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Q4043159 Português
Assinale a alternativa em que a frase está totalmente CORRETA
Alternativas
Q4043158 Português
    Leia a crônica a seguir, intitulada “Meu personagem da semana: Garrincha”, publicada em 21/06/1958, após o jogo Brasil x Rússia, pela Copa do Mundo realizada na Suécia. Seu autor é o famoso jornalista e dramaturgo Nelson Rodrigues, conforme consta no livro O Berro impresso das manchetes (Rio de Janeiro: Editora Agir, 2007, p. 395 a 397). Após a leitura, responda à questão, elaboradas a partir do que se contém no texto.

        E eis que, pela primeira vez, um “seu” Manuel é o meu personagem da semana. Com esse nome cordial e alegre de anedota, ele tomou conta da cidade, do Brasil e, mais do que isso, da Europa. Creiam, amigos: o jogo Brasil x Rússia acabou nos três minutos iniciais. Insisto: nos primeiros três minutos da batalha, já o “seu” Manuel, já o Garrincha, tinha derrotado a colossal Rússia, com a Sibéria e tudo o mais. E notem: bastava um empate. Mas o meu personagem não acredita em empates e se disparou pelo campo adversário, como um tiro. Foi driblando um, driblando outro e consta, inclusive, que, na sua penetração fantástica, driblou até as barbas de Rasputin. Amigos: a desintegração da defesa russa começou, exatamente, na primeira vez em que Garricha tocou na bola. Eu imagino o espanto imenso dos russos diante desse garoto de pernas tortas, que vinha subverter todas as concepções do futebol europeu. Como marcar o imarcável? Como apalpar o impalpável? Na sua indignação impotente, o adversário olhava Garrincha, as pernas tortas de Garrincha e concluía: – “Isso não existe!” E eu, como os russos, já me inclino a acreditar que, de fato, domingo Garrincha não existiu. Foi para o público internacional uma experiência inédita. Realmente, jamais se viu, num jogo de tamanha responsabilidade, um time, ou melhor, um jogador começar a partida com um baile. Repito: baile, sim, baile! E o que dramatiza o fato é que foi um baile, não contra um perna-de-pau, mas contra o time poderosíssimo da Rússia.
    
        Só um Garrincha poderia fazer isso. Porque Garrincha não acredita em ninguém e só acredita em si mesmo. Se tivesse jogado contra a Inglaterra, ele não teria dado a menor pelota para a Rainha Vitória, o Lorde Nelson e a tradição naval do adversário. Absolutamente. Para ele, Pau Grande, que é a terra onde nasceu, vale mais do que toda a comunidade britânica. Com esse estado de alma, plantou-se na sua ponta para enfrentar os russos. Os outros brasileiros poderiam tremer. Ele não e jamais. Perante a plateia internacional, era quase um menino. Tinha essa humilhante sanidade mental do garoto que caça cambaxirra com espingarda de chumbo e que, em Pau Grande, na sua cordialidade indiscriminada, cumprimenta até cachorro. Antes de começar o jogo, o seu marcador havia de olhá-lo e comentar para si mesmo, em russo: “Esse não dá pra saída!” E, com dois minutos e meio, tínhamos enfiado na Rússia duas bolas na trave e um gol. Aqui em toda a extensão do território nacional, começávamos a desconfiar que é bom, que é gostoso ser brasileiro.
    
