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Q3806459 Conhecimentos de Serviços Gerais

Observe a figura abaixo:


Imagem associada para resolução da questão



Fonte: Segurança do paciente em serviços de saúde. Limpeza e desinfecção de superfícies. Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA. Brasília, 2010.


Na figura, o profissional está utilizando um maquinário específico para auxiliar na remoção de resíduos de uma superfície. Qual procedimento está sendo realizado?


Assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3806458 Administração de Recursos Materiais
 A limpeza de equipamentos eletrônicos exige atenção especial, pois o uso inadequado de produtos ou procedimentos pode danificar os aparelhos. Por isso, é fundamental utilizar produtos específicos, que garantam a higienização eficaz sem comprometer o funcionamento de computadores, notebooks, celulares ou outros dispositivos eletrônicos. Assinale a alternativa CORRETA que indica o produto mais indicado para essa finalidade:
Alternativas
Q3806457 Conhecimentos de Serviços Gerais
Existe um procedimento correto para a limpeza e organização das lixeiras. A seguir, estão apresentadas as etapas desse processo. Ordene-as de forma adequada:

1. Providenciar descarte do lixo coletado em local apropriado.
2. Providenciar a limpeza das lixeiras.
3. Providenciar o recolhimento dos sacos de lixo.
4. Providenciar a colocação de novo saco de lixo nas lixeiras.

Assinale a alternativa com a ordem CORRETA das etapas. 
Alternativas
Q3806456 Segurança e Saúde no Trabalho
 O uso de equipamentos de segurança e o conhecimento sobre prevenção de acidentes são fundamentais para todos os funcionários, especialmente aqueles que manipulam produtos de limpeza ou químicos, que podem causar intoxicação durante o manuseio ou a aplicação. Diante disso, assinale a alternativa que apresenta um exemplo CORRETO de procedimento, que, aliado ao uso de equipamentos de proteção, garante a segurança e a saúde do trabalhador. 
Alternativas
Q3806455 Segurança e Saúde no Trabalho
Após o preparo dos alimentos, a cozinha costuma ficar bastante desorganizada. Equipamentos como o fogão, utilizados com grande frequência, tendem a acumular sujeiras aderidas e restos de alimentos. Diante disso, qual deve ser a frequência de limpeza do fogão no ambiente da cozinha? Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3806454 Conhecimentos de Serviços Gerais

Observe a figura a seguir: 





Fonte: Cartilha sobre Boas Práticas para Serviços de Alimentação. RDC n° 216/2004. Agência de Vigilância Sanitária (ANVISA). 


De acordo com a figura, observa-se que o funcionário está cercado por diversos equipamentos e materiais utilizados nos processos de limpeza. Assinale a alternativa que indica um material que NÃO está presente na figura. 
Alternativas
Q3806453 Conhecimentos de Serviços Gerais

Observe a figura a seguir: 





Fonte: Cartilha sobre Boas Práticas para Serviços de Alimentação. RDC n° 216/2004. Agência de Vigilância Sanitária (ANVISA). 


Antes de iniciar suas atividades laborais, o funcionário está conferindo todos os materiais e procedimentos necessários para o dia, ou mesmo verificando o check-list. Assinale a alternativa que indica essa ação CORRETA de acordo com um dos conteúdos programáticos do presente certame. 
Alternativas
Q3806452 Matemática
Em uma oficina mecânica especializada em componentes automotivos, cada operário consegue montar 45 peças por hora. Em uma semana de alta demanda, o gerente organizou uma equipe de 6 operários para trabalharem juntos durante 8 horas por dia. Mantendo o mesmo ritmo de produção, quantas peças foram produzidas em 5 dias?
Alternativas
Q3806451 Matemática
Luana colheu 72 pés de alface na horta comunitária do bairro onde mora e colocou em caixas com 9 pés cada. Após organizar as caixas, Pedro trouxe para ela mais 32 pés de alface, que ele havia colhido. Se os pés de alface de Pedro foram distribuídos igualmente nas caixas que Luana já tinha, quantos pés de alface passou a ter em cada caixa?
Alternativas
Q3806450 Matemática
Um agricultor colheu 2.387 kg de milho e pretende armazená-los em sacos de 25 kg. Após encher todos os sacos, restaram 12 kg de milho. Quantos sacos completos o agricultor conseguiu encher? 
Alternativas
Q3806449 Matemática
O marceneiro Marcos produziu 8 cadeiras por dia, durante 7 dias de trabalho, depois vendeu metade das cadeiras fabricadas. Passado um determinado tempo, ele recebeu uma encomenda de 45 cadeiras. Considerando que ele já tinha a quantidade de cadeiras que sobraram do trabalho anterior, quantas ele vai precisar fazer para completar as 45 da encomenda? 
Alternativas
Q3806448 Matemática

