Questões de Concurso Comentadas para ipefae

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Q3978787 Edificações
A execução da alvenaria requer cuidados específicos para garantir a estabilidade e evitar futuras patologias, como trincas nas junções entre tijolos e elementos estruturais de concreto. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
( ) O encunhamento, que é a vedação da última fiada sob a viga, deve ser feito imediatamente após o levantamento da parede para garantir a pressão estrutural necessária.
( ) A amarração entre as paredes deve ser feita alternando as posições dos tijolos nas quinas, evitando que se formem juntas verticais contínuas que fragilizam a estrutura.
( ) A utilização de "ferro de espera" ou telas metálicas fixadas nos pilares ajuda a melhorar a aderência e a evitar fissuras na interface entre a alvenaria e o concreto.
( ) Os tijolos devem estar completamente secos no momento do assentamento para garantir que a argamassa não perca água para o bloco, melhorando a cura química.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3978785 Eletricidade
Durante a análise do projeto elétrico de um prédio público, o eletricista identifica a previsão de instalação de um Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA). Sobre os princípios técnicos desse sistema, analise as assertivas:
I. O SPDA tem a função de captar a descarga atmosférica e conduzi-la de forma segura até o sistema de aterramento da edificação.
II. O SPDA elimina completamente a possibilidade de danos elétricos ou estruturais causados por descargas atmosféricas.
III. O sistema é composto, de modo geral, por subsistemas de captação, descida e aterramento.
Está(ão) CORRETA(S):
Alternativas
Q3978784 Eletricidade
Na montagem de uma luminária fluorescente com reator de partida rápida (sem starter), o conjunto típico inclui um componente que limita corrente e outro que auxilia na correção de fator de potência (quando previsto). Assim, a luminária pode envolver: 
Alternativas
Q3978783 Eletricidade
Em uma oficina, será instalado um motor monofásico de baixa tensão que utiliza capacitor para auxiliar na partida. Nessa situação, a característica que melhor diferencia esse motor, em relação ao trifásico de indução, é:
Alternativas
Q3978782 Eletricidade
Em um sistema trifásico com neutro utilizado em edificações, é comum existir 127 V entre fase e neutro e 220 V entre duas fases (valores típicos de fornecimento). Nesse contexto, a afirmativa tecnicamente compatível é: 
Alternativas
Q3978780 Eletricidade
Em um diagrama unifilar predial, o símbolo associado ao dispositivo de proteção que interrompe o circuito por sobrecorrente é, tipicamente, o do(a):
Alternativas
Q3978779 Eletricidade
Em uma instalação predial, ocorre sobrecarga prolongada em um circuito de tomadas, sem curtocircuito. Nessa condição, a atuação esperada de um disjuntor termomagnético é: 
Alternativas
Q3978778 Eletricidade
Em um circuito CC, há um resistor R1 = 6 Ω em série com um paralelo formado por R2 = 6 Ω e R3 = 3 Ω. A resistência equivalente do circuito é: 
Alternativas
Q3978777 Segurança e Saúde no Trabalho
Antes de executar manutenção em quadro de distribuição de baixa tensão, o eletricista seleciona Equipamentos de Proteção Individual apropriados para reduzir risco de choque e queimaduras. Um conjunto coerente com esta atividade profissional inclui:
Alternativas
Q3978775 Eletricidade
Durante a execução de uma instalação elétrica predial, o eletricista precisa preencher a placa de identificação e o relatório de testes, registrando as grandezas medidas com suas unidades corretas no Sistema Internacional (SI), conforme padronização técnica. Assinale a alternativa em que a grandeza e a unidade do SI estão corretamente associadas: 
Alternativas
Q3978774 Eletricidade
Em um circuito em paralelo com duas lâmpadas idênticas, uma lâmpada queima (abre o circuito apenas no seu ramo). Nesse contexto, a consequência compatível é que:
Alternativas
Q3978773 Eletricidade
Um equipamento opera em 127 V e consome 2 A em regime nominal. Desprezando perdas, a potência elétrica aproximada é: 
Alternativas
Q3978772 Eletricidade
Em um circuito de corrente contínua, um resistor é submetido a uma tensão de 24 V e a corrente medida é de 3 A. Considerando a Lei de Ohm, a resistência elétrica desse componente é:
Alternativas
Q3978771 Direitos Humanos
O artigo 1 da Declaração Universal dos Direitos Humanos determina que todos os seres humanos nascem:
Alternativas
Q3978768 Matemática
A Prefeitura está revitalizando a Praça dos Ipês, um importante espaço de lazer no centro da cidade. A praça tem formato retangular, e sua área total é de 600 m², conforme consta no projeto de paisagismo da Secretaria Municipal de Meio Ambiente.
Segundo o memorial descritivo do projeto, o comprimento da praça é 10 metros maior que a sua largura, uma configuração que permite a instalação de um palco para eventos em uma das extremidades, mantendo área livre para circulação.
Para a compra do material necessário para cercar a praça com uma grade, é preciso saber qual é o perímetro total do terreno da praça.
Assinale a alternativa que indica o perímetro correto da Praça dos Ipês:
Alternativas
Q3978766 Matemática
A nutricionista responsável pela merenda escolar na rede municipal, está preparando o suco que será servido no almoço das escolas. Seguindo o manual de alimentação escolar do município, a receita padrão exige que a mistura seja feita na proporção de 1 parte de concentrado de fruta para 5 partes de água filtrada, garantindo o sabor adequado e o aproveitamento nutritivo sem desperdício. Em um dia especialmente quente, a previsão é que sejam consumidos 240 litros de suco pronto em todas as escolas municipais. Para fazer o pedido correto ao almoxarifado, a nutricionista precisa calcular com precisão: quantos litros de concentrado de fruta ela deve solicitar para esse dia? 
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Q3978763 Português
O grau diminutivo das palavras é usado, na maioria das vezes, para indicar o tamanho pequeno ou diminuído de algo ou alguém. Em qual das frases NÃO aparece uma palavra no diminutivo? Assinale a alternativa correta. 
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Q3978759 Português
Texto para a questão.