        Está claro que não estou subestimando o peito dos outros jogadores brasileiros. Deus me livre. Por exemplo: cada gol de Vavá era um hino nacional. Na defesa, Bellini chutava até a bola. E quando, no segundo tempo, Garrincha resolveu caprichar no baile, foi um carnaval sublime. A coisa virou show de Grande Otelo. E tem razão um amigo que, ouvindo o rádio, ao meu lado, sopra-me: “Isso que o Garrincha está fazendo é pior do que xingar a mãe!” Calculo que, a essa altura, as cinzas do Czar haviam de estar humilhadíssimas. O marcador do “seu” Manuel já não era um: eram três. E, então, começou a se ouvir, aqui, no Brasil, na praça da Bandeira, a gargalhada cósmica, tremenda, do público sueco. Cada vez que Garrincha passava por um, o público vinha abaixo. Mas não creiam que ele fizesse isso por mal. De modo algum. Garrincha estava, ali, com a mesma boa-fé inefável com que, em Pau Grande, vai chumbando as cambaxirras, os pardais. Via nos russos a inocência dos passarinhos. Sim: os adversários eram outros tantos passarinhos, desterrados em Pau Grande.
    
        Calculo que, lá pelas tantas, os russos, na sua raiva obtusa e inofensiva, haviam de imaginar que o único meio de destruir Garrincha era caçá-lo a pauladas. De fato, domingo, só a pauladas e talvez nem isso, amigos, talvez nem assim.
Atente para este enunciado: “Mas o meu personagem não acredita em empates e se disparou pelo campo adversário, como um tiro”. A respeito da palavra “se”, pode-se dize que ela é: 
Alternativas
Q4043157 Português
    Leia a crônica a seguir, intitulada “Meu personagem da semana: Garrincha”, publicada em 21/06/1958, após o jogo Brasil x Rússia, pela Copa do Mundo realizada na Suécia. Seu autor é o famoso jornalista e dramaturgo Nelson Rodrigues, conforme consta no livro O Berro impresso das manchetes (Rio de Janeiro: Editora Agir, 2007, p. 395 a 397). Após a leitura, responda à questão, elaboradas a partir do que se contém no texto.

        E eis que, pela primeira vez, um “seu” Manuel é o meu personagem da semana. Com esse nome cordial e alegre de anedota, ele tomou conta da cidade, do Brasil e, mais do que isso, da Europa. Creiam, amigos: o jogo Brasil x Rússia acabou nos três minutos iniciais. Insisto: nos primeiros três minutos da batalha, já o “seu” Manuel, já o Garrincha, tinha derrotado a colossal Rússia, com a Sibéria e tudo o mais. E notem: bastava um empate. Mas o meu personagem não acredita em empates e se disparou pelo campo adversário, como um tiro. Foi driblando um, driblando outro e consta, inclusive, que, na sua penetração fantástica, driblou até as barbas de Rasputin. Amigos: a desintegração da defesa russa começou, exatamente, na primeira vez em que Garricha tocou na bola. Eu imagino o espanto imenso dos russos diante desse garoto de pernas tortas, que vinha subverter todas as concepções do futebol europeu. Como marcar o imarcável? Como apalpar o impalpável? Na sua indignação impotente, o adversário olhava Garrincha, as pernas tortas de Garrincha e concluía: – “Isso não existe!” E eu, como os russos, já me inclino a acreditar que, de fato, domingo Garrincha não existiu. Foi para o público internacional uma experiência inédita. Realmente, jamais se viu, num jogo de tamanha responsabilidade, um time, ou melhor, um jogador começar a partida com um baile. Repito: baile, sim, baile! E o que dramatiza o fato é que foi um baile, não contra um perna-de-pau, mas contra o time poderosíssimo da Rússia.
    
        Só um Garrincha poderia fazer isso. Porque Garrincha não acredita em ninguém e só acredita em si mesmo. Se tivesse jogado contra a Inglaterra, ele não teria dado a menor pelota para a Rainha Vitória, o Lorde Nelson e a tradição naval do adversário. Absolutamente. Para ele, Pau Grande, que é a terra onde nasceu, vale mais do que toda a comunidade britânica. Com esse estado de alma, plantou-se na sua ponta para enfrentar os russos. Os outros brasileiros poderiam tremer. Ele não e jamais. Perante a plateia internacional, era quase um menino. Tinha essa humilhante sanidade mental do garoto que caça cambaxirra com espingarda de chumbo e que, em Pau Grande, na sua cordialidade indiscriminada, cumprimenta até cachorro. Antes de começar o jogo, o seu marcador havia de olhá-lo e comentar para si mesmo, em russo: “Esse não dá pra saída!” E, com dois minutos e meio, tínhamos enfiado na Rússia duas bolas na trave e um gol. Aqui em toda a extensão do território nacional, começávamos a desconfiar que é bom, que é gostoso ser brasileiro.
    
