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Q3443465 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

Corpo, comida e afeto: uma reflexão sobre culpa e aceitação

    Eu amo comer coisas diferentes, ando pela cidade à procura de pratos que eu não sei o nome, mas que meu coração (que fica ao lado do estômago) com certeza sabe bem.
    Comer, para mim, se tornou uma experiência afetiva, dessas que nos teletransporta, que traz contentamento e satisfação, não só pela comida, mas por tudo que ela envolve.
    Tem cheiro, textura, nomes dos mais variados, tem ingredientes que a gente nem imagina de onde saiu, tem o exótico, o trivial e tem o simples. Tem o inusitado, o que mistura doce com salgado e, na minha opinião, foi um acaso divino de alguém que decidiu juntar duas coisas muito boas para ver no que dá.
    Especialmente se tem queijo coalho com mel ou goiabada, aquele gosto agridoce difícil de explicar, mas que dispensa qualquer explicação, um sabor que me faz lembrar as viagens que fiz para Minas Gerais.
     Me lembra também a saudosa avó Maria, a mineira que nunca economizou nem no afeto, muito menos na comida. Ela sabia bem como preencher vazios de todos os tipos com o seu talento inegável na cozinha, comer sua comida era como receber carinho na alma e eu sei que você já deve ter sentido isso alguma vez na vida. Mudam-se os nomes, mudam-se as cidades, mas sabor de Minas é sempre de Minas.
    Viajei por treze países e provei pratos das mais variadas cores, sabores e lugares. Conhecer uma parte do mundo me fez comer de tudo, porque isso também é cultura, então minhas melhores memórias, adivinhem, também tem comida! Mas, nada supera Minas.
    Falo de Minas porque é, para mim, uma referência mundial na arte da culinária. Também, se há alguém mais afetivo que o povo mineiro, desconheço.
    A gente sente afeto na comida, na fala, no abraço gordinho de vó, que encosta barriga de avental no forno a lenha e coloca parte de todo o seu amor na panela. Essa é a forma mais perfeita de demonstrar amor.
    Mas, em tempos de redes sociais e padrões corporais, o afeto anda perdendo seu brilho. Afinal, comer também engorda, dá barriga, causa culpa e, nessa cultura da dieta excessiva, também virou pecado — mas não em Minas.
    Concordo que a gula faz mal, é verdade, mas será que a culpa também não faz? E se meu corpo, que é abençoado e não culpado, também for visto como um veículo e um instrumento para me fazer feliz?
    Pouco importa aquela barriguinha que está ali para me lembrar de parte das minhas histórias. Por isso, não posso cortá-la, criticá-la ou fazer uma lipo em tudo de bom que já vivi, não seria justo nem comigo, nem com Minas, e muito menos com a Dona Maria.
    E já que a maturidade e a vida adulta são um prato cheio de perdas e percalços, resolvi aceitar os meus bocados, as porções e os meus pedaços, aceito também os meus inteiros. Inclusive, mais uma fatia de queijo, com mel e afeto, por favor!

Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 31 mar. 2024. Adaptado.
A alternativa em que se verifica a presença de derivação imprópria, já que adjetivos foram transformados em substantivos por meio da anteposição do artigo definido “o”, é 
Alternativas
Q3443464 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