Marcos tem três bombas de água no seu sítio, que trabalham de maneira idêntica e, funcionando simultaneamente, despejam 1.200 litros de água em um reservatório. Se uma dessas bombas der defeito e apenas duas continuarem funcionando, quantos litros serão bombeados no mesmo período?
Alternativas
Q3806447 Português
Não Coma Sozinho: Fazer Refeições Acompanhado É Fundamental para a Saúde Mental

As gerações mais velhas como a minha cresceram em torno de uma mesa. Reunir a família para o jantar e o almoço de domingo era a oportunidade perfeita para colocar uma conversa em dia e, por que não, discutir também. Não importa se a briga era por alguma bobagem ou algo mais sério. O que se via entre garfadas era uma interação genuína. Essa dinâmica mudou radicalmente. A popularização das redes sociais transformou a forma como nos relacionamos.

Dados globais nos indicam que cada vez mais pessoas fazem suas refeições sozinhas, uma realidade que não apenas confirma o crescimento da solidão no mundo contemporâneo, mas também sinaliza o desaparecimento progressivo de rituais sociais que, no passado, eram fundamentais para a saúde mental .

A vem ciência nos lembrar o poder desses figurinos. Um levantamento recente vem nos relembrar de que compartilhar a mesa com outras pessoas é um dos maiores indicativos de bem-estar. O Relatório Mundial da Felicidade de 2025 , realizado pela Gallup , coloca esse hábito em um patamar de importância elaborada ao de ter boa renda e bom emprego.

A tradição de comer junto vem de longe. Desde os primeiros hominídeos, a partilha da caça no fim do dia e, depois, o comer junto ao redor do fogo, foi uma forma de fortalecer os laços sociais, um elemento tão essencial para a sobrevivência do grupo no passado quanto é para a nossa saúde emocional hoje.

A ciência nos traz outras evidências claras do que estou falando: refeições compartilhadas estimulam o cérebro a liberar substâncias e a ativar vias ligadas ao bem-estar, à confiança e ao prazer. Durante esses momentos, nos sentimos mais conectados, mas também mais relaxados.

Pessoas que dividem a mesa com outras relatam se sentirem melhor consigo mesmas e mais próximas daquelas com quem compartilham a refeição. O jantar , em particular, parece ser o momento mais impactante.

É depois do expediente, quando a socialização é mais necessária, que a solidão se torna mais pesada para aqueles que não têm uma rede de apoio e se veem obrigados a comer sozinhos. Geralmente, é no jantar que compartilhamos os desafios e as vitórias do nosso dia a dia, fortalecendo a conexão com quem está ali para nos ouvir.