        Está claro que não estou subestimando o peito dos outros jogadores brasileiros. Deus me livre. Por exemplo: cada gol de Vavá era um hino nacional. Na defesa, Bellini chutava até a bola. E quando, no segundo tempo, Garrincha resolveu caprichar no baile, foi um carnaval sublime. A coisa virou show de Grande Otelo. E tem razão um amigo que, ouvindo o rádio, ao meu lado, sopra-me: “Isso que o Garrincha está fazendo é pior do que xingar a mãe!” Calculo que, a essa altura, as cinzas do Czar haviam de estar humilhadíssimas. O marcador do “seu” Manuel já não era um: eram três. E, então, começou a se ouvir, aqui, no Brasil, na praça da Bandeira, a gargalhada cósmica, tremenda, do público sueco. Cada vez que Garrincha passava por um, o público vinha abaixo. Mas não creiam que ele fizesse isso por mal. De modo algum. Garrincha estava, ali, com a mesma boa-fé inefável com que, em Pau Grande, vai chumbando as cambaxirras, os pardais. Via nos russos a inocência dos passarinhos. Sim: os adversários eram outros tantos passarinhos, desterrados em Pau Grande.
    
        Calculo que, lá pelas tantas, os russos, na sua raiva obtusa e inofensiva, haviam de imaginar que o único meio de destruir Garrincha era caçá-lo a pauladas. De fato, domingo, só a pauladas e talvez nem isso, amigos, talvez nem assim.
Sobre aspectos linguísticos do texto, assinale a alternativa INCORRETA
Alternativas
Q4043156 Português
    Leia a crônica a seguir, intitulada “Meu personagem da semana: Garrincha”, publicada em 21/06/1958, após o jogo Brasil x Rússia, pela Copa do Mundo realizada na Suécia. Seu autor é o famoso jornalista e dramaturgo Nelson Rodrigues, conforme consta no livro O Berro impresso das manchetes (Rio de Janeiro: Editora Agir, 2007, p. 395 a 397). Após a leitura, responda à questão, elaboradas a partir do que se contém no texto.

        E eis que, pela primeira vez, um “seu” Manuel é o meu personagem da semana. Com esse nome cordial e alegre de anedota, ele tomou conta da cidade, do Brasil e, mais do que isso, da Europa. Creiam, amigos: o jogo Brasil x Rússia acabou nos três minutos iniciais. Insisto: nos primeiros três minutos da batalha, já o “seu” Manuel, já o Garrincha, tinha derrotado a colossal Rússia, com a Sibéria e tudo o mais. E notem: bastava um empate. Mas o meu personagem não acredita em empates e se disparou pelo campo adversário, como um tiro. Foi driblando um, driblando outro e consta, inclusive, que, na sua penetração fantástica, driblou até as barbas de Rasputin. Amigos: a desintegração da defesa russa começou, exatamente, na primeira vez em que Garricha tocou na bola. Eu imagino o espanto imenso dos russos diante desse garoto de pernas tortas, que vinha subverter todas as concepções do futebol europeu. Como marcar o imarcável? Como apalpar o impalpável? Na sua indignação impotente, o adversário olhava Garrincha, as pernas tortas de Garrincha e concluía: – “Isso não existe!” E eu, como os russos, já me inclino a acreditar que, de fato, domingo Garrincha não existiu. Foi para o público internacional uma experiência inédita. Realmente, jamais se viu, num jogo de tamanha responsabilidade, um time, ou melhor, um jogador começar a partida com um baile. Repito: baile, sim, baile! E o que dramatiza o fato é que foi um baile, não contra um perna-de-pau, mas contra o time poderosíssimo da Rússia.
    