O que perdemos por deixar de escrever à mão

Excluídas as coisas que adoraríamos esquecer, a felicidade se mede pelas tantas que merecemos lembrar. E neste quesito, tudo o que favorece a memorização tem importância.
    
Vilmar Sanches, um colega sempre beminformado, trouxe para o grupo da nossa ATM um texto que coloca em xeque o futuro da escrita manual, uma forma de comunicação desenvolvida há mais de 2,5 mil anos e que está perdendo espaço para o uso exclusivo de telas entre os jovens da geração Z (nascidos entre 1997 e 2012).
    
O hábito de escrever no papel tornou-se menos frequente devido à predominância de celulares, tablets e computadores, alterando uma prática fundamental da civilização humana.
    
Seria razão para comemoração plena se essa transformação profunda no processamento de informações não significasse perdas para as novas gerações. Estudos indicam que o ato físico de escrever ativa áreas cerebrais essenciais para o aprendizado e o raciocínio crítico, de forma muito mais intensa do que a digitação.
    
O esforço muscular e tátil da escrita manual, com movimentos específicos no desenho de cada letra, ajuda o cérebro a ancorar a informação à memória, enquanto na digitação o movimento é homogeneizado: nada distingue um clique para digitar um A ou um Z.
    
Quando toda a novidade presume avanço, aqui estão alguns efeitos dessa mudança:

    1. Impacto no aprendizado e na memória. O abandono gradual da escrita à mão, em favor da digitação, é um fenômeno que altera não apenas a forma como nos comunicamos, mas também como o nosso cérebro processa informações. Essa mudança de costumes traz benefícios de eficiência, mas impõe perdas significativas em termos cognitivos e motores. Ao escrever à mão, o cérebro precisa planejar e executar movimentos complexos para cada letra, o que reforça a retenção de informações

    2. Codificação profunda. Estudos sugerem que o tempo mais lento da escrita manual permite que o cérebro processe melhor o conteúdo

    3. Quem digita usa com frequência o "copie e cole", o que resulta numa retenção superficial, enquanto quem escreve à mão é forçado a resumir e selecionar conceitos-chave, o que facilita a compreensão e o armazenamento. A escrita manual é uma tarefa multissensorial. Ela envolve a integração da visão, do tato e do controle motor fino, muito valorizados na alfabetização infantil

     4. Refinamento da coordenação fina. A perda da prática manual pode levar a uma atrofia de habilidades motoras delicadas, essenciais em áreas como cirurgia, artes plásticas e mecânica de precisão
    
        Exauridos os argumentos técnicos, ainda restará lamentar a falta do deslumbramento de receber uma carta de amor, com aquela caligrafia inconfundível, falando de saudade.
    