A importância de dividir a mesa se estende a todas as idades. Para os idosos, apontam estudos, fazer uma refeição em grupo é um remédio contra a solidão, ajudando-os a experimentarem maior bem-estar.


https://forbes.com.br/colunas/2025/10/dr-arthur-guerra-nao-coma-sozinho-fazer-refeicoes-acompanhado-e-fundamental-para-a-saude-mental/

 O texto destaca que o ato de compartilhar refeições, antes visto apenas como um costume cultural ou familiar, passa a ser reconhecido também pela pesquisa científica como um elemento determinante no bem-estar. Ao comparar esse hábito com outros fatores tradicionalmente associados à felicidade, percebe-se um deslocamento na compreensão do que contribui para uma vida satisfatória. Com base nessa perspectiva, assinale a alternativa que melhor traduz a ideia central apresentada: 
Alternativas
Q3806446 Português
Não Coma Sozinho: Fazer Refeições Acompanhado É Fundamental para a Saúde Mental

As gerações mais velhas como a minha cresceram em torno de uma mesa. Reunir a família para o jantar e o almoço de domingo era a oportunidade perfeita para colocar uma conversa em dia e, por que não, discutir também. Não importa se a briga era por alguma bobagem ou algo mais sério. O que se via entre garfadas era uma interação genuína. Essa dinâmica mudou radicalmente. A popularização das redes sociais transformou a forma como nos relacionamos.

Dados globais nos indicam que cada vez mais pessoas fazem suas refeições sozinhas, uma realidade que não apenas confirma o crescimento da solidão no mundo contemporâneo, mas também sinaliza o desaparecimento progressivo de rituais sociais que, no passado, eram fundamentais para a saúde mental .

A vem ciência nos lembrar o poder desses figurinos. Um levantamento recente vem nos relembrar de que compartilhar a mesa com outras pessoas é um dos maiores indicativos de bem-estar. O Relatório Mundial da Felicidade de 2025 , realizado pela Gallup , coloca esse hábito em um patamar de importância elaborada ao de ter boa renda e bom emprego.

A tradição de comer junto vem de longe. Desde os primeiros hominídeos, a partilha da caça no fim do dia e, depois, o comer junto ao redor do fogo, foi uma forma de fortalecer os laços sociais, um elemento tão essencial para a sobrevivência do grupo no passado quanto é para a nossa saúde emocional hoje.

A ciência nos traz outras evidências claras do que estou falando: refeições compartilhadas estimulam o cérebro a liberar substâncias e a ativar vias ligadas ao bem-estar, à confiança e ao prazer. Durante esses momentos, nos sentimos mais conectados, mas também mais relaxados.

Pessoas que dividem a mesa com outras relatam se sentirem melhor consigo mesmas e mais próximas daquelas com quem compartilham a refeição. O jantar , em particular, parece ser o momento mais impactante.

É depois do expediente, quando a socialização é mais necessária, que a solidão se torna mais pesada para aqueles que não têm uma rede de apoio e se veem obrigados a comer sozinhos. Geralmente, é no jantar que compartilhamos os desafios e as vitórias do nosso dia a dia, fortalecendo a conexão com quem está ali para nos ouvir.

A importância de dividir a mesa se estende a todas as idades. Para os idosos, apontam estudos, fazer uma refeição em grupo é um remédio contra a solidão, ajudando-os a experimentarem maior bem-estar.


https://forbes.com.br/colunas/2025/10/dr-arthur-guerra-nao-coma-sozinho-fazer-refeicoes-acompanhado-e-fundamental-para-a-saude-mental/

Ao observar o contraste estabelecido entre o passado e o presente, percebe-se que o texto propõe uma reflexão sobre a transformação das relações sociais mediadas pelo convívio familiar. Essa mudança, impulsionada por novos hábitos e pela presença constante das tecnologias, afeta não apenas a forma como as pessoas se relacionam, mas também aspectos emocionais mais profundos. Considerando essa perspectiva, é correto afirmar que o texto destaca:
Alternativas
Q3806445 Português
Não Coma Sozinho: Fazer Refeições Acompanhado É Fundamental para a Saúde Mental

As gerações mais velhas como a minha cresceram em torno de uma mesa. Reunir a família para o jantar e o almoço de domingo era a oportunidade perfeita para colocar uma conversa em dia e, por que não, discutir também. Não importa se a briga era por alguma bobagem ou algo mais sério. O que se via entre garfadas era uma interação genuína. Essa dinâmica mudou radicalmente. A popularização das redes sociais transformou a forma como nos relacionamos.

