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Questões Discursivas

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Q502242 Comunicação Social
De acordo com a pesquisa Perfil-Opinião 2005 (KÖPTCKE, CAZELLI, LIMA, 2009), o principal motivo declarado para a visita a museus é “Conhecer o Museu”. Assinale a alternativa que corresponde ao segundo motivo mais citado pelos visitantes participantes da referida pesquisa para realizar visitas a museus.
Alternativas
Q502241 Comunicação Social
O Observatório de Museus e Centros Culturais - OMCC, realizou um levantamento, por meio de questionário autoadministrado aplicado a individuos de 15 ou mais anos de idade que visitavam, fora do contexto de visitas escolares, onze museus fuminenses participantes da pesquisa Perfil-Opinião 2005 (KÖPTCKE, CAZELLI, LIMA, 2009). De acordo com os dados levantados, mais da metade dos participantes declarou ter obtido informação sobre o museu por meio da seguinte fonte:
Alternativas
Q502240 Turismo
De acordo com o Estatuto de Museus, Lei nº 11.904 de 14 de janeiro de 2009, em seu Art. 2º, é um dos princípios fundamentais dos museus:
Alternativas
Q502239 Turismo
De acordo com o Estatuto de Museus, Lei nº 11.904 de 14 de janeiro de 2009, em seu Art. 37, os museus deverão disponibilizar em suas instalações um livro de:
Alternativas
Q502238 Conhecimentos Gerais
Segundo a publicação “Centros e Museus de Ciência do Brasil”, editada em 2009 pela Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciência (ABCMC), pela Casa da Ciência (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e pelo Museu da Vida (Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz), com apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, verifica-se um crescimento expressivo da área de Museus e Centros de Ciência no Brasil a partir da década de:
Alternativas
Q502237 Conhecimentos Gerais
Assinale a alternativa que reúne os nomes de três museus fundados no século XIX no Brasil.
Alternativas
Q502233 Matemática Financeira
O preço de uma determinada marca de geladeira para pagamento à vista com boleto bancário é de R$ 1.406,00. Neste valor já está embutido o desconto de 5% que é oferecido pela loja para pagamentos desta forma. Sem o desconto, o preço desta geladeira é:
Alternativas
Q502225 Noções de Informática
Assinale a alternativa que corresponde à licença sob a qual o código fonte do núcleo do Linux está disponível.
Alternativas
Q502224 Noções de Informática
Com relação ao sistema operacional Microsoft Windows 7, indique o local do painel de controle em que está localizada a opção “Desinstalar um programa”.
Alternativas
Q502223 Noções de Informática
Marque a alternativa correta quanto aos tipos de redes de computadores – intranet e extranet.
Alternativas
Q502222 Noções de Informática
Assinale a alternativa que apresenta um programa que pode vir embutido em vírus, spywares ou softwares de procedência duvidosa e cuja função é a de capturar tudo o que é digitado pelo usuário.
Alternativas
Q502221 Noções de Informática
Assinale a alternativa que se refere ao recurso de navegação privada no Internet Explorer 8.
Alternativas
Q502220 Noções de Informática
Com o gerenciador de e-mail Mozilla Thunderbird é possível enviar mensagens de email para vários destinatários, de forma que estes não identifquem uns aos outros. Essa medida evita que endereços de e-mails fquem sujeitos a serem vítimas de spams. Assinale a alternativa que possibilita essa medida.
Alternativas
Q502219 Noções de Informática
Em uma planilha editada no Microsoft Excel 2007 temos, nas células F4, F5, F6 e F7, valores que representam a quantidade de venda de um determinado produto nos quatro primeiros meses do ano de 2014. Precisamos obter o somatório desses valores. Assinale a alternativa que apresenta a fórmula correta para obter o resultado pretendido.
Alternativas
Q502218 Noções de Informática
Usando o LibreOffce Calc 4.2, um servidor da UFRJ pretende aplicar uma formatação de uma única vez nas células C4, F8, G3. Para aplicar a formatação desejada, esse servidor precisa selecionar as referidas células que não estão dispostas de forma contínua. Indique a alternativa que contém a tecla que ele deverá manter pressionada, e em seguida clicar com o botão esquerdo do mouse para selecionar essas células.
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Q502211 Direito Administrativo
A Lei nº 8.112/90 diferencia vencimento e remuneração dos servidores públicos da seguinte forma: vencimento é a retribuição pecuniária pelo exercício de cargo público, com valor fixado em lei; remuneração é o vencimento do cargo efetivo, acrescido das vantagens pecuniárias permanentes estabelecidas em lei. É correto afirmar que:
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Q502206 Português
TEXTO 3

