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Q564121 Noções de Informática
O navegador Microsoft Internet Explorer 11 possui um modo de navegação denominado ‘Navegação InPrivate’.
Sobre este modo de navegação podemos afirmar que:
Alternativas
Q564119 Noções de Informática
Considere o seguinte trecho de planilha do editor de planilhas eletrônicas Microsoft Excel 2010, componente do pacote MS Office 2010. Caso o conteúdo da célula C2 seja copiado para a célula C7, usando-se o procedimento de selecionar a célula C2, usar as teclas de atalho CTRL-C, selecionar a célula C7 e pressionar a tecla ENTER, o valor que será visualizado em C7 será:


Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q564118 Noções de Informática
Considere os seguintes ícones de comandos presentes na barra de ferramentas do editor de textos Word 2010, componente do pacote MS Office 2010.

I - .

II - .

III- .

IV - .

V - 
Assinale a opção correta:
Alternativas
Q564117 Noções de Informática

Acerca da utilização de arquivos e pastas no sistema operacional Windows 7, considere as seguintes assertivas:

I – É possível criar uma pasta dentro de outra pasta já existente;

II – Não é possível a existência de pastas vazias. Ao se esvaziar uma pasta, ela é automaticamente movida para a Lixeira pelo sistema operacional;

III – O nome LISTA*DE*RECIBOS.doc é um nome válido de arquivo no Windows 7.

Estão corretas as assertivas:

Alternativas
Q564114 Matemática
Antônio realizou, como de costume, a atividade física matinal na pista de corrida de seu condomínio. Sabe-se que uma volta nessa pista mede 800 metros e que Antônio parou para amarrar o cadarço do tênis quando faltavam 10%para completar a quinta volta na pista. Qual a distância, expressa em metros, percorrida por Antônio na atividade física atéo momento em que ele parou para amarrar o cadarço do tênis?
Alternativas
Q564113 Matemática
Seja X a soma dos cinco primeiros termos de uma Progressão Aritmética (PA) e Y a soma do sexto ao décimo termos dessa progressão. Sabendo-se que Y-X=100, a razão da PA vale:
Alternativas
Q564112 Matemática
A Tabela seguinte mostra o salário médio dos trabalhadores de três cidades que compõem uma região metropolitana. Sabendo-se que a população de X é o dobro da população de Y, que por sua vez é o dobro da de Z, qual a média salarial da região metropolitana?
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Alternativas
Q564111 Matemática Financeira

Deseja-se comprar um bem financiado em três prestações e sem entrada. O vendedor apresenta as seguintes propostas ao cliente:

I- três parcelas mensais iguais de R$ 400,00.

II- três parcelas mensais, sendo a primeira R$ 200,00; a segunda R$ 400,00 e a terceira R$ 600,00.

III- três parcelas mensais, sendo a primeira R$ 600,00; a segunda R$ 400,00 e a terceira R$ 200,00.

Sabendo-se que o mercado pratica taxas de juros mensais (positivas), conclui-se que para o cliente a proposta:

Alternativas
Q564110 Raciocínio Lógico
Dentro de uma urna há 10 (dez) bolas numeradas de 0 até 9. Três bolas são sorteadas aleatoriamente e sem reposição. Com as bolas sorteadas forma-se um número de três algarismos, sendo que o algarismo das unidades é o da primeira bola sorteada, o das dezenas é o da segunda e o das centenas é o da terceira. Qual a probabilidade de o número assim formado ser maior do que 299 e menor do que 601?
Alternativas
Q564109 Raciocínio Lógico
Uma empresa possui 50 (cinquenta) funcionários de nível médio que possuem cursos na área de contabilidade, eletrônica e informática. Com relação a esses funcionários sabe-se que 10 (dez) possuem cursos de eletrônica e informática, 5 (cinco) possuem cursos de contabilidade e informática e 2 (dois) possuem cursos de contabilidade e eletrônica e apenas um funcionário possui cursos das três áreas. Quantos funcionários possuem apenas um único curso?
Alternativas
Q564108 Raciocínio Lógico
Em uma determinada empresa todo gerente é experiente, algum engenheiro é gerente. Paulo é experiente e Antônio engenheiro da empresa. Portanto, com certeza:
Alternativas
Q564107 Raciocínio Lógico

Analise as seguintes proposições:

I – Ou 3 é ímpar ou 10 é múltiplo de 5.

