Questões de Concurso Para contemax

Foram encontradas 7.008 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4264826 Não definido
SOMOS SÓ PARTE DA IMENSA DIVERSIDADE


Protagonista do filme “Colegas”, que estreou sexta, fala da vida com a síndrome de Down e de como se sente igual a todos.


    Protagonista do filme “Colegas”, do diretor Marcelo Galvão, o ator Ariel Goldenberg, 32, se define como um “guerreiro”. E ele é. Guerreiro down, diga-se. Down de síndrome de Down mesmo.(...)

   O sonho do guerreiro, agora é se firmar na carreira de ator (pensa em atuar em uma novela) e estudar para se tornar diretor também.

     Abaixo, entrevista de Goldenberg, em que revela o segredo de seu sucesso e dá dicas sobre como os pais de crianças com Down podem ajudar seus filhos.

     Como você avalia o seu desempenho no filme?

   Eu dei a minha alma para que o Stallone expressasse a realidade de um down que luta para materializar seus sonhos. Stallone sou eu. Tenho orgulho de dizer que fizemos o filme todo em um take só. Gravamos direto, não houve a necessidade de refazer cenas porque os atores se esqueceram do texto, ou porque não colocaram verdade nos personagens.

     Você alguma vez se sentiu discriminado por ser down?

    Uma vez. E foi, por coincidência, em um cinema. Eu e a Rita estamos acostumados a ir ao cinema toda sexta-feira. Sempre fomos tratados com respeito, mas, naquele dia, o gerente se recusou a aceitar que pagássemos meia-entrada, que é um direito assegurado aos downs. Ficou claro que ele não nos queria lá. Me subiu o sangue na hora.

     Como você conheceu a Rita?

     Entrei no site “Grandes encontros”, que é uma sala de bate-papo para pessoas com deficiência, e a encontrei. O que ela tem de mais? Nada. Apenas uma alma pura e os olhos azuis bonitos. Casamos nos rituais judaico, religião da minha família, e no católico, da família da Rita.

     Você se sente um cara diferente das pessoas comuns?

     Não. Eu me sinto igual a todo mundo. Nós downs perante a sociedade somos downs, mas, perante Deus, somos normais. É claro que eu sei que temos uma cópia a mais do cromossomo 21. Mas todo dia nasce um bebê torto, ou loiro, ou moreno, ou mais inteligente ou menos. Nós somos apenas parte da imensa diversidade dos seres humanos. Por isso, somos normais.

     E ter filhos, você e a Rita não planejam?

    Não. Porque dá muito trabalho formar um filho com a síndrome. E há a probabilidade muito grande de termos um filho com a síndrome. Eu não quero arriscar.


CAPRIGLIONE, Laura. Folha de São Paulo. Disponível
em:
https://www1.folha.uol.com.br/paywall/login.shtml?https:/ /www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/96794-somos-soparte-da-imensa-diversidade-dos-seres-humanos.shtml
Quanto a ter filhos, no texto, o ator Ariel Goldenberg mostra-se contrário e declara os motivos. Um motivo, dentre outros, está corretamente apontado na opção:
Alternativas
Q4264825 Não definido
SOMOS SÓ PARTE DA IMENSA DIVERSIDADE


Protagonista do filme “Colegas”, que estreou sexta, fala da vida com a síndrome de Down e de como se sente igual a todos.


    Protagonista do filme “Colegas”, do diretor Marcelo Galvão, o ator Ariel Goldenberg, 32, se define como um “guerreiro”. E ele é. Guerreiro down, diga-se. Down de síndrome de Down mesmo.(...)

   O sonho do guerreiro, agora é se firmar na carreira de ator (pensa em atuar em uma novela) e estudar para se tornar diretor também.

     Abaixo, entrevista de Goldenberg, em que revela o segredo de seu sucesso e dá dicas sobre como os pais de crianças com Down podem ajudar seus filhos.

