Questões de Concurso Comentadas para uno chapecó

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Q3744301 Português
A última vez em que não tive escolha


Minha mãe repete com uma certa frequência que eu vou ser pra sempre o bebê dela — sem se preocupar com a veracidade dessa promessa simbólica. Eu costumava responder relutante: "Já sou bem grandinha", numa tolice clássica. Até me encantava com o Peter Pan, mas me sentia muito diferente dele — não via a hora de crescer!

Afinal, "não posso ficar nessa casa!". Eu reclamava como qualquer pré-adolescente. E de fato, não podia mesmo: nem bem eu queria, não podia pintar o cabelo, não podia ouvir música alta. Ah, que tortura, a lição de obediência...

Foi quando decidi pela desobediência. Uma decisão incomum para a filha que nunca deu trabalho. Por quase dois anos, menti dezenas de vezes para os meus pais, coitados.

A rebeldia não durou muito, mas atendeu — e concordou um pouco — com a raiz daquelas atitudes duvidosas: não era rebeldia sem motivo. Era apenas a incerteza de acreditar que crescer seria o fim dos meus problemas.

Os adultos me fizeram compreender melhor as desvantagens da vida adulta. Recentemente, estava em alta nas redes sociais por zombarem da CLT. Me parecia uma tendência elitista e cínica dos trabalhadores, mas que expressava inconsciente a percepção de que jornadas exaustivas e um salário mínimo não valem o esforço.

No auge dos meus 14 anos, não pensava nisso. Não acreditava em fardas, mas em uma liberdade ilusória. Mal podia imaginar que a vida nos oferece um número limitado de escolhas, e que até elas podem se tornar prisões. Hoje, peço humildemente: "Mãe, você pode me dizer o que fazer?". E a sua resposta letal é: "A escolha é sua".



KELLY, Sarah. A última vez em que não tive escolha. In: UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Livros Abertos USP: coletânea de textos literários contemporâneos. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2022. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 691/1544/6178 . Acesso em: 4 nov. 2025.
No trecho "Me parecia uma tendência elitista e cínica dos trabalhadores, mas que expressava inconsciente a percepção de que jornadas exaustivas e um salário mínimo não valem o esforço", observa-se a ausência do acento indicativo de crase na expressão "a percepção".
Considerando as regras de regência e o uso do acento grave,é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3744300 Português
A última vez em que não tive escolha


Minha mãe repete com uma certa frequência que eu vou ser pra sempre o bebê dela — sem se preocupar com a veracidade dessa promessa simbólica. Eu costumava responder relutante: "Já sou bem grandinha", numa tolice clássica. Até me encantava com o Peter Pan, mas me sentia muito diferente dele — não via a hora de crescer!

Afinal, "não posso ficar nessa casa!". Eu reclamava como qualquer pré-adolescente. E de fato, não podia mesmo: nem bem eu queria, não podia pintar o cabelo, não podia ouvir música alta. Ah, que tortura, a lição de obediência...

Foi quando decidi pela desobediência. Uma decisão incomum para a filha que nunca deu trabalho. Por quase dois anos, menti dezenas de vezes para os meus pais, coitados.

A rebeldia não durou muito, mas atendeu — e concordou um pouco — com a raiz daquelas atitudes duvidosas: não era rebeldia sem motivo. Era apenas a incerteza de acreditar que crescer seria o fim dos meus problemas.

Os adultos me fizeram compreender melhor as desvantagens da vida adulta. Recentemente, estava em alta nas redes sociais por zombarem da CLT. Me parecia uma tendência elitista e cínica dos trabalhadores, mas que expressava inconsciente a percepção de que jornadas exaustivas e um salário mínimo não valem o esforço.

No auge dos meus 14 anos, não pensava nisso. Não acreditava em fardas, mas em uma liberdade ilusória. Mal podia imaginar que a vida nos oferece um número limitado de escolhas, e que até elas podem se tornar prisões. Hoje, peço humildemente: "Mãe, você pode me dizer o que fazer?". E a sua resposta letal é: "A escolha é sua".



