Questões de Concurso Para cotec

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Ano: 2019 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de Unaí - MG
Q1234395 Português
                                                              Memória das coisas 
1 Entro em um antiquário dias após um leilão. Há uma grande escultura na entrada, vários cristais em diversas cores que eu sequer sei o nome, livros datados do início do século 19 logo abaixo da escada que sobe em espiral até o escritório. É instintivo: todas as vezes em que meus cotovelos são passíveis de causar qualquer desastre, eu – que sou amplamente conhecido pela falta de jeito – enfio as mãos nos bolsos para minimizar a área de contato entre  5 a minha pouca noção de espaço e a possível ruína completa de uma licoreira equilibrada em um móvel antigo. Uso desse método para percorrer o curto caminho entre a porta e a cadeira que me indicam para sentar, distraído pelos inúmeros quadros e uma infinidade de frágeis objetos que não precisariam de mais do que um esbarrão para virarem poeira e entrarem, de vez, para a história. Para ser sincero, na verdade, já fazem parte dela. “Nossas coisas carregam de valor histórico nosso espaço cotidiano e nos permitem sentir que nossa existência se dá  10 em um lugar onde se desenvolve um continuum histórico do qual também fazemos parte”, indica o professor Carlos Etchevane, arqueólogo e doutor em geologia quartenária e paleontologia humana pelo Muséum National D’historie Naturelle, em Paris.  15 Desde que nos entendemos por gente, os objetos que carregamos por toda a vida nos ajudam a contar a história de quem somos, a formar nossa identidade e a moldar como nos apresentamos ao mundo. E o melhor: isso pouco tem a ver com os seus valores em dinheiro, mas com os laços que nos atam a eles. Isso vale tanto para aquela cristaleira de jacarandá, escondida no antiquário, para o chaveiro que carrego no meu bolso – e que um dia foi do meu avô – quanto para a poltrona na qual espero que você, leitor, esteja confortavelmente sentado lendo esta revista. 20 É preciso entender que as coisas que nos cercam não são feitas unicamente de matéria. “Elas têm também uma carga simbólica para quem as produz e as usa”, afirma Etchevane. Esse é o ponto exato capaz de transformar cada peça daquele antiquário em uma história única, cheia de som e fúria. Não são relíquias distantes, protegidas por vidros blindados de museus. São objetos marcados pelas relações do dia a dia, em uso, que nos ajudam a localizar memórias como pequenos fósseis que carregam narrativas repletas de afeto e de paixões. 25 A teórica canadense Laura Marks se dedicou a entender, durante anos, como esses pequenos fósseis atuam no nosso cotidiano. Em seu livro The Skin of the Film (sem tradução para o português), ela analisou diversos filmes procurando entender como objetos cenográficos podiam ajudar a contar histórias e afetar os sentidos dos espectadores. A solução soa engenhosamente simples. Nossas coisas, obviamente, não possuem uma memória própria, mas funcionam como um reservatório, acumulando tudo o que ali despejamos: nossas dores, alegrias, um dia triste e outro alegre, um beijo – enfim, tudo aquilo que não podemos carregar sozinhos.  30 Claro que isso tudo não é só coisa de cinema. “É possível observar essa relação entre os nossos sentidos, a memória e os objetos agindo em outras instâncias da arte e da vida”, afirma Laura. Para isso, nada de esconder aquele velho anel em um cofre ou esquecer aquele casaco herdado dos avós dentro de um armário. Escondidos, em um canto escuro, nada valem. Assim, eles são apenas fósseis comuns, isolados da luz, sem poder para contar suas lembranças.  35 A grande diferença entre os nossos fósseis e aqueles dos museus, para Laura, é que nossas coisas possuem uma propriedade que ela chama de radioatividade. “Eu gosto de pensá-la como uma forma benigna de contaminação, como aquela que acontece quando um perfume demarca o caminho de alguém”, afirma a pesquisadora. Assim como um cheiro nos lembra da presença de uma pessoa, um objeto pode trazer à tona sentimentos e lembranças que jurávamos soterrados lá dentro da gente.  