Dados globais nos indicam que cada vez mais pessoas fazem suas refeições sozinhas, uma realidade que não apenas confirma o crescimento da solidão no mundo contemporâneo, mas também sinaliza o desaparecimento progressivo de rituais sociais que, no passado, eram fundamentais para a saúde mental .

A vem ciência nos lembrar o poder desses figurinos. Um levantamento recente vem nos relembrar de que compartilhar a mesa com outras pessoas é um dos maiores indicativos de bem-estar. O Relatório Mundial da Felicidade de 2025 , realizado pela Gallup , coloca esse hábito em um patamar de importância elaborada ao de ter boa renda e bom emprego.

A tradição de comer junto vem de longe. Desde os primeiros hominídeos, a partilha da caça no fim do dia e, depois, o comer junto ao redor do fogo, foi uma forma de fortalecer os laços sociais, um elemento tão essencial para a sobrevivência do grupo no passado quanto é para a nossa saúde emocional hoje.

A ciência nos traz outras evidências claras do que estou falando: refeições compartilhadas estimulam o cérebro a liberar substâncias e a ativar vias ligadas ao bem-estar, à confiança e ao prazer. Durante esses momentos, nos sentimos mais conectados, mas também mais relaxados.

Pessoas que dividem a mesa com outras relatam se sentirem melhor consigo mesmas e mais próximas daquelas com quem compartilham a refeição. O jantar , em particular, parece ser o momento mais impactante.

É depois do expediente, quando a socialização é mais necessária, que a solidão se torna mais pesada para aqueles que não têm uma rede de apoio e se veem obrigados a comer sozinhos. Geralmente, é no jantar que compartilhamos os desafios e as vitórias do nosso dia a dia, fortalecendo a conexão com quem está ali para nos ouvir.

A importância de dividir a mesa se estende a todas as idades. Para os idosos, apontam estudos, fazer uma refeição em grupo é um remédio contra a solidão, ajudando-os a experimentarem maior bem-estar.


https://forbes.com.br/colunas/2025/10/dr-arthur-guerra-nao-coma-sozinho-fazer-refeicoes-acompanhado-e-fundamental-para-a-saude-mental/

O texto evidencia que o ato de compartilhar refeições não se limita a um costume cultural ou familiar, mas possui implicações significativas para a saúde emocional, especialmente em determinados grupos etários. Ao relacionar a prática com evidências científicas, o texto indica benefícios concretos associados à socialização durante as refeições. Com base nisso, assinale a alternativa que melhor interpreta a mensagem do texto: 
Alternativas
Q3806444 Português
Não Coma Sozinho: Fazer Refeições Acompanhado É Fundamental para a Saúde Mental

As gerações mais velhas como a minha cresceram em torno de uma mesa. Reunir a família para o jantar e o almoço de domingo era a oportunidade perfeita para colocar uma conversa em dia e, por que não, discutir também. Não importa se a briga era por alguma bobagem ou algo mais sério. O que se via entre garfadas era uma interação genuína. Essa dinâmica mudou radicalmente. A popularização das redes sociais transformou a forma como nos relacionamos.

Dados globais nos indicam que cada vez mais pessoas fazem suas refeições sozinhas, uma realidade que não apenas confirma o crescimento da solidão no mundo contemporâneo, mas também sinaliza o desaparecimento progressivo de rituais sociais que, no passado, eram fundamentais para a saúde mental .

A vem ciência nos lembrar o poder desses figurinos. Um levantamento recente vem nos relembrar de que compartilhar a mesa com outras pessoas é um dos maiores indicativos de bem-estar. O Relatório Mundial da Felicidade de 2025 , realizado pela Gallup , coloca esse hábito em um patamar de importância elaborada ao de ter boa renda e bom emprego.

A tradição de comer junto vem de longe. Desde os primeiros hominídeos, a partilha da caça no fim do dia e, depois, o comer junto ao redor do fogo, foi uma forma de fortalecer os laços sociais, um elemento tão essencial para a sobrevivência do grupo no passado quanto é para a nossa saúde emocional hoje.