Corpo, comida e afeto: uma reflexão sobre culpa e aceitação

    Eu amo comer coisas diferentes, ando pela cidade à procura de pratos que eu não sei o nome, mas que meu coração (que fica ao lado do estômago) com certeza sabe bem.
    Comer, para mim, se tornou uma experiência afetiva, dessas que nos teletransporta, que traz contentamento e satisfação, não só pela comida, mas por tudo que ela envolve.
    Tem cheiro, textura, nomes dos mais variados, tem ingredientes que a gente nem imagina de onde saiu, tem o exótico, o trivial e tem o simples. Tem o inusitado, o que mistura doce com salgado e, na minha opinião, foi um acaso divino de alguém que decidiu juntar duas coisas muito boas para ver no que dá.
    Especialmente se tem queijo coalho com mel ou goiabada, aquele gosto agridoce difícil de explicar, mas que dispensa qualquer explicação, um sabor que me faz lembrar as viagens que fiz para Minas Gerais.
     Me lembra também a saudosa avó Maria, a mineira que nunca economizou nem no afeto, muito menos na comida. Ela sabia bem como preencher vazios de todos os tipos com o seu talento inegável na cozinha, comer sua comida era como receber carinho na alma e eu sei que você já deve ter sentido isso alguma vez na vida. Mudam-se os nomes, mudam-se as cidades, mas sabor de Minas é sempre de Minas.
    Viajei por treze países e provei pratos das mais variadas cores, sabores e lugares. Conhecer uma parte do mundo me fez comer de tudo, porque isso também é cultura, então minhas melhores memórias, adivinhem, também tem comida! Mas, nada supera Minas.
    Falo de Minas porque é, para mim, uma referência mundial na arte da culinária. Também, se há alguém mais afetivo que o povo mineiro, desconheço.
    A gente sente afeto na comida, na fala, no abraço gordinho de vó, que encosta barriga de avental no forno a lenha e coloca parte de todo o seu amor na panela. Essa é a forma mais perfeita de demonstrar amor.
    Mas, em tempos de redes sociais e padrões corporais, o afeto anda perdendo seu brilho. Afinal, comer também engorda, dá barriga, causa culpa e, nessa cultura da dieta excessiva, também virou pecado — mas não em Minas.
    Concordo que a gula faz mal, é verdade, mas será que a culpa também não faz? E se meu corpo, que é abençoado e não culpado, também for visto como um veículo e um instrumento para me fazer feliz?
    Pouco importa aquela barriguinha que está ali para me lembrar de parte das minhas histórias. Por isso, não posso cortá-la, criticá-la ou fazer uma lipo em tudo de bom que já vivi, não seria justo nem comigo, nem com Minas, e muito menos com a Dona Maria.
    E já que a maturidade e a vida adulta são um prato cheio de perdas e percalços, resolvi aceitar os meus bocados, as porções e os meus pedaços, aceito também os meus inteiros. Inclusive, mais uma fatia de queijo, com mel e afeto, por favor!

Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 31 mar. 2024. Adaptado.
Considere a passagem:
“E já que a maturidade e a vida adulta são um prato cheio de perdas e percalços, resolvi aceitar os meus bocados, as porções e os meus pedaços, aceito também os meus inteiros. Inclusive, mais uma fatia de queijo, com mel e afeto, por favor!”
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias que se podem inferir dessa passagem.
I- As fases da maturidade e da vida adulta trazem perdas e percalços os quais o afeto tem o poder de amenizar.
II- O prazer de comer aquilo de que se gosta traz alento ante os sofrimentos que são impostos pela vida.
III- Os sofrimentos impostos pela vida fazem com que as pessoas se sintam merecedoras das boas sensações causadas pela comida saborosa e pelo afeto.
IV- Algumas pessoas, erroneamente, querem compensar os sofrimentos da vida pelo consumo desmedido de comida.
V- A comida não tem o poder de aliviar os sofrimentos da vida, por isso deve ser consumida com parcimônia.
Estão CORRETAS as afirmativas 
Alternativas
Q3443463 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