KELLY, Sarah. A última vez em que não tive escolha. In: UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Livros Abertos USP: coletânea de textos literários contemporâneos. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2022. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 691/1544/6178 . Acesso em: 4 nov. 2025.
O texto "A última vez em que não tive escolha" combina elementos narrativos e reflexivos para representar a passagem da juventude idealista à consciência adulta das limitações. Considerando os recursos expressivos empregados pela autora, assinale a alternativa que apresenta a análise correta quanto ao uso e à função das figuras de linguagem na construção dos sentidos do texto.
Alternativas
Q3744299 Português
A última vez em que não tive escolha


Minha mãe repete com uma certa frequência que eu vou ser pra sempre o bebê dela — sem se preocupar com a veracidade dessa promessa simbólica. Eu costumava responder relutante: "Já sou bem grandinha", numa tolice clássica. Até me encantava com o Peter Pan, mas me sentia muito diferente dele — não via a hora de crescer!

Afinal, "não posso ficar nessa casa!". Eu reclamava como qualquer pré-adolescente. E de fato, não podia mesmo: nem bem eu queria, não podia pintar o cabelo, não podia ouvir música alta. Ah, que tortura, a lição de obediência...

Foi quando decidi pela desobediência. Uma decisão incomum para a filha que nunca deu trabalho. Por quase dois anos, menti dezenas de vezes para os meus pais, coitados.

A rebeldia não durou muito, mas atendeu — e concordou um pouco — com a raiz daquelas atitudes duvidosas: não era rebeldia sem motivo. Era apenas a incerteza de acreditar que crescer seria o fim dos meus problemas.

Os adultos me fizeram compreender melhor as desvantagens da vida adulta. Recentemente, estava em alta nas redes sociais por zombarem da CLT. Me parecia uma tendência elitista e cínica dos trabalhadores, mas que expressava inconsciente a percepção de que jornadas exaustivas e um salário mínimo não valem o esforço.

No auge dos meus 14 anos, não pensava nisso. Não acreditava em fardas, mas em uma liberdade ilusória. Mal podia imaginar que a vida nos oferece um número limitado de escolhas, e que até elas podem se tornar prisões. Hoje, peço humildemente: "Mãe, você pode me dizer o que fazer?". E a sua resposta letal é: "A escolha é sua".



KELLY, Sarah. A última vez em que não tive escolha. In: UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Livros Abertos USP: coletânea de textos literários contemporâneos. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2022. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 691/1544/6178 . Acesso em: 4 nov. 2025.
Considerando os processos de formação de palavras e os critérios morfossintáticos e semânticos da Gramática Tradicional, a palavra "escolha" presente no título "A última vez em que não tive escolha":
Alternativas
Q3744298 Português
A última vez em que não tive escolha


Minha mãe repete com uma certa frequência que eu vou ser pra sempre o bebê dela — sem se preocupar com a veracidade dessa promessa simbólica. Eu costumava responder relutante: "Já sou bem grandinha", numa tolice clássica. Até me encantava com o Peter Pan, mas me sentia muito diferente dele — não via a hora de crescer!

Afinal, "não posso ficar nessa casa!". Eu reclamava como qualquer pré-adolescente. E de fato, não podia mesmo: nem bem eu queria, não podia pintar o cabelo, não podia ouvir música alta. Ah, que tortura, a lição de obediência...

Foi quando decidi pela desobediência. Uma decisão incomum para a filha que nunca deu trabalho. Por quase dois anos, menti dezenas de vezes para os meus pais, coitados.

A rebeldia não durou muito, mas atendeu — e concordou um pouco — com a raiz daquelas atitudes duvidosas: não era rebeldia sem motivo. Era apenas a incerteza de acreditar que crescer seria o fim dos meus problemas.

Os adultos me fizeram compreender melhor as desvantagens da vida adulta. Recentemente, estava em alta nas redes sociais por zombarem da CLT. Me parecia uma tendência elitista e cínica dos trabalhadores, mas que expressava inconsciente a percepção de que jornadas exaustivas e um salário mínimo não valem o esforço.

No auge dos meus 14 anos, não pensava nisso. Não acreditava em fardas, mas em uma liberdade ilusória. Mal podia imaginar que a vida nos oferece um número limitado de escolhas, e que até elas podem se tornar prisões. Hoje, peço humildemente: "Mãe, você pode me dizer o que fazer?". E a sua resposta letal é: "A escolha é sua".



