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Q437036 Ética na Administração Pública
Um gerente de pesquisa vinculado ao superintendente de propaganda, ambos subordinados à Diretoria de Marketing do Banco I, verifica, através de um dos projetos que gerencia, a necessidade da divulgação dos serviços bancários prestados pela internet aos clientes dessa Instituição. Para vencer eventual resistência dos usuários em aderir à inclusão digital, em conjunto com a área de Informática, o gerente apresenta-lhes um mecanismo de acesso à rede com proteção avançada.

Nos termos do Código de Ética do Banco do Brasil, em relação aos clientes, do modo como foi elaborado, tal projeto de inclusão realiza o primado da
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Q437035 Administração Geral
Um candidato a uma vaga em uma empresa do setor financeiro está analisando uma proposta recebida. Para ajudar a decidir se aceitará ou não o emprego, ele está pesquisando alguns elementos da cultura dessa empresa.

O conhecimento da cultura da organização para a aceitação de um emprego é importante porque permite que o candidato
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Q437034 Administração Geral
Uma empresa do setor financeiro está passando por uma reestruturação para se adaptar ao novo ambiente macro- econômico que, nos últimos anos, tem apresentado maior concorrência e mais dinamismo.
Um dos diretores, que participava das discussões sobre essa reestruturação, argumentou que a mudança necessária seria complexa porque, segundo ele, como a cultura da empresa estava errada, seria necessário contratar um consultor para realizar as mudanças culturais identificadas como fundamentais para a atuação da empresa nesse novo ambiente.

Diante desses argumentos, constata-se que a proposição do diretor está
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Q437033 Administração Geral
A cultura existente em uma empresa pode ser fator agregador ou desagregador, dependendo de sua homogeneidade e de sua aceitação pelos seus componentes.

Para a empresa, a existência de uma cultura forte constitui-se em vantagem porque
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Q437032 Administração Geral
Uma empresa do setor bancário atua de maneira bastante agressiva no mercado, sempre buscando informações dos concorrentes para poder antecipar-se ao lançamento de novos produtos. Com esse objetivo, seus empregados são treinados constantemente para serem participativos na criação de novos produtos e na identificação das necessidades do mercado e de seus clientes. 

As características apresentadas por essa empresa são relativas à
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Q437031 Administração Geral
A cultura organizacional é composta por diversos elementos construídos ao longo do tempo. A cultura organizacional absorve as mudanças e a evolução ocorridas na empresa; por isso, cada organização possui a sua própria cultura.

A cultura organizacional é formada por
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Q437017 Português
A palavra Assim articula os dois primeiros períodos do terceiro parágrafo do Texto I.

No contexto, esse conector estabelece uma relação de causa e efeito entre um(a)
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Q424895 Português
Texto 2

                                                Em SC, garoto-herói salva bebê em incêndio

Acredite: super-heróis realmente existem. E o garoto Riquelme Wesley dos Santos, de apenas cinco anos, é um deles. Fantasiado de Homem-Aranha, ele entrou em uma casa no meio de um incêndio para salvar um bebê, de um ano e 10 meses. Da residência, nada sobrou. Ficou a lição de alguém que arriscou a sua jovem vida para preservar a de outro, e a felicidade de uma família que, apesar de não ter mais a própria casa, continua unida. O fato ocorreu na localidade de São Sebastião, no pequeno município de Palmeira, na serra catarinense. Era fim de tarde de quinta-feira, quando Riquelme brincava de carrinho na casa da vizinha, Lucilene Córdova dos Santos, 36 anos. Enquanto ela lavava roupas nos fundos da casa, a filha mais nova, Andrieli dos Santos, de um ano e 10 meses, dormia no berço, no quarto da frente. Riquelme brincava no pátio com o irmão de Andrieli, de dez anos, quando percebeu o início do incêndio no quarto da menina. Ele chamou Lucilene, que correu para tentar socorrer a filha. Ao abrir a porta do quarto, ela deparou-se com grandes labaredas. O berço do bebê já era consumido pelo fogo. A mãe entrou em pânico e saiu da casa. Quando começou a gritar e já pensava na morte de Andrieli, aconteceu o inesperado. - Não chora, tia, fica tranquila que eu salvo a sua filha, disse Riquelme. Lucilene tentou impedir o garoto, pois sabia que ele também poderia morrer. Mas ele não deu ouvidos, abaixou-se, tapou o nariz com os dedos e entrou na casa. Foi até o quarto onde Andrieli dormia, pegou-a pela perna, retirou-a do berço e, em poucos segundos, entregou-a nos braços da mãe. Logo em seguida, os bombeiros chegaram. Tudo o que havia dentro da casa foi perdido, mas Andrieli e Riquelme
estavam salvos, sem sequer um arranhão ou queimadura. No dia seguinte, o garoto não falava em outra coisa. Questionado se não teve medo, foi enfático. - Claro que não. O Homem-Aranha não é fraco e não tem medo de nada. Disponível em: . Acesso em: 15 set. 2013. Adaptado.
Mantendo o mesmo tempo verbal, como ficará a frase: “Riquelme brincava no pátio com o irmão de Andrieli" ( l. 21-22; Texto II) se a palavra Riquelme for substituída por Nós?
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Q424891 Português
Texto 2

