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A Instrução Normativa nº 01/2001 define as diretrizes, conceitos e fixa as normas técnicas para atuação do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal. Dentre outras disposições, ela classifica as auditorias a cargo do Sistema em algumas modalidades. A respeito dessa classificação, analise as afirmativas a seguir:
I. Auditoria de Avaliação da Gestão: esse tipo de auditoria objetiva emitir opinião com vistas a certificar a regularidade das contas, verificar a execução de contratos, acordos, convênios ou ajustes, a probidade na aplicação dos dinheiros públicos e na guarda ou administração de valores e outros bens da União ou a ela confiados.
II. Auditoria de Acompanhamento da Gestão: é realizada ao longo dos processos de gestão, com o objetivo de atuar em tempo real sobre os atos efetivos e os efeitos potenciais positivos e negativos de uma unidade ou entidade federal, evidenciando melhorias e economias existentes no processo ou prevenindo gargalos no desempenho da sua missão institucional.
III. Auditoria Especial: objetiva o exame de fatos ou situações consideradas relevantes, de natureza incomum ou extraordinária, sendo realizadas para atender determinação expressa de autoridade competente.
Assinale a alternativa correta:
I. ser autorizada por lei específica. II. atender as condições previstas na lei de diretrizes orçamentárias. III. estar prevista no orçamento ou em seus créditos adicionais.
Assinale a alternativa correta:
I. Os pagamentos e recebimentos extraorçamentários são registrados no Balanço Financeiro. II. Segundo o Manual de Contabilidade Aplicado ao Setor Público – 7ª Edição, há dois modos de apurar o resultado financeiro. III. Em regra, um resultado financeiro positivo é um indicador de equilíbrio financeiro. Todavia, em algumas situações referido resultado positivo pode resultar de endividamentos, oportunizando desequilíbrios financeiros. IV. Na elaboração do Balanço Financeiro concorrem todas as Classes de Contas, exceto, as Classes 7 e 8.
Assinale a alternativa correta:
I. Um crédito adicional especial incorporado à lei orçamentária anual não admitirá nova alteração, senão por meio da aprovação de um novo crédito adicional na mesma modalidade do anterior, isto é, mediante novo crédito adicional especial. II. Tanto o crédito adicional especial quanto o extraordinário não se destinam ao reforço de dotação orçamentária já existente, mas à criação de nova dotação na lei orçamentária. III. O excesso de arrecadação previsto na Lei nº 4.320/64, para financiar a abertura de créditos adicionais, em certas ocasiões, não poderá ser utilizado indiscriminadamente para servir de fonte de recursos para atender a toda e qualquer despesa orçamentária.
Assinale a alternativa correta:
Leia o “Soneto de fidelidade”, de Vinícius de Moraes:
De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto,
Que mesmo em face do maior encanto,
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.
E assim, quando mais tarde me procure,
Quem sabe a morte, angústia de quem vive,
Quem sabe a solidão, fim de quem ama,
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama,
Mas que seja infinito enquanto dure.
Leia as afirmativas a seguir, feitas sobre o texto:
I. No início, observa-se a presença de um hipérbato, já que houve uma troca na sequência normal dos termos da oração.
II. No oitavo verso (“Ao seu pesar ou seu contentamento”), os substantivos antitéticos expressam uma ideia contraditória.
III. No sétimo verso (“E rir meu riso e derramar meu pranto”) existe um pleonasmo; porém, devido ao seu valor enfático, não podemos considerá-lo vicioso.
IV. A palavra “chama”, no penúltimo verso, é uma metonímia de um termo anteriormente expresso: amor.
V. O poema, em sua totalidade, expressa o grande amor do poeta por uma mulher.
Assinale a alternativa correta:
Leia o texto a seguir, para responder à questão, que a ele se refere:
Os discursos escritos sobre a Amazônia apresentam,
frente aos demais discursos da América Latina, a
especificidade do fluvial. Na maioria das vezes, são
discursos conduzidos pela navegação, tanto no caso dos
descobridores, ou aqueles em que a água aparece como
instância prévia e se introduz em seu curso, quanto no caso
dos exploradores científicos. São textualidades que
repousam sobre o decurso, que se desdobram em uma
infinidade de furos, igarapés, lagoas, afluentes, tributários,
numa geografia de águas que, quando não invade tudo, se
faz pressentir a sua volta, em sua permanência, em seu
ritmo. São os discursos de uma nação de águas. Nação no
sentido figurado, de uma área cultural formada por oito
países que compartilham referentes comuns, tendo como
centro o rio e a selva. Tal área sustenta uma relação comum
e intensa com a natureza e o meio ambiente, participando de
uma comunidade imaginária que denomina de diferentes
modos os mesmos fenômenos, pois o que num extremo do
rio se chama curupira, no outro lado, aos pés da cordilheira
andina, na região de nascimento, se chamará chullachaqui.
