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Q3050529 Contabilidade Pública
Considere que o exercício de X4 seja o último ano do mandato do prefeito do Município de Montes Claros. Ao final de X4, o departamento de contabilidade do município apurou os seguintes valores (em R$):
Imagem associada para resolução da questão
Matias, contador do Município de Montes Claros, informou ao prefeito que o valor total dos Restos a Pagar inscritos em X4 será de:
Alternativas
Q3050516 Português

Texto 01

O mundo precisa da sua originalidade – e você também


Patrícia Cotton

A palavra alemã Zeitgeist insinua que somos afetados – ou até mesmo assombrados – pelo espírito do tempo em que vivemos. Esse “fantasma” dá o tom do nosso ambiente cultural e intelectual, e sobretudo das nossas escolhas. O tempo seria uma espécie de molde que torna impossível o exercício pleno da originalidade. E na contemporaneidade isso tem se tornado ainda mais agudo. Fórmulas prontas nos levam a crer que o visível, o recorrente e o seguro são o mesmo que “sucesso”. Padrões de comunicação, de estética, de mentalidade política, de gestão e de autoprodutização apostam cada vez mais na previsibilidade anticancelamento, asfixiando o pioneirismo e a criatividade. Estamos, afinal, perdendo a capacidade de ser originais? 

Sendo uma exímia voyer digital, venho notando há alguns anos certos modelos se cristalizando. Postar fotos com o date, por exemplo, virou o novo anel de compromisso. Estudos, refeições, férias, mudanças de trabalho, e até mesmo malhação – outrora aspectos naturais da existência – tornaram-se extraordinários (uma vez publicados, claro). A espetacularização permanente de quase tudo virou uma espécie de “prova de vida” do INSS. Uma vibe na linha de “mãe, olha o desenho que eu fiz!”. Dando uma de Analista de Bagé, parece que o silêncio (digital) virou sinal de que as coisas, enfim, vão bem.

Falando da nossa realidade analógica, somos fruto de um momento de inspiração original dos nossos pais. Digitais, DNA e voz comprovam a nossa singularidade estrutural, nossa gênese inquestionável. Originalidade, por este prisma, é um bem democrático, já que a única coisa que não pode ser copiada é justamente você. Se irá aproveitar isso ou não, é outra história. Fato é: o esquecimento deste ativo que é a singularidade nos distancia não apenas de nós mesmos, mas de compor o todo de uma comunidade diversa.

[...]

Ao seguir hábitos e padrões de forma irrefletida, indivíduos e negócios vão se tornando muito mais objeto do que sujeito de suas ações. Abatidos pelo Zeitgeist e pela autoconsciência anêmica, fica cada vez mais difícil surpreender. Parece, inclusive, que foi em outra vida que o mote “pense diferente”, da Apple, teve algum valor. Estamos cada vez menos originais, viciados em benchmarks, engajamentos e teses de investimento que trazem supostas garantias.

Paradoxalmente, nunca precisamos tanto da originalidade para enfrentar os problemas complexos e inéditos que temos vivenciado coletivamente. E também para a autorrealização individual.


O tópico da autorrealização me faz lembrar que, por muito tempo, acreditei que ser acessível era ser comprometida, sobretudo profissionalmente. À luz disso, me viciei em um “crackberry” (gíria que se refere à natureza viciante dos smartphones BlackBerry, que eram conhecidos por suas ferramentas eficientes de e-mail, mensagens e produtividade) como instrumento de trabalho. Na época, achava natural que aquele aparelho fosse minha extensão, sem me dar conta dessa perigosa simbiose. Durante um autoexperimento de mudança, em que fiquei quase um ano sem celular, tive o melhor e mais transformador período da minha vida. Desde então, cultivo uma comunicação ecológica, fora da “whatsApplândia” e afins. Sua suposta conveniência jamais me convenceu, e a vida “semioffline” segue trazendo bons frutos, apesar de todas as reclamações, controvérsias e perdas que conscientemente enfrento. O que muitos denominam de loucura, aprendi a chamar de originalidade.

Encontrar o próprio caminho original não é fácil, mas certamente é mais interessante que o consumo irrestrito de clichês e benchmarks. Ser original é trabalhar na margem de manobra entre o espírito do tempo que nos influencia, e o que é de alcance consciente. É entender que destino é também – mas não só – origem. É expressar a essência na existência através de escolhas corajosamente autênticas. É ser subversivo, fazer algo que ainda não foi imaginado. E pagar os eventuais pedágios com um discreto sorriso de Monalisa no rosto.