                                                Em SC, garoto-herói salva bebê em incêndio

Acredite: super-heróis realmente existem. E o garoto Riquelme Wesley dos Santos, de apenas cinco anos, é um deles. Fantasiado de Homem-Aranha, ele entrou em uma casa no meio de um incêndio para salvar um bebê, de um ano e 10 meses. Da residência, nada sobrou. Ficou a lição de alguém que arriscou a sua jovem vida para preservar a de outro, e a felicidade de uma família que, apesar de não ter mais a própria casa, continua unida. O fato ocorreu na localidade de São Sebastião, no pequeno município de Palmeira, na serra catarinense. Era fim de tarde de quinta-feira, quando Riquelme brincava de carrinho na casa da vizinha, Lucilene Córdova dos Santos, 36 anos. Enquanto ela lavava roupas nos fundos da casa, a filha mais nova, Andrieli dos Santos, de um ano e 10 meses, dormia no berço, no quarto da frente. Riquelme brincava no pátio com o irmão de Andrieli, de dez anos, quando percebeu o início do incêndio no quarto da menina. Ele chamou Lucilene, que correu para tentar socorrer a filha. Ao abrir a porta do quarto, ela deparou-se com grandes labaredas. O berço do bebê já era consumido pelo fogo. A mãe entrou em pânico e saiu da casa. Quando começou a gritar e já pensava na morte de Andrieli, aconteceu o inesperado. - Não chora, tia, fica tranquila que eu salvo a sua filha, disse Riquelme. Lucilene tentou impedir o garoto, pois sabia que ele também poderia morrer. Mas ele não deu ouvidos, abaixou-se, tapou o nariz com os dedos e entrou na casa. Foi até o quarto onde Andrieli dormia, pegou-a pela perna, retirou-a do berço e, em poucos segundos, entregou-a nos braços da mãe. Logo em seguida, os bombeiros chegaram. Tudo o que havia dentro da casa foi perdido, mas Andrieli e Riquelme
estavam salvos, sem sequer um arranhão ou queimadura. No dia seguinte, o garoto não falava em outra coisa. Questionado se não teve medo, foi enfático. - Claro que não. O Homem-Aranha não é fraco e não tem medo de nada. Disponível em: . Acesso em: 15 set. 2013. Adaptado.
A frase em que a palavra em negrito está acentuada de acordo com a norma-padrão é:
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Q424886 Português
Texto 2

