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O desempenho dos capixabas em Londres superou todas as expectativas. Foram quatro medalhas das dezessete conquistadas pelo Brasil nas Olimpíadas de 2012. Alison, Esquiva, Yamaguchi e Larissa escreveram seus nomes e o do ES na história dos Jogos Olímpicos.
E, para fazer com que essas conquistas se multipliquem nos Jogos do Rio 2016, o Espírito Santo será o primeiro Estado do Brasil a fazer parte da Rede Nacional de Formação de Atletas, em parceria com o Ministério do Esporte e o COB. O Governo está investindo R$ 5 milhões na reforma e ampliação do CT de Bento Ferreira. E outros R$ 17 milhões serão investidos até 2015 na contratação de profissionais, como técnicos, preparadores físicos, fisioterapeutas e médicos que atuarão na detecção e formação de novos talentos e treinamento dos atletas e paratletas de alto rendimento.
As novas promessas serão detectadas em 400 núcleos de projetos sociais como Esporte Pela Paz, Campeões de Futuro e Esporte Pela Paz, este último funcionará nas escolas da rede pública estadual.
Outros R$ 112,5 milhões estão sendo investidos pelo Governo, atualmente, na construção do Kleber Andrade e da Arena Esportiva Rivieira, na Serra e em programas como o Bolsa Atleta Capixaba e o Compete ES. O primeiro repassa valores em dinheiro (R$ 500, R$ 1500 e R$ 2000) aos atletas e paratletas capixabas mensalmente; o segundo fornece passagens aéreas para que representem o Estado em competições.
O desempenho dos capixabas em Londres superou todas as expectativas. Foram quatro medalhas das dezessete conquistadas pelo Brasil nas Olimpíadas de 2012. Alison, Esquiva, Yamaguchi e Larissa escreveram seus nomes e o do ES na história dos Jogos Olímpicos.
E, para fazer com que essas conquistas se multipliquem nos Jogos do Rio 2016, o Espírito Santo será o primeiro Estado do Brasil a fazer parte da Rede Nacional de Formação de Atletas, em parceria com o Ministério do Esporte e o COB. O Governo está investindo R$ 5 milhões na reforma e ampliação do CT de Bento Ferreira. E outros R$ 17 milhões serão investidos até 2015 na contratação de profissionais, como técnicos, preparadores físicos, fisioterapeutas e médicos que atuarão na detecção e formação de novos talentos e treinamento dos atletas e paratletas de alto rendimento.
As novas promessas serão detectadas em 400 núcleos de projetos sociais como Esporte Pela Paz, Campeões de Futuro e Esporte Pela Paz, este último funcionará nas escolas da rede pública estadual.
Outros R$ 112,5 milhões estão sendo investidos pelo Governo, atualmente, na construção do Kleber Andrade e da Arena Esportiva Rivieira, na Serra e em programas como o Bolsa Atleta Capixaba e o Compete ES. O primeiro repassa valores em dinheiro (R$ 500, R$ 1500 e R$ 2000) aos atletas e paratletas capixabas mensalmente; o segundo fornece passagens aéreas para que representem o Estado em competições.
O desempenho dos capixabas em Londres superou todas as expectativas. Foram quatro medalhas das dezessete conquistadas pelo Brasil nas Olimpíadas de 2012. Alison, Esquiva, Yamaguchi e Larissa escreveram seus nomes e o do ES na história dos Jogos Olímpicos.
E, para fazer com que essas conquistas se multipliquem nos Jogos do Rio 2016, o Espírito Santo será o primeiro Estado do Brasil a fazer parte da Rede Nacional de Formação de Atletas, em parceria com o Ministério do Esporte e o COB. O Governo está investindo R$ 5 milhões na reforma e ampliação do CT de Bento Ferreira. E outros R$ 17 milhões serão investidos até 2015 na contratação de profissionais, como técnicos, preparadores físicos, fisioterapeutas e médicos que atuarão na detecção e formação de novos talentos e treinamento dos atletas e paratletas de alto rendimento.
As novas promessas serão detectadas em 400 núcleos de projetos sociais como Esporte Pela Paz, Campeões de Futuro e Esporte Pela Paz, este último funcionará nas escolas da rede pública estadual.
Outros R$ 112,5 milhões estão sendo investidos pelo Governo, atualmente, na construção do Kleber Andrade e da Arena Esportiva Rivieira, na Serra e em programas como o Bolsa Atleta Capixaba e o Compete ES. O primeiro repassa valores em dinheiro (R$ 500, R$ 1500 e R$ 2000) aos atletas e paratletas capixabas mensalmente; o segundo fornece passagens aéreas para que representem o Estado em competições.