A ciência nos traz outras evidências claras do que estou falando: refeições compartilhadas estimulam o cérebro a liberar substâncias e a ativar vias ligadas ao bem-estar, à confiança e ao prazer. Durante esses momentos, nos sentimos mais conectados, mas também mais relaxados.

Pessoas que dividem a mesa com outras relatam se sentirem melhor consigo mesmas e mais próximas daquelas com quem compartilham a refeição. O jantar , em particular, parece ser o momento mais impactante.

É depois do expediente, quando a socialização é mais necessária, que a solidão se torna mais pesada para aqueles que não têm uma rede de apoio e se veem obrigados a comer sozinhos. Geralmente, é no jantar que compartilhamos os desafios e as vitórias do nosso dia a dia, fortalecendo a conexão com quem está ali para nos ouvir.

A importância de dividir a mesa se estende a todas as idades. Para os idosos, apontam estudos, fazer uma refeição em grupo é um remédio contra a solidão, ajudando-os a experimentarem maior bem-estar.


https://forbes.com.br/colunas/2025/10/dr-arthur-guerra-nao-coma-sozinho-fazer-refeicoes-acompanhado-e-fundamental-para-a-saude-mental/

O texto apresenta uma reflexão sobre o papel das refeições coletivas no contexto da vida moderna, destacando momentos específicos do dia em que a interação social é mais significativa. A análise sugere que o ato de compartilhar refeições vai além da nutrição, funcionando como um ponto de apoio emocional e social. Considerando essa perspectiva, assinale a alternativa que melhor interpreta a mensagem central do texto: 
Alternativas
Q3806443 Português
Não Coma Sozinho: Fazer Refeições Acompanhado É Fundamental para a Saúde Mental

As gerações mais velhas como a minha cresceram em torno de uma mesa. Reunir a família para o jantar e o almoço de domingo era a oportunidade perfeita para colocar uma conversa em dia e, por que não, discutir também. Não importa se a briga era por alguma bobagem ou algo mais sério. O que se via entre garfadas era uma interação genuína. Essa dinâmica mudou radicalmente. A popularização das redes sociais transformou a forma como nos relacionamos.

Dados globais nos indicam que cada vez mais pessoas fazem suas refeições sozinhas, uma realidade que não apenas confirma o crescimento da solidão no mundo contemporâneo, mas também sinaliza o desaparecimento progressivo de rituais sociais que, no passado, eram fundamentais para a saúde mental .

A vem ciência nos lembrar o poder desses figurinos. Um levantamento recente vem nos relembrar de que compartilhar a mesa com outras pessoas é um dos maiores indicativos de bem-estar. O Relatório Mundial da Felicidade de 2025 , realizado pela Gallup , coloca esse hábito em um patamar de importância elaborada ao de ter boa renda e bom emprego.

A tradição de comer junto vem de longe. Desde os primeiros hominídeos, a partilha da caça no fim do dia e, depois, o comer junto ao redor do fogo, foi uma forma de fortalecer os laços sociais, um elemento tão essencial para a sobrevivência do grupo no passado quanto é para a nossa saúde emocional hoje.

A ciência nos traz outras evidências claras do que estou falando: refeições compartilhadas estimulam o cérebro a liberar substâncias e a ativar vias ligadas ao bem-estar, à confiança e ao prazer. Durante esses momentos, nos sentimos mais conectados, mas também mais relaxados.

Pessoas que dividem a mesa com outras relatam se sentirem melhor consigo mesmas e mais próximas daquelas com quem compartilham a refeição. O jantar , em particular, parece ser o momento mais impactante.

É depois do expediente, quando a socialização é mais necessária, que a solidão se torna mais pesada para aqueles que não têm uma rede de apoio e se veem obrigados a comer sozinhos. Geralmente, é no jantar que compartilhamos os desafios e as vitórias do nosso dia a dia, fortalecendo a conexão com quem está ali para nos ouvir.