        Só um Garrincha poderia fazer isso. Porque Garrincha não acredita em ninguém e só acredita em si mesmo. Se tivesse jogado contra a Inglaterra, ele não teria dado a menor pelota para a Rainha Vitória, o Lorde Nelson e a tradição naval do adversário. Absolutamente. Para ele, Pau Grande, que é a terra onde nasceu, vale mais do que toda a comunidade britânica. Com esse estado de alma, plantou-se na sua ponta para enfrentar os russos. Os outros brasileiros poderiam tremer. Ele não e jamais. Perante a plateia internacional, era quase um menino. Tinha essa humilhante sanidade mental do garoto que caça cambaxirra com espingarda de chumbo e que, em Pau Grande, na sua cordialidade indiscriminada, cumprimenta até cachorro. Antes de começar o jogo, o seu marcador havia de olhá-lo e comentar para si mesmo, em russo: “Esse não dá pra saída!” E, com dois minutos e meio, tínhamos enfiado na Rússia duas bolas na trave e um gol. Aqui em toda a extensão do território nacional, começávamos a desconfiar que é bom, que é gostoso ser brasileiro.
    
        Está claro que não estou subestimando o peito dos outros jogadores brasileiros. Deus me livre. Por exemplo: cada gol de Vavá era um hino nacional. Na defesa, Bellini chutava até a bola. E quando, no segundo tempo, Garrincha resolveu caprichar no baile, foi um carnaval sublime. A coisa virou show de Grande Otelo. E tem razão um amigo que, ouvindo o rádio, ao meu lado, sopra-me: “Isso que o Garrincha está fazendo é pior do que xingar a mãe!” Calculo que, a essa altura, as cinzas do Czar haviam de estar humilhadíssimas. O marcador do “seu” Manuel já não era um: eram três. E, então, começou a se ouvir, aqui, no Brasil, na praça da Bandeira, a gargalhada cósmica, tremenda, do público sueco. Cada vez que Garrincha passava por um, o público vinha abaixo. Mas não creiam que ele fizesse isso por mal. De modo algum. Garrincha estava, ali, com a mesma boa-fé inefável com que, em Pau Grande, vai chumbando as cambaxirras, os pardais. Via nos russos a inocência dos passarinhos. Sim: os adversários eram outros tantos passarinhos, desterrados em Pau Grande.
    
        Calculo que, lá pelas tantas, os russos, na sua raiva obtusa e inofensiva, haviam de imaginar que o único meio de destruir Garrincha era caçá-lo a pauladas. De fato, domingo, só a pauladas e talvez nem isso, amigos, talvez nem assim.
Assinale a alternativa em que a frase, extraída ou adaptada do texto, NÃO contém denotação:
Alternativas
Q4043155 Português
    Leia a crônica a seguir, intitulada “Meu personagem da semana: Garrincha”, publicada em 21/06/1958, após o jogo Brasil x Rússia, pela Copa do Mundo realizada na Suécia. Seu autor é o famoso jornalista e dramaturgo Nelson Rodrigues, conforme consta no livro O Berro impresso das manchetes (Rio de Janeiro: Editora Agir, 2007, p. 395 a 397). Após a leitura, responda à questão, elaboradas a partir do que se contém no texto.

