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Q2590530 Português

Sobre a forma exata das palavras, onde talvez more sua beleza


1 Vivo em descompasso com meu tempo. Uma declaração como essa poderia se completar com todo tipo de

contravenções e antinomias, mas hoje me refiro a uma coisa mesquinha, irrelevante, a uma dessas

implicâncias bestas que tão bem nos definem. Tenho uma atenção obstinada à grafia das palavras, e sofro com

o descaso que vai se alastrando por aí, em quase toda escrita. Sinto que cada palavra forma um desenho na

página, um desenho incompleto se lhe usurpam uma letra, um desenho disforme se lhe agregam um desatino.

Como se um mero deslize do dedo pudesse turvar toda a mensagem, deslocando o foco em direção à falha,

àquilo que jamais o mereceria.

2 Acabo de assistir a uma série um tanto tola sobre uma mulher que acossa um homem com insistência doentia,

com grande violência, inclusive mandando-lhe centenas de mensagens obscenas e hostis num só dia. Minha

sensação era de que nunca poderia me relacionar com alguém assim, não por sua insanidade, sua psicopatia.

O que eu não conseguiria relevar numa mulher como ela seria a sintaxe absurda e a infinidade de erros

ortográficos a me atingir a cada instante. Quando me dei conta disso, da aflição menor que até superava as

aflições maiores, temi que a loucura pudesse estar em mim.

3 Vivo em descompasso com meu tempo, é o que digo, na contramão da pressa e da displicência, do desleixo

escancarado, ou de um jovial descompromisso. Por um tempo pensei que me sentisse assim por ser escritor,

por ver nas palavras meu instrumento de trabalho, por confiar a elas o sentido da minha existência, ou, se não

tanto, ao menos o meu sustento. Mas fui me deparando com uns quantos exemplos de escritores distraídos,

escritores admiráveis e no entanto desleixados, conformados com a imprecisão das frases que propagam por

aí.

4 Li com aflição uma crônica de Lima Barreto em que ele conta de sua letra sofrível, indecifrável, e dos

embaraços que lhe cria quando envia aos jornais seus manuscritos. A letra é sua inimiga, é a traição em suas

próprias mãos, "esse abutre que me devora diariamente a fraca reputação e a apoucada inteligência", ele se

martiriza. Sofre, sim, diz que lê seus textos no dia seguinte com vontade de chorar, de matar, de suicidar-se.

Pensa até em se casar para resolver o problema, e se apaixona por uma jovem apenas por sua cursiva

irrepreensível. Mas nada faz de fato, aceita sua sina. Nem sequer passa a escrever na máquina, por julgar

cansativo, por querer fugir ao trabalho de escrever à mão e passar a limpo. Aí já não me compadeço, passo a

sofrer sozinho.

5 Lendo isso, lembro dos primeiros romancistas, os primeiros profissionais das letras que de fato vendiam seus

livros, que não viviam de mecenato. Diz-se que eram longos os primeiros romances, como os de Defoe e seus

conterrâneos, porque seus autores recebiam por quantidade e acabavam sendo rentáveis os detalhes a esmo,

as páginas prescindíveis. Conta-se que entregavam os manuscritos ainda talhados de incorreções, e que

cobravam mais caro caso os editores quisessem originais reescritos e revisados. Eu ouço essas histórias e sinto

que não pertenço à mesma linhagem, procuro outra tradição a que possa me vincular, uma corrente de

romancistas preocupados com as minúcias da linguagem. E, no entanto, sei bem que jamais escreverei uma

frase que perdure como a desses sujeitos, e aceito o meu limite.



Extraído de: https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/julian-fuks/2024/05/18/sobre-a-forma-exata-das-palavras-onde-talvez-more-suabeleza.htm?cmpid=copiaecola (adaptado)

Já a expressão “desenho disforme” (1º parágrafo), se relaciona no texto com:

Alternativas
Q2590529 Português

Sobre a forma exata das palavras, onde talvez more sua beleza


1 Vivo em descompasso com meu tempo. Uma declaração como essa poderia se completar com todo tipo de

contravenções e antinomias, mas hoje me refiro a uma coisa mesquinha, irrelevante, a uma dessas

implicâncias bestas que tão bem nos definem. Tenho uma atenção obstinada à grafia das palavras, e sofro com

o descaso que vai se alastrando por aí, em quase toda escrita. Sinto que cada palavra forma um desenho na

página, um desenho incompleto se lhe usurpam uma letra, um desenho disforme se lhe agregam um desatino.