II – 8 é par ou 5 é múltiplo de 3.

III – 7 é número par e 9 é um múltiplo de 3.

É verdadeiro apenas o que se afirma em:

Alternativas
Q564106 Raciocínio Lógico
Antônio, Carlos e Sérgio são advogado, contador e técnico administrativo, não necessariamente nesta ordem.

Sabe-se que o contador toca violão, o técnico de administração não pratica natação, Antônio não gosta de futebol, Carlos não toca violão e Sérgio pratica natação. Portanto, é verdade que:
Alternativas
Q564105 Raciocínio Lógico
A Tabela seguinte contém informações das faltas ao expediente dos servidores de um órgão da administraçãopública de 2012 até 2014. Com base nos dados apresentados, conclui-se que com o passar dos anos:
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Alternativas
Q564104 Português
A questão abaixo tomará por base o seguinte texto, de Francisco Bosco (O Globo: 06/06/2012):

Embora apaixonado por futebol e leitor dos jogos em suas dimensões técnicas e táticas, evito tratar do assunto nesta coluna. Escrevo no caderno de cultura, não no de esportes. Mas uma das dimensões do futebol é a cultura; quando algum acontecimento no mundo do futebol revela um problema do campo cultural, sinto-me convocado a interpretá-lo. Já disse mais de uma vez que quem pudesse compreender com precisão a transformação de Ronaldinho Gaúcho em algum momento de 2006 estaria tocando no ponto fulcral do espírito do nosso tempo. O que essa transformação tem de singular é precisamente sua recusa à legibilidade. Outros personagens fundamentais de nosso tempo dão-se a ler com maior clareza – a metamorfose infinita de Michael Jackson se revela uma passagem ao ato em consequência do preconceito racial americano, por exemplo. Mas Ronaldinho Gaúcho permanece um enigma. É desse enigma que vou tentar me aproximar aqui. Antes de tudo, devo assinalar meu mal-estar em interpretar publicamente a subjetividade de alguém. Reconheço que isso é uma forma de violência. Mas se trata de um caso em que o interesse público está em jogo, na medida em que lhe serve de espelho. De modo geral, considero que só deve ser tratado publicamente aquilo que um sujeito dispõe deliberadamente na esfera pública. A subjetividade de Ronaldinho aparece na esfera pública, como uma sombra inevitável, a cada vez que ele entra em campo (e como uma luz dura de interrogatório nas informações extracampo). Vou pensar essa sombra, repito, pelo que ela contém de segredo cifrado de nosso tempo. Mas tenho dúvidas sobre a correção moral da minha atitude.
O cronista fala em algo “tocando no ponto fulcral do espírito do nosso tempo”. Que se deve entender por “ponto fulcral”?
Alternativas
Q564103 Português
A questão abaixo tomará por base o seguinte texto, de Francisco Bosco (O Globo: 06/06/2012):

Embora apaixonado por futebol e leitor dos jogos em suas dimensões técnicas e táticas, evito tratar do assunto nesta coluna. Escrevo no caderno de cultura, não no de esportes. Mas uma das dimensões do futebol é a cultura; quando algum acontecimento no mundo do futebol revela um problema do campo cultural, sinto-me convocado a interpretá-lo. Já disse mais de uma vez que quem pudesse compreender com precisão a transformação de Ronaldinho Gaúcho em algum momento de 2006 estaria tocando no ponto fulcral do espírito do nosso tempo. O que essa transformação tem de singular é precisamente sua recusa à legibilidade. Outros personagens fundamentais de nosso tempo dão-se a ler com maior clareza – a metamorfose infinita de Michael Jackson se revela uma passagem ao ato em consequência do preconceito racial americano, por exemplo. Mas Ronaldinho Gaúcho permanece um enigma. É desse enigma que vou tentar me aproximar aqui. Antes de tudo, devo assinalar meu mal-estar em interpretar publicamente a subjetividade de alguém. Reconheço que isso é uma forma de violência. Mas se trata de um caso em que o interesse público está em jogo, na medida em que lhe serve de espelho. De modo geral, considero que só deve ser tratado publicamente aquilo que um sujeito dispõe deliberadamente na esfera pública. A subjetividade de Ronaldinho aparece na esfera pública, como uma sombra inevitável, a cada vez que ele entra em campo (e como uma luz dura de interrogatório nas informações extracampo). Vou pensar essa sombra, repito, pelo que ela contém de segredo cifrado de nosso tempo. Mas tenho dúvidas sobre a correção moral da minha atitude.
Se o trecho “uma luz dura de interrogatório nas informações extracampo” não se referisse às ações que acontecem fora de campo, mas às que ocorrem dentro de campo, a palavra adequada a ser escrita seria:
Alternativas
Q564102 Português
A questão abaixo tomará por base o seguinte texto, de Francisco Bosco (O Globo: 06/06/2012):