     Como você avalia o seu desempenho no filme?

   Eu dei a minha alma para que o Stallone expressasse a realidade de um down que luta para materializar seus sonhos. Stallone sou eu. Tenho orgulho de dizer que fizemos o filme todo em um take só. Gravamos direto, não houve a necessidade de refazer cenas porque os atores se esqueceram do texto, ou porque não colocaram verdade nos personagens.

     Você alguma vez se sentiu discriminado por ser down?

    Uma vez. E foi, por coincidência, em um cinema. Eu e a Rita estamos acostumados a ir ao cinema toda sexta-feira. Sempre fomos tratados com respeito, mas, naquele dia, o gerente se recusou a aceitar que pagássemos meia-entrada, que é um direito assegurado aos downs. Ficou claro que ele não nos queria lá. Me subiu o sangue na hora.

     Como você conheceu a Rita?

     Entrei no site “Grandes encontros”, que é uma sala de bate-papo para pessoas com deficiência, e a encontrei. O que ela tem de mais? Nada. Apenas uma alma pura e os olhos azuis bonitos. Casamos nos rituais judaico, religião da minha família, e no católico, da família da Rita.

     Você se sente um cara diferente das pessoas comuns?

     Não. Eu me sinto igual a todo mundo. Nós downs perante a sociedade somos downs, mas, perante Deus, somos normais. É claro que eu sei que temos uma cópia a mais do cromossomo 21. Mas todo dia nasce um bebê torto, ou loiro, ou moreno, ou mais inteligente ou menos. Nós somos apenas parte da imensa diversidade dos seres humanos. Por isso, somos normais.

     E ter filhos, você e a Rita não planejam?

    Não. Porque dá muito trabalho formar um filho com a síndrome. E há a probabilidade muito grande de termos um filho com a síndrome. Eu não quero arriscar.


CAPRIGLIONE, Laura. Folha de São Paulo. Disponível
em:
https://www1.folha.uol.com.br/paywall/login.shtml?https:/ /www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/96794-somos-soparte-da-imensa-diversidade-dos-seres-humanos.shtml
O vocábulo “guerreiro” presente no texto apresenta:
Alternativas
Q4264824 Não definido
SOMOS SÓ PARTE DA IMENSA DIVERSIDADE


Protagonista do filme “Colegas”, que estreou sexta, fala da vida com a síndrome de Down e de como se sente igual a todos.


    Protagonista do filme “Colegas”, do diretor Marcelo Galvão, o ator Ariel Goldenberg, 32, se define como um “guerreiro”. E ele é. Guerreiro down, diga-se. Down de síndrome de Down mesmo.(...)

   O sonho do guerreiro, agora é se firmar na carreira de ator (pensa em atuar em uma novela) e estudar para se tornar diretor também.

     Abaixo, entrevista de Goldenberg, em que revela o segredo de seu sucesso e dá dicas sobre como os pais de crianças com Down podem ajudar seus filhos.

     Como você avalia o seu desempenho no filme?

   Eu dei a minha alma para que o Stallone expressasse a realidade de um down que luta para materializar seus sonhos. Stallone sou eu. Tenho orgulho de dizer que fizemos o filme todo em um take só. Gravamos direto, não houve a necessidade de refazer cenas porque os atores se esqueceram do texto, ou porque não colocaram verdade nos personagens.

     Você alguma vez se sentiu discriminado por ser down?

    Uma vez. E foi, por coincidência, em um cinema. Eu e a Rita estamos acostumados a ir ao cinema toda sexta-feira. Sempre fomos tratados com respeito, mas, naquele dia, o gerente se recusou a aceitar que pagássemos meia-entrada, que é um direito assegurado aos downs. Ficou claro que ele não nos queria lá. Me subiu o sangue na hora.

     Como você conheceu a Rita?