                                    BANDEIRA BRANCA, BANDEIRAS VERDES
                                                                                                          Ana Maria Machado

       Para mim, pensar em águas é pensar em mata. Nasci no bairro carioca de Santa Teresa, encravado na Floresta da Tijuca. Cresci íntima da Mata Atlântica  na serra fluminense (meus avós paternos moravam em Petrópolis) e no vale do Rio Doce (meus avós  maternos eram capixabas). Não consigo deixar de  ligar arvoredo e umidade, fios d'água, cachoeirinhas. Ou de relacionar falta de chuva com falta de mata.
       Não sou técnica no assunto, mas diante da seca  que nos assola, é inevitável examinar o desequilíbrio climático relacionado a fatores ambientais. Então  tento me informar. Descubro que o desmatamento  voltou a crescer no Brasil após ter caído durante dez  anos. Leio que a polícia descobriu que grande parte  dos incêndios na serra fluminense tem origem proposital — sejam criminosos para especulação imobiliária, sejam ignorantes para fazer pastagem ou  roçado. Têm a ver com modelos econômicos perversos e educação inexistente.
       A redução da proteção às matas ciliares deixa  rastros: rio precisa ter corredor de árvores às suas  margens. A largura desse corredor não pode ser objeto de troca em votações no Congresso. É muito bom ter campos plantados, produzindo e  exportando alimento. Mas há que se atentar para a  proteção do delicado equilíbrio ecológico do cerrado,  onde nasce grande parte dos riachos que irão formar  as principais bacias brasileiras — a amazônica  correndo para o norte, a do Prata para o sul, a do  São Francisco que atravessa Minas e Bahia em  busca do nordeste.
       Os jornais dão notícia de um horror inimaginável: na atual estiagem, secou uma nascente do São 
Francisco — tradicionalmente chamado Rio da Unidade Nacional. A causa não é a inexistência de unidade nacional. Mas de umidade natural. O pesadelo  está ligado à falta de consciência ambiental.  Não há por que evitar o termo “racionamento" por  sua conotação negativa ou só se preocupar com os 
vazamentos de depoimentos sobre corrupção, e esquecer os dos canos que desperdiçam água. Há que  olhar a situação de frente. Poupar água, incentivar  seu reúso. Planejar a recuperação de rios, ter projetos de fortalecimento das bacias. Se a hora é de fazer pontes, que sejam sobre as  águas e não sobre leitos secos.


                                                                                                                              O Globo, 01, nov.2014

TEXTO 5

                                                                                                               Guimarães Rosa

     [...] Dava alegria, a gente ver o regato botar espuma e oferecer suas claras friagens, e a gente pensar no que era o valor daquilo. Um riachinho xexe, puro,  ensombrado, determinado no fino, com rogojeio e  suazinha algazarra – ah, esse não se economizava:  de primeira, a água, pra se beber. Então, deduziram  de fazer a Casa ali, traçando de se ajustar com a beira dele, num encosto fácil, com piso de lajes, a porta-da-cozinha, a bom de tudo que se carecia. Porém,  estrito ao cabo de um ano de lá se estar, e quando  menos esperassem, o riachinho cessou.
       Foi no meio duma noite, indo para a madrugada, todos estavam dormindo. Mas cada um sentiu,  de repente, no coração, o estalo do silenciozinho  que ele fez, a pontuda falta da toada, do barulhinho.  Acordaram, se falaram. Até as crianças. Até os cachorros latiram. Aí, todos se levantaram, caçaram o 
quintal, saíram com luz, para espiar o que não havia.  Foram pela porta-da-cozinha. Manuelzão adiante,  os cachorros sempre latindo. – “Ele perdeu o chio..."  Triste duma certeza: cada vez mais fundo, mais longe nos silêncios, ele tinha ido s'embora, o riachinho  de todos. Chegado na beirada, Manuelzão entrou,  ainda molhou os pés, no fresco lameal. Manuelzão,  segurando a tocha de cera de carnaúba, o peito batendo com um estranhado diferente, ele se debruçou  e esclareceu. Ainda viu o derradeiro fapo d'água  escorrer, estilar, cair degrau de altura de palmo a  derradeira gota, o bilbo. E o que a tocha na mão de  Manuelzão mais alumiou: que todos tremiam mágoa  nos olhos. Ainda esperaram ali, sem sensatez; por  fim se avistou no céu a estrela-d'alva. O riacho soluço se estancara,  sem resto e talvez para sempre.  Secara-se a lagrimal, sua boquinha serrana. Era  como se um menino sozinho tivesse morrido.

