspondem a certos padrões de texto que, em geral, são determinados pelo contexto em que são produzidos, pelo público-receptor a que são destinados. Pela leitura do texto 01, reconhece-se que sua função é:
Alternativas
Q2568900 Matemática
Dada a imagem do contorno da Terra e da Lua com suas medidas reais de seus diâmetros e considerando seu formato perfeitamente esférico
Imagem associada para resolução da questão
A razão entre os volumes da Terra e da Lua será representado por
Alternativas
Q2568899 Matemática
Um objeto é lançado da janela de um prédio a uma altura de 35 m do solo, a altura atingida por ele, em função do tempo é modelada pelo gráfico abaixo, tendo no instante 3 segundos, o instante em que o corpo atinge a altura máxima.
Imagem associada para resolução da questão

Nos instantes_______ e _______ o corpo está a 75 m do solo e verificamos no instante 3 segundos, ponto mais alto da trajetória, ele estará a ________m do solo.
A alternativa que completa CORRETAMENTE os espaços em branco será 
Alternativas
Q2568898 Matemática
Analise as figuras regulares: um triângulo e um hexágono de mesma área.
Imagem associada para resolução da questão
A razão entre os apótemas da primeira figura e da segunda figura será um valor igual a 
Alternativas
Q2568888 Inglês
Read the text below and then answer the question.

Google Says AI-powered System Is Improving City Traffic Flows

Google says an artificial intelligence (AI)-powered system it created is helping improve traffic flow in major world cities. The system, called Project Green Light, is currently in use in 12 cities.

The project aims to save fuel and lessen air pollution, or emissions, from automobiles.

Google first announced the program in 2021, when it was testing the system in four areas of Israel. Since then, the company has kept expanding Project Green Light. Among cities now taking part in the program are Bangalore, Budapest, Jakarta, Manchester, Haifa, Hamburg, Rio de Janeiro, and Seattle.

In an online announcement, Google’s Yossi Matias explained the latest progress. He noted that the system is being tested in areas with severe traffic issues. Generally, this is at major crossings with heavy traffic and complex traffic lights. These areas where vehicles start and stop are known as intersections.

Available at: https://learningenglish.voanews.com/a/google-says-aipowered-system-is-improving-city-traffic-flows/7308553.html. Accessed on: Oct. 16, 2023.
Consider the following sentences:
I) “The project aims to save fuel and lessen air pollution, or emissions, from automobiles.” II) “Google first announced the program in 2021, (…)” III) “When it was testing the system in four areas of Israel.” IV) “(…) this is at major crossings with heavy traffic and complex traffic lights.”
Based on the verb tenses, select the alternative that presents the CORRECT sequence of verb tenses.
Alternativas
Q2568887 Inglês
Read the text below and then answer the question.

Google Says AI-powered System Is Improving City Traffic Flows

Google says an artificial intelligence (AI)-powered system it created is helping improve traffic flow in major world cities. The system, called Project Green Light, is currently in use in 12 cities.

The project aims to save fuel and lessen air pollution, or emissions, from automobiles.

Google first announced the program in 2021, when it was testing the system in four areas of Israel. Since then, the company has kept expanding Project Green Light. Among cities now taking part in the program are Bangalore, Budapest, Jakarta, Manchester, Haifa, Hamburg, Rio de Janeiro, and Seattle.

In an online announcement, Google’s Yossi Matias explained the latest progress. He noted that the system is being tested in areas with severe traffic issues. Generally, this is at major crossings with heavy traffic and complex traffic lights. These areas where vehicles start and stop are known as intersections.

Available at: https://learningenglish.voanews.com/a/google-says-aipowered-system-is-improving-city-traffic-flows/7308553.html. Accessed on: Oct. 16, 2023.

Analyze the statements below and choose the CORRECT option: 


I) The project is focused on fuel conservation and increasing the emission of air pollutants.

II) Google’s Yossi Matias noted that the system is being tested in areas with intense traffic issues.

III) The program was first tested in Bangalore, Budapest, Jakarta, Manchester, Haifa, Hamburg, Rio de Janeiro, and Seattle.

IV) Generally, the project isn’t used at major crossings with heavy traffic and complex traffic lights.

V) The Green Light project is used in areas called intersections, where vehicles start and stop. 

Alternativas
Q2568886 Inglês
Read the text below and then answer the question.