Como se um mero deslize do dedo pudesse turvar toda a mensagem, deslocando o foco em direção à falha,

àquilo que jamais o mereceria.

2 Acabo de assistir a uma série um tanto tola sobre uma mulher que acossa um homem com insistência doentia,

com grande violência, inclusive mandando-lhe centenas de mensagens obscenas e hostis num só dia. Minha

sensação era de que nunca poderia me relacionar com alguém assim, não por sua insanidade, sua psicopatia.

O que eu não conseguiria relevar numa mulher como ela seria a sintaxe absurda e a infinidade de erros

ortográficos a me atingir a cada instante. Quando me dei conta disso, da aflição menor que até superava as

aflições maiores, temi que a loucura pudesse estar em mim.

3 Vivo em descompasso com meu tempo, é o que digo, na contramão da pressa e da displicência, do desleixo

escancarado, ou de um jovial descompromisso. Por um tempo pensei que me sentisse assim por ser escritor,

por ver nas palavras meu instrumento de trabalho, por confiar a elas o sentido da minha existência, ou, se não

tanto, ao menos o meu sustento. Mas fui me deparando com uns quantos exemplos de escritores distraídos,

escritores admiráveis e no entanto desleixados, conformados com a imprecisão das frases que propagam por

aí.

4 Li com aflição uma crônica de Lima Barreto em que ele conta de sua letra sofrível, indecifrável, e dos

embaraços que lhe cria quando envia aos jornais seus manuscritos. A letra é sua inimiga, é a traição em suas

próprias mãos, "esse abutre que me devora diariamente a fraca reputação e a apoucada inteligência", ele se

martiriza. Sofre, sim, diz que lê seus textos no dia seguinte com vontade de chorar, de matar, de suicidar-se.

Pensa até em se casar para resolver o problema, e se apaixona por uma jovem apenas por sua cursiva

irrepreensível. Mas nada faz de fato, aceita sua sina. Nem sequer passa a escrever na máquina, por julgar

cansativo, por querer fugir ao trabalho de escrever à mão e passar a limpo. Aí já não me compadeço, passo a

sofrer sozinho.

5 Lendo isso, lembro dos primeiros romancistas, os primeiros profissionais das letras que de fato vendiam seus

livros, que não viviam de mecenato. Diz-se que eram longos os primeiros romances, como os de Defoe e seus

conterrâneos, porque seus autores recebiam por quantidade e acabavam sendo rentáveis os detalhes a esmo,

as páginas prescindíveis. Conta-se que entregavam os manuscritos ainda talhados de incorreções, e que

cobravam mais caro caso os editores quisessem originais reescritos e revisados. Eu ouço essas histórias e sinto

que não pertenço à mesma linhagem, procuro outra tradição a que possa me vincular, uma corrente de

romancistas preocupados com as minúcias da linguagem. E, no entanto, sei bem que jamais escreverei uma

frase que perdure como a desses sujeitos, e aceito o meu limite.



Extraído de: https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/julian-fuks/2024/05/18/sobre-a-forma-exata-das-palavras-onde-talvez-more-suabeleza.htm?cmpid=copiaecola (adaptado)

De acordo com o texto a expressão “desenho incompleto” (1º parágrafo), está relacionada a:

Alternativas
Q2590528 Português

Sobre a forma exata das palavras, onde talvez more sua beleza


1 Vivo em descompasso com meu tempo. Uma declaração como essa poderia se completar com todo tipo de

contravenções e antinomias, mas hoje me refiro a uma coisa mesquinha, irrelevante, a uma dessas

implicâncias bestas que tão bem nos definem. Tenho uma atenção obstinada à grafia das palavras, e sofro com

o descaso que vai se alastrando por aí, em quase toda escrita. Sinto que cada palavra forma um desenho na

página, um desenho incompleto se lhe usurpam uma letra, um desenho disforme se lhe agregam um desatino.

