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Q1359185 Enfermagem
A Úlcera por Pressão pode ser classificada em quatro estágios. O estágio III caracteriza-se por:
Alternativas
Q1359184 Enfermagem
Ainda sobre a questão anterior (23), em 1.000ml de soro glicosado a 5%, tem-se:
Alternativas
Q1359183 Enfermagem
Para administrar 1.000ml de soro glicosado a 5% em 12 horas, o cálculo do gotejamento deverá ser de:
Alternativas
Q1359182 Enfermagem
As Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) continuam sendo um problema de saúde pública e de difícil abordagem entre adolescentes, adultos e idosos. Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1359181 Enfermagem
O paciente L. M. C, 72 anos, sexo masculino, procurou o serviço de saúde queixando-se de tremores, tontura, sudorese e cefaleia. O técnico de Enfermagem, ao realizar o teste de glicemia capilar, observou o resultado de 55mg/dl. Assim, o técnico de enfermagem concluiu que o paciente apresenta:
Alternativas
Q1359180 Estatuto da Pessoa Idosa - Lei nº 10.741 de 2003
A Lei Federal nº 10.741/2003 (Estatuto do Idoso) versa sobre uma série de direitos garantidos pelo Estado às pessoas com idade igual ou superior a 60 anos. No que diz respeito aos transportes coletivos públicos urbanos e semiurbanos, é assegurado aos idosos a gratuidade do transporte desde que:
Alternativas
Q1359172 Português

Texto para a questão 


PROCON FAZ LISTA DE SITES NÃO CONFIÁVEIS PARA A

BLACK FRIDAY


SÃO PAULO – A Black Friday está aí. Nesta sexta-feira (27), boa parte das lojas físicas e eletrônicas oferecem descontos aos consumidores, como já é tradição em diversos países. Mas nem todas essas lojas são confiáveis – no ano passado, a data teve mais de 12 mil queixas no site Reclameaqui.


In: http://economia.uol.com.br/noticias/infomoney/2015/11/26/procon-faz-lista-de-sites-

nao-confiaveis-para-a-black-friday.htm 


Segundo o texto:
Alternativas
Q1359171 Português

COMPARTILHANDO MENTIRAS

Braulio Tavares 


    De vez em quando, nas redes sociais, a gente se pega compartilhando notícias falsas, fotos modificadas, boatos de todo tipo. Hoje mesmo eu estava compartilhando uma notícia que me espantou: na China havia sido descoberto um operário que estava soterrado numa mina há quase 20 anos, depois de ser dado como morto. Quando eu estava pronto para passar a notícia adiante, veio o desmentido: era notícia criada por um desses websites de “jornalismo ficcional” (se o termo não existe, fica inventado agora).

    Quando vemos uma coisa espantosa, inacreditável, edificante, animadora, queremos compartilhar aquilo para faturar uma porcentagenzinha da glória da descoberta. Quando algo nos revolta, nos causa indignação, queremos compartilhar para ver se contribuímos para acabar com aquela pouca vergonha, combater aquela injustiça etc. E mesmo que tudo continue como está, pelo menos mostramos a todos que somos gente boa. E a vida segue.

    O problema é quando a matéria é falsa. E, pior ainda, se é uma matéria falsa que não foi criada por motivos humorísticos ou literários (sim, considero o “jornalismo ficcional” uma interessante forma de literatura), mas para prejudicar a imagem de algum partido ou de algum político, não importa de que posição ou tendência. Inventa-se uma arbitrariedade ou falcatrua, joga-se nas redes sociais e aguarda-se o resultado.

    Neste caso, a multiplicação da notícia falsa (que está sempre sujeita a ser denunciada juridicamente como injúria, calúnia ou difamação) se dá em várias direções. Tem a pessoa que se horroriza com o “fato” noticiado e quer que todo mundo tome consciência daquilo; é a turma “Acorda, Brasil!” Tem a pessoa que, quando percebe que comeu gato por lebre, vai lá rapidinho e retira a postagem, mas geralmente o estrago já foi feito, a mentira foi passada adiante. Tem pessoa que acaba sabendo que a história era falsa, mas, como desejaria que fosse verdadeira (porque é politicamente contra o partido ou a pessoa envolvida) “se faz de doida” e deixa a postagem rendendo compartilhamentos até não poder mais, quando vai lá, se corrige e pede uma desculpazinha esfarrapada.