                                                                           ROSA, Guimarães.Corpo de baile. 3.ed. Rio de Janeiro: 
                                                                                                              Nova Fronteira, 2010, p. 169-170.

Nos textos 3 e 5 são expostas reações decorrentes da seca de uma nascente do São Francisco e de um riachinho.
Indique que sentimentos envolvem essas reações, nos textos 3 e 5, respectivamente:
Alternativas
Q502205 Português
TEXTO 5

                                                                                                               Guimarães Rosa

     [...] Dava alegria, a gente ver o regato botar espuma e oferecer suas claras friagens, e a gente pensar no que era o valor daquilo. Um riachinho xexe, puro,  ensombrado, determinado no fino, com rogojeio e  suazinha algazarra – ah, esse não se economizava:  de primeira, a água, pra se beber. Então, deduziram  de fazer a Casa ali, traçando de se ajustar com a beira dele, num encosto fácil, com piso de lajes, a porta-da-cozinha, a bom de tudo que se carecia. Porém,  estrito ao cabo de um ano de lá se estar, e quando  menos esperassem, o riachinho cessou.
       Foi no meio duma noite, indo para a madrugada, todos estavam dormindo. Mas cada um sentiu,  de repente, no coração, o estalo do silenciozinho  que ele fez, a pontuda falta da toada, do barulhinho.  Acordaram, se falaram. Até as crianças. Até os cachorros latiram. Aí, todos se levantaram, caçaram o
quintal, saíram com luz, para espiar o que não havia.  Foram pela porta-da-cozinha. Manuelzão adiante,  os cachorros sempre latindo. – “Ele perdeu o chio..."  Triste duma certeza: cada vez mais fundo, mais longe nos silêncios, ele tinha ido s'embora, o riachinho  de todos. Chegado na beirada, Manuelzão entrou,  ainda molhou os pés, no fresco lameal. Manuelzão,  segurando a tocha de cera de carnaúba, o peito batendo com um estranhado diferente, ele se debruçou  e esclareceu. Ainda viu o derradeiro fapo d'água  escorrer, estilar, cair degrau de altura de palmo a  derradeira gota, o bilbo. E o que a tocha na mão de  Manuelzão mais alumiou: que todos tremiam mágoa  nos olhos. Ainda esperaram ali, sem sensatez; por  fim se avistou no céu a estrela-d'alva. O riacho soluço se estancara,  sem resto e talvez para sempre.  Secara-se a lagrimal, sua boquinha serrana. Era  como se um menino sozinho tivesse morrido.

                                                                           ROSA, Guimarães.Corpo de baile. 3.ed. Rio de Janeiro:
                                                                                                              Nova Fronteira, 2010, p. 169-170.
Por ser um texto literário, o tratamento da linguagem no texto 5 objetiva a estética de um universo mágico, subjetivo. Em “E o que a tocha na mão de Manuelzão mais alumiou: que todos tremiam mágoa nos olhos" ,pode-se considerar a construção de uma figura de linguagem conhecida como:
Alternativas
Q502204 Português
TEXTO 5