     Entrei no site “Grandes encontros”, que é uma sala de bate-papo para pessoas com deficiência, e a encontrei. O que ela tem de mais? Nada. Apenas uma alma pura e os olhos azuis bonitos. Casamos nos rituais judaico, religião da minha família, e no católico, da família da Rita.

     Você se sente um cara diferente das pessoas comuns?

     Não. Eu me sinto igual a todo mundo. Nós downs perante a sociedade somos downs, mas, perante Deus, somos normais. É claro que eu sei que temos uma cópia a mais do cromossomo 21. Mas todo dia nasce um bebê torto, ou loiro, ou moreno, ou mais inteligente ou menos. Nós somos apenas parte da imensa diversidade dos seres humanos. Por isso, somos normais.

     E ter filhos, você e a Rita não planejam?

    Não. Porque dá muito trabalho formar um filho com a síndrome. E há a probabilidade muito grande de termos um filho com a síndrome. Eu não quero arriscar.


CAPRIGLIONE, Laura. Folha de São Paulo. Disponível
em:
https://www1.folha.uol.com.br/paywall/login.shtml?https:/ /www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/96794-somos-soparte-da-imensa-diversidade-dos-seres-humanos.shtml
O plural do substantivo composto destacado neste fragmento “(...) o gerente se recusou a aceitar que pagássemos meia-entrada, (...).” é o mesmo que o plural do substantivo composto apontado na alternativa:
Alternativas
Q4264823 Não definido
SOMOS SÓ PARTE DA IMENSA DIVERSIDADE


Protagonista do filme “Colegas”, que estreou sexta, fala da vida com a síndrome de Down e de como se sente igual a todos.


    Protagonista do filme “Colegas”, do diretor Marcelo Galvão, o ator Ariel Goldenberg, 32, se define como um “guerreiro”. E ele é. Guerreiro down, diga-se. Down de síndrome de Down mesmo.(...)

   O sonho do guerreiro, agora é se firmar na carreira de ator (pensa em atuar em uma novela) e estudar para se tornar diretor também.

     Abaixo, entrevista de Goldenberg, em que revela o segredo de seu sucesso e dá dicas sobre como os pais de crianças com Down podem ajudar seus filhos.

     Como você avalia o seu desempenho no filme?

   Eu dei a minha alma para que o Stallone expressasse a realidade de um down que luta para materializar seus sonhos. Stallone sou eu. Tenho orgulho de dizer que fizemos o filme todo em um take só. Gravamos direto, não houve a necessidade de refazer cenas porque os atores se esqueceram do texto, ou porque não colocaram verdade nos personagens.

     Você alguma vez se sentiu discriminado por ser down?

    Uma vez. E foi, por coincidência, em um cinema. Eu e a Rita estamos acostumados a ir ao cinema toda sexta-feira. Sempre fomos tratados com respeito, mas, naquele dia, o gerente se recusou a aceitar que pagássemos meia-entrada, que é um direito assegurado aos downs. Ficou claro que ele não nos queria lá. Me subiu o sangue na hora.

     Como você conheceu a Rita?

     Entrei no site “Grandes encontros”, que é uma sala de bate-papo para pessoas com deficiência, e a encontrei. O que ela tem de mais? Nada. Apenas uma alma pura e os olhos azuis bonitos. Casamos nos rituais judaico, religião da minha família, e no católico, da família da Rita.

     Você se sente um cara diferente das pessoas comuns?

     Não. Eu me sinto igual a todo mundo. Nós downs perante a sociedade somos downs, mas, perante Deus, somos normais. É claro que eu sei que temos uma cópia a mais do cromossomo 21. Mas todo dia nasce um bebê torto, ou loiro, ou moreno, ou mais inteligente ou menos. Nós somos apenas parte da imensa diversidade dos seres humanos. Por isso, somos normais.

     E ter filhos, você e a Rita não planejam?

    Não. Porque dá muito trabalho formar um filho com a síndrome. E há a probabilidade muito grande de termos um filho com a síndrome. Eu não quero arriscar.