    Antes de curtir, comentar ou compartilhar procuro checar as fontes, ir nos links originais. E se for um vírus? Bem, procuro nunca ser o primeiro. Inúmeras vezes evitei clicar num link com algo interessante e, duas horas depois, vi as denúncias pipocando: “Peguei um vírus!” É como em guerra de videogame: a melhor maneira de saber se um terreno está minado é deixar que os outros vão na frente. Para que pressa?


In: http://www.cartafundamental.com.br/single/show/279

Sobre o texto, podemos afirmar que:
Alternativas
Q1359170 Português

COMPARTILHANDO MENTIRAS

Braulio Tavares 


    De vez em quando, nas redes sociais, a gente se pega compartilhando notícias falsas, fotos modificadas, boatos de todo tipo. Hoje mesmo eu estava compartilhando uma notícia que me espantou: na China havia sido descoberto um operário que estava soterrado numa mina há quase 20 anos, depois de ser dado como morto. Quando eu estava pronto para passar a notícia adiante, veio o desmentido: era notícia criada por um desses websites de “jornalismo ficcional” (se o termo não existe, fica inventado agora).

    Quando vemos uma coisa espantosa, inacreditável, edificante, animadora, queremos compartilhar aquilo para faturar uma porcentagenzinha da glória da descoberta. Quando algo nos revolta, nos causa indignação, queremos compartilhar para ver se contribuímos para acabar com aquela pouca vergonha, combater aquela injustiça etc. E mesmo que tudo continue como está, pelo menos mostramos a todos que somos gente boa. E a vida segue.

    O problema é quando a matéria é falsa. E, pior ainda, se é uma matéria falsa que não foi criada por motivos humorísticos ou literários (sim, considero o “jornalismo ficcional” uma interessante forma de literatura), mas para prejudicar a imagem de algum partido ou de algum político, não importa de que posição ou tendência. Inventa-se uma arbitrariedade ou falcatrua, joga-se nas redes sociais e aguarda-se o resultado.

    Neste caso, a multiplicação da notícia falsa (que está sempre sujeita a ser denunciada juridicamente como injúria, calúnia ou difamação) se dá em várias direções. Tem a pessoa que se horroriza com o “fato” noticiado e quer que todo mundo tome consciência daquilo; é a turma “Acorda, Brasil!” Tem a pessoa que, quando percebe que comeu gato por lebre, vai lá rapidinho e retira a postagem, mas geralmente o estrago já foi feito, a mentira foi passada adiante. Tem pessoa que acaba sabendo que a história era falsa, mas, como desejaria que fosse verdadeira (porque é politicamente contra o partido ou a pessoa envolvida) “se faz de doida” e deixa a postagem rendendo compartilhamentos até não poder mais, quando vai lá, se corrige e pede uma desculpazinha esfarrapada.

    Antes de curtir, comentar ou compartilhar procuro checar as fontes, ir nos links originais. E se for um vírus? Bem, procuro nunca ser o primeiro. Inúmeras vezes evitei clicar num link com algo interessante e, duas horas depois, vi as denúncias pipocando: “Peguei um vírus!” É como em guerra de videogame: a melhor maneira de saber se um terreno está minado é deixar que os outros vão na frente. Para que pressa?


In: http://www.cartafundamental.com.br/single/show/279

Segundo o texto, é possível afirmar que:
Alternativas
Q1359169 Português

COMPARTILHANDO MENTIRAS

Braulio Tavares 


    De vez em quando, nas redes sociais, a gente se pega compartilhando notícias falsas, fotos modificadas, boatos de todo tipo. Hoje mesmo eu estava compartilhando uma notícia que me espantou: na China havia sido descoberto um operário que estava soterrado numa mina há quase 20 anos, depois de ser dado como morto. Quando eu estava pronto para passar a notícia adiante, veio o desmentido: era notícia criada por um desses websites de “jornalismo ficcional” (se o termo não existe, fica inventado agora).

    Quando vemos uma coisa espantosa, inacreditável, edificante, animadora, queremos compartilhar aquilo para faturar uma porcentagenzinha da glória da descoberta. Quando algo nos revolta, nos causa indignação, queremos compartilhar para ver se contribuímos para acabar com aquela pouca vergonha, combater aquela injustiça etc. E mesmo que tudo continue como está, pelo menos mostramos a todos que somos gente boa. E a vida segue.

    O problema é quando a matéria é falsa. E, pior ainda, se é uma matéria falsa que não foi criada por motivos humorísticos ou literários (sim, considero o “jornalismo ficcional” uma interessante forma de literatura), mas para prejudicar a imagem de algum partido ou de algum político, não importa de que posição ou tendência. Inventa-se uma arbitrariedade ou falcatrua, joga-se nas redes sociais e aguarda-se o resultado.