Como se um mero deslize do dedo pudesse turvar toda a mensagem, deslocando o foco em direção à falha,

àquilo que jamais o mereceria.

2 Acabo de assistir a uma série um tanto tola sobre uma mulher que acossa um homem com insistência doentia,

com grande violência, inclusive mandando-lhe centenas de mensagens obscenas e hostis num só dia. Minha

sensação era de que nunca poderia me relacionar com alguém assim, não por sua insanidade, sua psicopatia.

O que eu não conseguiria relevar numa mulher como ela seria a sintaxe absurda e a infinidade de erros

ortográficos a me atingir a cada instante. Quando me dei conta disso, da aflição menor que até superava as

aflições maiores, temi que a loucura pudesse estar em mim.

3 Vivo em descompasso com meu tempo, é o que digo, na contramão da pressa e da displicência, do desleixo

escancarado, ou de um jovial descompromisso. Por um tempo pensei que me sentisse assim por ser escritor,

por ver nas palavras meu instrumento de trabalho, por confiar a elas o sentido da minha existência, ou, se não

tanto, ao menos o meu sustento. Mas fui me deparando com uns quantos exemplos de escritores distraídos,

escritores admiráveis e no entanto desleixados, conformados com a imprecisão das frases que propagam por

aí.

4 Li com aflição uma crônica de Lima Barreto em que ele conta de sua letra sofrível, indecifrável, e dos

embaraços que lhe cria quando envia aos jornais seus manuscritos. A letra é sua inimiga, é a traição em suas

próprias mãos, "esse abutre que me devora diariamente a fraca reputação e a apoucada inteligência", ele se

martiriza. Sofre, sim, diz que lê seus textos no dia seguinte com vontade de chorar, de matar, de suicidar-se.

Pensa até em se casar para resolver o problema, e se apaixona por uma jovem apenas por sua cursiva

irrepreensível. Mas nada faz de fato, aceita sua sina. Nem sequer passa a escrever na máquina, por julgar

cansativo, por querer fugir ao trabalho de escrever à mão e passar a limpo. Aí já não me compadeço, passo a

sofrer sozinho.

5 Lendo isso, lembro dos primeiros romancistas, os primeiros profissionais das letras que de fato vendiam seus

livros, que não viviam de mecenato. Diz-se que eram longos os primeiros romances, como os de Defoe e seus

conterrâneos, porque seus autores recebiam por quantidade e acabavam sendo rentáveis os detalhes a esmo,

as páginas prescindíveis. Conta-se que entregavam os manuscritos ainda talhados de incorreções, e que

cobravam mais caro caso os editores quisessem originais reescritos e revisados. Eu ouço essas histórias e sinto

que não pertenço à mesma linhagem, procuro outra tradição a que possa me vincular, uma corrente de

romancistas preocupados com as minúcias da linguagem. E, no entanto, sei bem que jamais escreverei uma

frase que perdure como a desses sujeitos, e aceito o meu limite.



Extraído de: https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/julian-fuks/2024/05/18/sobre-a-forma-exata-das-palavras-onde-talvez-more-suabeleza.htm?cmpid=copiaecola (adaptado)

Segundo o texto, o sentido da expressão “se lhe usurpam uma letra” (1º parágrafo) é:

Alternativas
Q2590527 Português

Sobre a forma exata das palavras, onde talvez more sua beleza


1 Vivo em descompasso com meu tempo. Uma declaração como essa poderia se completar com todo tipo de

contravenções e antinomias, mas hoje me refiro a uma coisa mesquinha, irrelevante, a uma dessas

implicâncias bestas que tão bem nos definem. Tenho uma atenção obstinada à grafia das palavras, e sofro com

o descaso que vai se alastrando por aí, em quase toda escrita. Sinto que cada palavra forma um desenho na

página, um desenho incompleto se lhe usurpam uma letra, um desenho disforme se lhe agregam um desatino.

