Questões de Concurso
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Segundo a NR- 32, O atendimento das exigências desta NR, com relação às radiações ionizantes, não desobriga o empregador de observar as disposições estabelecidas pelas normas específicas da Comissão Nacional de Energia Nuclear – CNEN e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA, do Ministério da Saúde. É obrigatório manter no local de trabalho e à disposição da inspeção do trabalho o Plano de Proteção Radiológica - PPR, aprovado pela CNEN, e para os serviços de radiodiagnóstico aprovado pela Vigilância Sanitária. O Plano de Proteção Radiológica deve:
I- identificar o profissional responsável e seu substituto eventual como membros efetivos da equipe de trabalho do serviço.
II- ser considerado na elaboração do PCMSO.
III- ser apresentado na CIPA, quando inexistente a empresa, sendo sua cópia anexada às atas desta comissão.
IV- estar dentro do prazo de vigência.
Assinale a alternativa CORRETA.
De acordo com a lei federal 8.142/90, Os recursos do Fundo Nacional de Saúde (FNS) serão alocados como:
I- despesas de custeio e de capital do Ministério da Saúde, seus órgãos e entidades, da administração direta e indireta.
II investimentos previstos em lei orçamentária, de iniciativa do Poder Legislativo e que foram reprovados pelo Congresso Nacional.
III -investimentos previstos no Plano Quinquenal do Ministério da Saúde.
IV -cobertura das ações e serviços de saúde a serem implementados pelos Municípios, Estados e Distrito Federal.
Assinale a alternativa CORRETA.
Complete a lacuna de acordo com os Riscos Biológicos da NR 32.
Consideram-se Agentes Biológicos os microrganismos, geneticamente modificados ou não; as culturas de células; os___________; as ___________e os __________
De acordo com a Lei federal 8.142/90, complete a lacuna abaixo:
A Conferência de Saúde reunir-se-á a cada __________________com a representação dos vários segmentos sociais, para avaliar a situação de saúde e propor as diretrizes para a formulação da política de saúde nos níveis correspondentes, convocada pelo Poder Executivo ou, extraordinariamente, por esta ou pelo Conselho de Saúde.
Leia a notícia abaixo :
A prefeitura de São Paulo fará vacinação contra febre amarela em postos volantes este mês. Terminais de ônibus, estações de trens e Metrô, além de locais de grande circulação na região central, serão pontos para a imunização.
A meta alcançar 95% da cobertura vacinal na capital paulista, que atualmente está em 58,5%. A iniciativa faz parte de uma série de ações de combate às arboviroses – que incluem também Zika vírus e dengue – no período que antecede o verão e as chuvas. A vacina continua disponível em todas as unidades básicas de saúde do município.
( Disponível em :http://agenciabrasil.ebc.com.br/)
A vacina contra a febre amarela não é indicada sem avaliação médica para :
Assinale a alternativa INCORRETA.
Leia a notícia abaixo :
Katowice,15 dez 2018 (AFP) - A comunidade internacional reunida na COP24, em Katowice, definiu neste sábado as regras de aplicação do Acordo de Paris, três anos após a assinatura histórica deste pacto, que visa a limitar o aquecimento global. "Foi um longo caminho, não foi uma tarefa fácil", disse o polonês Michal Kurtyka, presidente da COP24, depois de uma reta final angustiante de negociações, que terminaram com mais de 24 horas de atraso. "O impacto deste pacote de medidas é positivo para o mundo", afirmou. Os quase 200 países participantes, no entanto, não firmaram nenhum compromisso para revisar suas promessas de redução das emissões de gases do efeito estufa, apesar da necessidade urgente de elevá-las, segundo relatórios científicos recentes.
( Disponível em :https://noticias.uol.com.br / Redação adaptada)
A COP24 ocorreu esse ano na ?
Sobre o processo de industrialização no Brasil, leia o trecho abaixo e complete a lacuna.
Em 1940, apenas 31% da população brasileira vivia em cidades. Foi a partir de 1950 que o processo de urbanização se intensificou, pois com a industrialização promovida por Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek houve a formação de um mercado interno integrado que atraiu milhares de pessoas para o _____________do país, região que possuía a maior infraestrutura e, consequentemente, a que concentrava o maior número de indústrias.
TEXTO 02
Aos 13 anos, cada criança terá 1.300 fotos e vídeos postados na internet
Você provavelmente já ouviu a frase “as crianças dessa geração já nasceram conectadas”. É o que as pessoas normalmente dizem quando querem diferenciar os jovens de hoje dos que precisaram aprender na marra como usar a internet e viram em primeira mão o surgimento de coisas como as redes sociais e os smartphones – conceitos incorporados à vida dos pequenos desde as fraldas.
Mas qual o impacto da entrada no mundo digital durante a infância? Um relatório divulgado este mês pela Children’s Commissioner, um órgão público da Inglaterra responsável ligado aos direitos das crianças, trouxe informações à respeito dos perigos da coleta de dados dos mais jovens.
Dentre essas informações, está a de que as crianças já estão na internet mesmo que, efetivamente, não estejam navegando: até os 13 anos de idade, os pais terão compartilhado, em média, 1.300 fotos e vídeos de seus filhos.
E a conta não para por aí. Dos 11 aos 16, quando a criança já está conectada por conta própria, cada uma delas compartilha cerca de 26 posts por dia nas redes sociais. Aos 18 anos, cada indivíduo terá publicado 70 mil vezes.
Coleta de dados
Aqui no Brasil, pesquisas sobre o tema mostram números expressivos de crianças conectadas. Em 2017, o TIC Kids Online Brasil, levantamento do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), mostrou 80% dos jovens de 9 a 17 anos eram usuários de internet. A porcentagem representa 24,7 milhões de crianças e adolescentes.
O relatório da Children`s Commissioner chama a atenção para a quantidade de dados coletados sobre crianças – e o desconhecimento que ainda se tem sobre como eles podem influenciar a vida delas. O objetivo da pesquisa é alertar sobre a questão da privacidade infantil e a limitação do uso da internet, defendidos por alguns pediatras e especialistas.
“Nós precisamos parar e pensar sobre o que isso significa para a vida das crianças agora e como isso pode afetar suas vidas futuras como adultos”, disse Anne Longfield, comissária infantil da Inglaterra na introdução do estudo.
Para os pesquisadores, apesar dos reconhecidos benefícios que a coleta de grandes volumes de dados para gerar, como a otimização de serviços públicos e privados, existe um risco em compartilhar dados confidencias em uma idade em que a criança ainda está em formação. “As escolas precisam começar a educar seus alunos sobre a importância de guardar informações pessoais”, afirma Longfield.
Além da escola, para ela, os pais também precisam trabalhar nessa conscientização, e o governo deveria aperfeiçoar o monitoramento e a legislação de proteção de dados. “Devemos agir para entender e controlar quem sabe o quê sobre nossos filhos”.
(Disponível em < https://super.abril.com.br/ciencia/aos-13-anos-cada-crianca-tera-1-300-fotos-e-videos-postados-na-internet/>. Acesso em
09/11/2018)
TEXTO 02
Aos 13 anos, cada criança terá 1.300 fotos e vídeos postados na internet
Você provavelmente já ouviu a frase “as crianças dessa geração já nasceram conectadas”. É o que as pessoas normalmente dizem quando querem diferenciar os jovens de hoje dos que precisaram aprender na marra como usar a internet e viram em primeira mão o surgimento de coisas como as redes sociais e os smartphones – conceitos incorporados à vida dos pequenos desde as fraldas.
Mas qual o impacto da entrada no mundo digital durante a infância? Um relatório divulgado este mês pela Children’s Commissioner, um órgão público da Inglaterra responsável ligado aos direitos das crianças, trouxe informações à respeito dos perigos da coleta de dados dos mais jovens.
Dentre essas informações, está a de que as crianças já estão na internet mesmo que, efetivamente, não estejam navegando: até os 13 anos de idade, os pais terão compartilhado, em média, 1.300 fotos e vídeos de seus filhos.
E a conta não para por aí. Dos 11 aos 16, quando a criança já está conectada por conta própria, cada uma delas compartilha cerca de 26 posts por dia nas redes sociais. Aos 18 anos, cada indivíduo terá publicado 70 mil vezes.
Coleta de dados
Aqui no Brasil, pesquisas sobre o tema mostram números expressivos de crianças conectadas. Em 2017, o TIC Kids Online Brasil, levantamento do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), mostrou 80% dos jovens de 9 a 17 anos eram usuários de internet. A porcentagem representa 24,7 milhões de crianças e adolescentes.
O relatório da Children`s Commissioner chama a atenção para a quantidade de dados coletados sobre crianças – e o desconhecimento que ainda se tem sobre como eles podem influenciar a vida delas. O objetivo da pesquisa é alertar sobre a questão da privacidade infantil e a limitação do uso da internet, defendidos por alguns pediatras e especialistas.
“Nós precisamos parar e pensar sobre o que isso significa para a vida das crianças agora e como isso pode afetar suas vidas futuras como adultos”, disse Anne Longfield, comissária infantil da Inglaterra na introdução do estudo.
Para os pesquisadores, apesar dos reconhecidos benefícios que a coleta de grandes volumes de dados para gerar, como a otimização de serviços públicos e privados, existe um risco em compartilhar dados confidencias em uma idade em que a criança ainda está em formação. “As escolas precisam começar a educar seus alunos sobre a importância de guardar informações pessoais”, afirma Longfield.
Além da escola, para ela, os pais também precisam trabalhar nessa conscientização, e o governo deveria aperfeiçoar o monitoramento e a legislação de proteção de dados. “Devemos agir para entender e controlar quem sabe o quê sobre nossos filhos”.
(Disponível em < https://super.abril.com.br/ciencia/aos-13-anos-cada-crianca-tera-1-300-fotos-e-videos-postados-na-internet/>. Acesso em
09/11/2018)
TEXTO 02
Aos 13 anos, cada criança terá 1.300 fotos e vídeos postados na internet
Você provavelmente já ouviu a frase “as crianças dessa geração já nasceram conectadas”. É o que as pessoas normalmente dizem quando querem diferenciar os jovens de hoje dos que precisaram aprender na marra como usar a internet e viram em primeira mão o surgimento de coisas como as redes sociais e os smartphones – conceitos incorporados à vida dos pequenos desde as fraldas.
Mas qual o impacto da entrada no mundo digital durante a infância? Um relatório divulgado este mês pela Children’s Commissioner, um órgão público da Inglaterra responsável ligado aos direitos das crianças, trouxe informações à respeito dos perigos da coleta de dados dos mais jovens.
Dentre essas informações, está a de que as crianças já estão na internet mesmo que, efetivamente, não estejam navegando: até os 13 anos de idade, os pais terão compartilhado, em média, 1.300 fotos e vídeos de seus filhos.
E a conta não para por aí. Dos 11 aos 16, quando a criança já está conectada por conta própria, cada uma delas compartilha cerca de 26 posts por dia nas redes sociais. Aos 18 anos, cada indivíduo terá publicado 70 mil vezes.
Coleta de dados
Aqui no Brasil, pesquisas sobre o tema mostram números expressivos de crianças conectadas. Em 2017, o TIC Kids Online Brasil, levantamento do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), mostrou 80% dos jovens de 9 a 17 anos eram usuários de internet. A porcentagem representa 24,7 milhões de crianças e adolescentes.
O relatório da Children`s Commissioner chama a atenção para a quantidade de dados coletados sobre crianças – e o desconhecimento que ainda se tem sobre como eles podem influenciar a vida delas. O objetivo da pesquisa é alertar sobre a questão da privacidade infantil e a limitação do uso da internet, defendidos por alguns pediatras e especialistas.
“Nós precisamos parar e pensar sobre o que isso significa para a vida das crianças agora e como isso pode afetar suas vidas futuras como adultos”, disse Anne Longfield, comissária infantil da Inglaterra na introdução do estudo.
Para os pesquisadores, apesar dos reconhecidos benefícios que a coleta de grandes volumes de dados para gerar, como a otimização de serviços públicos e privados, existe um risco em compartilhar dados confidencias em uma idade em que a criança ainda está em formação. “As escolas precisam começar a educar seus alunos sobre a importância de guardar informações pessoais”, afirma Longfield.
Além da escola, para ela, os pais também precisam trabalhar nessa conscientização, e o governo deveria aperfeiçoar o monitoramento e a legislação de proteção de dados. “Devemos agir para entender e controlar quem sabe o quê sobre nossos filhos”.
(Disponível em < https://super.abril.com.br/ciencia/aos-13-anos-cada-crianca-tera-1-300-fotos-e-videos-postados-na-internet/>. Acesso em
09/11/2018)
TEXTO 02
Aos 13 anos, cada criança terá 1.300 fotos e vídeos postados na internet
Você provavelmente já ouviu a frase “as crianças dessa geração já nasceram conectadas”. É o que as pessoas normalmente dizem quando querem diferenciar os jovens de hoje dos que precisaram aprender na marra como usar a internet e viram em primeira mão o surgimento de coisas como as redes sociais e os smartphones – conceitos incorporados à vida dos pequenos desde as fraldas.
Mas qual o impacto da entrada no mundo digital durante a infância? Um relatório divulgado este mês pela Children’s Commissioner, um órgão público da Inglaterra responsável ligado aos direitos das crianças, trouxe informações à respeito dos perigos da coleta de dados dos mais jovens.
Dentre essas informações, está a de que as crianças já estão na internet mesmo que, efetivamente, não estejam navegando: até os 13 anos de idade, os pais terão compartilhado, em média, 1.300 fotos e vídeos de seus filhos.
E a conta não para por aí. Dos 11 aos 16, quando a criança já está conectada por conta própria, cada uma delas compartilha cerca de 26 posts por dia nas redes sociais. Aos 18 anos, cada indivíduo terá publicado 70 mil vezes.
Coleta de dados
Aqui no Brasil, pesquisas sobre o tema mostram números expressivos de crianças conectadas. Em 2017, o TIC Kids Online Brasil, levantamento do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), mostrou 80% dos jovens de 9 a 17 anos eram usuários de internet. A porcentagem representa 24,7 milhões de crianças e adolescentes.
O relatório da Children`s Commissioner chama a atenção para a quantidade de dados coletados sobre crianças – e o desconhecimento que ainda se tem sobre como eles podem influenciar a vida delas. O objetivo da pesquisa é alertar sobre a questão da privacidade infantil e a limitação do uso da internet, defendidos por alguns pediatras e especialistas.
“Nós precisamos parar e pensar sobre o que isso significa para a vida das crianças agora e como isso pode afetar suas vidas futuras como adultos”, disse Anne Longfield, comissária infantil da Inglaterra na introdução do estudo.
Para os pesquisadores, apesar dos reconhecidos benefícios que a coleta de grandes volumes de dados para gerar, como a otimização de serviços públicos e privados, existe um risco em compartilhar dados confidencias em uma idade em que a criança ainda está em formação. “As escolas precisam começar a educar seus alunos sobre a importância de guardar informações pessoais”, afirma Longfield.
Além da escola, para ela, os pais também precisam trabalhar nessa conscientização, e o governo deveria aperfeiçoar o monitoramento e a legislação de proteção de dados. “Devemos agir para entender e controlar quem sabe o quê sobre nossos filhos”.
(Disponível em < https://super.abril.com.br/ciencia/aos-13-anos-cada-crianca-tera-1-300-fotos-e-videos-postados-na-internet/>. Acesso em
09/11/2018)
TEXTO 01
Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo – São Paulo (SP)
A origem dessa aula de biologia em forma de museu está fortemente ligada ao início de outro museu da USP: o Museu do Ipiranga (ou Museu Paulista). Em 1890, o Conselheiro Francisco Mayrink doou ao Governo do Estado de São Paulo uma enorme coleção de história natural, que havia sido reunida pelo coronel Joaquim Sertório desde 1870. De início, todo esse acervo foi incorporado ao Museu Paulista.
Foi só em 1941 que todo o material zoológico foi transferido para o edifício que hoje ocupa, atrás do Museu do Ipiranga. Em 1969, o museu de zoologia passou a fazer parte da Universidade de São Paulo e recebeu seu nome atual. Em 2011, fechou as portas para uma grande reforma e reabriu em 2015 totalmente repaginado.
O local possui mais de 10 milhões de exemplares preservados e guarda testemunhos únicos sobre espécies e ecossistemas – alguns até já extintos. Réplicas de dinossauros, diversas espécies de animais e até a grande teoria de Charles Darwin é explicada por meio de painéis didáticos. Um dos mais interessantes mostra uma seleção de crânios que vão dos primeiros hominídeos até nós, homo sapiens.
Atualmente, o Museu de Zoologia é detentor de um dos maiores acervos zoológicos da América Latina.
(Disponível em <https://super.abril.com.br/cultura/5-museus-de-ciencia-brasileiros-que-voce-precisa-conhecer/>
TEXTO 01
Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo – São Paulo (SP)
A origem dessa aula de biologia em forma de museu está fortemente ligada ao início de outro museu da USP: o Museu do Ipiranga (ou Museu Paulista). Em 1890, o Conselheiro Francisco Mayrink doou ao Governo do Estado de São Paulo uma enorme coleção de história natural, que havia sido reunida pelo coronel Joaquim Sertório desde 1870. De início, todo esse acervo foi incorporado ao Museu Paulista.
Foi só em 1941 que todo o material zoológico foi transferido para o edifício que hoje ocupa, atrás do Museu do Ipiranga. Em 1969, o museu de zoologia passou a fazer parte da Universidade de São Paulo e recebeu seu nome atual. Em 2011, fechou as portas para uma grande reforma e reabriu em 2015 totalmente repaginado.
O local possui mais de 10 milhões de exemplares preservados e guarda testemunhos únicos sobre espécies e ecossistemas – alguns até já extintos. Réplicas de dinossauros, diversas espécies de animais e até a grande teoria de Charles Darwin é explicada por meio de painéis didáticos. Um dos mais interessantes mostra uma seleção de crânios que vão dos primeiros hominídeos até nós, homo sapiens.
Atualmente, o Museu de Zoologia é detentor de um dos maiores acervos zoológicos da América Latina.
(Disponível em <https://super.abril.com.br/cultura/5-museus-de-ciencia-brasileiros-que-voce-precisa-conhecer/>
TEXTO 01
Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo – São Paulo (SP)
A origem dessa aula de biologia em forma de museu está fortemente ligada ao início de outro museu da USP: o Museu do Ipiranga (ou Museu Paulista). Em 1890, o Conselheiro Francisco Mayrink doou ao Governo do Estado de São Paulo uma enorme coleção de história natural, que havia sido reunida pelo coronel Joaquim Sertório desde 1870. De início, todo esse acervo foi incorporado ao Museu Paulista.
Foi só em 1941 que todo o material zoológico foi transferido para o edifício que hoje ocupa, atrás do Museu do Ipiranga. Em 1969, o museu de zoologia passou a fazer parte da Universidade de São Paulo e recebeu seu nome atual. Em 2011, fechou as portas para uma grande reforma e reabriu em 2015 totalmente repaginado.
O local possui mais de 10 milhões de exemplares preservados e guarda testemunhos únicos sobre espécies e ecossistemas – alguns até já extintos. Réplicas de dinossauros, diversas espécies de animais e até a grande teoria de Charles Darwin é explicada por meio de painéis didáticos. Um dos mais interessantes mostra uma seleção de crânios que vão dos primeiros hominídeos até nós, homo sapiens.
Atualmente, o Museu de Zoologia é detentor de um dos maiores acervos zoológicos da América Latina.
(Disponível em <https://super.abril.com.br/cultura/5-museus-de-ciencia-brasileiros-que-voce-precisa-conhecer/>
TEXTO 01
Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo – São Paulo (SP)
A origem dessa aula de biologia em forma de museu está fortemente ligada ao início de outro museu da USP: o Museu do Ipiranga (ou Museu Paulista). Em 1890, o Conselheiro Francisco Mayrink doou ao Governo do Estado de São Paulo uma enorme coleção de história natural, que havia sido reunida pelo coronel Joaquim Sertório desde 1870. De início, todo esse acervo foi incorporado ao Museu Paulista.
Foi só em 1941 que todo o material zoológico foi transferido para o edifício que hoje ocupa, atrás do Museu do Ipiranga. Em 1969, o museu de zoologia passou a fazer parte da Universidade de São Paulo e recebeu seu nome atual. Em 2011, fechou as portas para uma grande reforma e reabriu em 2015 totalmente repaginado.
O local possui mais de 10 milhões de exemplares preservados e guarda testemunhos únicos sobre espécies e ecossistemas – alguns até já extintos. Réplicas de dinossauros, diversas espécies de animais e até a grande teoria de Charles Darwin é explicada por meio de painéis didáticos. Um dos mais interessantes mostra uma seleção de crânios que vão dos primeiros hominídeos até nós, homo sapiens.
Atualmente, o Museu de Zoologia é detentor de um dos maiores acervos zoológicos da América Latina.
(Disponível em <https://super.abril.com.br/cultura/5-museus-de-ciencia-brasileiros-que-voce-precisa-conhecer/>
TEXTO 01
Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo – São Paulo (SP)
A origem dessa aula de biologia em forma de museu está fortemente ligada ao início de outro museu da USP: o Museu do Ipiranga (ou Museu Paulista). Em 1890, o Conselheiro Francisco Mayrink doou ao Governo do Estado de São Paulo uma enorme coleção de história natural, que havia sido reunida pelo coronel Joaquim Sertório desde 1870. De início, todo esse acervo foi incorporado ao Museu Paulista.
Foi só em 1941 que todo o material zoológico foi transferido para o edifício que hoje ocupa, atrás do Museu do Ipiranga. Em 1969, o museu de zoologia passou a fazer parte da Universidade de São Paulo e recebeu seu nome atual. Em 2011, fechou as portas para uma grande reforma e reabriu em 2015 totalmente repaginado.
O local possui mais de 10 milhões de exemplares preservados e guarda testemunhos únicos sobre espécies e ecossistemas – alguns até já extintos. Réplicas de dinossauros, diversas espécies de animais e até a grande teoria de Charles Darwin é explicada por meio de painéis didáticos. Um dos mais interessantes mostra uma seleção de crânios que vão dos primeiros hominídeos até nós, homo sapiens.
Atualmente, o Museu de Zoologia é detentor de um dos maiores acervos zoológicos da América Latina.
(Disponível em <https://super.abril.com.br/cultura/5-museus-de-ciencia-brasileiros-que-voce-precisa-conhecer/>