    Neste caso, a multiplicação da notícia falsa (que está sempre sujeita a ser denunciada juridicamente como injúria, calúnia ou difamação) se dá em várias direções. Tem a pessoa que se horroriza com o “fato” noticiado e quer que todo mundo tome consciência daquilo; é a turma “Acorda, Brasil!” Tem a pessoa que, quando percebe que comeu gato por lebre, vai lá rapidinho e retira a postagem, mas geralmente o estrago já foi feito, a mentira foi passada adiante. Tem pessoa que acaba sabendo que a história era falsa, mas, como desejaria que fosse verdadeira (porque é politicamente contra o partido ou a pessoa envolvida) “se faz de doida” e deixa a postagem rendendo compartilhamentos até não poder mais, quando vai lá, se corrige e pede uma desculpazinha esfarrapada.

    Antes de curtir, comentar ou compartilhar procuro checar as fontes, ir nos links originais. E se for um vírus? Bem, procuro nunca ser o primeiro. Inúmeras vezes evitei clicar num link com algo interessante e, duas horas depois, vi as denúncias pipocando: “Peguei um vírus!” É como em guerra de videogame: a melhor maneira de saber se um terreno está minado é deixar que os outros vão na frente. Para que pressa?


In: http://www.cartafundamental.com.br/single/show/279

Na passagem “Hoje mesmo eu estava compartilhando uma notícia que me espantou”, se o termo em destaque fosse substituído por “nós”, o trecho ficaria assim redigido:
Alternativas
Q1359166 Português

Considere a tirinha abaixo para responder a questão.


Imagem associada para resolução da questão

In http://tirasdemafalda.tumblr.com



Para a personagem Mafalda, a escola:
Alternativas
Q1359165 Atualidades
Durante a 19º Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, um símbolo religioso foi usado como forma de protesto gerando muitas polemicas. Esse símbolo foi:
FONTE: http://guiadooeste.com.br/g1-veja-*-e-outras-polemicas-com-simbolos- cristaos/
Alternativas
Q1359164 Atualidades
O vírus chikungunya que circula no país e os sintomas da doença provocada pelo vírus são parecidos com os da dengue, porém mais dolorosos. O Aedes aegypti, mosquito transmissor do vírus chikungunya também é responsável pela transmissão de qual outra doença?
FONTE: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2015/11/*-ja-foi-registrado-em-14-estados-segundo- ministerio-da-saude.html 
Alternativas
Q1359163 Atualidades
Em junho de 2015, a Suprema Corte Americana anunciaram uma sentença histórica em relação aos direitos igualitários.
FONTE: http://brasil.elpais.com/brasil/2015/06/26/internacional/1435327649_177772.html
Essa decisão foi:
Alternativas
Q1359162 Atualidades
O tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2015 foi amplamente divulgado e bastante elogiado por movimentos sociais, pela mídia e redes sociais. O tema escolhido da redação foi:
FONTE: http://odia.ig.com.br/noticia/educacao/2015-10-26/tema-da-redacao-do-enem- gera-polemica-alem-das-provas.html
Alternativas
Q1359161 Atualidades
Em julho de 2015, o presidente Barack Obama anunciou que os Estados Unidos retomaria relações diplomáticas com outro país e que os dois países irão abrir embaixadas nos respectivos territórios. Esse país é:
FONTE: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/07/obama-anuncia-volta-de-relacoes- com-*-e-abertura-de-embaixada.html 
Alternativas
Q1358272 Enfermagem
A lavagem gástrica é um procedimento de urgência contraindicado em casos de:
Alternativas
Q1358271 Enfermagem
Conforme a intensidade da perda do volume circulante, o choque hipovolêmico pode ser classificado em 4 níveis. A perda de volume de 15 a 30% corresponde à classificação:
Alternativas
Q1358270 Enfermagem
O paciente J. A. F., 64 anos, chega ao serviço de emergência queixando-se de dor epigástrica, náuseas e dor torácica com irradiação para membro superior esquerdo. Esses sintomas são característicos de um paciente com:
Alternativas
Q1358269 Enfermagem
A presença de ar na cavidade pleural denomina-se:
Alternativas
Respostas
3741: D
3742: C
3743: A
3744: B
3745: D
3746: B
3747: D
3748: B
3749: D
3750: C
3751: B
3752: A
3753: A
3754: C
3755: B
3756: C
3757: A
3758: B
3759: D
3760: B