40 Mais do que fazer emergir essas memórias, nossas coisas nos levam a partilhar essas experiências, contaminando aqueles que estão à nossa volta com suas histórias e segredos. Ao tirar aquele casaco antigo da gaveta, mais do que receber um longo abraço que rememora a todo o tempo a relação com os avós, somos levados a dividir essa sensação com os outros. 45 Entender isso nos ajuda a ter uma relação de posse “menos fetichista”, para usar as palavras de Laura, com as nossas coisas. Elas não são exatamente “nossas”, mas uma colagem que reúne um pouco de cada um que já esteve ligado àquele objeto. Às vezes, para preservar esse fóssil em sua exatidão, o escondemos. Não queremos correr o risco de perdê-lo. Basta convidar um amigo desastrado – como eu! – para uma comemoração e lá se vai para o chão um jarro de flores que estava há gerações na sua família. Um risco necessário, já que não podemos lembrar aquilo que não tentamos esquecer. 50 “Quando você tem medo de usar qualquer coisa, é lógico que ela vai terminar em cacos”, afirma o galerista Lélio Cimini, que há 13 anos comanda o Empório das Artes, o antiquário do início da reportagem. No seu dia a dia, Lélio usa um antigo aparelho de jantar. Nunca houve nenhum arranhão, nem mesmo uma peça quebrada. Claro, um objeto pode até perder o seu valor de venda ou de troca pelo desgaste, mas eles não se tornam especiais exatamente pelo seu custo. Todos aqueles pratos e xícaras, que um dia já participaram das festas de alguma 55 senhora do século 20, hoje são testemunhas do cotidiano, das conversas à mesa da família de Lélio. São essas memórias que se confundem e se encerram em cada prato e xícara que o tornam único, não sua natureza material. Ao contrário, se pode achar com um pouco de pesquisa um modelo parecido ou até com os mesmos e exatos desenhos. A porcelana, frágil, pode se rachar ou até se desfazer em poeira no chão. Mas as relações, não. E é justamente essa experiência, indestrutível, que faz aquele aparelho perdurar na lava-louças e não na vitrine do empório. 60 Mas, muitas vezes, também é essa mesma experiência que nos leva a nos desfazer de determinado objeto. “Quando comecei o Empório, boa parte das coisas veio da minha coleção pessoal”, comenta Lélio. “Fiquei apenas com aquilo que não conseguiria me desfazer, pelo apreço”, diz. Esquecer e lembrar, como nos faz recordar o historiador francês Michel de Certeau, são faces de uma mesma moeda. Em seu livro A Invenção do Cotidiano, 65 comenta que os processos de apagamento, de esvaziamento da memória, são tão necessários quanto os de escrita. Alguns estudos recentes da Universidade de Illinois, inclusive, revelam que o nosso cérebro precisa desse processo de apagamento para reter informações novas. Da mesma forma, necessitamos deixar para trás as coisas que já não nos preenchem para nos prepararmos para novas experiências. Em seu dia a dia à frente do antiquário, Lélio convive diretamente com esses dois extremos. “Uma das coisas mais prazerosas é perceber que lido com 70 a felicidade de duas pessoas”, afirma o galerista. “Tanto da pessoa que se desfaz do objeto que já não faz mais sentido em sua vida, quanto daquela que vai recebê-lo e dará uma nova utilidade para ele.” Talvez, por isso, arrumar os nossos armários soe como uma espécie de rito de passagem. É o momento em que colocamos tudo abaixo e decidimos o que continua conosco e o que não nos serve mais. Ficamos, frente a frente, com ambas as alegrias: fazemos um balanço, não apenas das coisas, mas das memórias. Um exercício não 75 só de apego, mas também de aparar as próprias arestas. Nos purificamos com fogo para seguir em frente. E com as mãos livres, fora dos bolsos, sem medo de quebrar mais nada. 
Fonte: VILELA, Daniel. Memória das coisas. Disponível em: <https://vidasimples.com/conviver/memoria-das-coisas/ >. Acesso em: 20 jun. 2019.
Em que alternativa o verbo poderia ser empregado no plural, segundo a Gramática Normativa, embora o uso recorrente no Brasil seja o singular?