Como se um mero deslize do dedo pudesse turvar toda a mensagem, deslocando o foco em direção à falha,

àquilo que jamais o mereceria.

2 Acabo de assistir a uma série um tanto tola sobre uma mulher que acossa um homem com insistência doentia,

com grande violência, inclusive mandando-lhe centenas de mensagens obscenas e hostis num só dia. Minha

sensação era de que nunca poderia me relacionar com alguém assim, não por sua insanidade, sua psicopatia.

O que eu não conseguiria relevar numa mulher como ela seria a sintaxe absurda e a infinidade de erros

ortográficos a me atingir a cada instante. Quando me dei conta disso, da aflição menor que até superava as

aflições maiores, temi que a loucura pudesse estar em mim.

3 Vivo em descompasso com meu tempo, é o que digo, na contramão da pressa e da displicência, do desleixo

escancarado, ou de um jovial descompromisso. Por um tempo pensei que me sentisse assim por ser escritor,

por ver nas palavras meu instrumento de trabalho, por confiar a elas o sentido da minha existência, ou, se não

tanto, ao menos o meu sustento. Mas fui me deparando com uns quantos exemplos de escritores distraídos,

escritores admiráveis e no entanto desleixados, conformados com a imprecisão das frases que propagam por

aí.

4 Li com aflição uma crônica de Lima Barreto em que ele conta de sua letra sofrível, indecifrável, e dos

embaraços que lhe cria quando envia aos jornais seus manuscritos. A letra é sua inimiga, é a traição em suas

próprias mãos, "esse abutre que me devora diariamente a fraca reputação e a apoucada inteligência", ele se

martiriza. Sofre, sim, diz que lê seus textos no dia seguinte com vontade de chorar, de matar, de suicidar-se.

Pensa até em se casar para resolver o problema, e se apaixona por uma jovem apenas por sua cursiva

irrepreensível. Mas nada faz de fato, aceita sua sina. Nem sequer passa a escrever na máquina, por julgar

cansativo, por querer fugir ao trabalho de escrever à mão e passar a limpo. Aí já não me compadeço, passo a

sofrer sozinho.

5 Lendo isso, lembro dos primeiros romancistas, os primeiros profissionais das letras que de fato vendiam seus

livros, que não viviam de mecenato. Diz-se que eram longos os primeiros romances, como os de Defoe e seus

conterrâneos, porque seus autores recebiam por quantidade e acabavam sendo rentáveis os detalhes a esmo,

as páginas prescindíveis. Conta-se que entregavam os manuscritos ainda talhados de incorreções, e que

cobravam mais caro caso os editores quisessem originais reescritos e revisados. Eu ouço essas histórias e sinto

que não pertenço à mesma linhagem, procuro outra tradição a que possa me vincular, uma corrente de

romancistas preocupados com as minúcias da linguagem. E, no entanto, sei bem que jamais escreverei uma

frase que perdure como a desses sujeitos, e aceito o meu limite.



Extraído de: https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/julian-fuks/2024/05/18/sobre-a-forma-exata-das-palavras-onde-talvez-more-suabeleza.htm?cmpid=copiaecola (adaptado)

O autor aponta como a causa para viver em descompasso com o seu tempo:

Alternativas
Q2564093 Pedagogia
Segundo a versão atualizada dos doze incisos que compõem o art. 12 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDBEN (Lei nº 9.394/1996), todos os estabelecimentos de ensino brasileiros devem dar cumprimento às seguintes incumbências, exceto: 
Alternativas
Q2564091 Pedagogia
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular – BNCC (BRASIL, 2018), documento que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais a serem desenvolvidas por todos os alunos ao longo das etapas e modalidades da educação básica, podemos afirmar:

I. Os fundamentos pedagógicos desse documento de caráter sugestivo são dois: foco no desenvolvimento de competências e compromisso com a educação integral.

II. O sistemas e redes de ensino e as instituições escolares devem se planejar com um claro foco na equidade, que pressupõe reconhecer que as necessidades dos estudantes são diferentes.