                                                Em SC, garoto-herói salva bebê em incêndio

Acredite: super-heróis realmente existem. E o garoto Riquelme Wesley dos Santos, de apenas cinco anos, é um deles. Fantasiado de Homem-Aranha, ele entrou em uma casa no meio de um incêndio para salvar um bebê, de um ano e 10 meses. Da residência, nada sobrou. Ficou a lição de alguém que arriscou a sua jovem vida para preservar a de outro, e a felicidade de uma família que, apesar de não ter mais a própria casa, continua unida. O fato ocorreu na localidade de São Sebastião, no pequeno município de Palmeira, na serra catarinense. Era fim de tarde de quinta-feira, quando Riquelme brincava de carrinho na casa da vizinha, Lucilene Córdova dos Santos, 36 anos. Enquanto ela lavava roupas nos fundos da casa, a filha mais nova, Andrieli dos Santos, de um ano e 10 meses, dormia no berço, no quarto da frente. Riquelme brincava no pátio com o irmão de Andrieli, de dez anos, quando percebeu o início do incêndio no quarto da menina. Ele chamou Lucilene, que correu para tentar socorrer a filha. Ao abrir a porta do quarto, ela deparou-se com grandes labaredas. O berço do bebê já era consumido pelo fogo. A mãe entrou em pânico e saiu da casa. Quando começou a gritar e já pensava na morte de Andrieli, aconteceu o inesperado. - Não chora, tia, fica tranquila que eu salvo a sua filha, disse Riquelme. Lucilene tentou impedir o garoto, pois sabia que ele também poderia morrer. Mas ele não deu ouvidos, abaixou-se, tapou o nariz com os dedos e entrou na casa. Foi até o quarto onde Andrieli dormia, pegou-a pela perna, retirou-a do berço e, em poucos segundos, entregou-a nos braços da mãe. Logo em seguida, os bombeiros chegaram. Tudo o que havia dentro da casa foi perdido, mas Andrieli e Riquelme
estavam salvos, sem sequer um arranhão ou queimadura. No dia seguinte, o garoto não falava em outra coisa. Questionado se não teve medo, foi enfático. - Claro que não. O Homem-Aranha não é fraco e não tem medo de nada. Disponível em: . Acesso em: 15 set. 2013. Adaptado.
A frase que está pontuada de acordo com a norma-padrão é:
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Q424881 Português
Texto 2

                                                Em SC, garoto-herói salva bebê em incêndio

Acredite: super-heróis realmente existem. E o garoto Riquelme Wesley dos Santos, de apenas cinco anos, é um deles. Fantasiado de Homem-Aranha, ele entrou em uma casa no meio de um incêndio para salvar um bebê, de um ano e 10 meses. Da residência, nada sobrou. Ficou a lição de alguém que arriscou a sua jovem vida para preservar a de outro, e a felicidade de uma família que, apesar de não ter mais a própria casa, continua unida. O fato ocorreu na localidade de São Sebastião, no pequeno município de Palmeira, na serra catarinense. Era fim de tarde de quinta-feira, quando Riquelme brincava de carrinho na casa da vizinha, Lucilene Córdova dos Santos, 36 anos. Enquanto ela lavava roupas nos fundos da casa, a filha mais nova, Andrieli dos Santos, de um ano e 10 meses, dormia no berço, no quarto da frente. Riquelme brincava no pátio com o irmão de Andrieli, de dez anos, quando percebeu o início do incêndio no quarto da menina. Ele chamou Lucilene, que correu para tentar socorrer a filha. Ao abrir a porta do quarto, ela deparou-se com grandes labaredas. O berço do bebê já era consumido pelo fogo. A mãe entrou em pânico e saiu da casa. Quando começou a gritar e já pensava na morte de Andrieli, aconteceu o inesperado. - Não chora, tia, fica tranquila que eu salvo a sua filha, disse Riquelme. Lucilene tentou impedir o garoto, pois sabia que ele também poderia morrer. Mas ele não deu ouvidos, abaixou-se, tapou o nariz com os dedos e entrou na casa. Foi até o quarto onde Andrieli dormia, pegou-a pela perna, retirou-a do berço e, em poucos segundos, entregou-a nos braços da mãe. Logo em seguida, os bombeiros chegaram. Tudo o que havia dentro da casa foi perdido, mas Andrieli e Riquelme
estavam salvos, sem sequer um arranhão ou queimadura. No dia seguinte, o garoto não falava em outra coisa. Questionado se não teve medo, foi enfático. - Claro que não. O Homem-Aranha não é fraco e não tem medo de nada. Disponível em: . Acesso em: 15 set. 2013. Adaptado.
A frase em que as palavras destacadas estão grafadas corretamente é:
Alternativas
Q424877 Português
Texto 2