CAPRIGLIONE, Laura. Folha de São Paulo. Disponível
em:
https://www1.folha.uol.com.br/paywall/login.shtml?https:/ /www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/96794-somos-soparte-da-imensa-diversidade-dos-seres-humanos.shtml
Quanto à classificação dos tipos de sujeito, assinale a opção correta que indica o tipo de sujeito para o verbo destacado na passagem “Eu e a Rita estamos acostumados a ir ao cinema toda sexta-feira. Sempre fomos tratados com respeito, mas, naquele dia, o gerente se recusou a aceitar que pagássemos meia-entrada, que é um direito assegurado aos downs.”: 
Alternativas
Q4264822 Não definido
SOMOS SÓ PARTE DA IMENSA DIVERSIDADE


Protagonista do filme “Colegas”, que estreou sexta, fala da vida com a síndrome de Down e de como se sente igual a todos.


    Protagonista do filme “Colegas”, do diretor Marcelo Galvão, o ator Ariel Goldenberg, 32, se define como um “guerreiro”. E ele é. Guerreiro down, diga-se. Down de síndrome de Down mesmo.(...)

   O sonho do guerreiro, agora é se firmar na carreira de ator (pensa em atuar em uma novela) e estudar para se tornar diretor também.

     Abaixo, entrevista de Goldenberg, em que revela o segredo de seu sucesso e dá dicas sobre como os pais de crianças com Down podem ajudar seus filhos.

     Como você avalia o seu desempenho no filme?

   Eu dei a minha alma para que o Stallone expressasse a realidade de um down que luta para materializar seus sonhos. Stallone sou eu. Tenho orgulho de dizer que fizemos o filme todo em um take só. Gravamos direto, não houve a necessidade de refazer cenas porque os atores se esqueceram do texto, ou porque não colocaram verdade nos personagens.

     Você alguma vez se sentiu discriminado por ser down?

    Uma vez. E foi, por coincidência, em um cinema. Eu e a Rita estamos acostumados a ir ao cinema toda sexta-feira. Sempre fomos tratados com respeito, mas, naquele dia, o gerente se recusou a aceitar que pagássemos meia-entrada, que é um direito assegurado aos downs. Ficou claro que ele não nos queria lá. Me subiu o sangue na hora.

     Como você conheceu a Rita?

     Entrei no site “Grandes encontros”, que é uma sala de bate-papo para pessoas com deficiência, e a encontrei. O que ela tem de mais? Nada. Apenas uma alma pura e os olhos azuis bonitos. Casamos nos rituais judaico, religião da minha família, e no católico, da família da Rita.

     Você se sente um cara diferente das pessoas comuns?

     Não. Eu me sinto igual a todo mundo. Nós downs perante a sociedade somos downs, mas, perante Deus, somos normais. É claro que eu sei que temos uma cópia a mais do cromossomo 21. Mas todo dia nasce um bebê torto, ou loiro, ou moreno, ou mais inteligente ou menos. Nós somos apenas parte da imensa diversidade dos seres humanos. Por isso, somos normais.

     E ter filhos, você e a Rita não planejam?

    Não. Porque dá muito trabalho formar um filho com a síndrome. E há a probabilidade muito grande de termos um filho com a síndrome. Eu não quero arriscar.


CAPRIGLIONE, Laura. Folha de São Paulo. Disponível
em:
https://www1.folha.uol.com.br/paywall/login.shtml?https:/ /www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/96794-somos-soparte-da-imensa-diversidade-dos-seres-humanos.shtml
O vocábulo destacado em “E ele é. Guerreiro down, diga-se.” funciona como um:
Alternativas
Q4264821 Não definido
SOMOS SÓ PARTE DA IMENSA DIVERSIDADE


Protagonista do filme “Colegas”, que estreou sexta, fala da vida com a síndrome de Down e de como se sente igual a todos.