“A não concordância de número nos verbos e adjetivos relacionados também me faziam mal." Essa foi demais. A não concordância de número me “faziam" mal? Não tinha relido aquele artigo em que chamei o acento grave de agudo. Não vi é que um erro maior tinha passado. A frase – que abre o artigo de hoje – é um erro perfeito. Senilidade & masoquismo. Quem me chamou a atenção foi o professor André Valente, a quem devo tanto (ele levou Moreno, na adolescência, a gostar de português como matéria escolar, o que elevou o nível do diálogo com meu filho mais velho para um patamar acima do maravilhoso entendimento emocional-afetivo que ele e eu já tínhamos). Se eu fosse mais organizado, ia escrever aqui sempre sobre fatos da língua. A discórdia com os sociolinguistas terminaria em alguma concórdia (para confirmar o diagnóstico de Roberto Schwarz). Uma piada deles sobre os que gostam de defender a norma culta saberem menos sobre ela do que eles – que supostamente a desprezam – servirá sempre como uma lição a mais (e mais exigente) a ser divulgada sobre o melhor uso das regras vigentes (Marcos Bagno fez isso com Dora Kramer num livro; poderia fazer mais com meu grave agudo e mais ainda com minha discordante demanda por concordância).
“A não concordância de número nos verbos e adjetivos relacionados também me faziam mal." Essa foi demais. A não concordância de número me “faziam" mal? Não tinha relido aquele artigo em que chamei o acento grave de agudo. Não vi é que um erro maior tinha passado. A frase – que abre o artigo de hoje – é um erro perfeito. Senilidade & masoquismo. Quem me chamou a atenção foi o professor André Valente, a quem devo tanto (ele levou Moreno, na adolescência, a gostar de português como matéria escolar, o que elevou o nível do diálogo com meu filho mais velho para um patamar acima do maravilhoso entendimento emocional-afetivo que ele e eu já tínhamos). Se eu fosse mais organizado, ia escrever aqui sempre sobre fatos da língua. A discórdia com os sociolinguistas terminaria em alguma concórdia (para confirmar o diagnóstico de Roberto Schwarz). Uma piada deles sobre os que gostam de defender a norma culta saberem menos sobre ela do que eles – que supostamente a desprezam – servirá sempre como uma lição a mais (e mais exigente) a ser divulgada sobre o melhor uso das regras vigentes (Marcos Bagno fez isso com Dora Kramer num livro; poderia fazer mais com meu grave agudo e mais ainda com minha discordante demanda por concordância).
“A não concordância de número nos verbos e adjetivos relacionados também me faziam mal." Essa foi demais. A não concordância de número me “faziam" mal? Não tinha relido aquele artigo em que chamei o acento grave de agudo. Não vi é que um erro maior tinha passado. A frase – que abre o artigo de hoje – é um erro perfeito. Senilidade & masoquismo. Quem me chamou a atenção foi o professor André Valente, a quem devo tanto (ele levou Moreno, na adolescência, a gostar de português como matéria escolar, o que elevou o nível do diálogo com meu filho mais velho para um patamar acima do maravilhoso entendimento emocional-afetivo que ele e eu já tínhamos). Se eu fosse mais organizado, ia escrever aqui sempre sobre fatos da língua. A discórdia com os sociolinguistas terminaria em alguma concórdia (para confirmar o diagnóstico de Roberto Schwarz). Uma piada deles sobre os que gostam de defender a norma culta saberem menos sobre ela do que eles – que supostamente a desprezam – servirá sempre como uma lição a mais (e mais exigente) a ser divulgada sobre o melhor uso das regras vigentes (Marcos Bagno fez isso com Dora Kramer num livro; poderia fazer mais com meu grave agudo e mais ainda com minha discordante demanda por concordância).
“A não concordância de número nos verbos e adjetivos relacionados também me faziam mal." Essa foi demais. A não concordância de número me “faziam" mal? Não tinha relido aquele artigo em que chamei o acento grave de agudo. Não vi é que um erro maior tinha passado. A frase – que abre o artigo de hoje – é um erro perfeito. Senilidade & masoquismo. Quem me chamou a atenção foi o professor André Valente, a quem devo tanto (ele levou Moreno, na adolescência, a gostar de português como matéria escolar, o que elevou o nível do diálogo com meu filho mais velho para um patamar acima do maravilhoso entendimento emocional-afetivo que ele e eu já tínhamos). Se eu fosse mais organizado, ia escrever aqui sempre sobre fatos da língua. A discórdia com os sociolinguistas terminaria em alguma concórdia (para confirmar o diagnóstico de Roberto Schwarz). Uma piada deles sobre os que gostam de defender a norma culta saberem menos sobre ela do que eles – que supostamente a desprezam – servirá sempre como uma lição a mais (e mais exigente) a ser divulgada sobre o melhor uso das regras vigentes (Marcos Bagno fez isso com Dora Kramer num livro; poderia fazer mais com meu grave agudo e mais ainda com minha discordante demanda por concordância).