                                                Em SC, garoto-herói salva bebê em incêndio

Acredite: super-heróis realmente existem. E o garoto Riquelme Wesley dos Santos, de apenas cinco anos, é um deles. Fantasiado de Homem-Aranha, ele entrou em uma casa no meio de um incêndio para salvar um bebê, de um ano e 10 meses. Da residência, nada sobrou. Ficou a lição de alguém que arriscou a sua jovem vida para preservar a de outro, e a felicidade de uma família que, apesar de não ter mais a própria casa, continua unida. O fato ocorreu na localidade de São Sebastião, no pequeno município de Palmeira, na serra catarinense. Era fim de tarde de quinta-feira, quando Riquelme brincava de carrinho na casa da vizinha, Lucilene Córdova dos Santos, 36 anos. Enquanto ela lavava roupas nos fundos da casa, a filha mais nova, Andrieli dos Santos, de um ano e 10 meses, dormia no berço, no quarto da frente. Riquelme brincava no pátio com o irmão de Andrieli, de dez anos, quando percebeu o início do incêndio no quarto da menina. Ele chamou Lucilene, que correu para tentar socorrer a filha. Ao abrir a porta do quarto, ela deparou-se com grandes labaredas. O berço do bebê já era consumido pelo fogo. A mãe entrou em pânico e saiu da casa. Quando começou a gritar e já pensava na morte de Andrieli, aconteceu o inesperado. - Não chora, tia, fica tranquila que eu salvo a sua filha, disse Riquelme. Lucilene tentou impedir o garoto, pois sabia que ele também poderia morrer. Mas ele não deu ouvidos, abaixou-se, tapou o nariz com os dedos e entrou na casa. Foi até o quarto onde Andrieli dormia, pegou-a pela perna, retirou-a do berço e, em poucos segundos, entregou-a nos braços da mãe. Logo em seguida, os bombeiros chegaram. Tudo o que havia dentro da casa foi perdido, mas Andrieli e Riquelme
estavam salvos, sem sequer um arranhão ou queimadura. No dia seguinte, o garoto não falava em outra coisa. Questionado se não teve medo, foi enfático. - Claro que não. O Homem-Aranha não é fraco e não tem medo de nada. Disponível em: . Acesso em: 15 set. 2013. Adaptado.
No trecho do Texto II “Lucilene tentou impedir o garoto, pois sabia que ele também poderia morrer" ( l. 35-36), a palavra em negrito pode ser substituída, sem alterar o sentido da frase, por
Alternativas
Q424873 Português
Texto 2

                                                Em SC, garoto-herói salva bebê em incêndio

Acredite: super-heróis realmente existem. E o garoto Riquelme Wesley dos Santos, de apenas cinco anos, é um deles. Fantasiado de Homem-Aranha, ele entrou em uma casa no meio de um incêndio para salvar um bebê, de um ano e 10 meses. Da residência, nada sobrou. Ficou a lição de alguém que arriscou a sua jovem vida para preservar a de outro, e a felicidade de uma família que, apesar de não ter mais a própria casa, continua unida. O fato ocorreu na localidade de São Sebastião, no pequeno município de Palmeira, na serra catarinense. Era fim de tarde de quinta-feira, quando Riquelme brincava de carrinho na casa da vizinha, Lucilene Córdova dos Santos, 36 anos. Enquanto ela lavava roupas nos fundos da casa, a filha mais nova, Andrieli dos Santos, de um ano e 10 meses, dormia no berço, no quarto da frente. Riquelme brincava no pátio com o irmão de Andrieli, de dez anos, quando percebeu o início do incêndio no quarto da menina. Ele chamou Lucilene, que correu para tentar socorrer a filha. Ao abrir a porta do quarto, ela deparou-se com grandes labaredas. O berço do bebê já era consumido pelo fogo. A mãe entrou em pânico e saiu da casa. Quando começou a gritar e já pensava na morte de Andrieli, aconteceu o inesperado. - Não chora, tia, fica tranquila que eu salvo a sua filha, disse Riquelme. Lucilene tentou impedir o garoto, pois sabia que ele também poderia morrer. Mas ele não deu ouvidos, abaixou-se, tapou o nariz com os dedos e entrou na casa. Foi até o quarto onde Andrieli dormia, pegou-a pela perna, retirou-a do berço e, em poucos segundos, entregou-a nos braços da mãe. Logo em seguida, os bombeiros chegaram. Tudo o que havia dentro da casa foi perdido, mas Andrieli e Riquelme
estavam salvos, sem sequer um arranhão ou queimadura. No dia seguinte, o garoto não falava em outra coisa. Questionado se não teve medo, foi enfático. - Claro que não. O Homem-Aranha não é fraco e não tem medo de nada. Disponível em: . Acesso em: 15 set. 2013. Adaptado.
“Quando começou a gritar e já pensava na morte de Andrieli, aconteceu o inesperado" ( l. 31-32) A palavra inesperado foi usada para apresentar o seguinte fato:
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Q424867 Português
Texto 2