Alternativas
Ano: 2019 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de Unaí - MG
Q1234272 Português
                                                              Memória das coisas 
1 Entro em um antiquário dias após um leilão. Há uma grande escultura na entrada, vários cristais em diversas cores que eu sequer sei o nome, livros datados do início do século 19 logo abaixo da escada que sobe em espiral até o escritório. É instintivo: todas as vezes em que meus cotovelos são passíveis de causar qualquer desastre, eu – que sou amplamente conhecido pela falta de jeito – enfio as mãos nos bolsos para minimizar a área de contato entre  5 a minha pouca noção de espaço e a possível ruína completa de uma licoreira equilibrada em um móvel antigo. Uso desse método para percorrer o curto caminho entre a porta e a cadeira que me indicam para sentar, distraído pelos inúmeros quadros e uma infinidade de frágeis objetos que não precisariam de mais do que um esbarrão para virarem poeira e entrarem, de vez, para a história. Para ser sincero, na verdade, já fazem parte dela. “Nossas coisas carregam de valor histórico nosso espaço cotidiano e nos permitem sentir que nossa existência se dá  10 em um lugar onde se desenvolve um continuum histórico do qual também fazemos parte”, indica o professor Carlos Etchevane, arqueólogo e doutor em geologia quartenária e paleontologia humana pelo Muséum National D’historie Naturelle, em Paris.  15 Desde que nos entendemos por gente, os objetos que carregamos por toda a vida nos ajudam a contar a história de quem somos, a formar nossa identidade e a moldar como nos apresentamos ao mundo. E o melhor: isso pouco tem a ver com os seus valores em dinheiro, mas com os laços que nos atam a eles. Isso vale tanto para aquela cristaleira de jacarandá, escondida no antiquário, para o chaveiro que carrego no meu bolso – e que um dia foi do meu avô – quanto para a poltrona na qual espero que você, leitor, esteja confortavelmente sentado lendo esta revista. 20 É preciso entender que as coisas que nos cercam não são feitas unicamente de matéria. “Elas têm também uma carga simbólica para quem as produz e as usa”, afirma Etchevane. Esse é o ponto exato capaz de transformar cada peça daquele antiquário em uma história única, cheia de som e fúria. Não são relíquias distantes, protegidas por vidros blindados de museus. São objetos marcados pelas relações do dia a dia, em uso, que nos ajudam a localizar memórias como pequenos fósseis que carregam narrativas repletas de afeto e de paixões. 25 A teórica canadense Laura Marks se dedicou a entender, durante anos, como esses pequenos fósseis atuam no nosso cotidiano. Em seu livro The Skin of the Film (sem tradução para o português), ela analisou diversos filmes procurando entender como objetos cenográficos podiam ajudar a contar histórias e afetar os sentidos dos espectadores. A solução soa engenhosamente simples. Nossas coisas, obviamente, não possuem uma memória própria, mas funcionam como um reservatório, acumulando tudo o que ali despejamos: nossas dores, alegrias, um dia triste e outro alegre, um beijo – enfim, tudo aquilo que não podemos carregar sozinhos.  30 Claro que isso tudo não é só coisa de cinema. “É possível observar essa relação entre os nossos sentidos, a memória e os objetos agindo em outras instâncias da arte e da vida”, afirma Laura. Para isso, nada de esconder aquele velho anel em um cofre ou esquecer aquele casaco herdado dos avós dentro de um armário. Escondidos, em um canto escuro, nada valem. Assim, eles são apenas fósseis comuns, isolados da luz, sem poder para contar suas lembranças.  35 A grande diferença entre os nossos fósseis e aqueles dos museus, para Laura, é que nossas coisas possuem uma propriedade que ela chama de radioatividade. “Eu gosto de pensá-la como uma forma benigna de contaminação, como aquela que acontece quando um perfume demarca o caminho de alguém”, afirma a pesquisadora. Assim como um cheiro nos lembra da presença de uma pessoa, um objeto pode trazer à tona sentimentos e lembranças que jurávamos soterrados lá dentro da gente.  40 Mais do que fazer emergir essas memórias, nossas coisas nos levam a partilhar essas experiências, contaminando aqueles que estão à nossa volta com suas histórias e segredos. Ao tirar aquele casaco antigo da gaveta, mais do que receber um longo abraço que rememora a todo o tempo a relação com os avós, somos levados a dividir essa sensação com os outros. 