        Acredite, a vida do robô é um modelo de eficiência vazia. Ele, coitado, nem tem onde guardar cartas para reler em dias tristes. J.J. Camargo. 

J.J. Camargo. Disponível em <https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2026/02/oque-perdemos-por-deixar-de-escrever-a-maocmltur7cr003401jnhitonyvt.html>.
No trecho do texto em que se afirma: “A escrita manual é uma tarefa multissensorial.”, o autor organiza a informação em uma oração simples. Considerando a análise sintática do período, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3978758 Português
Texto para a questão.

O que perdemos por deixar de escrever à mão

Excluídas as coisas que adoraríamos esquecer, a felicidade se mede pelas tantas que merecemos lembrar. E neste quesito, tudo o que favorece a memorização tem importância.
    
Vilmar Sanches, um colega sempre beminformado, trouxe para o grupo da nossa ATM um texto que coloca em xeque o futuro da escrita manual, uma forma de comunicação desenvolvida há mais de 2,5 mil anos e que está perdendo espaço para o uso exclusivo de telas entre os jovens da geração Z (nascidos entre 1997 e 2012).
    
O hábito de escrever no papel tornou-se menos frequente devido à predominância de celulares, tablets e computadores, alterando uma prática fundamental da civilização humana.
    
Seria razão para comemoração plena se essa transformação profunda no processamento de informações não significasse perdas para as novas gerações. Estudos indicam que o ato físico de escrever ativa áreas cerebrais essenciais para o aprendizado e o raciocínio crítico, de forma muito mais intensa do que a digitação.
    
O esforço muscular e tátil da escrita manual, com movimentos específicos no desenho de cada letra, ajuda o cérebro a ancorar a informação à memória, enquanto na digitação o movimento é homogeneizado: nada distingue um clique para digitar um A ou um Z.
    
Quando toda a novidade presume avanço, aqui estão alguns efeitos dessa mudança:

    1. Impacto no aprendizado e na memória. O abandono gradual da escrita à mão, em favor da digitação, é um fenômeno que altera não apenas a forma como nos comunicamos, mas também como o nosso cérebro processa informações. Essa mudança de costumes traz benefícios de eficiência, mas impõe perdas significativas em termos cognitivos e motores. Ao escrever à mão, o cérebro precisa planejar e executar movimentos complexos para cada letra, o que reforça a retenção de informações

    2. Codificação profunda. Estudos sugerem que o tempo mais lento da escrita manual permite que o cérebro processe melhor o conteúdo

    3. Quem digita usa com frequência o "copie e cole", o que resulta numa retenção superficial, enquanto quem escreve à mão é forçado a resumir e selecionar conceitos-chave, o que facilita a compreensão e o armazenamento. A escrita manual é uma tarefa multissensorial. Ela envolve a integração da visão, do tato e do controle motor fino, muito valorizados na alfabetização infantil

     4. Refinamento da coordenação fina. A perda da prática manual pode levar a uma atrofia de habilidades motoras delicadas, essenciais em áreas como cirurgia, artes plásticas e mecânica de precisão
    
        Exauridos os argumentos técnicos, ainda restará lamentar a falta do deslumbramento de receber uma carta de amor, com aquela caligrafia inconfundível, falando de saudade.
    
        Acredite, a vida do robô é um modelo de eficiência vazia. Ele, coitado, nem tem onde guardar cartas para reler em dias tristes. J.J. Camargo. 