                                                                                                               Guimarães Rosa

     [...] Dava alegria, a gente ver o regato botar espuma e oferecer suas claras friagens, e a gente pensar no que era o valor daquilo. Um riachinho xexe, puro,  ensombrado, determinado no fino, com rogojeio e  suazinha algazarra – ah, esse não se economizava:  de primeira, a água, pra se beber. Então, deduziram  de fazer a Casa ali, traçando de se ajustar com a beira dele, num encosto fácil, com piso de lajes, a porta-da-cozinha, a bom de tudo que se carecia. Porém,  estrito ao cabo de um ano de lá se estar, e quando  menos esperassem, o riachinho cessou.
       Foi no meio duma noite, indo para a madrugada, todos estavam dormindo. Mas cada um sentiu,  de repente, no coração, o estalo do silenciozinho  que ele fez, a pontuda falta da toada, do barulhinho.  Acordaram, se falaram. Até as crianças. Até os cachorros latiram. Aí, todos se levantaram, caçaram o
quintal, saíram com luz, para espiar o que não havia.  Foram pela porta-da-cozinha. Manuelzão adiante,  os cachorros sempre latindo. – “Ele perdeu o chio..."  Triste duma certeza: cada vez mais fundo, mais longe nos silêncios, ele tinha ido s'embora, o riachinho  de todos. Chegado na beirada, Manuelzão entrou,  ainda molhou os pés, no fresco lameal. Manuelzão,  segurando a tocha de cera de carnaúba, o peito batendo com um estranhado diferente, ele se debruçou  e esclareceu. Ainda viu o derradeiro fapo d'água  escorrer, estilar, cair degrau de altura de palmo a  derradeira gota, o bilbo. E o que a tocha na mão de  Manuelzão mais alumiou: que todos tremiam mágoa  nos olhos. Ainda esperaram ali, sem sensatez; por  fim se avistou no céu a estrela-d'alva. O riacho soluço se estancara,  sem resto e talvez para sempre.  Secara-se a lagrimal, sua boquinha serrana. Era  como se um menino sozinho tivesse morrido.

                                                                           ROSA, Guimarães.Corpo de baile. 3.ed. Rio de Janeiro:
                                                                                                              Nova Fronteira, 2010, p. 169-170.
Em “Triste duma certeza: cada vez mais fundo, mais longe nos silêncios, ele tinha ido s'embora, o riachinho de todos" (texto 5), o diminutivo no substantivo expressa, além de tamanho e afetividade, o sentido de:
Alternativas
Q502203 Português
TEXTO 5

                                                                                                               Guimarães Rosa

     [...] Dava alegria, a gente ver o regato botar espuma e oferecer suas claras friagens, e a gente pensar no que era o valor daquilo. Um riachinho xexe, puro,  ensombrado, determinado no fino, com rogojeio e  suazinha algazarra – ah, esse não se economizava:  de primeira, a água, pra se beber. Então, deduziram  de fazer a Casa ali, traçando de se ajustar com a beira dele, num encosto fácil, com piso de lajes, a porta-da-cozinha, a bom de tudo que se carecia. Porém,  estrito ao cabo de um ano de lá se estar, e quando  menos esperassem, o riachinho cessou.
       Foi no meio duma noite, indo para a madrugada, todos estavam dormindo. Mas cada um sentiu,  de repente, no coração, o estalo do silenciozinho  que ele fez, a pontuda falta da toada, do barulhinho.  Acordaram, se falaram. Até as crianças. Até os cachorros latiram. Aí, todos se levantaram, caçaram o
quintal, saíram com luz, para espiar o que não havia.  Foram pela porta-da-cozinha. Manuelzão adiante,  os cachorros sempre latindo. – “Ele perdeu o chio..."  Triste duma certeza: cada vez mais fundo, mais longe nos silêncios, ele tinha ido s'embora, o riachinho  de todos. Chegado na beirada, Manuelzão entrou,  ainda molhou os pés, no fresco lameal. Manuelzão,  segurando a tocha de cera de carnaúba, o peito batendo com um estranhado diferente, ele se debruçou  e esclareceu. Ainda viu o derradeiro fapo d'água  escorrer, estilar, cair degrau de altura de palmo a  derradeira gota, o bilbo. E o que a tocha na mão de  Manuelzão mais alumiou: que todos tremiam mágoa  nos olhos. Ainda esperaram ali, sem sensatez; por  fim se avistou no céu a estrela-d'alva. O riacho soluço se estancara,  sem resto e talvez para sempre.  Secara-se a lagrimal, sua boquinha serrana. Era  como se um menino sozinho tivesse morrido.

                                                                           ROSA, Guimarães.Corpo de baile. 3.ed. Rio de Janeiro:
                                                                                                              Nova Fronteira, 2010, p. 169-170.
Leia o seguinte fragmento do texto 5: “Manuelzão, segurando a tocha de cera de carnaúba, o peito batendo com um estranhado diferente, ele se debruçou e esclareceu." Com base na leitura do texto, pode-se afirmar que o segmento destacado revela:
Alternativas
Respostas
4321: C
4322: B
4323: D
4324: B
4325: E
4326: C
4327: D
4328: B
4329: C
4330: E
4331: E
4332: D
4333: C
4334: B
4335: D
4336: A
4337: C
4338: E
4339: A
4340: A