                                                Em SC, garoto-herói salva bebê em incêndio

Acredite: super-heróis realmente existem. E o garoto Riquelme Wesley dos Santos, de apenas cinco anos, é um deles. Fantasiado de Homem-Aranha, ele entrou em uma casa no meio de um incêndio para salvar um bebê, de um ano e 10 meses. Da residência, nada sobrou. Ficou a lição de alguém que arriscou a sua jovem vida para preservar a de outro, e a felicidade de uma família que, apesar de não ter mais a própria casa, continua unida. O fato ocorreu na localidade de São Sebastião, no pequeno município de Palmeira, na serra catarinense. Era fim de tarde de quinta-feira, quando Riquelme brincava de carrinho na casa da vizinha, Lucilene Córdova dos Santos, 36 anos. Enquanto ela lavava roupas nos fundos da casa, a filha mais nova, Andrieli dos Santos, de um ano e 10 meses, dormia no berço, no quarto da frente. Riquelme brincava no pátio com o irmão de Andrieli, de dez anos, quando percebeu o início do incêndio no quarto da menina. Ele chamou Lucilene, que correu para tentar socorrer a filha. Ao abrir a porta do quarto, ela deparou-se com grandes labaredas. O berço do bebê já era consumido pelo fogo. A mãe entrou em pânico e saiu da casa. Quando começou a gritar e já pensava na morte de Andrieli, aconteceu o inesperado. - Não chora, tia, fica tranquila que eu salvo a sua filha, disse Riquelme. Lucilene tentou impedir o garoto, pois sabia que ele também poderia morrer. Mas ele não deu ouvidos, abaixou-se, tapou o nariz com os dedos e entrou na casa. Foi até o quarto onde Andrieli dormia, pegou-a pela perna, retirou-a do berço e, em poucos segundos, entregou-a nos braços da mãe. Logo em seguida, os bombeiros chegaram. Tudo o que havia dentro da casa foi perdido, mas Andrieli e Riquelme
estavam salvos, sem sequer um arranhão ou queimadura. No dia seguinte, o garoto não falava em outra coisa. Questionado se não teve medo, foi enfático. - Claro que não. O Homem-Aranha não é fraco e não tem medo de nada. Disponível em: . Acesso em: 15 set. 2013. Adaptado.
No trecho do Texto II: “ela deparou-se com grandes labaredas" ( l. 27-28), o sentido de deparou-se é
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Q424862 Português
Texto 2

                                                Em SC, garoto-herói salva bebê em incêndio

Acredite: super-heróis realmente existem. E o garoto Riquelme Wesley dos Santos, de apenas cinco anos, é um deles. Fantasiado de Homem-Aranha, ele entrou em uma casa no meio de um incêndio para salvar um bebê, de um ano e 10 meses. Da residência, nada sobrou. Ficou a lição de alguém que arriscou a sua jovem vida para preservar a de outro, e a felicidade de uma família que, apesar de não ter mais a própria casa, continua unida. O fato ocorreu na localidade de São Sebastião, no pequeno município de Palmeira, na serra catarinense. Era fim de tarde de quinta-feira, quando Riquelme brincava de carrinho na casa da vizinha, Lucilene Córdova dos Santos, 36 anos. Enquanto ela lavava roupas nos fundos da casa, a filha mais nova, Andrieli dos Santos, de um ano e 10 meses, dormia no berço, no quarto da frente. Riquelme brincava no pátio com o irmão de Andrieli, de dez anos, quando percebeu o início do incêndio no quarto da menina. Ele chamou Lucilene, que correu para tentar socorrer a filha. Ao abrir a porta do quarto, ela deparou-se com grandes labaredas. O berço do bebê já era consumido pelo fogo. A mãe entrou em pânico e saiu da casa. Quando começou a gritar e já pensava na morte de Andrieli, aconteceu o inesperado. - Não chora, tia, fica tranquila que eu salvo a sua filha, disse Riquelme. Lucilene tentou impedir o garoto, pois sabia que ele também poderia morrer. Mas ele não deu ouvidos, abaixou-se, tapou o nariz com os dedos e entrou na casa. Foi até o quarto onde Andrieli dormia, pegou-a pela perna, retirou-a do berço e, em poucos segundos, entregou-a nos braços da mãe. Logo em seguida, os bombeiros chegaram. Tudo o que havia dentro da casa foi perdido, mas Andrieli e Riquelme
estavam salvos, sem sequer um arranhão ou queimadura. No dia seguinte, o garoto não falava em outra coisa. Questionado se não teve medo, foi enfático. - Claro que não. O Homem-Aranha não é fraco e não tem medo de nada. Disponível em: . Acesso em: 15 set. 2013. Adaptado.
No Texto II, os fatos são narrados na seguinte sequência:
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Q424861 Português
Texto 2