45 Entender isso nos ajuda a ter uma relação de posse “menos fetichista”, para usar as palavras de Laura, com as nossas coisas. Elas não são exatamente “nossas”, mas uma colagem que reúne um pouco de cada um que já esteve ligado àquele objeto. Às vezes, para preservar esse fóssil em sua exatidão, o escondemos. Não queremos correr o risco de perdê-lo. Basta convidar um amigo desastrado – como eu! – para uma comemoração e lá se vai para o chão um jarro de flores que estava há gerações na sua família. Um risco necessário, já que não podemos lembrar aquilo que não tentamos esquecer. 50 “Quando você tem medo de usar qualquer coisa, é lógico que ela vai terminar em cacos”, afirma o galerista Lélio Cimini, que há 13 anos comanda o Empório das Artes, o antiquário do início da reportagem. No seu dia a dia, Lélio usa um antigo aparelho de jantar. Nunca houve nenhum arranhão, nem mesmo uma peça quebrada. Claro, um objeto pode até perder o seu valor de venda ou de troca pelo desgaste, mas eles não se tornam especiais exatamente pelo seu custo. Todos aqueles pratos e xícaras, que um dia já participaram das festas de alguma 55 senhora do século 20, hoje são testemunhas do cotidiano, das conversas à mesa da família de Lélio. São essas memórias que se confundem e se encerram em cada prato e xícara que o tornam único, não sua natureza material. Ao contrário, se pode achar com um pouco de pesquisa um modelo parecido ou até com os mesmos e exatos desenhos. A porcelana, frágil, pode se rachar ou até se desfazer em poeira no chão. Mas as relações, não. E é justamente essa experiência, indestrutível, que faz aquele aparelho perdurar na lava-louças e não na vitrine do empório. 60 Mas, muitas vezes, também é essa mesma experiência que nos leva a nos desfazer de determinado objeto. “Quando comecei o Empório, boa parte das coisas veio da minha coleção pessoal”, comenta Lélio. “Fiquei apenas com aquilo que não conseguiria me desfazer, pelo apreço”, diz. Esquecer e lembrar, como nos faz recordar o historiador francês Michel de Certeau, são faces de uma mesma moeda. Em seu livro A Invenção do Cotidiano, 65 comenta que os processos de apagamento, de esvaziamento da memória, são tão necessários quanto os de escrita. Alguns estudos recentes da Universidade de Illinois, inclusive, revelam que o nosso cérebro precisa desse processo de apagamento para reter informações novas. Da mesma forma, necessitamos deixar para trás as coisas que já não nos preenchem para nos prepararmos para novas experiências. Em seu dia a dia à frente do antiquário, Lélio convive diretamente com esses dois extremos. “Uma das coisas mais prazerosas é perceber que lido com 70 a felicidade de duas pessoas”, afirma o galerista. “Tanto da pessoa que se desfaz do objeto que já não faz mais sentido em sua vida, quanto daquela que vai recebê-lo e dará uma nova utilidade para ele.” Talvez, por isso, arrumar os nossos armários soe como uma espécie de rito de passagem. É o momento em que colocamos tudo abaixo e decidimos o que continua conosco e o que não nos serve mais. Ficamos, frente a frente, com ambas as alegrias: fazemos um balanço, não apenas das coisas, mas das memórias. Um exercício não 75 só de apego, mas também de aparar as próprias arestas. Nos purificamos com fogo para seguir em frente. E com as mãos livres, fora dos bolsos, sem medo de quebrar mais nada. 
Fonte: VILELA, Daniel. Memória das coisas. Disponível em: <https://vidasimples.com/conviver/memoria-das-coisas/ >. Acesso em: 20 jun. 2019.
Considere o trecho: “É instintivo: em todas as vezes que meus cotovelos são passíveis de causar qualquer desastre, eu – que sou amplamente conhecido pela falta de jeito – enfio as mãos nos bolsos para minimizar a área de contato entre a minha pouca noção de espaço e a possível ruína completa de uma licoreira equilibrada em um móvel antigo.” (Linhas 3-5)
Sobre a pontuação usada nesse trecho, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de Lagoa Grande - MG
Q1229857 Serviço Social
A pesquisa é indispensável para o exercício profissional dos assistentes sociais. Se após a Renovação do Serviço Social, a pesquisa adquiriu um “lugar” de destaque para a profissão, incitando uma postura investigativa e crítica dos profissionais, outrora, no marco da institucionalização do Serviço Social no Brasil, ela é referenciada pelo seu caráter utilitarista e, porque não dizer, pragmático. Considerando tais argumentos, assinale a alternativa que NÃO pode ser apontada como uma assertiva sobre a pesquisa em Serviço Social. 