Embora apaixonado por futebol e leitor dos jogos em suas dimensões técnicas e táticas, evito tratar do assunto nesta coluna. Escrevo no caderno de cultura, não no de esportes. Mas uma das dimensões do futebol é a cultura; quando algum acontecimento no mundo do futebol revela um problema do campo cultural, sinto-me convocado a interpretá-lo. Já disse mais de uma vez que quem pudesse compreender com precisão a transformação de Ronaldinho Gaúcho em algum momento de 2006 estaria tocando no ponto fulcral do espírito do nosso tempo. O que essa transformação tem de singular é precisamente sua recusa à legibilidade. Outros personagens fundamentais de nosso tempo dão-se a ler com maior clareza – a metamorfose infinita de Michael Jackson se revela uma passagem ao ato em consequência do preconceito racial americano, por exemplo. Mas Ronaldinho Gaúcho permanece um enigma. É desse enigma que vou tentar me aproximar aqui. Antes de tudo, devo assinalar meu mal-estar em interpretar publicamente a subjetividade de alguém. Reconheço que isso é uma forma de violência. Mas se trata de um caso em que o interesse público está em jogo, na medida em que lhe serve de espelho. De modo geral, considero que só deve ser tratado publicamente aquilo que um sujeito dispõe deliberadamente na esfera pública. A subjetividade de Ronaldinho aparece na esfera pública, como uma sombra inevitável, a cada vez que ele entra em campo (e como uma luz dura de interrogatório nas informações extracampo). Vou pensar essa sombra, repito, pelo que ela contém de segredo cifrado de nosso tempo. Mas tenho dúvidas sobre a correção moral da minha atitude.
Ao dizer que o interesse público está em jogo, o cronista apresenta outra desculpa para o tema que de fato pretende desenvolver em seu texto – no caso, algo que se refere a Ronaldinho Gaúcho. O quê?
Alternativas
Q564101 Português
A questão abaixo tomará por base o seguinte texto, de Francisco Bosco (O Globo: 06/06/2012):

Embora apaixonado por futebol e leitor dos jogos em suas dimensões técnicas e táticas, evito tratar do assunto nesta coluna. Escrevo no caderno de cultura, não no de esportes. Mas uma das dimensões do futebol é a cultura; quando algum acontecimento no mundo do futebol revela um problema do campo cultural, sinto-me convocado a interpretá-lo. Já disse mais de uma vez que quem pudesse compreender com precisão a transformação de Ronaldinho Gaúcho em algum momento de 2006 estaria tocando no ponto fulcral do espírito do nosso tempo. O que essa transformação tem de singular é precisamente sua recusa à legibilidade. Outros personagens fundamentais de nosso tempo dão-se a ler com maior clareza – a metamorfose infinita de Michael Jackson se revela uma passagem ao ato em consequência do preconceito racial americano, por exemplo. Mas Ronaldinho Gaúcho permanece um enigma. É desse enigma que vou tentar me aproximar aqui. Antes de tudo, devo assinalar meu mal-estar em interpretar publicamente a subjetividade de alguém. Reconheço que isso é uma forma de violência. Mas se trata de um caso em que o interesse público está em jogo, na medida em que lhe serve de espelho. De modo geral, considero que só deve ser tratado publicamente aquilo que um sujeito dispõe deliberadamente na esfera pública. A subjetividade de Ronaldinho aparece na esfera pública, como uma sombra inevitável, a cada vez que ele entra em campo (e como uma luz dura de interrogatório nas informações extracampo). Vou pensar essa sombra, repito, pelo que ela contém de segredo cifrado de nosso tempo. Mas tenho dúvidas sobre a correção moral da minha atitude.
Quando compara Michael Jackson com Ronaldinho Gaúcho, o cronista coloca:
Alternativas
Q564100 Português
A questão abaixo tomará por base o seguinte texto, de Francisco Bosco (O Globo: 06/06/2012):