III. Como parte integrante da política nacional para a educação básica e a superior, a BNCC vai contribuir para o alinhamento de outras políticas no tocante à formação de professores, à avaliação, a elaboração de conteúdos educacionais e os critérios para o oferta de infraestrutura adequada.

Assinale:
Alternativas
Q2564090 Física
As fibras ópticas revolucionaram as comunicações modernas ao permitirem a transmissão eficiente de dados em forma de sinais luminosos através de cabos flexíveis e finos. Essas fibras são compostas por um núcleo interno, geralmente feito de vidro ou plástico transparente, cercado por uma camada de revestimento também transparente, o que confere propriedades de guia de luz ao longo de sua extensão. O funcionamento das fibras ópticas está intrinsecamente ligado à refração da luz.
Como a refração é aplicada no funcionamento das fibras ópticas para a transmissão de sinais luminosos?
Alternativas
Q2564089 Física
O princípio da propagação retilínea da luz é uma das bases fundamentais da óptica geométrica. Ele estabelece que a luz se propaga em linha reta quando se movimenta através de um meio homogêneo e transparente, a menos que sofra interferência por obstáculos ou interaja com diferentes meios.
Um exemplo que ilustra o princípio da propagação retilínea da luz é:
Alternativas
Q2564088 Biologia
“Em parasitologia é comum a utilização do termo DOENÇA METAXÊNICA, quando parte do ciclo vital de um parasita se realiza no vetor, isto é, o vetor não só transporta o agente etiológico, mas é um elemento obrigatório para maturação e/ou multiplicação desse agente.”

NEVES, D. P. Parasitologia humana. 14 ed. São Paulo: Atheneu, 2022.

Assinale a alternativa que contenha uma doença metaxênica:
Alternativas
Q2564087 Física
Durante o processo de eletrização por atrito, dois objetos inicialmente neutros entram em contato e, como resultado, um objeto adquire uma carga positiva enquanto o outro adquire uma carga negativa. Qual dos seguintes processos microscópicos poderia explicar essa transferência de cargas?
Alternativas
Q2564086 Biologia
Antes da publicação do modelo do DNA de dupla hélice por Watson e Crick, o químico Linus Pauling também tentara descrever como os nucleotídeos se organizavam para formar o material genético. Publicado pela Universidade de Cambridge em fevereiro de 1953, Pauling propôs uma hélice de três fitas com um eixo de fosfato/açúcar voltados para o centro conforme a imagem a seguir.

Imagem associada para resolução da questão


MICKLOS, D. A.; FREYER, G. A. A ciência do DNA. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. (Adaptado)

Onde estava o erro de Pauling?
Alternativas
Q2564085 Física
A eletrização é um fenômeno fundamental na física, envolvendo a transferência de cargas elétricas entre corpos. Essa transferência pode ocorrer por diferentes processos, como atrito, contato e indução, resultando na redistribuição de elétrons e consequente geração de cargas positivas ou negativas nos corpos envolvidos.
Durante o processo de eletrização por indução, um corpo neutro é colocado próximo a um corpo carregado, sem estabelecer contato direto. Qual dos seguintes fenômenos ocorre durante a eletrização por indução? 
Alternativas
Q2564084 Física
As Leis de Newton, formuladas no século XVII, revolucionaram a compreensão do movimento e das interações entre os corpos. A Segunda Lei de Newton estabelece uma relação fundamental entre a força aplicada a um objeto e a aceleração que ele adquire. Analise as afirmativas a seguir relacionadas à Segunda Lei de Newton para determinar a correta relação entre força e aceleração.
De acordo com a segunda Lei de Newton, qual é a relação entre a força aplicada a um objeto e a aceleração que ele adquire? 
Alternativas
Q2564083 Biologia
Na espécie de Eucalyptus grandis, a altura do fuste aos sete anos varia de 8m a 20m. Do cruzamento de plantas de 20m com plantas de 8m, ambas puras, obteve-se uma geração F1 de 14m. Entre as 192 plantas da geração F2, observou-se que 3 delas atingiram 8 m e 3 outras atingiram 20 m, sendo que as demais plantas da F2 apresentaram alturas de fustes entre esses extremos. Desconsiderando o efeito ambiental e genes com efeitos iguais, determine quantas árvores com fuste de 14m de fuste são esperadas entre 400 plantas F2:

Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q2564082 Física
Em uma viagem interplanetária, uma sonda espacial foi lançada em direção a um sistema solar distante para estudar um exoplaneta. Durante sua jornada, a sonda orbita uma estrela do sistema. A órbita da sonda é uma trajetória circular ao redor da estrela, mantendo uma distância relativamente constante dela. Analise as afirmações sobre o movimento da sonda e selecione a alternativa correta.
Alternativas
Q2564081 Biologia
Frederick Griffith estudou duas cepas da bactéria Streptococcus pneumoniae. Bactérias da cepa S (do inglês, smooth, “suave”) podem causar pneumonia em camundongos e são patogênicas, pois possuem uma cápsula que as protegem do sistema imune do animal. As bactérias da cepa R (do inglês, rough, “rugosa”) não têm essa cápsula e não são patogênicas. Para testar a característica patogenicidade, Griffith injetou as duas cepas de bactérias em camundongos, conforme abaixo:

Imagem associada para resolução da questão


Segundo REECE, J. B.; URRY, L.A.; CAIN, M.L.; STEVEN, A.W.; MINORSKY, R.B.J. Biologia de Campbell. 10 ed. Porto Alegre: Artmed, 2015.

No seu trabalho com bactérias causadoras da pneumonia e com camundongos, Griffith descobriu que:
Alternativas
Q2564080 Física
Os diferentes tipos de movimentos na mecânica desempenham papéis distintos na descrição dos deslocamentos e mudanças de velocidade dos corpos. Um objeto está se movendo em linha reta com aceleração constante, aumentando sua velocidade ao longo do tempo. Qual dos seguintes tipos de movimentos melhor descreve esse comportamento?
Alternativas
Q2564079 Biologia
“As protuberâncias semelhantes a ferrões são as hemaglutininas. Quando o vírus colide com a célula, essa hemaglutinina roça nas moléculas de ácido siálico que se projetam da superfície das células do aparelho respiratório. (...) A hemaglutinina e o ácido siálico têm formatos extremamente compatíveis e a hemaglutinina se liga ao receptor de ácido siálico como a mão entrando na luva. Enquanto o vírus se aproxima da membrana celular, mais ferrões de hemaglutinina se ligam a mais receptores de ácido siálico. (...) Assim o vírus cumpre sua primeira tarefa: adsorção, que é a aderência a membrana da célula-alvo.”

Adaptado de HOLLAND, J. J. et. al. The Origin and Evolution of Viruses. 2 ed. Londres: Elsevier, 2008.

O texto refere-se ao mecanismo de ação de um vírus que ocasiona: 
Alternativas
Q2564078 Física
Na Física, é crucial diferenciar grandezas vetoriais e escalares para uma compreensão precisa de diversos fenômenos físicos. Essa distinção é fundamental para descrever corretamente os aspectos dos movimentos e interações entre corpos no espaço. Ao analisar o deslocamento de um barco a remo em um rio, qual das seguintes grandezas é estritamente associada à magnitude do movimento? 
Alternativas
Q2564077 Biologia
“Em anatomia humana, cavidades são espaços confinados que contém órgãos que são protegidos, separados e apoiados por membranas associadas. Certos órgãos ficam localizados atrás do peritônio parietal, mas ainda dentro da cavidade abdominopélvica. (...) Dependendo de quão profundamente os órgãos abdominais mergulham no peritônio durante o seu desenvolvimento, eles podem ser classificados em intraperitoneais e retroperitoneais.”

VAN DE GRAAFF, K. M.; RHEES, R. W. Anatomia e fisiologia humana. São Paulo: McGraw Hill, 2001.

Qual dos órgãos seguintes tem posição retroperitoneal?
Alternativas
Respostas
2681: B
2682: C
2683: C
2684: D
2685: C
2686: A
2687: A
2688: C
2689: E
2690: C
2691: D
2692: D
2693: A
2694: C
2695: D
2696: C
2697: B
2698: A
2699: D
2700: B