Corpo, comida e afeto: uma reflexão sobre culpa e aceitação

    Eu amo comer coisas diferentes, ando pela cidade à procura de pratos que eu não sei o nome, mas que meu coração (que fica ao lado do estômago) com certeza sabe bem.
    Comer, para mim, se tornou uma experiência afetiva, dessas que nos teletransporta, que traz contentamento e satisfação, não só pela comida, mas por tudo que ela envolve.
    Tem cheiro, textura, nomes dos mais variados, tem ingredientes que a gente nem imagina de onde saiu, tem o exótico, o trivial e tem o simples. Tem o inusitado, o que mistura doce com salgado e, na minha opinião, foi um acaso divino de alguém que decidiu juntar duas coisas muito boas para ver no que dá.
    Especialmente se tem queijo coalho com mel ou goiabada, aquele gosto agridoce difícil de explicar, mas que dispensa qualquer explicação, um sabor que me faz lembrar as viagens que fiz para Minas Gerais.
     Me lembra também a saudosa avó Maria, a mineira que nunca economizou nem no afeto, muito menos na comida. Ela sabia bem como preencher vazios de todos os tipos com o seu talento inegável na cozinha, comer sua comida era como receber carinho na alma e eu sei que você já deve ter sentido isso alguma vez na vida. Mudam-se os nomes, mudam-se as cidades, mas sabor de Minas é sempre de Minas.
    Viajei por treze países e provei pratos das mais variadas cores, sabores e lugares. Conhecer uma parte do mundo me fez comer de tudo, porque isso também é cultura, então minhas melhores memórias, adivinhem, também tem comida! Mas, nada supera Minas.
    Falo de Minas porque é, para mim, uma referência mundial na arte da culinária. Também, se há alguém mais afetivo que o povo mineiro, desconheço.
    A gente sente afeto na comida, na fala, no abraço gordinho de vó, que encosta barriga de avental no forno a lenha e coloca parte de todo o seu amor na panela. Essa é a forma mais perfeita de demonstrar amor.
    Mas, em tempos de redes sociais e padrões corporais, o afeto anda perdendo seu brilho. Afinal, comer também engorda, dá barriga, causa culpa e, nessa cultura da dieta excessiva, também virou pecado — mas não em Minas.
    Concordo que a gula faz mal, é verdade, mas será que a culpa também não faz? E se meu corpo, que é abençoado e não culpado, também for visto como um veículo e um instrumento para me fazer feliz?
    Pouco importa aquela barriguinha que está ali para me lembrar de parte das minhas histórias. Por isso, não posso cortá-la, criticá-la ou fazer uma lipo em tudo de bom que já vivi, não seria justo nem comigo, nem com Minas, e muito menos com a Dona Maria.
    E já que a maturidade e a vida adulta são um prato cheio de perdas e percalços, resolvi aceitar os meus bocados, as porções e os meus pedaços, aceito também os meus inteiros. Inclusive, mais uma fatia de queijo, com mel e afeto, por favor!

Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 31 mar. 2024. Adaptado.
Considere a passagem:
“Tem o inusitado, o que mistura doce com salgado e, na minha opinião, foi um acaso divino de alguém que decidiu juntar duas coisas muito boas para ver no que dá.”
De acordo com o texto, misturar doce com salgado é “inusitado” porque é 
Alternativas
Q3443462 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

Corpo, comida e afeto: uma reflexão sobre culpa e aceitação

    Eu amo comer coisas diferentes, ando pela cidade à procura de pratos que eu não sei o nome, mas que meu coração (que fica ao lado do estômago) com certeza sabe bem.
    Comer, para mim, se tornou uma experiência afetiva, dessas que nos teletransporta, que traz contentamento e satisfação, não só pela comida, mas por tudo que ela envolve.
    Tem cheiro, textura, nomes dos mais variados, tem ingredientes que a gente nem imagina de onde saiu, tem o exótico, o trivial e tem o simples. Tem o inusitado, o que mistura doce com salgado e, na minha opinião, foi um acaso divino de alguém que decidiu juntar duas coisas muito boas para ver no que dá.
    Especialmente se tem queijo coalho com mel ou goiabada, aquele gosto agridoce difícil de explicar, mas que dispensa qualquer explicação, um sabor que me faz lembrar as viagens que fiz para Minas Gerais.
     Me lembra também a saudosa avó Maria, a mineira que nunca economizou nem no afeto, muito menos na comida. Ela sabia bem como preencher vazios de todos os tipos com o seu talento inegável na cozinha, comer sua comida era como receber carinho na alma e eu sei que você já deve ter sentido isso alguma vez na vida. Mudam-se os nomes, mudam-se as cidades, mas sabor de Minas é sempre de Minas.
    Viajei por treze países e provei pratos das mais variadas cores, sabores e lugares. Conhecer uma parte do mundo me fez comer de tudo, porque isso também é cultura, então minhas melhores memórias, adivinhem, também tem comida! Mas, nada supera Minas.
    Falo de Minas porque é, para mim, uma referência mundial na arte da culinária. Também, se há alguém mais afetivo que o povo mineiro, desconheço.
    A gente sente afeto na comida, na fala, no abraço gordinho de vó, que encosta barriga de avental no forno a lenha e coloca parte de todo o seu amor na panela. Essa é a forma mais perfeita de demonstrar amor.
    Mas, em tempos de redes sociais e padrões corporais, o afeto anda perdendo seu brilho. Afinal, comer também engorda, dá barriga, causa culpa e, nessa cultura da dieta excessiva, também virou pecado — mas não em Minas.
    Concordo que a gula faz mal, é verdade, mas será que a culpa também não faz? E se meu corpo, que é abençoado e não culpado, também for visto como um veículo e um instrumento para me fazer feliz?
    Pouco importa aquela barriguinha que está ali para me lembrar de parte das minhas histórias. Por isso, não posso cortá-la, criticá-la ou fazer uma lipo em tudo de bom que já vivi, não seria justo nem comigo, nem com Minas, e muito menos com a Dona Maria.
    E já que a maturidade e a vida adulta são um prato cheio de perdas e percalços, resolvi aceitar os meus bocados, as porções e os meus pedaços, aceito também os meus inteiros. Inclusive, mais uma fatia de queijo, com mel e afeto, por favor!

Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 31 mar. 2024. Adaptado.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias que são defendidas no texto.
I- O conhecimento da comida de uma região representa o conhecimento de um componente que faz parte da cultura dessa região.
II- A comida em excesso não faz bem, mas a culpa que se sente por comer, por sua vez, também não é benéfica.
III- O afeto dos mineiros pode ser sentido não só nos gestos de carinho, na fala, mas também na sua comida.
IV- A excessiva preocupação com os padrões estéticos impede que as pessoas desfrutem do prazer de comer aquilo de que se gosta.
V- O ato de cozinhar para aqueles de quem se gosta constitui uma demonstração de verdadeiro afeto.
Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3442878 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.


Texto 03 



Disponível em: https://br.pinterest.com/. Acesso em: 31 mar 2024.  
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias que se podem inferir do texto 03.
I- A felicidade é encontrada quando se evita o sofrimento.
II- A vida não é bem aproveitada quando não se doa amor.
III- Os riscos devem ser evitados, para se preservar a vida.
IV- A felicidade não é encontrada quando se evita sofrimento.
V- Os riscos fazem parte da vida quando se quer aproveitá-la.
Estão CORRETAS as afirmativas 
Alternativas
Q3442877 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.


Texto 02 


Disponível em: http://bichinhosdejardim.com. Acesso em: 31 mar. 2024. 

Analise os itens a seguir, tendo em vista os tipos de linguagem presentes no texto 02.
I- Formal.
I- Informal.
III- Verbal.
IV- Não verbal.
V- Conotativa.
Estão CORRETOS os itens 
Alternativas
Q3442876 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.


Texto 02 


Disponível em: http://bichinhosdejardim.com. Acesso em: 31 mar. 2024. 

Analise os itens a seguir, tendo em vista as palavras e as expressões, nas falas de Joana, que aparentam ser positivas em relação a Caramelo.
I- “exímio explanador”.
II- “especialista em discursos”.
III- “abobrinhas sentimentais”.
IV- “patologicamente otimista”.
V- “discursos irreais”.
Estão CORRETOS os itens 
Alternativas
Q3442873 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.


Texto 01


Valorize as boas memórias: nenhuma tecnologia supera a conexão humana


    Despertador, buzina, trânsito, aviso de mensagem, relógio girando, café esfriando, agenda cheia, semana correndo. Vivemos uma verdadeira maratona a cada dia do calendário, com cada vez menos oportunidades de construir boas memórias. Momentos guiados pelo imediatismo, pelas urgências. Em meio a esse ritmo frenético, uma fresta de pausa.


    Aquele guardanapo bordado, o cachecol tricotado, o cheiro de bolo invadindo a tarde, música boa. O que esses dois mundos têm em comum? Muitas coisas!


    Existem gostosas e preciosas histórias nessa estrada. Se não a observarmos dando o devido valor, corremos o risco de que fiquem amareladas e esquecidas dentro de uma caixa de camisa. Ou enfiadas no fundo de uma gaveta, com as roldanas enferrujadas.


    Nessa costura de movimentos, há um caminho aliando o tecnológico com o manual, que traz calma, refresca a alma, aquece as boas memórias.


    A realidade é que há um forte vínculo entre passado e presente; há uma busca às simples e boas coisas da vida, como sentar ao redor de uma mesa, e com tempo, calma e amigos, saborear o que de melhor uma refeição pode nos proporcionar.


     Atualmente questionamos o consumo, nos permitimos misturar o que há de diferente e essa talvez seja a maior herança que tenhamos do século passado. A máquina de café expresso, por exemplo, tão fast e fashion, tem seu valor e praticidade, mas não dá pra esquecer a magia do bom e velho café passado no filtro de pano. Momento e movimentos totalmente diversos e igualmente gostosos.