Embora apaixonado por futebol e leitor dos jogos em suas dimensões técnicas e táticas, evito tratar do assunto nesta coluna. Escrevo no caderno de cultura, não no de esportes. Mas uma das dimensões do futebol é a cultura; quando algum acontecimento no mundo do futebol revela um problema do campo cultural, sinto-me convocado a interpretá-lo. Já disse mais de uma vez que quem pudesse compreender com precisão a transformação de Ronaldinho Gaúcho em algum momento de 2006 estaria tocando no ponto fulcral do espírito do nosso tempo. O que essa transformação tem de singular é precisamente sua recusa à legibilidade. Outros personagens fundamentais de nosso tempo dão-se a ler com maior clareza – a metamorfose infinita de Michael Jackson se revela uma passagem ao ato em consequência do preconceito racial americano, por exemplo. Mas Ronaldinho Gaúcho permanece um enigma. É desse enigma que vou tentar me aproximar aqui. Antes de tudo, devo assinalar meu mal-estar em interpretar publicamente a subjetividade de alguém. Reconheço que isso é uma forma de violência. Mas se trata de um caso em que o interesse público está em jogo, na medida em que lhe serve de espelho. De modo geral, considero que só deve ser tratado publicamente aquilo que um sujeito dispõe deliberadamente na esfera pública. A subjetividade de Ronaldinho aparece na esfera pública, como uma sombra inevitável, a cada vez que ele entra em campo (e como uma luz dura de interrogatório nas informações extracampo). Vou pensar essa sombra, repito, pelo que ela contém de segredo cifrado de nosso tempo. Mas tenho dúvidas sobre a correção moral da minha atitude.
A frase inicial da crônica oferece uma espécie de ressalva para o que o cronista vai nos apresentar. O motivo para a ressalva está exposto numa outra passagem do texto. Identifique-a:
Alternativas
Q564099 Português
A questão abaixo tomará por base o seguinte texto, de Ferreira Gullar (Folha de S.Paulo: 25/03/2012):

Desconfio que, depois de desfrutar durante quase toda a vida da fama de rebelde, estou sendo tido, por certa gente, como conservador e reacionário. Não ligo para isso e até me divirto, lembrando a célebre frase de Millôr Fernandes, segundo o qual “todo mundo começa Rimbaud e acaba Olegário Mariano”.
Divirto-me porque sei que a coisa é mais complicada do que parece e, fiel ao que sempre fui, não aceito nada sem antes pesar e examinar. Hoje é comum ser a favor de tudo o que, ontem, era contestado. Por exemplo, quando ser de esquerda dava cadeia, só alguns poucos assumiam essa posição; já agora, quando dá até emprego, todo mundo se diz de esquerda.
De minha parte, pouco se me dá se o que afirmo merece essa ou aquela qualificação, pois o que me importa é se é correto e verdadeiro. Posso estar errado ou certo, claro, mas não por conveniência. Está, portanto, implícito que não me considero dono da verdade, que nem sempre tenho razão porque há questões complexas demais para meu entendimento. Por isso, às vezes, se não concordo, fico em dúvida, a me perguntar se estou certo ou não.
Cito um exemplo. Outro dia, ouvi um professor de português afirmar que, em matéria de idioma, não existe certo nem errado, ou seja, tudo está certo. Tanto faz dizer “nós vamos” como “nós vai”. Ouço isso e penso: que sujeito bacana, tão modesto que é capaz de sugerir que seu saber de nada vale. Mas logo me indago: será que ele pensa isso mesmo ou está posando de bacana, de avançadinho?
O tom de depoimento da crônica de Ferreira Gullar se comprova pela seguinte característica da maioria dos sujeitos dos verbos do texto:
Alternativas
Respostas
1721: A
1722: A
1723: A
1724: A
1725: A
1726: A
1727: A
1728: A
1729: A
1730: A
1731: A
1732: A
1733: A
1734: A
1735: A
1736: A
1737: A
1738: A
1739: A
1740: A