        E eis que, pela primeira vez, um “seu” Manuel é o meu personagem da semana. Com esse nome cordial e alegre de anedota, ele tomou conta da cidade, do Brasil e, mais do que isso, da Europa. Creiam, amigos: o jogo Brasil x Rússia acabou nos três minutos iniciais. Insisto: nos primeiros três minutos da batalha, já o “seu” Manuel, já o Garrincha, tinha derrotado a colossal Rússia, com a Sibéria e tudo o mais. E notem: bastava um empate. Mas o meu personagem não acredita em empates e se disparou pelo campo adversário, como um tiro. Foi driblando um, driblando outro e consta, inclusive, que, na sua penetração fantástica, driblou até as barbas de Rasputin. Amigos: a desintegração da defesa russa começou, exatamente, na primeira vez em que Garricha tocou na bola. Eu imagino o espanto imenso dos russos diante desse garoto de pernas tortas, que vinha subverter todas as concepções do futebol europeu. Como marcar o imarcável? Como apalpar o impalpável? Na sua indignação impotente, o adversário olhava Garrincha, as pernas tortas de Garrincha e concluía: – “Isso não existe!” E eu, como os russos, já me inclino a acreditar que, de fato, domingo Garrincha não existiu. Foi para o público internacional uma experiência inédita. Realmente, jamais se viu, num jogo de tamanha responsabilidade, um time, ou melhor, um jogador começar a partida com um baile. Repito: baile, sim, baile! E o que dramatiza o fato é que foi um baile, não contra um perna-de-pau, mas contra o time poderosíssimo da Rússia.
    
        Só um Garrincha poderia fazer isso. Porque Garrincha não acredita em ninguém e só acredita em si mesmo. Se tivesse jogado contra a Inglaterra, ele não teria dado a menor pelota para a Rainha Vitória, o Lorde Nelson e a tradição naval do adversário. Absolutamente. Para ele, Pau Grande, que é a terra onde nasceu, vale mais do que toda a comunidade britânica. Com esse estado de alma, plantou-se na sua ponta para enfrentar os russos. Os outros brasileiros poderiam tremer. Ele não e jamais. Perante a plateia internacional, era quase um menino. Tinha essa humilhante sanidade mental do garoto que caça cambaxirra com espingarda de chumbo e que, em Pau Grande, na sua cordialidade indiscriminada, cumprimenta até cachorro. Antes de começar o jogo, o seu marcador havia de olhá-lo e comentar para si mesmo, em russo: “Esse não dá pra saída!” E, com dois minutos e meio, tínhamos enfiado na Rússia duas bolas na trave e um gol. Aqui em toda a extensão do território nacional, começávamos a desconfiar que é bom, que é gostoso ser brasileiro.
    
        Está claro que não estou subestimando o peito dos outros jogadores brasileiros. Deus me livre. Por exemplo: cada gol de Vavá era um hino nacional. Na defesa, Bellini chutava até a bola. E quando, no segundo tempo, Garrincha resolveu caprichar no baile, foi um carnaval sublime. A coisa virou show de Grande Otelo. E tem razão um amigo que, ouvindo o rádio, ao meu lado, sopra-me: “Isso que o Garrincha está fazendo é pior do que xingar a mãe!” Calculo que, a essa altura, as cinzas do Czar haviam de estar humilhadíssimas. O marcador do “seu” Manuel já não era um: eram três. E, então, começou a se ouvir, aqui, no Brasil, na praça da Bandeira, a gargalhada cósmica, tremenda, do público sueco. Cada vez que Garrincha passava por um, o público vinha abaixo. Mas não creiam que ele fizesse isso por mal. De modo algum. Garrincha estava, ali, com a mesma boa-fé inefável com que, em Pau Grande, vai chumbando as cambaxirras, os pardais. Via nos russos a inocência dos passarinhos. Sim: os adversários eram outros tantos passarinhos, desterrados em Pau Grande.
    