KELLY, Sarah. A última vez em que não tive escolha. In: UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Livros Abertos USP: coletânea de textos literários contemporâneos. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2022. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 691/1544/6178 . Acesso em: 4 nov. 2025.
O texto "A última vez em que não tive escolha" apresenta uma narrativa de caráter intimista e reflexivo, construída em linguagem acessível e marcada por traços de oralidade e de afetividade. Considerando as noções de variação linguística e níveis de linguagem, assinale a alternativa que melhor interpreta o uso da língua no texto.
Alternativas
Q3744297 Português
A última vez em que não tive escolha


Minha mãe repete com uma certa frequência que eu vou ser pra sempre o bebê dela — sem se preocupar com a veracidade dessa promessa simbólica. Eu costumava responder relutante: "Já sou bem grandinha", numa tolice clássica. Até me encantava com o Peter Pan, mas me sentia muito diferente dele — não via a hora de crescer!

Afinal, "não posso ficar nessa casa!". Eu reclamava como qualquer pré-adolescente. E de fato, não podia mesmo: nem bem eu queria, não podia pintar o cabelo, não podia ouvir música alta. Ah, que tortura, a lição de obediência...

Foi quando decidi pela desobediência. Uma decisão incomum para a filha que nunca deu trabalho. Por quase dois anos, menti dezenas de vezes para os meus pais, coitados.

A rebeldia não durou muito, mas atendeu — e concordou um pouco — com a raiz daquelas atitudes duvidosas: não era rebeldia sem motivo. Era apenas a incerteza de acreditar que crescer seria o fim dos meus problemas.

Os adultos me fizeram compreender melhor as desvantagens da vida adulta. Recentemente, estava em alta nas redes sociais por zombarem da CLT. Me parecia uma tendência elitista e cínica dos trabalhadores, mas que expressava inconsciente a percepção de que jornadas exaustivas e um salário mínimo não valem o esforço.

No auge dos meus 14 anos, não pensava nisso. Não acreditava em fardas, mas em uma liberdade ilusória. Mal podia imaginar que a vida nos oferece um número limitado de escolhas, e que até elas podem se tornar prisões. Hoje, peço humildemente: "Mãe, você pode me dizer o que fazer?". E a sua resposta letal é: "A escolha é sua".



KELLY, Sarah. A última vez em que não tive escolha. In: UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Livros Abertos USP: coletânea de textos literários contemporâneos. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2022. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 691/1544/6178 . Acesso em: 4 nov. 2025.
No trecho "Eu reclamava como qualquer pré-adolescente", o uso do hífen na palavra "pré-adolescente" obedece às normas atuais do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.
Considerando as regras que regem o emprego do hífen em formações prefixadas, assinale a alternativa que apresenta a explicação correta para o uso gráfico observado.
Alternativas
Q3744296 Português
A última vez em que não tive escolha


Minha mãe repete com uma certa frequência que eu vou ser pra sempre o bebê dela — sem se preocupar com a veracidade dessa promessa simbólica. Eu costumava responder relutante: "Já sou bem grandinha", numa tolice clássica. Até me encantava com o Peter Pan, mas me sentia muito diferente dele — não via a hora de crescer!

Afinal, "não posso ficar nessa casa!". Eu reclamava como qualquer pré-adolescente. E de fato, não podia mesmo: nem bem eu queria, não podia pintar o cabelo, não podia ouvir música alta. Ah, que tortura, a lição de obediência...

Foi quando decidi pela desobediência. Uma decisão incomum para a filha que nunca deu trabalho. Por quase dois anos, menti dezenas de vezes para os meus pais, coitados.

A rebeldia não durou muito, mas atendeu — e concordou um pouco — com a raiz daquelas atitudes duvidosas: não era rebeldia sem motivo. Era apenas a incerteza de acreditar que crescer seria o fim dos meus problemas.

Os adultos me fizeram compreender melhor as desvantagens da vida adulta. Recentemente, estava em alta nas redes sociais por zombarem da CLT. Me parecia uma tendência elitista e cínica dos trabalhadores, mas que expressava inconsciente a percepção de que jornadas exaustivas e um salário mínimo não valem o esforço.

No auge dos meus 14 anos, não pensava nisso. Não acreditava em fardas, mas em uma liberdade ilusória. Mal podia imaginar que a vida nos oferece um número limitado de escolhas, e que até elas podem se tornar prisões. Hoje, peço humildemente: "Mãe, você pode me dizer o que fazer?". E a sua resposta letal é: "A escolha é sua".