    Protagonista do filme “Colegas”, do diretor Marcelo Galvão, o ator Ariel Goldenberg, 32, se define como um “guerreiro”. E ele é. Guerreiro down, diga-se. Down de síndrome de Down mesmo.(...)

   O sonho do guerreiro, agora é se firmar na carreira de ator (pensa em atuar em uma novela) e estudar para se tornar diretor também.

     Abaixo, entrevista de Goldenberg, em que revela o segredo de seu sucesso e dá dicas sobre como os pais de crianças com Down podem ajudar seus filhos.

     Como você avalia o seu desempenho no filme?

   Eu dei a minha alma para que o Stallone expressasse a realidade de um down que luta para materializar seus sonhos. Stallone sou eu. Tenho orgulho de dizer que fizemos o filme todo em um take só. Gravamos direto, não houve a necessidade de refazer cenas porque os atores se esqueceram do texto, ou porque não colocaram verdade nos personagens.

     Você alguma vez se sentiu discriminado por ser down?

    Uma vez. E foi, por coincidência, em um cinema. Eu e a Rita estamos acostumados a ir ao cinema toda sexta-feira. Sempre fomos tratados com respeito, mas, naquele dia, o gerente se recusou a aceitar que pagássemos meia-entrada, que é um direito assegurado aos downs. Ficou claro que ele não nos queria lá. Me subiu o sangue na hora.

     Como você conheceu a Rita?

     Entrei no site “Grandes encontros”, que é uma sala de bate-papo para pessoas com deficiência, e a encontrei. O que ela tem de mais? Nada. Apenas uma alma pura e os olhos azuis bonitos. Casamos nos rituais judaico, religião da minha família, e no católico, da família da Rita.

     Você se sente um cara diferente das pessoas comuns?

     Não. Eu me sinto igual a todo mundo. Nós downs perante a sociedade somos downs, mas, perante Deus, somos normais. É claro que eu sei que temos uma cópia a mais do cromossomo 21. Mas todo dia nasce um bebê torto, ou loiro, ou moreno, ou mais inteligente ou menos. Nós somos apenas parte da imensa diversidade dos seres humanos. Por isso, somos normais.

     E ter filhos, você e a Rita não planejam?

    Não. Porque dá muito trabalho formar um filho com a síndrome. E há a probabilidade muito grande de termos um filho com a síndrome. Eu não quero arriscar.


CAPRIGLIONE, Laura. Folha de São Paulo. Disponível
em:
https://www1.folha.uol.com.br/paywall/login.shtml?https:/ /www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/96794-somos-soparte-da-imensa-diversidade-dos-seres-humanos.shtml
As aspas foram empregadas no fragmento “Protagonista do filme “Colegas”, do diretor Marcelo Galvão, o ator Ariel Goldenberg, 32, (...) ”, pois se trata de:
Alternativas
Q4264820 Não definido
SOMOS SÓ PARTE DA IMENSA DIVERSIDADE


Protagonista do filme “Colegas”, que estreou sexta, fala da vida com a síndrome de Down e de como se sente igual a todos.


    Protagonista do filme “Colegas”, do diretor Marcelo Galvão, o ator Ariel Goldenberg, 32, se define como um “guerreiro”. E ele é. Guerreiro down, diga-se. Down de síndrome de Down mesmo.(...)

   O sonho do guerreiro, agora é se firmar na carreira de ator (pensa em atuar em uma novela) e estudar para se tornar diretor também.

     Abaixo, entrevista de Goldenberg, em que revela o segredo de seu sucesso e dá dicas sobre como os pais de crianças com Down podem ajudar seus filhos.

     Como você avalia o seu desempenho no filme?

   Eu dei a minha alma para que o Stallone expressasse a realidade de um down que luta para materializar seus sonhos. Stallone sou eu. Tenho orgulho de dizer que fizemos o filme todo em um take só. Gravamos direto, não houve a necessidade de refazer cenas porque os atores se esqueceram do texto, ou porque não colocaram verdade nos personagens.