        Calculo que, lá pelas tantas, os russos, na sua raiva obtusa e inofensiva, haviam de imaginar que o único meio de destruir Garrincha era caçá-lo a pauladas. De fato, domingo, só a pauladas e talvez nem isso, amigos, talvez nem assim.
O texto contém, de modo expresso ou implícito, as seguintes ideias:
I. Garrincha foi um dos maiores jogadores de futebol de todos os tempos.
II. Se Garrincha tivesse jogado contra os ingleses, o Brasil teria vencido o jogo.
III. Sem Garrincha, o Brasil não teria ganho a Copa do Mundo de 1958.
IV.Garrincha, com dribles desconcertantes, empolgou o público presente ao estádio.
V. Mesmo sendo grande jogador, Garrincha era uma pessoa humilde.
Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2243255 Sistemas Operacionais
Os sistemas de cluster baseado em balanceamento de carga integram seus nodos para que todas as requisições provenientes dos clientes sejam distribuídas de maneira equilibrada entre os nodos. Os sistemas não trabalham juntos em um único processo, mas redirecionando as requisições de forma independente, assim que chegam, baseados em um escalonador e um algoritmo próprio. Os algoritmos para balanceamento são um dos fatores de maior importância neste contexto. É CORRETO afirmar sobre o método Round Robin que este algoritmo:
Alternativas
Q2243254 Banco de Dados
O benchmark de banco de dados é uma técnica de análise de desempenho que consiste em um modelo:
Alternativas
Q2243253 Redes de Computadores
Balanceamento de Carga (Load Balancing) é um mecanismo usado para atingir escalabilidade. Nesse contexto, entende-se por escalabilidade: 
Alternativas
Q2243252 Banco de Dados
Quando em um banco de dados os usuários são capazes de acessar os objetos do banco de dados por meio de seu nome, sem precisar especificar a localidade dos dados, temos um exemplo de transparência de:
Alternativas
Q2243251 Sistemas Operacionais
Confiabilidade (reliability) em ambientes de alta disponibilidade pode ser definida como a:
Alternativas
Q2243250 Sistemas Operacionais
Sobre Virtualização, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q2243249 Redes de Computadores
RAID é a sigla de “Redundant Array of Independent Disks”, que significa Matriz Redundante de Discos Independentes. Trata-se da tecnologia que agrupa dois ou mais hard drives e/ou memórias SSDs em arranjos para trabalho conjunto, em computadores e outros sistemas de armazenamento de dados. Considere as afirmativas sobre os arranjos RAID:
I. RAID 0 – Utiliza dois ou mais discos rígidos com finalidade da maximização do desempenho ao armazenar e acessar informações. A técnica também é conhecida como "Stripping Array" ou fracionamento e é considerado o nível de RAID mais lento, mais simples e mais seguro.
II. RAID 1 – Também conhecido como disk mirror, replicação ou espelhamento, o arranjo. É implementado com apenas dois hard disks. O principal atributo desse mecanismo é a segurança gerada para os dados armazenados, pois mesmo que um dos HDs falhe, as informações estarão seguras e online no outro disco, possibilitando assim que o disco defeituoso seja substituído ou o backup dos dados realizados sem que nada seja perdido.
III. RAID 5 – Conhecido como "Strip Set com paridade", é a evolução dos mecanismos já apresentados. O método é muito utilizado em servidores ou storages com pelo menos três discos rígidos instalados e cria uma camada de redundância, sacrificando parte da capacidade de armazenamento do sistema para proporcionar maior segurança aos dados. O espaço reservado para segurança dos dados nesse tipo de solução sempre será o equivalente a um disco do arranjo, independentemente da quantidade total, sendo que todos terão o mesmo espaço sacrificado. Por isso, quanto mais drives utilizados no array, menor será o desperdício.
IV. RAID 6 – É um arranjo com características próximas ao RAID 5, mas acrescentando dupla paridade às informações gravadas. Isso significa que no RAID 6 até dois hard disks podem falhar sem perda de dados, porém o dobro do espaço será utilizado para gravar a paridade e manter a redundância do sistema.
V. RAID 10 ou RAID 1 + 0 – Nesse arranjo é feita a combinação de dois ou mais subgrupos de espelhamentos agrupados numa única matriz. Para implementação de um arranjo RAID 10 são utilizados pelo menos 10 discos rígidos, onde são criadas combinações de dois ou mais grupos RAID 0 para escrita simultânea (RAID 1). Sua principal característica é que ela une desempenho e segurança em um único agrupamento de discos.
VI. RAID 50 ou RAID 5 + 0 – Como no arranjo anterior, o RAID 50 (5+0) também combina duas configurações já conhecidas: pelo menos cinco arranjos RAID 0 trabalhando em RAID 1.
VII. RAID 60 ou RAID 6 + 0 – Combinando dois arranjos já abordados, o RAID 60 (6+0) também é um híbrido que combina duas configurações RAID num único pool de 6 discos: o RAID 0 e o RAID 1.

Assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q2243248 Sistemas Operacionais
O ambiente de computação em nuvem é composto de três modelos de serviços que definem um padrão arquitetural para soluções de computação em nuvem (SaaS, IaaS e PaaS). Considere as seguintes afirmativas sobre os modelos de serviço de computação em nuvem:
( ) No SaaS, o usuário não administra ou controla a infraestrutura subjacente, incluindo rede, servidores, sistemas operacionais, armazenamento ou mesmo as características individuais da aplicação, exceto configurações específicas. Com isso, os desenvolvedores se concentram em inovação e não na infraestrutura, levando ao desenvolvimento rápido de sistemas de software.
( ) A PaaS oferece uma infraestrutura de alto nível de integração para implementar e testar aplicações na nuvem. O usuário não administra ou controla a infraestrutura subjacente, incluindo rede, servidores, sistemas operacionais ou armazenamento, mas tem controle sobre as aplicações implantadas e, possivelmente, as configurações das aplicações hospedadas nessa infraestrutura.
( ) A IaaS fornece um sistema operacional, linguagens de programação e ambientes de desenvolvimento para as aplicações, auxiliando a implementação de sistemas de software, já que contém ferramentas de desenvolvimento e colaboração entre desenvolvedores.
( ) O PaaS é a parte responsável por prover toda a infraestrutura necessária para a IaaS e o SaaS. O principal objetivo do PaaS é tornar mais fácil e acessível o fornecimento de recursos, tais como servidores, rede, armazenamento e outros recursos de computação fundamentais para construir um ambiente sob demanda, que podem incluir sistemas operacionais e aplicativos.
( ) O termo IaaS se refere a uma infraestrutura computacional baseada em técnicas de virtualização de recursos de computação. Esta infraestrutura pode escalar dinamicamente, aumentando ou diminuindo os recursos de acordo com as necessidades das aplicações.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA de V para verdadeiro e F para falso, de cima para baixo:
Alternativas
Q2243247 Sistemas Operacionais
No sistema operacional GNU/LINUX, o Filesystem Hierarchy Standard (padrão para sistema de arquivos hierárquico) ou FHS, é uma espécie de referência que padroniza quais pastas do sistema recebem determinados tipos de arquivo. Relacione as pastas na coluna da esquerda com os seus conteúdos na coluna da direita:
(1) /etc
(2) /usr
(3) /var
(4) /lib
(5) /proc
(6) /tmp
(7) /dev
(8) /bin
( ) Contém os controladores de dispositivo (device drivers) e são usados para acessar os dispositivos ou recursos do sistema, como discos rígidos, modems, memória, etc. 
( ) Contém uma série de arquivos de configuração do sistema. Isto inclui a base de dados de usuários e as instruções de inicialização do sistema, arquivos de configuração que podem ser usados por todos os softwares, além de scripts especiais para iniciar ou interromper módulos e programas diversos.
( ) É nesse diretório que reside a maioria dos programas binários executáveis do sistema. São comandos essenciais, usados para trabalhar com arquivos, textos e alguns recursos básicos de rede.
( ) Os arquivos que estão neste diretório residem verdadeiramente na memória, e não no disco. Esses arquivos se referem a vários processos que rodam no sistema e permitem obter informação sobre programas e processos que estão em execução em um dado momento.
( ) Contém as imagens das bibliotecas compartilhadas. Esses arquivos contêm código que muitos programas compartilham. Ao invés de cada programa ter uma cópia própria das funções compartilhadas, elas são guardadas em um lugar comum. Isso faz com que os programas executáveis sejam menores e reduzam o espaço usado em disco. 