J.J. Camargo. Disponível em <https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2026/02/oque-perdemos-por-deixar-de-escrever-a-maocmltur7cr003401jnhitonyvt.html>.
Considerando a articulação lógica entre as orações e o valor semântico do conectivo “se” no período “Seria razão para comemoração plena se essa transformação profunda no processamento de informações não significasse perdas para as novas gerações.”, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3978757 Português
Texto para a questão.

O que perdemos por deixar de escrever à mão

Excluídas as coisas que adoraríamos esquecer, a felicidade se mede pelas tantas que merecemos lembrar. E neste quesito, tudo o que favorece a memorização tem importância.
    
Vilmar Sanches, um colega sempre beminformado, trouxe para o grupo da nossa ATM um texto que coloca em xeque o futuro da escrita manual, uma forma de comunicação desenvolvida há mais de 2,5 mil anos e que está perdendo espaço para o uso exclusivo de telas entre os jovens da geração Z (nascidos entre 1997 e 2012).
    
O hábito de escrever no papel tornou-se menos frequente devido à predominância de celulares, tablets e computadores, alterando uma prática fundamental da civilização humana.
    
Seria razão para comemoração plena se essa transformação profunda no processamento de informações não significasse perdas para as novas gerações. Estudos indicam que o ato físico de escrever ativa áreas cerebrais essenciais para o aprendizado e o raciocínio crítico, de forma muito mais intensa do que a digitação.
    
O esforço muscular e tátil da escrita manual, com movimentos específicos no desenho de cada letra, ajuda o cérebro a ancorar a informação à memória, enquanto na digitação o movimento é homogeneizado: nada distingue um clique para digitar um A ou um Z.
    
Quando toda a novidade presume avanço, aqui estão alguns efeitos dessa mudança:

    1. Impacto no aprendizado e na memória. O abandono gradual da escrita à mão, em favor da digitação, é um fenômeno que altera não apenas a forma como nos comunicamos, mas também como o nosso cérebro processa informações. Essa mudança de costumes traz benefícios de eficiência, mas impõe perdas significativas em termos cognitivos e motores. Ao escrever à mão, o cérebro precisa planejar e executar movimentos complexos para cada letra, o que reforça a retenção de informações

    2. Codificação profunda. Estudos sugerem que o tempo mais lento da escrita manual permite que o cérebro processe melhor o conteúdo

    3. Quem digita usa com frequência o "copie e cole", o que resulta numa retenção superficial, enquanto quem escreve à mão é forçado a resumir e selecionar conceitos-chave, o que facilita a compreensão e o armazenamento. A escrita manual é uma tarefa multissensorial. Ela envolve a integração da visão, do tato e do controle motor fino, muito valorizados na alfabetização infantil

     4. Refinamento da coordenação fina. A perda da prática manual pode levar a uma atrofia de habilidades motoras delicadas, essenciais em áreas como cirurgia, artes plásticas e mecânica de precisão
    
        Exauridos os argumentos técnicos, ainda restará lamentar a falta do deslumbramento de receber uma carta de amor, com aquela caligrafia inconfundível, falando de saudade.
    
        Acredite, a vida do robô é um modelo de eficiência vazia. Ele, coitado, nem tem onde guardar cartas para reler em dias tristes. J.J. Camargo. 

J.J. Camargo. Disponível em <https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2026/02/oque-perdemos-por-deixar-de-escrever-a-maocmltur7cr003401jnhitonyvt.html>.
Após enumerar efeitos cognitivos e motores ligados ao abandono da escrita à mão, o autor encerra com a imagem da carta de amor e da eficiência vazia atribuída ao robô. Nesse encadeamento, a conclusão cumpre a função de:
I. Substituir a argumentação técnica por um exemplo afetivo, voltando o tema ao âmbito estritamente pessoal.
II. Negar as vantagens de eficiência da digitação, tratando-as como prescindíveis para o mundo contemporâneo.
III. Reforçar que a questão envolve também perdas simbólicas e de memória afetiva, além de ganhos práticos.
IV. Comprovar, por meio de caso concreto, que a escrita manual é superior em qualquer tarefa cotidiana.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
301: D
302: C
303: B
304: C
305: D
306: A
307: A
308: B
309: D
310: C
311: A
312: C
313: B
314: C
315: D
316: B
317: D
318: B
319: D
320: C