     Você alguma vez se sentiu discriminado por ser down?

    Uma vez. E foi, por coincidência, em um cinema. Eu e a Rita estamos acostumados a ir ao cinema toda sexta-feira. Sempre fomos tratados com respeito, mas, naquele dia, o gerente se recusou a aceitar que pagássemos meia-entrada, que é um direito assegurado aos downs. Ficou claro que ele não nos queria lá. Me subiu o sangue na hora.

     Como você conheceu a Rita?

     Entrei no site “Grandes encontros”, que é uma sala de bate-papo para pessoas com deficiência, e a encontrei. O que ela tem de mais? Nada. Apenas uma alma pura e os olhos azuis bonitos. Casamos nos rituais judaico, religião da minha família, e no católico, da família da Rita.

     Você se sente um cara diferente das pessoas comuns?

     Não. Eu me sinto igual a todo mundo. Nós downs perante a sociedade somos downs, mas, perante Deus, somos normais. É claro que eu sei que temos uma cópia a mais do cromossomo 21. Mas todo dia nasce um bebê torto, ou loiro, ou moreno, ou mais inteligente ou menos. Nós somos apenas parte da imensa diversidade dos seres humanos. Por isso, somos normais.

     E ter filhos, você e a Rita não planejam?

    Não. Porque dá muito trabalho formar um filho com a síndrome. E há a probabilidade muito grande de termos um filho com a síndrome. Eu não quero arriscar.


CAPRIGLIONE, Laura. Folha de São Paulo. Disponível
em:
https://www1.folha.uol.com.br/paywall/login.shtml?https:/ /www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/96794-somos-soparte-da-imensa-diversidade-dos-seres-humanos.shtml
Na passagem “Eu dei a minha alma para que o Stallone expressasse a realidade de um down que luta para materializar seus sonhos.”, a parte destacada apresenta a figura de linguagem:
Alternativas
Q4264819 Não definido
SOMOS SÓ PARTE DA IMENSA DIVERSIDADE


Protagonista do filme “Colegas”, que estreou sexta, fala da vida com a síndrome de Down e de como se sente igual a todos.


    Protagonista do filme “Colegas”, do diretor Marcelo Galvão, o ator Ariel Goldenberg, 32, se define como um “guerreiro”. E ele é. Guerreiro down, diga-se. Down de síndrome de Down mesmo.(...)

   O sonho do guerreiro, agora é se firmar na carreira de ator (pensa em atuar em uma novela) e estudar para se tornar diretor também.

     Abaixo, entrevista de Goldenberg, em que revela o segredo de seu sucesso e dá dicas sobre como os pais de crianças com Down podem ajudar seus filhos.

     Como você avalia o seu desempenho no filme?

   Eu dei a minha alma para que o Stallone expressasse a realidade de um down que luta para materializar seus sonhos. Stallone sou eu. Tenho orgulho de dizer que fizemos o filme todo em um take só. Gravamos direto, não houve a necessidade de refazer cenas porque os atores se esqueceram do texto, ou porque não colocaram verdade nos personagens.

     Você alguma vez se sentiu discriminado por ser down?

    Uma vez. E foi, por coincidência, em um cinema. Eu e a Rita estamos acostumados a ir ao cinema toda sexta-feira. Sempre fomos tratados com respeito, mas, naquele dia, o gerente se recusou a aceitar que pagássemos meia-entrada, que é um direito assegurado aos downs. Ficou claro que ele não nos queria lá. Me subiu o sangue na hora.

     Como você conheceu a Rita?

     Entrei no site “Grandes encontros”, que é uma sala de bate-papo para pessoas com deficiência, e a encontrei. O que ela tem de mais? Nada. Apenas uma alma pura e os olhos azuis bonitos. Casamos nos rituais judaico, religião da minha família, e no católico, da família da Rita.

     Você se sente um cara diferente das pessoas comuns?