KELLY, Sarah. A última vez em que não tive escolha. In: UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Livros Abertos USP: coletânea de textos literários contemporâneos. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2022. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 691/1544/6178 . Acesso em: 4 nov. 2025.
Considerando as regras da concordância verbal e nominal, bem como o funcionamento sintático-semântico do período "Os adultos me fizeram compreender melhor as desvantagens da vida adulta", pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3744295 Português
A última vez em que não tive escolha


Minha mãe repete com uma certa frequência que eu vou ser pra sempre o bebê dela — sem se preocupar com a veracidade dessa promessa simbólica. Eu costumava responder relutante: "Já sou bem grandinha", numa tolice clássica. Até me encantava com o Peter Pan, mas me sentia muito diferente dele — não via a hora de crescer!

Afinal, "não posso ficar nessa casa!". Eu reclamava como qualquer pré-adolescente. E de fato, não podia mesmo: nem bem eu queria, não podia pintar o cabelo, não podia ouvir música alta. Ah, que tortura, a lição de obediência...

Foi quando decidi pela desobediência. Uma decisão incomum para a filha que nunca deu trabalho. Por quase dois anos, menti dezenas de vezes para os meus pais, coitados.

A rebeldia não durou muito, mas atendeu — e concordou um pouco — com a raiz daquelas atitudes duvidosas: não era rebeldia sem motivo. Era apenas a incerteza de acreditar que crescer seria o fim dos meus problemas.

Os adultos me fizeram compreender melhor as desvantagens da vida adulta. Recentemente, estava em alta nas redes sociais por zombarem da CLT. Me parecia uma tendência elitista e cínica dos trabalhadores, mas que expressava inconsciente a percepção de que jornadas exaustivas e um salário mínimo não valem o esforço.

No auge dos meus 14 anos, não pensava nisso. Não acreditava em fardas, mas em uma liberdade ilusória. Mal podia imaginar que a vida nos oferece um número limitado de escolhas, e que até elas podem se tornar prisões. Hoje, peço humildemente: "Mãe, você pode me dizer o que fazer?". E a sua resposta letal é: "A escolha é sua".



KELLY, Sarah. A última vez em que não tive escolha. In: UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Livros Abertos USP: coletânea de textos literários contemporâneos. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2022. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 691/1544/6178 . Acesso em: 4 nov. 2025.
O texto "A última vez em que não tive escolha" apresenta uma reflexão sobre o amadurecimento e a passagem da ilusão de liberdade juvenil à compreensão das limitações impostas pela vida adulta. Considerando os princípios de coesão e coerência textual, assinale a alternativa que melhor explica como o texto constrói essa mudança de perspectiva.
Alternativas
Q3744294 Áudio e Vídeo
No armazenamento e distribuição de áudio digital, o técnico de multimídia deve escolher entre diferentes formatos de arquivo, que se dividem em três categorias principais: não comprimido, comprimido lossless (sem perdas) e comprimido lossy (com perdas). A escolha impacta diretamente o espaço de armazenamento e a qualidade de áudio final. Formatos não comprimidos (como WAV e AIFF) são cópias exatas do áudio master, enquanto formatos comprimidos usam algoritmos para reduzir o tamanho do arquivo. Assim, analise as afirmativas a seguir:

I.Formatos lossy (com perdas), como MP3 e AAC, descartam permanentemente dados de áudio que são considerados psicoacusticamente menos perceptíveis ao ouvido humano, resultando em arquivos muito pequenos.

II.Formatos lossless (sem perdas), como FLAC e ALAC (Apple Lossless), utilizam algoritmos de compressão (similares a um .ZIP) que reduzem o tamanho do arquivo sem descartar nenhuma informação de áudio; ao serem descomprimidos, são idênticos ao original.

III.O formato WAV (Waveform Audio File Format) é um formato lossy desenvolvido pela Microsoft, sendo ideal para arquivamento de longo prazo devido ao seu pequeno tamanho.

Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS:
Alternativas
Q3744293 Áudio e Vídeo
No Adobe After Effects, a organização de projetos complexos é fundamental para a eficiência. O software utiliza o conceito de 'Composições' como contêineres principais para camadas e animações. Quando uma animação se torna muito complexa, com dezenas de camadas, é uma prática padrão agrupá-las. Esse processo é conhecido como 'Pré-composição' (Pre-composing), que essencialmente 'aninha' múltiplas camadas dentro de uma nova composição, que por sua vez aparece como uma única camada na composição original. Assim, analise as afirmativas a seguir.