Alternativas
Ano: 2019 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de Lagoa Grande - MG
Q1229752 Serviço Social
A compreensão dos fundamentos históricos e teórico-metodológicos do Serviço Social permite situar o debate sobre essa categoria de trabalho no campo de discussão e análise dessa profissão. Nessa direção, tendo esse debate como elemento norteador, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Apesar dos debates já realizados, não se pode afirmar que o Serviço Social seja um trabalho, pois se trata de uma prática remunerada que se aproxima muito mais da concepção de técnica, ou tecnologia, e isso faz com que a profissão não esteja imbricada, efetivamente, nas relações de reprodução social.  ( ) A questão social é o objeto particular de trabalho dos assistentes sociais que, cotidianamente, viabiliza direitos sociais. ( ) O trabalho do assistente social, que também tem uma objetividade social, tem um efeito nas condições materiais e sociais daqueles cuja sobrevivência depende desse trabalho.  ( ) Na condição de trabalhador assalariado, o assistente social, na relação de compra e venda da sua força de trabalho, também molda a sua inserção socioinstitucional na sociedade. ( ) O Serviço Social é uma atividade que, para se realizar no mercado, depende das instituições empregadoras, ou de organizações de referência, nas quais o assistente social dispõe de uma relativa autonomia no exercício do seu trabalho.
Com base nas afirmativas acima, de cima para baixo, marque a única alternativa CORRETA.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de Lagoa Grande - MG
Q1226792 Enfermagem
A paciente S.T.R recebeu uma prescrição médica de 1000 ml de solução de permanganato de potássio a 2%. O técnico de enfermagem tem à disposição solução a 10% e diluente. Para atender à prescrição, são necessários quantos ml da solução disponível? 
Alternativas
Ano: 2019 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de Lagoa Grande - MG
Q1225122 Enfermagem
A notificação compulsória consiste na comunicação da ocorrência de casos individuais, agregados de casos ou surtos, suspeitos ou confirmados, da lista de agravos relacionados na Portaria, que deve ser feita às autoridades sanitárias por profissionais de saúde ou qualquer cidadão, visando à adoção das medidas de controle pertinentes. É uma doença de notificação compulsória imediata:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de Lagoa Grande - MG
Q1225120 Enfermagem
O objetivo da epidemiologia é produzir conhecimento e tecnologia capazes de promover a saúde individual, através de medidas de alcance coletivo. Em epidemiologia, os marcadores de risco diferenciam-se dos fatores de risco por serem atributos
Alternativas
Ano: 2019 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de Lagoa Grande - MG
Q1214454 Psicologia
Analise o excerto a seguir:
“Durante toda sua carreira como psicólogo, ________ interessou-se profundamente pelo estudo do crescimento e desenvolvimento pessoais, e pelo uso da psicologia como um instrumento de promoção do bem-estar social e psicológico. Insistiu que uma teoria da personalidade precisa e viável deveria incluir não somente as profundezas, mas também os pontos altos que cada indivíduo é capaz de atingir.” 
Marque a alternativa que contém o autor que preenche corretamente a lacuna do excerto acima.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de Varzelândia - MG
Q1209468 Saúde Pública
Para cuidar da saúde da população de um determinado território, a unidade de saúde deve estar organizada de um modo que seus trabalhadores estejam divididos em funções e assumam responsabilidades diferentes e complementares. A etapa inicial do trabalho do ACS é
Alternativas
Ano: 2019 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de Unaí - MG
Q1201501 Veterinária
Art. 32. Não será autorizado o funcionamento de estabelecimento de produtos de origem animal, para exploração dos comércios interestadual ou internacional, sem que esteja completamente instalado e equipado para a finalidade  a que se destine. 
Fonte: BRASIL. Decreto n.º 30.691, de 29 de março de 1952. Aprova o novo regulamento da inspeção industrial e sanitária de produtos de origem animal. Brasília, DF, 1952.
Qual das alternativas abaixo apresenta adequação(ões), em uma situação de inspeção, que um funcionário de órgão fiscalizador, em seu município, cobraria de estabelecimento de produtos de origem animal que visa atuar em todo o país?