“A não concordância de número nos verbos e adjetivos relacionados também me faziam mal." Essa foi demais. A não concordância de número me “faziam" mal? Não tinha relido aquele artigo em que chamei o acento grave de agudo. Não vi é que um erro maior tinha passado. A frase – que abre o artigo de hoje – é um erro perfeito. Senilidade & masoquismo. Quem me chamou a atenção foi o professor André Valente, a quem devo tanto (ele levou Moreno, na adolescência, a gostar de português como matéria escolar, o que elevou o nível do diálogo com meu filho mais velho para um patamar acima do maravilhoso entendimento emocional-afetivo que ele e eu já tínhamos). Se eu fosse mais organizado, ia escrever aqui sempre sobre fatos da língua. A discórdia com os sociolinguistas terminaria em alguma concórdia (para confirmar o diagnóstico de Roberto Schwarz). Uma piada deles sobre os que gostam de defender a norma culta saberem menos sobre ela do que eles – que supostamente a desprezam – servirá sempre como uma lição a mais (e mais exigente) a ser divulgada sobre o melhor uso das regras vigentes (Marcos Bagno fez isso com Dora Kramer num livro; poderia fazer mais com meu grave agudo e mais ainda com minha discordante demanda por concordância).
I – Neymar raspou o couro cabeludo de novo.
II – Gosto de ver as águas dos rios fruindo para o mar.
III – Acabada a partida, os jogadores correram para o vestuário.
IV – Ela disse que não adianta impetrar um mandato de segurança.
Palavras parônimas são parecidas quanto à forma ou à pronúncia, embora diferentes quanto à significação. Trocar uma por outra pode gerar confusão ou riso, conforme o caso. Em quantas das frases acima houve erro no uso de uma palavra?
O Engenheiro civil projeta, gerencia e executa obras como casas, prédios, pontes, viadutos, estradas e barragens. Ele acompanha todas as etapas de uma construção ou reforma, da análise do solo e estudo da insolação e da ventilação do local até a definição dos tipos de fundação e os acabamentos. (...)
O Engenheiro eletricista lida com a geração, a transmissão e a distribuição da energia elétrica. Ele está habilitado a construir e a aplicar sistemas de automação e controle em linhas de produção industrial. Trabalha também no desenvolvimento de componentes eletroeletrônicos, na operação e manutenção de equipamentos em projetos de instalações elétricas. (...)
O Engenheiro civil projeta, gerencia e executa obras como casas, prédios, pontes, viadutos, estradas e barragens. Ele acompanha todas as etapas de uma construção ou reforma, da análise do solo e estudo da insolação e da ventilação do local até a definição dos tipos de fundação e os acabamentos. (...)
O Engenheiro eletricista lida com a geração, a transmissão e a distribuição da energia elétrica. Ele está habilitado a construir e a aplicar sistemas de automação e controle em linhas de produção industrial. Trabalha também no desenvolvimento de componentes eletroeletrônicos, na operação e manutenção de equipamentos em projetos de instalações elétricas. (...)
Daqui a duas semanas começa a versão capixaba da maior mostra de decoração da América Latina: a Casa Cor Espírito Santo 2012. Com 5.000 metros quadrados e 43 ambientes, a exposição será realizada de 28 de agosto a 2 de outubro, oferecendo aos visitantes o que há de melhor em arquitetura, decoração, design e paisagismo. Entre as novidades desta edição está a Casa Office, pela primeira vez realizada fora de São Paulo, com os profissionais capixabas traduzindo para o mundo corporativo todo o potencial da arquitetura e decoração modernos, em ambientes que mesclam sofisticação, estilo e funcionalidade. Compõem o novo espaço os ambientes Escritório do Publicitário, Escritório do Estilista, Escritório do Exportador, Consultório do Médico, Escritório do Artista Plástico, Espaço da Mulher, entre outros. A mostra residencial apresenta um estilo de morar moderno, pautado pelos ambientes mais compactos, mas sem abrir mão do glamour e da elegância. A Casa Cor apresenta lofts e apartamentos com dimensões bem próximas da grande maioria dos imóveis dos dias de hoje. Três lofts e dois apartamentos com dependências completas, incluindo jardins e varandas, ocupam a segunda parte da mostra. Nesses espaços, arquitetos, decoradores, designers e paisagistas, pautados pelo tema da mostra deste ano, “Moda, Estilo e Tecnologia", transitam entre o meio fashion e a decoração.
A parte final da Casa Cor traz os ambientes gastronômicos, comerciais e de lazer. Em meio a uma bela área verde, estão restaurantes, lojas, espaços de beleza e entretenimento.