    O mundo vive um momento crítico. Queremos pausas para quebrar as regras e encontrar novas (ou velhas) alternativas. Buscamos nossas memórias e experiências que reconectam à nossa essência.


    Eu sei, você sabe, todo mundo sabe, a tecnologia nos proporciona ações em velocidade tão rápida que já não deixamos pegadas. Não guardamos comprovantes físicos nem imprimimos fotografias. Com enxurrada de conteúdos, a rede mundial de computadores nos demanda ações práticas, porém, contudo, todavia, há muito amor para se manter no espaço físico e real.


    Muitas vezes, simples recordações nos parecem bobas, escassas de qualquer valor. Que tal permitir que elas contribuam como um vínculo entre o que fomos e o que nos tornamos? Entre o que a pressa do cotidiano apresenta e o que importa a nossos particulares desejos e necessidades? Respeite as suas lembranças [...].


Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/. Acesso em: 31 mar. 2024. Adaptado

Assinale a alternativa em que a estrutura do período realça a ideia que se quer transmitir sobre o estilo de vida do tempo presente.
Alternativas
Q3442869 Psicologia

Leia o fragmento de texto a seguir para responder a esta questão. 


A Psicologia Sócio-histórica estuda o ser humano e seu mundo psíquico como construções históricas e sociais da humanidade. O mundo psíquico que temos hoje não foi e nem será sempre assim, pois sua caracterização está diretamente ligada ao mundo material e às formas de vida que temos hoje em certas sociedades modernas. Assim, o fenômeno psicológico não pertence a uma natureza humana. Ao contrário, ele é pensado como algo que os humanos constituíram como possibilidade devido à forma como nos inserimos e atuamos no mundo.


Fonte: BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes Trassi. Psicologias: uma introdução aos estudos de psicologia. São Paulo: Saraiva, 2008, p. 73.


Marque a alternativa que apresenta o teórico responsável pela proposição da Psicologia Sócio-histórica.  

Alternativas
Q3442868 Psicologia

Leia o trecho a seguir para responder a esta questão. 


A forma como a escola se organiza, nos dias de hoje, está atrelada a circunstâncias históricas que produziram tendências pedagógicas que ora privilegiavam o professor e o conteúdo, como era o caso da Pedagogia Tradicional; ora privilegiavam o estudante, como é o caso da Escola Nova e do Construtivismo; ora privilegiavam a técnica, como é o caso da Pedagogia Tecnicista. Cada tendência pedagógica carrega uma visão acerca da atuação dos educadores que permeia todo o trabalho pedagógico e que influencia a prática desenvolvida pelo psicólogo na escola.


Fonte: Marilda Gonçalves Dias. Valorização ou esvaziamento do trabalho do professor? Um estudo crítico-comparativo da teoria do professor reflexivo, do construtivismo e da psicologia vigotskiana. Campinas, SP: Autores Associados, 2004.


Assinale a alternativa CORRETA sobre a atuação do psicólogo.

Alternativas
Q3442867 Psicologia

Leia o trecho a seguir extraído da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. 


Art. 205 - A educação, direito de todos, dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.


Considerando o trecho supracitado e as Referências Técnicas para a Atuação de Psicólogas(os) na Educação Básica, produzidas pelo CFP, avalie as afirmativas sobre a atuação do psicólogo:


I- A atuação da Psicologia para questões da Educação deve envolver, prioritariamente, o fortalecimento de uma gestão educacional democrática que considera todos os agentes que participam da comunidade escolar, e de formas efetivas de acompanhamento do processo de escolarização.


II- O psicólogo tem a função de permitir que a escola elabore e avalie o projeto político-pedagógico, sem interferir, permitindo a autonomia da comunidade e destacando a dimensão subjetiva da realidade escolar.


III- Ao psicólogo cabe uma prática que conduza a uma avaliação da criança e do jovem, a fim de descobrir seu diagnóstico e as limitações de aprendizagem, para centrar-se no aluno, identificando os determinantes do fracasso escolar e realizando as modificações.


Está CORRETO o que se afirma em

Alternativas
Q3442866 Psicologia

Leia o trecho a seguir para responder a esta questão.  


O Behaviorismo não é a ciência do comportamento humano, mas, sim, a filosofia dessa ciência. Algumas das questões que ele propõe são: É possível tal ciência? Pode ela explicar cada aspecto do comportamento humano? Que métodos pode empregar? São suas leis tão válidas quanto as da Física e da Biologia? Proporcionará ela uma tecnologia e, em caso positivo, que papel desempenhará nos assuntos humanos? São particularmente importantes as suas relações com as formas anteriores de tratamento do mesmo assunto. O comportamento humano é o traço mais familiar do mundo em que as pessoas vivem, e deve-se ter dito mais sobre ele do que sobre qualquer outra coisa. E, de tudo o que foi dito, o que vale a pena ser conservado?


Fonte: SKINNER, B. F. Sobre o behaviorismo. Trad. Maria da Penha Villalobos. 15. ed. São Paulo: Cultrix, 2009. p. 7. Adaptado.


Assinale a alternativa que apresenta o modelo explicativo proposto por Skinner. 

Alternativas
Q3442865 Psicologia

Leia o trecho a seguir para responder a esta questão.  


Procurei entender, primeiro, como se formam os valores nos seres humanos, como eles se dão e orientam o cotidiano das pessoas... Esse é o desafio, esmiuçar como se dão os processos, não só na formação de valores, mas na mudança de valores. Sem esquecer que eles vêm carregados de muita história: a familiar, a social e não é fácil mudar. A não ser que a pessoa assuma, realmente, uma reflexão crítica... Aí surge outro dilema, outra contradição: entre imaginação e fantasia. A fantasia leva à alienação, é destrutiva, porque perde os vínculos com o real, enquanto a imaginação tem os pés no real, no cotidiano. Outro desafio que surgiu há pouco tempo é a apatia, o desinteresse. Alguém indiferente às coisas está negando a própria vida, a emoção, o afeto! Isso é terrível! Como se forma um sentimento de indiferença? Ele é a morte, é virar um robô. São desafios nos quais temos que nos aprofundar, pesquisar. Se assumirmos que a transformação social só se dará eticamente, quem mais do que nós, psicólogos, tem essa arma na mão? É exatamente esse pensar ético que deve estar presente onde o psicólogo estiver atuando.


Fonte: Lane, S. T. M. Diálogos: uma psicologia para transformar a sociedade [Entrevista]. PSI Jornal de Psicologia, São Paulo, 18 (122), maio-jun., 4-6, 2000.


Assinale a alternativa que apresenta corretamente a ideia proposta por Silvia Lane. 