Com uma imagem às vezes protetora, às vezes hostil,
ambos são temidos por defender a selva dos invasores, seja
pela astúcia de seus gestos, ou por sua figura de pés
defeituosos ou com os pés voltados para trás. Os dois são
figurações de um mesmo perfil: a milenar resistência da
natureza à ingerência do homem. (Do livro As Vozes do rio, de Ana
Pizarro, p. 18-19)
Leia o texto a seguir, para responder à questão, que a ele se refere:
Os discursos escritos sobre a Amazônia apresentam,
frente aos demais discursos da América Latina, a
especificidade do fluvial. Na maioria das vezes, são
discursos conduzidos pela navegação, tanto no caso dos
descobridores, ou aqueles em que a água aparece como
instância prévia e se introduz em seu curso, quanto no caso
dos exploradores científicos. São textualidades que
repousam sobre o decurso, que se desdobram em uma
infinidade de furos, igarapés, lagoas, afluentes, tributários,
numa geografia de águas que, quando não invade tudo, se
faz pressentir a sua volta, em sua permanência, em seu
ritmo. São os discursos de uma nação de águas. Nação no
sentido figurado, de uma área cultural formada por oito
países que compartilham referentes comuns, tendo como
centro o rio e a selva. Tal área sustenta uma relação comum
e intensa com a natureza e o meio ambiente, participando de
uma comunidade imaginária que denomina de diferentes
modos os mesmos fenômenos, pois o que num extremo do
rio se chama curupira, no outro lado, aos pés da cordilheira
andina, na região de nascimento, se chamará chullachaqui.
Com uma imagem às vezes protetora, às vezes hostil,
ambos são temidos por defender a selva dos invasores, seja
pela astúcia de seus gestos, ou por sua figura de pés
defeituosos ou com os pés voltados para trás. Os dois são
figurações de um mesmo perfil: a milenar resistência da
natureza à ingerência do homem. (Do livro As Vozes do rio, de Ana
Pizarro, p. 18-19)
Leia o texto a seguir, para responder à questão, que a ele se refere:
Os discursos escritos sobre a Amazônia apresentam,
frente aos demais discursos da América Latina, a
especificidade do fluvial. Na maioria das vezes, são
discursos conduzidos pela navegação, tanto no caso dos
descobridores, ou aqueles em que a água aparece como
instância prévia e se introduz em seu curso, quanto no caso
dos exploradores científicos. São textualidades que
repousam sobre o decurso, que se desdobram em uma
infinidade de furos, igarapés, lagoas, afluentes, tributários,
numa geografia de águas que, quando não invade tudo, se
faz pressentir a sua volta, em sua permanência, em seu
ritmo. São os discursos de uma nação de águas. Nação no
sentido figurado, de uma área cultural formada por oito
países que compartilham referentes comuns, tendo como
centro o rio e a selva. Tal área sustenta uma relação comum
e intensa com a natureza e o meio ambiente, participando de
uma comunidade imaginária que denomina de diferentes
modos os mesmos fenômenos, pois o que num extremo do
rio se chama curupira, no outro lado, aos pés da cordilheira
andina, na região de nascimento, se chamará chullachaqui.
Com uma imagem às vezes protetora, às vezes hostil,
ambos são temidos por defender a selva dos invasores, seja
pela astúcia de seus gestos, ou por sua figura de pés
defeituosos ou com os pés voltados para trás. Os dois são
figurações de um mesmo perfil: a milenar resistência da
natureza à ingerência do homem. (Do livro As Vozes do rio, de Ana
Pizarro, p. 18-19)
( ) Observa-se o predomínio da função referencial ou denotativa. ( ) Uma ideia secundária que perpassa o texto é a de que a Amazônia deveria ser um só país. ( ) Os vocábulos “furos”, “igarapés”, “lagoas”, “afluentes” e “tributários” se dispõem numa relação de hiponímia com um termo posterior a eles. ( ) A lenda do “curupira” nasceu na região dos Andes, onde esse ser é designado por outro nome. ( ) A cultura dos povos amazônicos tem distinções, não só quanto aos termos, mas também quanto às concepções relativas ao ambiente.
Assinale a alternativa que relaciona a sequência CORRETA de V e F de cima para baixo: