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Q1727640 Português
Assinale a alternativa na qual todas as palavras são oxítonas.
Alternativas
Q1727639 Português
Sobre colocação pronominal assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q1727638 Português
Assinale a alternativa CORRETA na qual todas as palavras têm acento gráfico:
Alternativas
Q1727637 Português
Na música de Chico Buarque, “Valsinha”, há um exemplo de figura de linguagem que é :
"E ali dançaram tanta dança, que a vizinhança toda despertou".
Alternativas
Q1727636 Português
Segundo o padrão ortográfico assinale a alternativa onde as palavras estão grafadas e acentuadas corretamente:
Alternativas
Q1727635 Português
No primeiro quadrinho da tirinha , há um exemplo de oração subordinada adverbial que exprime:
Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q1727634 Português
NÃO há erro quanto à concordância nominal em:
Alternativas
Q1727633 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras são paroxítonas:
Alternativas
Q1727632 Português
Assinale a alternativa CORRETA em que as palavras são formadas por derivação parassintética, derivação regressiva e composição por aglutinação, respectivamente.
Alternativas
Q1727631 Português
Assinale a alternativa CORRETA na qual a regência está de acordo com a norma culta:
Alternativas
Q1727630 Português
Assinale a alternativa que preenche de forma CORRETA as lacunas nas frases abaixo:
I-Foram _____ as correspondências. II- ______ entrada, sem camisa e de chinelo. III- Água fresca é _____ para a saúde.
Alternativas
Q1727629 Português
Quanto à classificação das orações, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q1727628 Português
Leia o texto e responda a questão:

O padeiro

Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento – mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um lockout, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo. Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando: – Não é ninguém, é o padeiro! Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo? “Então você não é ninguém?” Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém… Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina – e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno. Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!” E assobiava pelas escadas.


(Rubem Braga. Disponível em: http://www.sul21.com.br/jornal/2013/01/100-anos-do-mestre-da-cronicarubem-braga/) 
De acordo com o texto, o que melhor sintetiza a mensagem transmitida é:
Alternativas
Q1727627 Português
Leia o texto e responda a questão:

O padeiro

Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento – mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um lockout, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo. Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando: – Não é ninguém, é o padeiro! Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo? “Então você não é ninguém?” Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém… Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina – e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno. Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!” E assobiava pelas escadas.


(Rubem Braga. Disponível em: http://www.sul21.com.br/jornal/2013/01/100-anos-do-mestre-da-cronicarubem-braga/) 
O texto tem como objetivo propor uma reflexão sobre um determinado tema que é:
Alternativas
Q1727626 Educação Física
Traçando uma linha do tempo nas afirmativas abaixo sobre a história da Educação Física, assinale a alternativa CORRETA.

I- Atividades esportivas passam a ser mais importantes que a ginástica no currículo escolar. Performance, resistência, desempenho e velocidade são as habilidades desenvolvidas.
II- A nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional torna obrigatória a Educação Física para o 1º e o 2º grau (atual Fundamental e Médio).
III- A Constituição Federal considera a Educação Física uma prática educativa obrigatória para o ginásio (atualmente o período entre o 6º e o 9º ano), mas não uma disciplina.
IV. Rui Barbosa é o primeiro a valorizar a área. Pede a inclusão da ginástica nas escolas e a equiparação de seus professores aos das outras disciplinas. Acredita que é necessário ter um corpo saudável para ativar o intelecto.
Alternativas
Q1727625 Educação Física
De acordo com a história da Educação Física é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q1727624 Educação Física
Levando em consideração o papel da saúde na Tendência Pedagógica Popular é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q1727623 Educação Física
Leia os contextos abaixo de acordo com CASTELLANI:

[1] A cultura corporal constitui-se como uma totalidade formada pela interação de distintas práticas sociais, tais como a dança, o jogo, a ginástica, o esporte que, por sua vez, materializam-se, ganham forma, através das práticas corporais.
[2]As práticas sociais, refletem a atividade produtiva humana de buscar respostas às suas necessidades.
Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1727622 Educação Física
Considerando V para Verdadeiro e F para Falso leia as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA sobre a Tendência Pedagógica Militarista.

( ) Foi de 1945 a 1964.
( ) Esta tendência expressa a forma como os professores compreendiam os alunos, considerandoos de forma homogênea. Com a implantação do Estado Novo, a escola passa a sofrer transformações nos programas das disciplinas. Assim, os professores de Educação Física passam a atuar recorrendo a filosofia da militarização, institucionalizando os corpos de seus alunos e renegando o aspecto educacional da prática.
( ) É dominada pelos anseios operários de ascensão na sociedade. Conceitos como inclusão, participação, cooperação, afetividade, lazer e qualidade de vida passam a vigorar nos debates da disciplina.
( ) As mulheres começaram a ser incluídas de forma mais forte nas aulas de Educação Física, porém separadas dos homens. A separação ocorria, pois os exercícios masculinos eram mais rigorosos e a ginástica feminina era mais branda.
Alternativas
Q1727621 Educação Física
Leia as afirmativas abaixo sobre a tendência Pedagogicista e assinale a alternativa CORRETA.
I- A Educação Física Pedagogicista é, pois, a concepção que vai reclamar da sociedade a necessidade de encarar a Educação Física não somente como prática capaz de promover saúde ou disciplinar à juventude, mas ser uma prática, eminentemente, educativa.
II- A Educação Física Pedagogicista não revela uma produção teórica (livros, períodos, teses etc.), ela se sustenta quase que, exclusivamente, numa “teorização” transmitida oralmente entre gerações de trabalhadores deste país.
Alternativas
Respostas
1161: A
1162: A
1163: A
1164: B
1165: A
1166: C
1167: C
1168: C
1169: A
1170: B
1171: A
1172: C
1173: C
1174: A
1175: B
1176: A
1177: A
1178: C
1179: A
1180: B