                                                Em SC, garoto-herói salva bebê em incêndio

Acredite: super-heróis realmente existem. E o garoto Riquelme Wesley dos Santos, de apenas cinco anos, é um deles. Fantasiado de Homem-Aranha, ele entrou em uma casa no meio de um incêndio para salvar um bebê, de um ano e 10 meses. Da residência, nada sobrou. Ficou a lição de alguém que arriscou a sua jovem vida para preservar a de outro, e a felicidade de uma família que, apesar de não ter mais a própria casa, continua unida. O fato ocorreu na localidade de São Sebastião, no pequeno município de Palmeira, na serra catarinense. Era fim de tarde de quinta-feira, quando Riquelme brincava de carrinho na casa da vizinha, Lucilene Córdova dos Santos, 36 anos. Enquanto ela lavava roupas nos fundos da casa, a filha mais nova, Andrieli dos Santos, de um ano e 10 meses, dormia no berço, no quarto da frente. Riquelme brincava no pátio com o irmão de Andrieli, de dez anos, quando percebeu o início do incêndio no quarto da menina. Ele chamou Lucilene, que correu para tentar socorrer a filha. Ao abrir a porta do quarto, ela deparou-se com grandes labaredas. O berço do bebê já era consumido pelo fogo. A mãe entrou em pânico e saiu da casa. Quando começou a gritar e já pensava na morte de Andrieli, aconteceu o inesperado. - Não chora, tia, fica tranquila que eu salvo a sua filha, disse Riquelme. Lucilene tentou impedir o garoto, pois sabia que ele também poderia morrer. Mas ele não deu ouvidos, abaixou-se, tapou o nariz com os dedos e entrou na casa. Foi até o quarto onde Andrieli dormia, pegou-a pela perna, retirou-a do berço e, em poucos segundos, entregou-a nos braços da mãe. Logo em seguida, os bombeiros chegaram. Tudo o que havia dentro da casa foi perdido, mas Andrieli e Riquelme
estavam salvos, sem sequer um arranhão ou queimadura. No dia seguinte, o garoto não falava em outra coisa. Questionado se não teve medo, foi enfático. - Claro que não. O Homem-Aranha não é fraco e não tem medo de nada. Disponível em: . Acesso em: 15 set. 2013. Adaptado.
Comparando-se o Texto II ao Texto I verifica-se que os dois narram histórias de
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Q424858 Português
                                                                     Mamãe Catita
O mundo cão jamais será o mesmo. Para o bem. Mora na rua Operário Campista, na cidade fluminense de Campos, uma cadela vira-lata que todo mundo chama de Catita – que aliás nem é nome porque catita é gíria que quer dizer cadeia. E mora também nessa rua um empertigado pit bull que atende por Wolf (lobo em inglês). Eis que Catita pôs Wolf para correr e fez dele um pit-lata. Ele atacava na quarta-feira 24 o garoto de quatro anos Lucas Martins (duas cirurgias no rosto) quando Catita, que amamenta cinco filhotes, entrou para a história. Teve o dorso mordido, teve parte da orelha arrancada. Mas salvou Lucas, que continua assustado e repete sem parar: “Catita matou o cachorrão.” Matar não matou, mas fez o lobo chispar. A dona de Catita, Elizabeth Tavares, é tia do garoto. Pôs à venda os filhotes, R$ 100 cada um: “São vira-latas. Mas filhos de uma heroína”. IstoÉ independente. Rio de Janeiro: Três, n. 1535, 03 mar. 1999. Disponível em: . Acesso em: 20 out. 2013. Adaptado.
No trecho do Texto I: “Catita matou o cachorrão." ( l. 16), a forma verbal em negrito está na 3ª pessoa do singular.
Mantendo-se o mesmo tempo verbal, como ficará a frase se a palavra Catita for substituída por Todos?
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Q424855 Português
                                                                     Mamãe Catita