I.Uma Pré-composição (Pre-comp) é tecnicamente idêntica a uma Composição normal; ela pode ser aberta, editada e pode conter suas próprias camadas e animações, funcionando como um grupo aninhado.

II.Ao criar uma Pré-composição, a opção 'Move all attributes into the new composition' (Mover todos os atributos) transfere efeitos, transformações (posição, escala) e keyframes para dentro da nova pré-composição.

III.O processo de pré-composição é destrutivo; uma vez que as camadas são agrupadas, elas não podem mais ser acessadas ou editadas individualmente, sendo 'achatadas' (flattened) em um único clipe de vídeo.


Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS:
Alternativas
Q3744292 Áudio e Vídeo
Em motion graphics no Adobe After Effects, a animação é criada pela definição de 'Keyframes' (quadros-chave) que marcam o início e o fim de uma alteração em uma propriedade (como Posição ou Escala). A forma como o software calcula os quadros entre os keyframes é chamada de 'Interpolação'. O tipo de interpolação padrão é a 'Linear', que cria um movimento mecânico e uniforme. Para criar movimentos mais naturais e suaves, o técnico deve ajustar a interpolação, geralmente usando variações da interpolação 'Bezier'. Acerca dos tipos de interpolação de keyframes, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:

(__)Keyframes com interpolação 'Linear' (ícone de losango) resultam em uma mudança de velocidade constante entre eles, sem aceleração ou desaceleração.

(__)A função 'Easy Ease' (Suavização Simples) aplica uma interpolação Bezier que desacelera o movimento ao chegar no keyframe e acelera ao sair dele, sendo ideal para movimentos de 'quicada' (bounce).

(__)A interpolação 'Auto Bezier' (ícone de círculo) cria automaticamente curvas suaves no caminho da animação, mas se o usuário ajustar manualmente as alças (handles) Bezier, o keyframe se converte em 'Continuous Bezier'.

(__)A interpolação 'Hold' (Manter) faz com que o valor da propriedade mude instantaneamente no momento do keyframe, sem nenhuma transição ou animação entre os keyframes, sendo usada para cortes abruptos.


Após análise, assinale a alta alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3744291 Áudio e Vídeo
A etapa de pré-produção é frequentemente citada como a fase mais crítica para o sucesso de um projeto de vídeo, pois é nela que todo o planejamento é executado, mitigando problemas e custos durante a gravação. Para um técnico de multimídia envolvido nesta fase, o desenvolvimento do roteiro e suas derivações, como o storyboard e o roteiro técnico, é fundamental. Esses documentos traduzem a ideia abstrata em um guia prático para as equipes de câmera, som e arte, definindo exatamente o que será visto e ouvido. Assinale a alternativa que descreve corretamente a função do storyboard na pré-produção de vídeo.
Alternativas
Q3744289 Design Gráfico
A produção de dispositivos hipermídia, como apresentações de slides interativas em softwares como o PowerPoint, exige mais do que apenas inserir texto e imagens. O técnico em multimídia deve considerar a usabilidade, a acessibilidade e a navegação não linear que a hipermídia permite. A estrutura deve facilitar a absorção da informação pelo público, seja em uma apresentação ao vivo ou em um quiosque interativo. Elementos como contraste de cor, escolha da fonte e hierarquia visual são fundamentais para o sucesso da comunicação, seguindo diretrizes como as do WCAG (Web Content Accessibility Guidelines). Acerca das boas práticas na produção e apresentação de slides hipermídia, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:

(__)A utilização de fontes do tipo Sans-Serif (ex: Arial, Helvetica, Calibri) em tamanhos adequados (mínimo de 18-24 pontos para apresentações) é recomendada para garantir a legibilidade em telas de projeção à distância.

(__)Para garantir o máximo impacto visual e dinamismo, é recomendado utilizar o maior número possível de animações complexas e transições de slides diferentes, mantendo o público constantemente engajado com o movimento.

(__)A navegação hipermídia eficaz (uso de hiperlinks internos, botões de ação e sumários interativos) permite ao usuário controlar o fluxo da informação, sendo crucial em apresentações não lineares ou auto-instrucionais.