( ) Contém diretórios que frequentemente mudam de tamanho ou tendem a crescer.
( ) Contém uma série de subdiretórios que, por sua vez, contêm alguns dos mais importantes e úteis programas e arquivos de configuração usados no sistema. Contém a maioria dos pacotes grandes de software e os arquivos de configuração que os acompanham.
( ) Muitos programas têm necessidade de gerar alguma informação temporária e de guardar essa informação em um arquivo temporário.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA de cima para baixo:
Alternativas
Q2243246 Sistemas Operacionais
Um(a) _______________ é um ambiente onde há todas as configurações e compartimentos necessários para executar aplicações. Esses ambientes são isolados e também transportáveis. Além disso, contém tudo o que se faz necessário para realizar uma aplicação como, por exemplo, códigos, bibliotecas e configurações indispensáveis para o bom funcionamento da mesma. Utiliza o sistema operacional da máquina onde ele estiver alojado.
Assinale a alternativa que contempla a lacuna do texto acima de forma CORRETA:
Alternativas
Q2243245 Sistemas Operacionais
No sistema operacional GNU/LINUX, o comando que cria uma partição ext2 na partição /dev/hda3 é: 
Alternativas
Q2243244 Segurança da Informação
Ataques costumam ocorrer na Internet com diversos objetivos, visando diferentes alvos e usando variadas técnicas. O ataque às redes de computadores conhecido por spoofing é um ataque no qual:
Alternativas
Q2243243 Redes de Computadores
O padrão IEEE 802.11 para redes locais sem fio estabelece duas subcamadas MAC: a DCF (Distributed Coordination Function) e a PCF (Point Coordination Function). Os métodos de acesso ao meio usados, respectivamente, nas duas subcamadas são: 
Alternativas
Q2243242 Redes de Computadores
O IPv4 (Internet Protocol versão 4) e o IPv6 (Internet Protocol versão 6) são os mecanismos de entrega usados pelos protocolos TCP/IP, responsáveis por identificar computadores na Internet e garantir que as informações cheguem ao destino correto. Considere as seguintes afirmativas:
( ) O IPv4 é um protocolo orientado a conexões para redes de comutação de circuitos que usam a abordagem de datagramas. Isso significa que cada datagrama é tratado de forma independente e que cada datagrama pode seguir uma rota diferente até seu destino.
( ) Os pacotes na camada IPv4 são denominados datagramas. Um datagrama é formado por um cabeçalho (20 a 60 bytes) e dados. O comprimento máximo de um datagrama é de 65.535 bytes.
( ) O IPv4 é um protocolo confiável de datagramas com conexão – um serviço de entrega best-effort. O termo best-effort significa que o IPv4 provê mecanismos de controle de erros ou de fluxo e a detecção de erros no cabeçalho.
( ) A seção de opções do cabeçalho IPv4 é usada para propósitos de criptografia e autenticação, que oferecem confidencialidade e integridade para os pacotes.
( ) O IPv6, a versão mais atual do Internet Protocol, possui um espaço de endereços de 128 bits, um formato de cabeçalho revisado, novas opções, possibilidades de extensão, suporte à alocação de recursos e melhorias nos mecanismos de segurança.
( ) Um datagrama IPv6 é composto por um cabeçalho-base e um payload. O payload consiste de duas partes: cabeçalhos de extensão opcionais e dados da camada superior.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA de V para verdadeiro e F para falso, de cima para baixo:
Alternativas
Q2243241 Redes de Computadores
Sobre firewalls é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Respostas
361: C
362: B
363: C
364: A
365: D
366: A
367: D
368: E
369: C
370: B
371: D
372: C
373: A
374: D
375: B
376: A
377: B
378: E
379: D
380: E