Google Says AI-powered System Is Improving City Traffic Flows

Google says an artificial intelligence (AI)-powered system it created is helping improve traffic flow in major world cities. The system, called Project Green Light, is currently in use in 12 cities.

The project aims to save fuel and lessen air pollution, or emissions, from automobiles.

Google first announced the program in 2021, when it was testing the system in four areas of Israel. Since then, the company has kept expanding Project Green Light. Among cities now taking part in the program are Bangalore, Budapest, Jakarta, Manchester, Haifa, Hamburg, Rio de Janeiro, and Seattle.

In an online announcement, Google’s Yossi Matias explained the latest progress. He noted that the system is being tested in areas with severe traffic issues. Generally, this is at major crossings with heavy traffic and complex traffic lights. These areas where vehicles start and stop are known as intersections.

Available at: https://learningenglish.voanews.com/a/google-says-aipowered-system-is-improving-city-traffic-flows/7308553.html. Accessed on: Oct. 16, 2023.
The pronoun “it” in “Google says an artificial intelligence (AI)-powered system it created is helping improve traffic flow in major world cities.” refers to: 
Alternativas
Q2568884 Português

TEXTO 6

“As pessoas de uma mesma língua não se comunicam da mesma forma o tempo todo e também não falam sempre do mesmo jeito, os registros são realizados de maneira diferente, pois dependem da situação ou local, das pessoas envolvidas e, por isso, o falante tem sua expressão específica de acordo com a sua realidade” (pág. 228)


BARROS L. F.; TEDESCO, M. T.; NORMANDIA, C. Aspectos da referenciação em textos orais de idosos do sítio urbano do Rio de Janeiro. In Estudos em variação linguística nas línguas românicas. Universidade de Aveiro, Portugal. 2018

Ao analisar o texto identifica-se como temática central:
Alternativas
Q2568882 Português
TEXTO 4

Círculo de leitura (Rildo Cosson)

Independentemente do formato, o primeiro passo para se montar um círculo de leitura é identificar os participantes e seus interesses de leitura. No caso da sala de aula, o professor deve estar atento, por um lado, aos interesses imediatos dos alunos, e, por outro, ao objetivo de formar leitores literários. O passo seguinte é a seleção das obras, que deve ser negociada conforme os princípios do primeiro passo. O terceiro passo é a elaboração da agenda de leituras e reuniões. O quarto é a preparação dos leitores, ou seja, é preciso “ensaiar” uma leitura com todos os participantes do grupo para que saibam como devem proceder nas reuniões futuras. Esse passo é fundamental na escola e deve ser bem preparado pelo professor. O quinto passo é o compartilhamento das leituras. Em uma sala de aula, esse compartilhamento acontece quando os alunos, divididos em grupos, discutem o que leram. O sexto é o registro das leituras, que consiste na reflexão, preferencialmente por meio da escrita, sobre a obra que foi lida e o que se aprendeu na discussão do grupo. O sétimo e último passo é a avaliação, normalmente uma reunião dedicada a um balanço do funcionamento do círculo de leitura

Disponível em: <https://www.ceale.fae.ufmg.br/glossarioceale/verbetes/circulo-de-leitura>. Acesso em 11 out. 2023 (excerto)

No trecho “O terceiro passo é a elaboração da agenda de leituras e reuniões” a parte destacada pode ser substituída, SEM ALTERAÇÃO DE SENTIDO, pela alternativa:
Alternativas
Q2568881 Português
TEXTO 4

Círculo de leitura (Rildo Cosson)

Independentemente do formato, o primeiro passo para se montar um círculo de leitura é identificar os participantes e seus interesses de leitura. No caso da sala de aula, o professor deve estar atento, por um lado, aos interesses imediatos dos alunos, e, por outro, ao objetivo de formar leitores literários. O passo seguinte é a seleção das obras, que deve ser negociada conforme os princípios do primeiro passo. O terceiro passo é a elaboração da agenda de leituras e reuniões. O quarto é a preparação dos leitores, ou seja, é preciso “ensaiar” uma leitura com todos os participantes do grupo para que saibam como devem proceder nas reuniões futuras. Esse passo é fundamental na escola e deve ser bem preparado pelo professor. O quinto passo é o compartilhamento das leituras. Em uma sala de aula, esse compartilhamento acontece quando os alunos, divididos em grupos, discutem o que leram. O sexto é o registro das leituras, que consiste na reflexão, preferencialmente por meio da escrita, sobre a obra que foi lida e o que se aprendeu na discussão do grupo. O sétimo e último passo é a avaliação, normalmente uma reunião dedicada a um balanço do funcionamento do círculo de leitura