     Não. Eu me sinto igual a todo mundo. Nós downs perante a sociedade somos downs, mas, perante Deus, somos normais. É claro que eu sei que temos uma cópia a mais do cromossomo 21. Mas todo dia nasce um bebê torto, ou loiro, ou moreno, ou mais inteligente ou menos. Nós somos apenas parte da imensa diversidade dos seres humanos. Por isso, somos normais.

     E ter filhos, você e a Rita não planejam?

    Não. Porque dá muito trabalho formar um filho com a síndrome. E há a probabilidade muito grande de termos um filho com a síndrome. Eu não quero arriscar.


CAPRIGLIONE, Laura. Folha de São Paulo. Disponível
em:
https://www1.folha.uol.com.br/paywall/login.shtml?https:/ /www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/96794-somos-soparte-da-imensa-diversidade-dos-seres-humanos.shtml
Por ser o texto acima pertencente ao gênero entrevista, assinale a opção correta quanto à linguagem: 
Alternativas
Q4264818 Não definido
SOMOS SÓ PARTE DA IMENSA DIVERSIDADE


Protagonista do filme “Colegas”, que estreou sexta, fala da vida com a síndrome de Down e de como se sente igual a todos.


    Protagonista do filme “Colegas”, do diretor Marcelo Galvão, o ator Ariel Goldenberg, 32, se define como um “guerreiro”. E ele é. Guerreiro down, diga-se. Down de síndrome de Down mesmo.(...)

   O sonho do guerreiro, agora é se firmar na carreira de ator (pensa em atuar em uma novela) e estudar para se tornar diretor também.

     Abaixo, entrevista de Goldenberg, em que revela o segredo de seu sucesso e dá dicas sobre como os pais de crianças com Down podem ajudar seus filhos.

     Como você avalia o seu desempenho no filme?

   Eu dei a minha alma para que o Stallone expressasse a realidade de um down que luta para materializar seus sonhos. Stallone sou eu. Tenho orgulho de dizer que fizemos o filme todo em um take só. Gravamos direto, não houve a necessidade de refazer cenas porque os atores se esqueceram do texto, ou porque não colocaram verdade nos personagens.

     Você alguma vez se sentiu discriminado por ser down?

    Uma vez. E foi, por coincidência, em um cinema. Eu e a Rita estamos acostumados a ir ao cinema toda sexta-feira. Sempre fomos tratados com respeito, mas, naquele dia, o gerente se recusou a aceitar que pagássemos meia-entrada, que é um direito assegurado aos downs. Ficou claro que ele não nos queria lá. Me subiu o sangue na hora.

     Como você conheceu a Rita?

     Entrei no site “Grandes encontros”, que é uma sala de bate-papo para pessoas com deficiência, e a encontrei. O que ela tem de mais? Nada. Apenas uma alma pura e os olhos azuis bonitos. Casamos nos rituais judaico, religião da minha família, e no católico, da família da Rita.

     Você se sente um cara diferente das pessoas comuns?

     Não. Eu me sinto igual a todo mundo. Nós downs perante a sociedade somos downs, mas, perante Deus, somos normais. É claro que eu sei que temos uma cópia a mais do cromossomo 21. Mas todo dia nasce um bebê torto, ou loiro, ou moreno, ou mais inteligente ou menos. Nós somos apenas parte da imensa diversidade dos seres humanos. Por isso, somos normais.

     E ter filhos, você e a Rita não planejam?

    Não. Porque dá muito trabalho formar um filho com a síndrome. E há a probabilidade muito grande de termos um filho com a síndrome. Eu não quero arriscar.