Alternativas
Ano: 2019 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de Unaí - MG
Q1196672 Português
                  Leia, com atenção, o texto a seguir para responder às questões que a ele se referem.                                                               A ECOLOGIA DA ORELHA
1 Puxa, ecologia da orelha? O que é isso? Seria tudo aquilo que nasce, cresce e morre em nossas orelhas? De certa forma sim, desde que não pensemos em coisas materiais e palpáveis. Nossas orelhas recebem muitas vozes, acolhem muitos pensamentos, ouvem muitas confissões, segredos... 5 As palavras vêm voando pelo ar como anjos e penetram em nossas orelhas rumo ao nosso cérebro e coração. Se as palavras são vistas pelos poetas como se fossem anjos, elas deveriam ser bastante construtivas, animadoras, cheias de vida, como os anjos bons que muitos acreditam que cuidam da vida das pessoas, e até mesmo dos animais, da relva... 10 Existe um poema judaico que diz que toda relva tem um anjo bom que sussurra para ela: Cresce! Cresce! Quando dizemos palavras que entusiasmam, que valorizam o outro, estamos fazendo a ecologia da orelha, dizendo coisas que trarão paz, harmonia e felicidade para as pessoas que estão à nossa volta. Quando fazemos o repasse da fofoca, do tipo: Sabe o que fulano falou de você? Ele disse que... E aí vem um monte de coisa ruim, que deprecia e desanima o outro, nesse momento, estamos fazendo a poluição da orelha, cabeça e coração de nosso amigo. 15 Ecologia da orelha é passar para frente só o que for bom, o que trouxer exuberância e alegria para os outros, aquilo que lhes estimule o amor, a autoconfiança e deixar de lado tudo aquilo que sabemos que trará tristeza, sentimentos de inferioridade e raiva. Como essa ecologia revolucionária poderá acontecer entre as pessoas [...]? [...] Fonte: SCHLÖGL, Emerli. A ecologia da orelha. 
Disponível em: <https://ipfer.com.br/gper/wp-content/uploads/sites/2/2018/02/ensino-religioso-5- ano.pdf>. Acesso em: 5 maio 2019. Adaptado.
Conforme o texto, “ecologia da orelha” significa:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de Unaí - MG
Q1196341 Português
                  Leia, com atenção, o texto a seguir para responder às questões que a ele se referem.                                                              A ECOLOGIA DA ORELHA
1 Puxa, ecologia da orelha? O que é isso? Seria tudo aquilo que nasce, cresce e morre em nossas orelhas? De certa forma sim, desde que não pensemos em coisas materiais e palpáveis. Nossas orelhas recebem muitas vozes, acolhem muitos pensamentos, ouvem muitas confissões, segredos... 5 As palavras vêm voando pelo ar como anjos e penetram em nossas orelhas rumo ao nosso cérebro e coração. Se as palavras são vistas pelos poetas como se fossem anjos, elas deveriam ser bastante construtivas, animadoras, cheias de vida, como os anjos bons que muitos acreditam que cuidam da vida das pessoas, e até mesmo dos animais, da relva... 10 Existe um poema judaico que diz que toda relva tem um anjo bom que sussurra para ela: Cresce! Cresce! Quando dizemos palavras que entusiasmam, que valorizam o outro, estamos fazendo a ecologia da orelha, dizendo coisas que trarão paz, harmonia e felicidade para as pessoas que estão à nossa volta. Quando fazemos o repasse da fofoca, do tipo: Sabe o que fulano falou de você? Ele disse que... E aí vem um monte de coisa ruim, que deprecia e desanima o outro, nesse momento, estamos fazendo a poluição da orelha, cabeça e coração de nosso amigo. 15 Ecologia da orelha é passar para frente só o que for bom, o que trouxer exuberância e alegria para os outros, aquilo que lhes estimule o amor, a autoconfiança e deixar de lado tudo aquilo que sabemos que trará tristeza, sentimentos de inferioridade e raiva. Como essa ecologia revolucionária poderá acontecer entre as pessoas [...]? [...] Fonte: SCHLÖGL, Emerli. A ecologia da orelha. 
Disponível em: <https://ipfer.com.br/gper/wp-content/uploads/sites/2/2018/02/ensino-religioso-5- ano.pdf>. Acesso em: 5 maio 2019. Adaptado.