A importância de dividir a mesa se estende a todas as idades. Para os idosos, apontam estudos, fazer uma refeição em grupo é um remédio contra a solidão, ajudando-os a experimentarem maior bem-estar.


https://forbes.com.br/colunas/2025/10/dr-arthur-guerra-nao-coma-sozinho-fazer-refeicoes-acompanhado-e-fundamental-para-a-saude-mental/

 O texto estabelece uma conexão entre práticas antigas de convivência alimentar e descobertas recentes da ciência sobre o impacto das refeições coletivas no bem-estar humano. Ao relacionar tradição e evidência científica, percebe-se que compartilhar a alimentação vai além de um costume cultural, assumindo funções emocionais e sociais importantes. Considerando essas informações, é correto afirmar que o texto indica: 
Alternativas
Q3806402 Contabilidade Pública
A adoção dos Procedimentos Contábeis Patrimoniais (PCP) pelo setor público, conforme orientado pelo MCASP, exige que os ativos sejam mensurados e avaliados de forma a refletir seu potencial de serviços. A depreciação, a reavaliação e a redução ao valor recuperável (impairment) são ajustes fundamentais nesse processo.
Assim, analise as afirmativas a seguir.

I. A redução ao valor recuperável (impairment) deve ser testada quando houver indicação de que um ativo possa ter desvalorizado, e a perda reconhecida (diferença entre valor contábil e valor recuperável) deve ser registrada imediatamente no resultado do período como uma Variação Patrimonial Diminutiva (VPD).

II. A reavaliação de ativos é vedada no setor público, devendo todos os ativos permanecer registrados ao custo histórico corrigido, conforme princípio da prudência estabelecido no MCASP, para evitar superestimação do patrimônio.

III. A depreciação de um ativo não cessa quando ele se torna ocioso ou é retirado temporariamente de uso, a menos que o ativo esteja totalmente depreciado ou classificado como mantido para venda.


Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3806401 Contabilidade Pública
A classificação da receita orçamentária por natureza é um instrumento fundamental para a análise e transparência da arrecadação, estruturada por Categoria Econômica, Origem, Espécie, Rubrica, Alínea e Subalínea. O MCASP detalha o correto registro dos ingressos. Com base nessa estrutura, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3806400 Contabilidade Pública
O Balanço Financeiro (BF) é uma das demonstrações contábeis exigidas pelo MCASP e evidencia as receitas e despesas orçamentárias, bem como os ingressos e dispêndios extraorçamentários, conjugados com os saldos de caixa e equivalentes de caixa do exercício anterior e do exercício atual. As edições recentes do MCASP trouxeram refinamentos à estrutura desta demonstração, visando melhor evidenciar o fluxo financeiro.
Acerca da estrutura e dos componentes do Balanço Financeiro conforme o MCASP vigente, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

(__) O resultado financeiro do exercício apurado no Balanço Financeiro (diferença entre ingressos e dispêndios) é idêntico ao Superávit ou Déficit Financeiro evidenciado no Balanço Patrimonial.

(__) As despesas orçamentárias são apresentadas no BF exclusivamente pelo valor empenhado no exercício, e as receitas orçamentárias pelo valor lançado, refletindo o regime de competência orçamentário.

(__) A coluna "Saldos do Exercício Anterior" no Balanço Financeiro deve ser ajustada para refletir apenas os recursos ordinários (não vinculados), excluindo-se as fontes destinadas.

(__) A estrutura da demonstração evidencia os ingressos (orçamentários e extraorçamentários) e os dispêndios (orçamentários e extraorçamentários), sendo os saldos de depósitos em caução classificados como ingressos e dispêndios extraorçamentários.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Respostas
1241: D
1242: A
1243: D
1244: A
1245: B
1246: C
1247: D
1248: A
1249: D
1250: D
1251: A
1252: A
1253: C
1254: A
1255: D
1256: C
1257: B
1258: A
1259: D
1260: D