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Q1617303 Enfermagem
Assegurado pela Constituição Federal e também pela Lei n.° 9.263/1996, o planejamento familiar é um conjunto de ações que auxiliam as pessoas que pretendem ter filhos ou preferem adiar o crescimento da família. De acordo com essa Lei, somente é permitida a esterilização voluntária nas seguintes situações:
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Q1617301 Enfermagem
A anestesia geral é uma técnica anestésica que promove abolição da dor, paralisia muscular, abolição dos reflexos, amnésia e, principalmente, inconsciência. É CORRETO afirmar que a fase da indução, na anestesia geral, corresponde ao(à)
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Q1617300 Enfermagem
A ocorrência de eventos adversos tem um importante impacto no SUS por acarretar o aumento na morbidade, na mortalidade, no tempo de tratamento dos pacientes e nos custos assistenciais, além de repercutir em outros campos da vida social e econômica do país. A notificação de eventos adversos infecciosos, relacionados à assistência à saúde de interesse nacional, deve ser:
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Q1617299 Enfermagem
Na perspectiva de superar as dificuldades apontadas, os gestores do Sistema Único de Saúde (SUS) assumiram o compromisso público da construção do PACTO PELA SAÚDE 2006, que é anualmente revisado, com base nos princípios constitucionais do SUS, com ênfase nas necessidades de saúde da população, e implica o exercício simultâneo de definição de prioridades articuladas e integradas nos três componentes: Pacto pela Vida, Pacto em Defesa do SUS e Pacto de Gestão do SUS. O Pacto de Gestão enfatiza a necessidade de avançar nos princípios de:
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Q1617298 Enfermagem
Um paciente foi diagnosticado com coqueluche e internado na Unidade de Internação de Doenças Transmissíveis. Considerando os tipos de precauções de acordo com o modo de transmissão, é CORRETO afirmar que esse paciente deverá permanecer em
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Q1614038 Noções de Informática
O gerente de marketing solicitou ao colaborador João que enviasse um e-mail ao cliente e incluísse o e-mail da gerência como cópia oculta. Qual campo do cabeçalho de envio de e-mail João utilizou como cópia oculta?
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Q1614036 Noções de Informática
Um funcionário, ao entrar em contato com o suporte do Departamento de TI da sua empresa, informou que, na tela do seu computador, estava aparecendo uma mensagem de erro. Para tentar resolver o caso, o suporte solicitou que ele enviasse uma imagem de captura da tela em que estava sendo exibido o erro. Considere um computador Windows 7, mouse e teclado padrão.
Assinale a alternativa que contém a tecla a ser pressionada para capturar a imagem da tela e colocá-la na área de transferência do Windows.
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Q1614034 Noções de Informática
O usuário João entrou no site do supermercado da sua cidade para preencher um formulário e concorrer a uma promoção. No formulário, solicitou-se que ele enviasse a cópia de um documento com foto.
Assinale a alternativa que apresenta a ação de enviar dados e/ou arquivos de um computador local para um computador ou servidor remoto.
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Q1614032 Português
Imagem associada para resolução da questão
Disponível em: <https://www.google.com.br/search?q=tirinha+mafalda>. Acesso em: 2 set. 2019.

Sobre o texto 02, é CORRETO afirmar que:
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Q1614023 Enfermagem
O médico prescreveu soro fisiológico (SF) 7,5% – 500 ml para ser administrado no paciente M.D.G. Porém, na unidade, há apenas frascos de 500 ml de SF 0,9% e ampolas de 10 ml de cloreto de sódio (NaCl) a 20%. Quantos ml de NaCl a 20% devem ser adicionados nos 500 ml de SF a 0,9%?