Das alternativas a seguir, qual a que define a palavra “relva” (linha 8), conforme empregada no texto?
Alternativas
Ano: 2019 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de Lagoa Grande - MG
Q1188035 Fisioterapia
Lesões do nervo facial, em qualquer ponto do seu trajeto, podem provocar uma paralisia facial do tipo periférica. Sobre essa paralisia, podemos afirmar:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de Lagoa Grande - MG
Q1187666 Fisioterapia
A tendinite conhecida como tendinite da pata-de-ganso é uma patologia comum observada, principalmente, em corredores ou maratonistas. É caracterizada pela dor na região interna do joelho, um pouco abaixo da linha articular, e podemos encontrar uma inflamação dos tendões ou mesmo uma bursite no local, com um pequeno edema após atividades físicas. Corredores com essa tendinite apresentam dor, principalmente nos movimentos de flexão do joelho e durante a corrida quando o pé toca o chão. Essa tendinite acomete os tendões dos seguintes músculos: 
Alternativas
Ano: 2019 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de Lagoa Grande - MG
Q1181225 Enfermagem
O Ministério da Saúde instituiu, no ano de 2004, a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS) como estratégia do Sistema Único de Saúde (SUS) para a formação e o desenvolvimento dos seus profissionais e trabalhadores. O principal objetivo da PNEPS é: 
Alternativas
Q1086615 Noções de Informática
Acerca de uso de e-mail, analise as afirmativas a seguir:
I - Por medida de segurança, alguns organismos e entidades internacionais, ou mesmo ligados a governos, categorizam o e-mail como privativo ou de uso exclusivo da autoridade. II - Spam são mensagens de e-mail não desejadas e enviadas em massa para múltiplas pessoas por um spammer, que, normalmente, possui propagandas indesejadas, códigos maliciosos e vírus diversos. III - Mensagens de e-mail consistem, basicamente, de três seções principais: cabeçalho, corpo de mensagem e rodapé. IV - O uso da criação de chaves criptográficas assegura a privacidade das informações. V - Webmail é um serviço gratuito de leitura e escrita de e-mail, assim como o Gmail.
Estão CORRETAS as afirmativas:
Alternativas
Q1086614 Noções de Informática
A edição de documentos no Microsoft Word permite usar estilos, aplicar temas, verificar ortografia e gramática, além de localizar e substituir texto, colaborando significativamente com textos mais adequados aos diversos propósitos em uma organização. Para criar um texto com fonte Arial, em tamanho 11, cor da fonte vermelho, com espaçamento entrelinhas duplo e espaçamento antes e depois de título em 12 pt, deve-se usar a alternativa:
Alternativas
Q1086613 Noções de Informática
Ao trabalhar no Windows, pode-se receber a seguinte mensagem de erro:
Windows Explorer parou de funcionar. O Windows está reiniciando.
Esse problema pode ser causado devido a qualquer um dos problemas listados a seguir: I - Pode-se estar usando um driver de som desatualizado ou corrompido. II - Arquivos de sistema do computador podem estar corrompidos ou incompatíveis com outros arquivos. III - Talvez haja uma infecção de vírus ou malware no computador. IV - Alguns aplicativos ou serviços em execução no computador podem estar fazendo uso excessivo de memória, comprometendo o Windows Explorer.
Estão CORRETAS as proposições constantes na alternativa:
Alternativas
Q1086612 Noções de Informática
Operações com arquivos em ambiente Windows remetem, atualmente, ao serviço de armazenamento em nuvem da Microsoft denominado OneDrive. Para situações de organizações em que há necessidade de se ter acesso contínuo aos arquivos armazenados na nuvem e manter as versões de arquivos sincronizadas, recomenda-se ter os aplicativos do OneDrive para Windows ou macOS. As vantagens advindas desse serviço ocorrem porque é
Alternativas
Q1086611 Noções de Informática
Por medida de segurança, na manipulação de arquivos em ambientes Windows, não se recomenda a compactação de arquivos criptografados. Essa medida é tomada em decorrência de que:
Alternativas
Respostas
7681: A
7682: C
7683: B
7684: A
7685: D
7686: B
7687: A
7688: B
7689: B
7690: A
7691: D
7692: A
7693: C
7694: D
7695: D
7696: E
7697: A
7698: C
7699: D
7700: B