Disponível em: <https://www.ceale.fae.ufmg.br/glossarioceale/verbetes/circulo-de-leitura>. Acesso em 11 out. 2023 (excerto)

Ao longo do texto 4 há alguns números ordinais em destaque, que têm como função:
Alternativas
Q2568880 Educação Física
Leia o Texto sobre o “MOVIMENTO GINÁSTICO EUROPEU”
"O Movimento Ginástico Europeu ocorreu no século XIX, e abrangeu estilos de trabalho com ginástica na escola, propostos pela Suécia, Inglaterra, França, Dinamarca, Áustria e Alemanha. O contexto de nascimento desse movimento é o mais interessante, pois, uma vez o conhecendo, entende-se como se deu a emergência da ginástica na Europa. O século XIX europeu foi marcado pela imensa crença na ciência. Logo, objetividade e neutralidade foram valores que se espalharam pela sociedade e que conquistaram a confiança da população. Imersos nesse quadro, foram aprimorados cientificamente métodos de disciplina corporal e de trabalho com o corpo, cujos objetivos eram fortalecer, embelezar, corrigir e tornar saudáveis os corpos da população europeia. Para tanto, foram desenvolvidos tipos de exercícios específicos para cada parte do corpo, método ainda bastante utilizado hoje em academias de musculação. A grande finalidade do Movimento Ginástico Europeu era a melhora da saúde da sociedade. Em um momento marcado pelos problemas sociais que resultaram da Revolução Industrial, associado à necessidade de fortalecer o trabalhador para aguentar a alta carga de suas tarefas, o movimento fez com que se formassem grupos locais para a prática da ginástica."
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/educacao-fisica/movimento-ginastico-europeu.htm. Acesso em: 27/10/23.
Na abordagem da ginástica educativa, qual é a ênfase principal em relação aos movimentos ginásticos? Marque a única opção CORRETA.
Alternativas
Q2568878 Educação Física
Observe o Plano de Aula a seguir:
Tema: Introdução às Lutas
Objetivo: Introduzir os alunos aos princípios básicos das lutas e promover o desenvolvimento da coordenação e do respeito mútuo.
1. Comece com uma atividade de aquecimento curta, como corrida leve ou saltos no lugar, para preparar os músculos e aumentar a frequência cardíaca. 2. Explique brevemente o que são as lutas e destaque os princípios básicos, como respeito pelo oponente e a importância da técnica sobre a força. 3. Demonstre técnicas básicas de lutas, como pegadas, quedas suaves, bloqueios e escapes. Peça aos alunos para observarem atentamente. 4. Divida a turma em duplas. Uma pessoa faz o papel do "atacante" e a outra do "defensor". Comece com movimentos simples, como pegadas e desequilíbrios. Ressalte a importância da comunicação e da segurança durante o treinamento. 5. Realize uma breve discussão em grupo para recapitular o que os alunos aprenderam durante a aula.
No contexto da Educação Física Escolar, não são objetivos buscados pelo conteúdo de lutas ao ser introduzido, EXCETO:
Alternativas
Q2568876 Educação Física
Com o propósito de inclusão e igualdade social para deficientes, vereador Professor Wander apresentou, na sessão desta segunda-feira (05) na Câmara Municipal, projeto que versa sobre a inserção de alunos com deficiência na prática de educação física nas escolas municipais de Uberaba. A proposta estabelece que as escolas públicas do município ministrem aulas de educação física para estudantes deficientes do ensino fundamental. Durante sua defesa, Wander explicou que o objetivo é garantir a inclusão e o desenvolvimento do estudante com deficiência, pois “acreditamos que o livre acesso e acolhimento, bem como todo o suporte para que o estudante com deficiência possa participar ativamente das aulas de educação física e ter entrosamento com os professores e amigos possam garantir o seu pleno direito de inclusão e desenvolvimento.
Disponível em: http://portal.camarauberaba.mg.gov.br/noticias/professor-wander-apresenta-projeto-que-inclui-deficientes-nas-atividades-fisicasescolares/ Acesso em: 06/12/2022
A Reportagem acima traz um projeto de Lei apresentado na Câmara Municipal de Uberaba no final do ano passado. Considerando a temática da Inclusão na Educação Física Escolar, analise as afirmações a seguir utilizando V para verdadeiro e F para falso.