CAPRIGLIONE, Laura. Folha de São Paulo. Disponível
em:
https://www1.folha.uol.com.br/paywall/login.shtml?https:/ /www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/96794-somos-soparte-da-imensa-diversidade-dos-seres-humanos.shtml
É correto afirmar sobre o texto o que se encontra na alternativa:
Alternativas
Q4264755 Não definido
A Universidade Aberta do SUS (UnaSUS), estabeleceu uma técnica padronizada de medição da pressão arterial, com base na técnica proposta pela Sociedade Brasileira de Cardiologia. Com base nessa técnica, após estimar o nível da pressão sistólica pela palpação do pulso radial (o seu reaparecimento corresponderá à PA sistólica), o técnico em enfermagem deverá:
Alternativas
Q4264754 Não definido
De acordo com o Guia de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, devido à eliminação da circulação do vírus da rubéola, no país, a partir de 2009, um caso confirmado de rubéola é considerado ______________, independentemente da localidade ou do período de sua ocorrência.

Assinale a alternativa que preenche, corretamente, a lacuna do texto:
Alternativas
Q4264753 Não definido
Com relação à Rubéola, considere a alternativa incorreta:
Alternativas
Q4264752 Não definido
RNA vírus pertencente ao gênero Morbillivirus, família Paramyxoviridae, é o agente causador de qual das patologias, abaixo:
Alternativas
Q4264751 Não definido
Da sequência de coleta para tubos de vidro de coleta de sangue, de acordo com a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica – SBPC, após a coleta de frascos para hemocultura, deve-se proceder a coleta dos:
Alternativas
Q4264750 Não definido
São áreas a serem evitadas para a venopunção, exceto:
Alternativas
Q4264749 Não definido
Na coleta de sangue, a fase pré-analítica inclui a indicação do exame, redação da solicitação, transmissão de eventuais instruções de preparo do paciente, avaliação do atendimento às condições prévias, procedimentos de coleta, acondicionamento, preservação e transporte da amostra biológica até o momento em que o exame seja, efetivamente, realizado. Sobre as variações cronobiológicas, nos exames laboratoriais, considere os itens, a seguir:

I - Além das diferenças hormonais específicas e características de cada sexo, alguns outros parâmetros sanguíneos e urinários se apresentam em concentrações, significativamente, distintas entre homens e mulheres em decorrência das diferenças metabólicas e da massa muscular, entre outros fatores.
II - Mudança rápida, na postura corporal, pode causar variações na concentração de alguns componentes séricos. Quando o indivíduo move-se da posição supina para a posição ereta, por exemplo, ocorre um afluxo de água e substâncias filtráveis do espaço intravascular para o intersticial. Substâncias não filtráveis, tais como as proteínas de alto peso molecular e os elementos celulares terão sua concentração relativa diminuída até que o equilíbrio hídrico se restabeleça.
III - O efeito da atividade física sobre alguns componentes sanguíneos, em geral, é transitório e decorre da mobilização de água e outras substâncias entre os diferentes compartimentos corporais, das variações nas necessidades energéticas do metabolismo e na eventual modificação fisiológica que a própria atividade física condiciona. Esta é a razão pela qual se prefere a coleta de amostras com o paciente em condições basais, mais, facilmente, reprodutíveis e padronizáveis.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4264748 Não definido
Com base no CEPE, considere a alternativa correta:
Alternativas
Q4264747 Não definido
O Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem (CEPE) afirma que o cuidado da Enfermagem fundamenta-se no conhecimento próprio da profissão e:
Alternativas
Q4264746 Não definido
Considerando a questão anterior, se for necessário infundir, os 80 mL prescritos, em 1h20min, em microgotas, o gotejamento será de:
Alternativas
Q4264745 Não definido
Uma ampola de cefazolina, 1g, liofilizada, foi diluída em 80 mL e colocada em infusão contínua, em bureta. Se o paciente receber 24 mL dessa solução, a dosagem de cefazolina, recebida, será de:
Alternativas
Respostas
6161: C
6162: B
6163: E
6164: A
6165: C
6166: B
6167: C
6168: D
6169: E
6170: A
6171: B
6172: E
6173: A
6174: C
6175: E
6176: B
6177: D
6178: D
6179: B
6180: C