Disponível em: https://vidasimples.com/. Acesso em: 22 maio 2024. Adaptado. 

Tendo em vista a construção do texto, verifica-se

I - uso reiterado de estrangeirismos.
II - diferentes usos das aspas.
III - uso de citação direta.
IV - frequente uso de arcaísmos.
V - uso de neologismos.

Estão CORRETOS os itens
Alternativas
Q3050515 Português

Texto 01

O mundo precisa da sua originalidade – e você também


Patrícia Cotton

A palavra alemã Zeitgeist insinua que somos afetados – ou até mesmo assombrados – pelo espírito do tempo em que vivemos. Esse “fantasma” dá o tom do nosso ambiente cultural e intelectual, e sobretudo das nossas escolhas. O tempo seria uma espécie de molde que torna impossível o exercício pleno da originalidade. E na contemporaneidade isso tem se tornado ainda mais agudo. Fórmulas prontas nos levam a crer que o visível, o recorrente e o seguro são o mesmo que “sucesso”. Padrões de comunicação, de estética, de mentalidade política, de gestão e de autoprodutização apostam cada vez mais na previsibilidade anticancelamento, asfixiando o pioneirismo e a criatividade. Estamos, afinal, perdendo a capacidade de ser originais? 

Sendo uma exímia voyer digital, venho notando há alguns anos certos modelos se cristalizando. Postar fotos com o date, por exemplo, virou o novo anel de compromisso. Estudos, refeições, férias, mudanças de trabalho, e até mesmo malhação – outrora aspectos naturais da existência – tornaram-se extraordinários (uma vez publicados, claro). A espetacularização permanente de quase tudo virou uma espécie de “prova de vida” do INSS. Uma vibe na linha de “mãe, olha o desenho que eu fiz!”. Dando uma de Analista de Bagé, parece que o silêncio (digital) virou sinal de que as coisas, enfim, vão bem.

Falando da nossa realidade analógica, somos fruto de um momento de inspiração original dos nossos pais. Digitais, DNA e voz comprovam a nossa singularidade estrutural, nossa gênese inquestionável. Originalidade, por este prisma, é um bem democrático, já que a única coisa que não pode ser copiada é justamente você. Se irá aproveitar isso ou não, é outra história. Fato é: o esquecimento deste ativo que é a singularidade nos distancia não apenas de nós mesmos, mas de compor o todo de uma comunidade diversa.

[...]

Ao seguir hábitos e padrões de forma irrefletida, indivíduos e negócios vão se tornando muito mais objeto do que sujeito de suas ações. Abatidos pelo Zeitgeist e pela autoconsciência anêmica, fica cada vez mais difícil surpreender. Parece, inclusive, que foi em outra vida que o mote “pense diferente”, da Apple, teve algum valor. Estamos cada vez menos originais, viciados em benchmarks, engajamentos e teses de investimento que trazem supostas garantias.

Paradoxalmente, nunca precisamos tanto da originalidade para enfrentar os problemas complexos e inéditos que temos vivenciado coletivamente. E também para a autorrealização individual.


O tópico da autorrealização me faz lembrar que, por muito tempo, acreditei que ser acessível era ser comprometida, sobretudo profissionalmente. À luz disso, me viciei em um “crackberry” (gíria que se refere à natureza viciante dos smartphones BlackBerry, que eram conhecidos por suas ferramentas eficientes de e-mail, mensagens e produtividade) como instrumento de trabalho. Na época, achava natural que aquele aparelho fosse minha extensão, sem me dar conta dessa perigosa simbiose. Durante um autoexperimento de mudança, em que fiquei quase um ano sem celular, tive o melhor e mais transformador período da minha vida. Desde então, cultivo uma comunicação ecológica, fora da “whatsApplândia” e afins. Sua suposta conveniência jamais me convenceu, e a vida “semioffline” segue trazendo bons frutos, apesar de todas as reclamações, controvérsias e perdas que conscientemente enfrento. O que muitos denominam de loucura, aprendi a chamar de originalidade.

Encontrar o próprio caminho original não é fácil, mas certamente é mais interessante que o consumo irrestrito de clichês e benchmarks. Ser original é trabalhar na margem de manobra entre o espírito do tempo que nos influencia, e o que é de alcance consciente. É entender que destino é também – mas não só – origem. É expressar a essência na existência através de escolhas corajosamente autênticas. É ser subversivo, fazer algo que ainda não foi imaginado. E pagar os eventuais pedágios com um discreto sorriso de Monalisa no rosto.