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Q1614022 Enfermagem
A Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) é uma metodologia científica utilizada pelo enfermeiro para sustentar a gestão do cuidado de enfermagem. A SAE é composta por várias fases para fortalecer o julgamento e a tomada de decisão clínica assistencial do enfermeiro quanto à priorização, delegação, gestão do tempo e contextualização do ambiente cultural do cuidado prestado. A fase em que é realizada a determinação dos resultados que se espera alcançar e das ações ou intervenções de enfermagem que serão realizadas face às respostas da pessoa, família ou coletividade humana, em um dado momento do processo saúde e doença, é o(a)
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Q1614021 Enfermagem
Os riscos ocupacionais a que se sujeita uma equipe de enfermagem têm sido alvo de muitas discussões, tornandose um tema de suma importância, reflexo da relevância da segurança ocupacional como fator preponderante e garantidor da boa prática profissional e do respeito à vida. Quando se discutem doenças relacionadas ao trabalho, o enfermeiro deve ficar atento às doenças provenientes do serviço, tais como:
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Q1614020 Enfermagem
Uma das principais diretrizes atuais do Ministério da Saúde é executar a gestão pública com base na indução, monitoramento e avaliação de processos e resultados mensuráveis, garantindo acesso e qualidade da atenção em saúde a toda a população. O Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQAB) insere-se em um contexto no qual o Governo Federal, progressivamente, compromete-se e desenvolve ações voltadas para a melhoria do acesso e da qualidade no Sistema Único de Saúde (SUS). Entre os desafios do PMAQ para contribuir com a qualificação da AB, destaca-se:
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Q1614019 Enfermagem
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) divulgou, em 2017, uma série de publicações sobre Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde. No “Medidas de Prevenção de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde”, há um capítulo especial sobre as medidas específicas recomendadas para prevenção de pneumonia. De acordo com o Intitute for Healthcare Improvement (IHI) (BRASIL, 2017), as medidas específicas recomendadas para prevenção de pneumonia associada à ventilação mecânica (PAV) que fazem parte do pacote de medidas ou bundle são:
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Q1614018 Enfermagem
O Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) foi elaborado pelo Ministério da Saúde em parceria com vários ministérios, instituições de ensino e pesquisa, ONG da área da saúde, entidades médicas, associações de portadores de doenças crônicas, entre outros. Os três componentes essenciais da vigilância de DCNT são:
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Q1614017 Enfermagem
As vacinas ativam nosso sistema de defesa contra bactérias ou vírus específicos, prevenindo ou amenizando a gravidade de muitas doenças. A vacina meningocócica C (conjugada), em 2018, foi ampliada para os adolescentes, pois além de proporcionar proteção direta a eles, alcançará o efeito protetor da imunidade coletiva a grupos não vacinados (BRASIL, 2018). A faixa etária dos adolescentes, de ambos os sexos, que devem ser vacinados é de:
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Q1614016 Enfermagem
O Piso Assistencial Básico (PAB) consiste em um montante de recursos financeiros destinado ao custeio de procedimentos e ações de assistência básica, de responsabilidade tipicamente municipal. É composto de uma parte fixa (PAB fixo) destinada a todos os municípios e uma parte variável (PAB variável) que consiste no montante de recursos financeiros destinados a estimular a implantação das seguintes estratégias nacionais de reorganização do modelo de atenção à saúde:
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Q1614015 Enfermagem
O marco fundador dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) foi a Resolução n.º 55/2 da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que entrou para a história com o nome de “Declaração do Milênio das Nações Unidas”, em que almejavam fazer com que o mundo progredisse rapidamente rumo à eliminação da extrema pobreza e da fome do planeta, fatores que afetavam especialmente as populações mais pobres, dos países menos desenvolvidos. São oito grandes objetivos globais assumidos pelos países-membros da ONU, entre eles:
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Q1614014 Enfermagem
A disponibilidade de informação apoiada em dados válidos e confiáveis é condição essencial para a análise objetiva da situação sanitária, assim como para a tomada de decisões baseadas em evidências e para a programação de ações de saúde. Um dos indicadores de saúde, que expressa a intensidade com a qual a natalidade atua sobre uma determinada população e é influenciada pela estrutura da população, quanto à idade e ao sexo, é a:
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Ano: 2019 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de Unaí - MG
Q1234395 Português
                                                              Memória das coisas 
1 Entro em um antiquário dias após um leilão. Há uma grande escultura na entrada, vários cristais em diversas cores que eu sequer sei o nome, livros datados do início do século 19 logo abaixo da escada que sobe em espiral até o escritório. É instintivo: todas as vezes em que meus cotovelos são passíveis de causar qualquer desastre, eu – que sou amplamente conhecido pela falta de jeito – enfio as mãos nos bolsos para minimizar a área de contato entre  5 a minha pouca noção de espaço e a possível ruína completa de uma licoreira equilibrada em um móvel antigo. Uso desse método para percorrer o curto caminho entre a porta e a cadeira que me indicam para sentar, distraído pelos inúmeros quadros e uma infinidade de frágeis objetos que não precisariam de mais do que um esbarrão para virarem poeira e entrarem, de vez, para a história. Para ser sincero, na verdade, já fazem parte dela. “Nossas coisas carregam de valor histórico nosso espaço cotidiano e nos permitem sentir que nossa existência se dá  10 em um lugar onde se desenvolve um continuum histórico do qual também fazemos parte”, indica o professor Carlos Etchevane, arqueólogo e doutor em geologia quartenária e paleontologia humana pelo Muséum National D’historie Naturelle, em Paris.  15 Desde que nos entendemos por gente, os objetos que carregamos por toda a vida nos ajudam a contar a história de quem somos, a formar nossa identidade e a moldar como nos apresentamos ao mundo. E o melhor: isso pouco tem a ver com os seus valores em dinheiro, mas com os laços que nos atam a eles. Isso vale tanto para aquela cristaleira de jacarandá, escondida no antiquário, para o chaveiro que carrego no meu bolso – e que um dia foi do meu avô – quanto para a poltrona na qual espero que você, leitor, esteja confortavelmente sentado lendo esta revista. 20 É preciso entender que as coisas que nos cercam não são feitas unicamente de matéria. “Elas têm também uma carga simbólica para quem as produz e as usa”, afirma Etchevane. Esse é o ponto exato capaz de transformar cada peça daquele antiquário em uma história única, cheia de som e fúria. Não são relíquias distantes, protegidas por vidros blindados de museus. São objetos marcados pelas relações do dia a dia, em uso, que nos ajudam a localizar memórias como pequenos fósseis que carregam narrativas repletas de afeto e de paixões. 25 A teórica canadense Laura Marks se dedicou a entender, durante anos, como esses pequenos fósseis atuam no nosso cotidiano. Em seu livro The Skin of the Film (sem tradução para o português), ela analisou diversos filmes procurando entender como objetos cenográficos podiam ajudar a contar histórias e afetar os sentidos dos espectadores. A solução soa engenhosamente simples. Nossas coisas, obviamente, não possuem uma memória própria, mas funcionam como um reservatório, acumulando tudo o que ali despejamos: nossas dores, alegrias, um dia triste e outro alegre, um beijo – enfim, tudo aquilo que não podemos carregar sozinhos.  30 Claro que isso tudo não é só coisa de cinema. “É possível observar essa relação entre os nossos sentidos, a memória e os objetos agindo em outras instâncias da arte e da vida”, afirma Laura. Para isso, nada de esconder aquele velho anel em um cofre ou esquecer aquele casaco herdado dos avós dentro de um armário. Escondidos, em um canto escuro, nada valem. Assim, eles são apenas fósseis comuns, isolados da luz, sem poder para contar suas lembranças.  