(__)O contraste de cor é um elemento estético secundário; deve-se priorizar o uso de cores análogas (ex: azul claro sobre azul médio) para criar um design harmonioso, mesmo que dificulte a leitura por pessoas com baixa visão.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3744288 Design Gráfico
Em softwares de edição gráfica bidimensional, como o Adobe Photoshop, os 'Modos de Mesclagem' (Blending Modes) são um recurso essencial para o técnico de multimídia. Eles determinam como os pixels de uma camada interagem com os pixels das camadas abaixo dela, permitindo composições complexas, ajustes de cor e efeitos especiais. Três dos modos mais fundamentais pertencem ao grupo de 'escurecimento', 'clareamento' e 'contraste', sendo eles: Multiply, Screen e Overlay. Assinale a alternativa que descreve corretamente a ação do modo de mesclagem 'Multiply' (Multiplicação).
Alternativas
Q3744287 Áudio e Vídeo
A edição Multicam (múltiplas câmeras) no Adobe Premiere Pro é um recurso essencial para produções que gravam o mesmo evento com várias câmeras simultaneamente, como entrevistas, shows ou eventos esportivos. O processo permite ao editor criar uma 'Sequência de Origem Multicam' onde todas as câmeras são sincronizadas. O editor pode, então, assistir a todas as câmeras ao mesmo tempo no 'Program Monitor' e realizar cortes em tempo real, simplesmente clicando na câmera desejada durante a reprodução. Assim, analise as afirmativas a seguir:

I.O Adobe Premiere Pro permite sincronizar clipes para uma sequência multicam usando pontos de 'In' (Entrada), 'Out' (Saída), Timecode (se as câmeras estiverem sincronizadas) ou automaticamente pelo áudio (desde que todas as câmeras tenham capturado um áudio de referência claro).

II.Uma vez criada a sequência multicam, o processo de edição é destrutivo; os cortes realizados em tempo real não podem ser ajustados ou refinados posteriormente na timeline.

III.Para habilitar a visualização de múltiplas câmeras no 'Program Monitor' (Monitor de Programa), o editor deve ativar o botão 'Toggle Multi-Camera View' (Alternar Visualização Multicâmera).


Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS:
Alternativas
Q3744286 Arquitetura de Computadores
A montagem de uma estação de trabalho (workstation) para multimídia, focada em edição de vídeo em alta resolução e motion graphics complexos, exige uma seleção cuidadosa de componentes de hardware, pois diferentes partes do computador são gargalos para diferentes tarefas. O técnico de multimídia deve entender a função da CPU (Processador), GPU (Placa de Vídeo), Memória RAM e Armazenamento (SSDNVMe) para otimizar o desempenho de aplicativos como Adobe Premiere Pro e After Effects. Acerca da função desses componentes em um fluxo de trabalho de multimídia, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:

(__)A Memória RAM (Random Access Memory) armazena temporariamente os dados ativos, sendo crucial no After Effects para o 'RAM Preview' (pré-visualização em tempo real), onde mais RAM permite pré-visualizações mais longas.

(__)A GPU (Placa de Vídeo) com suporte a CUDA ou Metal acelera processos de encoding (exportação) para formatos como H.264H.265 e a renderização de efeitos acelerados por GPU (ex: Lumetri Color).

(__)Um SSD do tipo NVMe (Non-Volatile Memory Express) oferece velocidades de leituraescrita significativamente mais altas que SSDs SATA, sendo ideal para o sistema operacional, aplicativos e, principalmente, para o cache de disco do After Effects.

(__)A CPU (Unidade Central de Processamento), especificamente a sua velocidade de single-core, é irrelevante para multimídia, pois softwares como o Premiere Pro e After Effects utilizam exclusivamente a GPU para todos os cálculos de renderização e exportação.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3744285 Noções de Informática
Na montagem e manutenção de uma estação de trabalho para multimídia (edição de vídeo 4K, modelagem 3D, áudio multipista), a conectividade de alta velocidade é essencial para lidar com grandes volumes de dados de SSDs externos, monitores de alta resolução e interfaces de áudio. Recentemente, o conector USB-C tornou-se onipresente, mas ele abriga diferentes protocolos, como USB 3.1, USB 4 e Thunderbolt 3, que possuem capacidades técnicas vastamente distintas. O técnico em multimídia deve saber diferenciar esses protocolos para adquirir os periféricos corretos. Acerca das interfaces de conexão, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:

(__)Todo computador que possui uma porta física no formato USB-C é automaticamente compatível com o protocolo Thunderbolt 3, garantindo taxas de transferência de 40 Gbps.