Alternativas
Q3442864 Psicologia
Silvia Lane muito contribuiu no desenvolvimento da Psicologia Social. A sua produção teórica permitiu a construção de novas perspectivas no campo e as suas ideias sobre a prática permitiram a construção da Psicologia Comunitária.
Analise as afirmativas a seguir sobre as formulações teóricas de Silvia Lane.
I- Lane, a partir do materialismo histórico e dialético, produziu uma nova Psicologia Social, cujo objeto, em vez das "relações interpessoais e influências sociais", como propunha a Psicologia Social Tradicional, era o homem como ser histórico, a dialética entre indivíduo e sociedade, o movimento de transformação da realidade.
II- Lane propôs, ao se alinhar com as teorias americanas, que rejeitavam o mentalismo e o introspeccionismo, ou seja, descartavam os estudos relacionados à mente para explicar o comportamento social, que se poderia explicar a realidade brasileira e latino-americana se observado o comportamento social externo.
III- A Psicologia Social, que passou a ser denominada sócio-histórica, surgiu da fusão dos estudos norteamericanos com a psicologia dialética que estava sendo fomentada no Brasil, resultou em um conjunto de elaborações teóricas afinadas com a ideia da contemplação dos fenômenos sociais naturais da realidade do país, seguida de uma transformação do que fosse possível.
IV- A pesquisa-ação participante foi uma das novas metodologias destacadas, cuja concepção anula toda discussão sobre a neutralidade da ciência e do pesquisador. Trata-se, no caso, de discutir o compromisso social do pesquisador.
Está CORRETO o que se afirma em 
Alternativas
Q3442863 Psicologia
Conforme Resolução do CFP n.º 010/2005, que aprova o Código de Ética Profissional do Psicólogo, avalie as assertivas a seguir.
I- É dever fundamental dos psicólogos prestar serviços profissionais em situações de calamidade pública ou de emergência, sem visar benefício pessoal.
II- É facultativo ao profissional de psicologia informar, a quem de direito, os resultados decorrentes da prestação de serviços psicológicos.
III- Ao fixar a remuneração pelo seu trabalho, o psicólogo assegura a qualidade dos serviços oferecidos, independentemente do valor acordado.
IV- Induzir qualquer pessoa ou organização a recorrer a seus serviços é dever fundamental dos psicólogos comprometidos com a prestação de serviço, que oferta cuidado em saúde.
Está CORRETO o que se afirma em  
Alternativas
Q3442862 Psicologia
A categoria transtorno da personalidade (TP) foi, ao longo dos últimos dois séculos, nomeada de diversas formas pela psicopatologia: insanidade moral, monomania moral, neurose de caráter, caracteropatia, psicopatia e, por fim, transtorno da personalidade.
Analise as afirmativas sobre transtorno de personalidade a seguir, conforme Dalgalarrondo (2019), e indique a CORRETA
Alternativas
Q3442861 Psicologia
Em agosto de 2022, o CFP publica a 3ª Edição da Cartilha Avaliação Psicológica. A Resolução CFP n.º 9/2018, em vigência, define a Avaliação Psicológica como um processo estruturado de investigação de fenômenos psicológicos, composto de métodos, técnicas e instrumentos, com o objetivo de prover informações à tomada de decisão, no âmbito individual, grupal ou institucional, com base em demandas, condições e finalidades específicas.
Avalie as afirmativas a seguir sobre esse assunto.
I- As entrevistas, as observações sistemáticas e as análises de documentos não podem ser fontes de informação para avaliação psicológica, por falta de validação científica.
II- A avaliação psicológica é uma etapa da testagem psicológica.
III- A avaliação psicológica, segundo indicação da literatura científica, deve considerar os determinantes biopsicossociais em que a pessoa avaliada está inserida.
IV- A compreensão pode abranger aspectos psicológicos de naturezas distintas, dependendo dos objetivos da avaliação psicológica.
Estão CORRETAS as afirmativas 
Alternativas
Q3442860 Psicologia
A Resolução n.º 9, de 25 de abril de 2018, do Conselho Federal de Psicologia (CFP), estabelece diretrizes para a realização de Avaliação Psicológica no exercício profissional do psicólogo, regulamenta o Sistema de Avaliação de Testes Psicológicos (SATEPSI) e revoga as Resoluções n.º 002/2003, n.º 006/2004 e n.º 005/2012 e Notas Técnicas n.° 01/2017 e n.º 02/2017.
Avalie as assertivas a seguir conforme esta resolução citada.
I- O psicólogo não tem a prerrogativa de decidir quais são os métodos, as técnicas e os instrumentos empregados na Avaliação Psicológica, sendo necessário que, a depender da finalidade da avaliação, obedeça à indicação vigente do CFP, conforme campo de aplicação e saber.
II- Os testes psicológicos abarcam também os seguintes instrumentos: escalas, inventários, questionários e métodos projetivos/expressivos, para fins de padronização desta Resolução e do SATEPSI.
III- O psicólogo, na realização da Avaliação Psicológica, deve basear a sua decisão em instrumentos que escolher, tendo prerrogativa na utilização de testes psicológicos com parecer desfavorável ou que constam na lista de testes psicológicos não avaliados no site do SATEPSI, independentemente de fim de pesquisa/estudo ou não.
Está CORRETO o que se afirma em 
Alternativas
Q3441970 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.


Texto 03 


Disponível em: https://br.pinterest.com/. Acesso em: 31 mar 2024. 

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias que se podem inferir do texto 03.
I- A felicidade é encontrada quando se evita o sofrimento.
II- A vida não é bem aproveitada quando não se doa amor.
III- Os riscos devem ser evitados, para se preservar a vida.
IV- A felicidade não é encontrada quando se evita sofrimento.
V- Os riscos fazem parte da vida quando se quer aproveitá-la.
Estão CORRETAS as afirmativas  
Alternativas
Q3441961 Serviço Social
É considerada uma atribuição privativa dos assistentes sociais, prevista na Lei n.º 8.662/1993:
Alternativas
Respostas
821: D
822: A
823: C
824: E
825: X
826: E
827: A
828: C
829: B
830: D
831: A
832: D
833: E
834: B
835: A
836: C
837: E
838: C
839: X
840: C