Disponível em: https://vidasimples.com/. Acesso em: 22 maio 2024. Adaptado. 

Considere a afirmativa: “Sendo uma exímia voyer digital, venho notando há alguns anos certos modelos se cristalizando.” Tendo em vista o contexto em que foi utilizado, o termo voyer foi usado com sentido de
Alternativas
Q3050511 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
Segundo o trecho fornecido sobre a integração da função pública na vida particular do servidor público, qual alternativa está CORRETA?
Alternativas
Q3050501 Segurança e Saúde no Trabalho
De acordo com a NR-12, é um exemplo de máquina / equipamento para o qual a norma é aplicável:
Alternativas
Q3050500 Segurança e Saúde no Trabalho
De acordo com a NR-10, deve fazer parte integrante do Prontuário de Instalações Elétricas (PIE) de um estabelecimento: 
Alternativas
Q3050499 Segurança e Saúde no Trabalho
Com relação aos requisitos do Decreto 3048/99, marque a alternativa que apresenta um agente nocivo listado no Anexo IV cuja exposição a este pode caracterizar a condição especial de trabalho:
Alternativas
Q3050498 Segurança e Saúde no Trabalho
É CORRETO afirmar que a seguinte situação caracteriza, integral e legalmente, um acidente de trabalho:
Alternativas
Q3050497 Segurança e Saúde no Trabalho
Com relação aos requisitos da NR-16 para definição de Periculosidade e Condições Perigosas, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3050496 Segurança e Saúde no Trabalho
Com relação aos requisitos da NR-15 para definição de Insalubridade e Condições Insalubres, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3050495 Segurança e Saúde no Trabalho
De acordo com os atuais requisitos do INSS, quanto à emissão do PPP, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3050494 Segurança e Saúde no Trabalho
Considerando os requisitos da NR-17, é CORRETO afirmar sobre Ergonomia que:
Alternativas
Q3050493 Segurança e Saúde no Trabalho
Considerando os requisitos da NR-06, é CORRETO afirmar que, sobre os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs):
Alternativas
Q3050492 Segurança e Saúde no Trabalho
Sobre o Programa de Proteção Respiratória (PPR), é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3050491 Segurança e Saúde no Trabalho
Considerando os requisitos do Programa de Conservação Auditiva (PCA), é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3050490 Segurança e Saúde no Trabalho
De acordo com a NR-07, é CORRETO afirmar sobre o PCMSO:
Alternativas
Q3050489 Segurança e Saúde no Trabalho
Sobre o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3050488 Segurança e Saúde no Trabalho
De acordo com a situação abaixo, calcule a Taxa de Frequência (TF) para acidentes com afastamento e, a seguir, marque a alternativa que apresenta o resultado CORRETO.

• Total de Horas-homem trabalhadas (HHT): 950.861
• Total de acidentes: 11
• CATs sem afastamento: 07
Alternativas
Q3050487 Segurança e Saúde no Trabalho
Com relação ao Laudo Técnico de Condições de Trabalho, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3050341 Enfermagem
Considerando o princípio da equidade do SUS:
Avalie as assertivas a seguir e assinale (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas:

( ) Assistência de saúde igualitária depende das necessidades, diversidades e especificidades de cada cidadão ou grupo social.
( ) A equidade se evidencia no atendimento aos indivíduos de acordo com suas necessidades, oferecendo mais a quem mais precisa e menos a quem requer menos cuidados.
( ) A palavra equidade pode ser definida como uma justiça natural; disposição para reconhecer imparcialmente, o direito de cada um, isso significa reconhecer que todos precisam de atenção, mas não necessariamente dos mesmos atendimentos.
( ) Um prático exemplo de aplicação da equidade ocorre em atendimentos de urgência em hospitais, a prioridade no atendimento é definida por critério de ordem de chegada, sem haver prioridade de cada caso.

Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, tendo em vista a ordem de cima para baixo.
Alternativas
Respostas
2801: C
2802: E
2803: D
2804: A
2805: C
2806: B
2807: A
2808: E
2809: D
2810: E
2811: A
2812: C
2813: D
2814: A
2815: C
2816: D
2817: E
2818: B
2819: B
2820: C