(__)O protocolo Thunderbolt 3 (utilizando o conector USB-C) permite o daisy-chaining, ou seja, a capacidade de conectar múltiplos dispositivos compatíveis em série (ex: monitor > SSD externo) em uma única porta no computador.

(__)Um dispositivo Thunderbolt 3 (ex: um SSD externo) funcionará em sua velocidade máxima (40 Gbps) quando conectado a uma porta USB-C que suporte apenas o protocolo USB 3.1 Gen 2 (10 Gbps).

(__)Portas USB-C que suportam o protocolo Thunderbolt 3 são tipicamente identificadas por um ícone de raio (raio) próximo à porta.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3744284 Áudio e Vídeo
A transmissão de áudio e vídeo pela internet (streaming) tornou-se uma demanda comum para técnicos de multimídia, exigindo o domínio de softwares de encoding e protocolos de transmissão. Softwares como o OBS Studio (Open Broadcaster Software) são amplamente utilizados para capturar, montar (cenas, fontes) e transmitir conteúdo ao vivo para plataformas como YouTube, Twitch ou servidores privados. Para que o OBS Studio envie o fluxo de vídeo para a plataforma de destino, ele precisa utilizar um protocolo de ingestão específico e uma chave de autenticação. Assinale a alternativa que descreve o protocolo de transmissão mais comumente utilizado para ingestão de live streaming por essas plataformas.
Alternativas
Q3744283 Áudio e Vídeo
A etapa final de muitos fluxos de trabalho de vídeo é a exportação e transcodificação do material editado para diferentes formatos de entrega, seja para web, broadcast ou arquivamento. O Adobe Media Encoder é a ferramenta dedicada da Creative Cloud para essa tarefa, permitindo o processamento em lote e a exportação em segundo plano. Para otimizar fluxos de trabalho repetitivos, como a conversão de todos os rushes (material bruto) para proxies ou a exportação de versões finais para o YouTube e Vimeo simultaneamente, o software oferece recursos de automação poderosos que o técnico de multimídia deve dominar para ganhar eficiência. Assinale a alternativa que descreve corretamente uma funcionalidade avançada de automação no Adobe Media Encoder.
Alternativas
Q3744282 Áudio e Vídeo
Durante a etapa de correção de cor e color grading no Adobe Premiere Pro, o técnico de multimídia utiliza o painel 'Lumetri Color' e os 'Lumetri Scopes' (Escopos Lumetri) para analisar objetivamente o sinal de vídeo. Enquanto o monitor de programa pode ser enganoso devido a calibrações de tela, os escopos fornecem dados precisos sobre luminância (brilho) e crominância (cor). Um dos escopos mais importantes para avaliar a saturação e o matiz (hue) das cores na imagem é o Vectorscópio, que exibe as informações de cor em um gráfico circular. Assinale a alternativa que descreve corretamente a interpretação de um 'Vectorscope YUV'. 
Alternativas
Q3744281 Áudio e Vídeo
Ao iniciar um projeto de edição de vídeo no Adobe Premiere Pro, o técnico de multimídia se depara com uma interface organizada em múltiplos painéis, cada um com uma função específica no fluxo de trabalho de edição não linear. O painel 'Project' (Projeto) serve como o repositório central de todas as mídias (vídeos, áudios, imagens), enquanto o painel 'Timeline' (Sequência) é onde a montagem e os cortes são efetivamente realizados. A correta compreensão da interação entre esses painéis e os monitores de visualização é o primeiro passo para uma edição eficiente. Assim, analise as afirmativas a seguir:

I.O painel 'Project' (Projeto) armazena os master clips (links para os arquivos de mídia), enquanto o painel 'Timeline' (Sequência) contém instâncias desses clips, permitindo que o mesmo clip mestre seja usado várias vezes na edição sem duplicar o arquivo de origem.

II.O 'Program Monitor' (Monitor de Programa) é utilizado para visualizar os arquivos de mídia brutos (originais) e definir pontos de entrada (In) e saída (Out) antes de inseri-los na edição.

III. A criação de subclips no Adobe Premiere Pro é um processo destrutivo que corta permanentemente o arquivo de mídia original no disco rígido para economizar espaço de armazenamento.


Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS:
Alternativas
Respostas
321: A
322: D
323: D
324: C
325: D
326: B
327: A
328: B
329: C
330: D
331: D
332: B
333: D
334: B
335: B
336: A
337: B
338: A
339: A
340: B