(__) A inclusão na Educação Física Escolar deve englobar a participação de todos os alunos, independentemente de suas habilidades, promovendo a igualdade, o respeito e a adaptação das atividades para atender às necessidades individuais, não se limitando à participação de alunos com deficiência em atividades esportivas adaptadas. (__) A Educação Física Escolar deve desempenhar um papel fundamental na promoção da inclusão social de alunos com deficiência. Ela deve oferecer oportunidades para o desenvolvimento de habilidades motoras, sem se preocupar com as interações sociais e participação ativa que contribuirá para a integração desses alunos na comunidade escolar. (__) A inclusão na Educação Física Escolar deve abranger questões de gênero, raça, classe social e outras dimensões da diversidade, promovendo a igualdade e o respeito a todas as identidades e características dos alunos, se limitando à adaptação de atividades para alunos com deficiência. (__) A efetiva inclusão de todos os alunos na Educação Física Escolar é uma responsabilidade do professor, ficando todos os profissionais da educação, gestores, psicólogos e terapeutas envolvidos em segundo momento. Essa organização entre esses profissionais é fundamental para garantir a inclusão.
A sequência CORRETA que diz respeito às afirmações acima é:
Alternativas
Q2568874 Educação Física
Leia o texto abaixo
A área de Educação Física hoje contempla múltiplos conhecimentos produzidos e usufruídos pela sociedade a respeito do corpo e do movimento. Entre eles, se consideram fundamentais as atividades culturais de movimento com finalidades de lazer, expressão de sentimentos, afetos e emoções, e com possibilidades de promoção, recuperação e manutenção da saúde. Trata-se, então, de localizar em cada uma dessas manifestações (jogo, esporte, dança, ginástica e luta) seus benefícios fisiológicos e psicológicos e suas possibilidades de utilização como instrumentos de comunicação, expressão, lazer e cultura, e formular a partir daí as propostas para a Educação Física escolar.
A Educação Física como Cultura Corporal -Disponível em: http://penta3.ufrgs.br/CAEF/PCNeducfisica/edufisc_cultural4.htm. Acesso em: 27/10/23
Sobre a Educação Física como Instrumento de Comunicação, marque a afirmativa CORRETA.
Alternativas
Q2568873 Educação Física
Embora o estereótipo da perfeição não seja nenhuma novidade, é impossível negar o papel das redes sociais, da mídia e da indústria de entretenimento na reafirmação desse padrão de beleza completamente inalcançável nos tempos atuais. A pressão estética feita pela mídia impõe um padrão de beleza inatingível, principalmente, para as mulheres, que tentam o tempo todo mudar seus corpos e rostos, fazendo com que as pessoas acreditem que aquilo é natural. A influência por conta das famosas blogueiras, que vendem corpos e rostos perfeitos, além de uma vida amorosa e profissional “irreais” na Internet, acabam por influenciar outras mulheres a odiarem os próprios corpos. As redes sociais possuem grande influência na valorização de determinados tipos de beleza inalcançáveis em detrimento a outros em que a maioria das mulheres se encaixa. O culto ao corpo perfeito compromete física, mental e psicologicamente a vida das mulheres, pois a ideia de beleza é um conceito baseado em finalidades comerciais. As mulheres inseguras com o próprio corpo são as principais atingidas, pois não se veem enquadradas nos padrões impostos pelas mídias. Além disso, abrem-se caminhos para os preconceitos, acreditar que o conceito de “belo” é se enquadrar nesses padrões. E a partir do momento que essas mulheres não se veem enquadradas, têm sua autoestima afetada e sentem-se desconfortáveis, passando assim a se odiarem por isso.
https://universo.uniateneu.edu.br/2022/09/15/a-suposta-beleza-real-e-o-empoderamento-feminino/
O Texto acima da Profª. Antônia Silvana Passos Lopes, Docente do Curso de Estética e Cosmética do Centro Universitário Ateneu, aborda o tema dos valores estéticos e conceitos convencionais acerca de beleza e corpo.
Na Educação Física e no contexto da problematização de valores estéticos, os conceitos listados abaixo não representam uma abordagem crítica que questiona as ideias convencionais de beleza e corpo, EXCETO
Alternativas
Respostas
461: B
462: B
463: A
464: B
465: A
466: B
467: D
468: D
469: D
470: B
471: B
472: C
473: C
474: D
475: A
476: D
477: D
478: C
479: C
480: D