O mundo cão jamais será o mesmo. Para o bem. Mora na rua Operário Campista, na cidade fluminense de Campos, uma cadela vira-lata que todo mundo chama de Catita – que aliás nem é nome porque catita é gíria que quer dizer cadeia. E mora também nessa rua um empertigado pit bull que atende por Wolf (lobo em inglês). Eis que Catita pôs Wolf para correr e fez dele um pit-lata. Ele atacava na quarta-feira 24 o garoto de quatro anos Lucas Martins (duas cirurgias no rosto) quando Catita, que amamenta cinco filhotes, entrou para a história. Teve o dorso mordido, teve parte da orelha arrancada. Mas salvou Lucas, que continua assustado e repete sem parar: “Catita matou o cachorrão.” Matar não matou, mas fez o lobo chispar. A dona de Catita, Elizabeth Tavares, é tia do garoto. Pôs à venda os filhotes, R$ 100 cada um: “São vira-latas. Mas filhos de uma heroína”. IstoÉ independente. Rio de Janeiro: Três, n. 1535, 03 mar. 1999. Disponível em: . Acesso em: 20 out. 2013. Adaptado.
No trecho do Texto I: “E mora também nessa rua um empertigado pit bull" ( l. 6-7), a palavra empertigado pode ser substituída, sem alterar o sentido da frase, po
Alternativas
Q424854 Português
                                                                     Mamãe Catita
O mundo cão jamais será o mesmo. Para o bem. Mora na rua Operário Campista, na cidade fluminense de Campos, uma cadela vira-lata que todo mundo chama de Catita – que aliás nem é nome porque catita é gíria que quer dizer cadeia. E mora também nessa rua um empertigado pit bull que atende por Wolf (lobo em inglês). Eis que Catita pôs Wolf para correr e fez dele um pit-lata. Ele atacava na quarta-feira 24 o garoto de quatro anos Lucas Martins (duas cirurgias no rosto) quando Catita, que amamenta cinco filhotes, entrou para a história. Teve o dorso mordido, teve parte da orelha arrancada. Mas salvou Lucas, que continua assustado e repete sem parar: “Catita matou o cachorrão.” Matar não matou, mas fez o lobo chispar. A dona de Catita, Elizabeth Tavares, é tia do garoto. Pôs à venda os filhotes, R$ 100 cada um: “São vira-latas. Mas filhos de uma heroína”. IstoÉ independente. Rio de Janeiro: Três, n. 1535, 03 mar. 1999. Disponível em: . Acesso em: 20 out. 2013. Adaptado.
A palavra que apresenta o sentido contrário à palavra bem, no trecho “O mundo cão jamais será o mesmo. Para o bem" ( l.1-2), é
Alternativas
Q424853 Português
                                                                     Mamãe Catita
O mundo cão jamais será o mesmo. Para o bem. Mora na rua Operário Campista, na cidade fluminense de Campos, uma cadela vira-lata que todo mundo chama de Catita – que aliás nem é nome porque catita é gíria que quer dizer cadeia. E mora também nessa rua um empertigado pit bull que atende por Wolf (lobo em inglês). Eis que Catita pôs Wolf para correr e fez dele um pit-lata. Ele atacava na quarta-feira 24 o garoto de quatro anos Lucas Martins (duas cirurgias no rosto) quando Catita, que amamenta cinco filhotes, entrou para a história. Teve o dorso mordido, teve parte da orelha arrancada. Mas salvou Lucas, que continua assustado e repete sem parar: “Catita matou o cachorrão.” Matar não matou, mas fez o lobo chispar. A dona de Catita, Elizabeth Tavares, é tia do garoto. Pôs à venda os filhotes, R$ 100 cada um: “São vira-latas. Mas filhos de uma heroína”. IstoÉ independente. Rio de Janeiro: Três, n. 1535, 03 mar. 1999. Disponível em: . Acesso em: 20 out. 2013. Adaptado.
Pela leitura do Texto I, observa-se que, em relação ao local de moradia,
Alternativas
Respostas
12761: B
12762: A
12763: D
12764: D
12765: A
12766: E
12767: A
12768: C
12769: D
12770: D
12771: A
12772: D
12773: A
12774: B
12775: C
12776: C
12777: D
12778: C
12779: A
12780: D