35 A grande diferença entre os nossos fósseis e aqueles dos museus, para Laura, é que nossas coisas possuem uma propriedade que ela chama de radioatividade. “Eu gosto de pensá-la como uma forma benigna de contaminação, como aquela que acontece quando um perfume demarca o caminho de alguém”, afirma a pesquisadora. Assim como um cheiro nos lembra da presença de uma pessoa, um objeto pode trazer à tona sentimentos e lembranças que jurávamos soterrados lá dentro da gente.  40 Mais do que fazer emergir essas memórias, nossas coisas nos levam a partilhar essas experiências, contaminando aqueles que estão à nossa volta com suas histórias e segredos. Ao tirar aquele casaco antigo da gaveta, mais do que receber um longo abraço que rememora a todo o tempo a relação com os avós, somos levados a dividir essa sensação com os outros. 45 Entender isso nos ajuda a ter uma relação de posse “menos fetichista”, para usar as palavras de Laura, com as nossas coisas. Elas não são exatamente “nossas”, mas uma colagem que reúne um pouco de cada um que já esteve ligado àquele objeto. Às vezes, para preservar esse fóssil em sua exatidão, o escondemos. Não queremos correr o risco de perdê-lo. Basta convidar um amigo desastrado – como eu! – para uma comemoração e lá se vai para o chão um jarro de flores que estava há gerações na sua família. Um risco necessário, já que não podemos lembrar aquilo que não tentamos esquecer. 50 “Quando você tem medo de usar qualquer coisa, é lógico que ela vai terminar em cacos”, afirma o galerista Lélio Cimini, que há 13 anos comanda o Empório das Artes, o antiquário do início da reportagem. No seu dia a dia, Lélio usa um antigo aparelho de jantar. Nunca houve nenhum arranhão, nem mesmo uma peça quebrada. Claro, um objeto pode até perder o seu valor de venda ou de troca pelo desgaste, mas eles não se tornam especiais exatamente pelo seu custo. Todos aqueles pratos e xícaras, que um dia já participaram das festas de alguma 55 senhora do século 20, hoje são testemunhas do cotidiano, das conversas à mesa da família de Lélio. São essas memórias que se confundem e se encerram em cada prato e xícara que o tornam único, não sua natureza material. Ao contrário, se pode achar com um pouco de pesquisa um modelo parecido ou até com os mesmos e exatos desenhos. A porcelana, frágil, pode se rachar ou até se desfazer em poeira no chão. Mas as relações, não. E é justamente essa experiência, indestrutível, que faz aquele aparelho perdurar na lava-louças e não na vitrine do empório. 60 Mas, muitas vezes, também é essa mesma experiência que nos leva a nos desfazer de determinado objeto. “Quando comecei o Empório, boa parte das coisas veio da minha coleção pessoal”, comenta Lélio. “Fiquei apenas com aquilo que não conseguiria me desfazer, pelo apreço”, diz. Esquecer e lembrar, como nos faz recordar o historiador francês Michel de Certeau, são faces de uma mesma moeda. Em seu livro A Invenção do Cotidiano, 65 comenta que os processos de apagamento, de esvaziamento da memória, são tão necessários quanto os de escrita. Alguns estudos recentes da Universidade de Illinois, inclusive, revelam que o nosso cérebro precisa desse processo de apagamento para reter informações novas. Da mesma forma, necessitamos deixar para trás as coisas que já não nos preenchem para nos prepararmos para novas experiências. Em seu dia a dia à frente do antiquário, Lélio convive diretamente com esses dois extremos. “Uma das coisas mais prazerosas é perceber que lido com 70 a felicidade de duas pessoas”, afirma o galerista. “Tanto da pessoa que se desfaz do objeto que já não faz mais sentido em sua vida, quanto daquela que vai recebê-lo e dará uma nova utilidade para ele.” Talvez, por isso, arrumar os nossos armários soe como uma espécie de rito de passagem. É o momento em que colocamos tudo abaixo e decidimos o que continua conosco e o que não nos serve mais. Ficamos, frente a frente, com ambas as alegrias: fazemos um balanço, não apenas das coisas, mas das memórias. Um exercício não 75 só de apego, mas também de aparar as próprias arestas. Nos purificamos com fogo para seguir em frente. E com as mãos livres, fora dos bolsos, sem medo de quebrar mais nada. 
Fonte: VILELA, Daniel. Memória das coisas. Disponível em: <https://vidasimples.com/conviver/memoria-das-coisas/ >. Acesso em: 20 jun. 2019.
Em que alternativa o verbo poderia ser empregado no plural, segundo a Gramática Normativa, embora o uso recorrente no Brasil seja o singular?
Alternativas
Respostas
5001: D
5002: A
5003: C
5004: C
5005: D
5006: B
5007: A
5008: E
5009: D
5010: D
5011: C
5012: E
5013: B
5014: E
5015: A
5016: B
5017: D
5018: A
5019: C
5020: A