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Q728339 Engenharia Civil
A prática da profissão é fundada em princípios éticos, aos quais o profissional deve pautar sua conduta (Art. 8º, código de Ética Profissional). Das alternativas abaixo, assinale a que NÃO faz parte do princípio ético profissional:
Alternativas
Q728338 Engenharia Civil
Os asfaltos são aglomerados que oferecem particular interesse ao Engenheiro Civil, pois se trata de um poderoso ligante, rapidamente adesivo, altamente impermeável e de longa durabilidade. Os asfaltos são classificados nos tipos que se seguem:
Alternativas
Q728337 Engenharia Civil
Analise as afirmativas de acordo com a NBR 5735 – Cimento Portland de Alto-Forno: I. Clínquer Portland é um produto constituído em sua maior parte de óxido de sódio com propriedades hidráulicas. II. O conteúdo de escória granulada de alto-forno deve estar compreendido entre 35% e 70% da massa total de aglomerante. III. Os cimentos Portland de alto-forno são designados pela sigla CP III. As classes 25, 32 e 40 representam os mínimos de resistência à compreensão aos 28 dias de idade, em MPa. Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
Alternativas
Q728336 Engenharia Civil
De acordo com a NBR 9050 – Acessibilidade a Edificações, Mobiliário, Espaços e Equipamentos Urbanos, para passagem de um pavimento para outro nas edificações é recomendado a construção de rampa. A norma citada determina o seguinte dimensionamento para a largura da rampa:
Alternativas
Q728335 Engenharia Civil
As rochas e os solos consistem nos elementos onde são instaladas a grande maioria das obras ou construções civis. Estes materiais (rochas e solos), também são envolvidos em fenômenos naturais, muitas vezes catastróficos, como escorregamentos, erosão, assoreamento e outros. As caracterizações geológico-geotécnicas são fundamentais, tanto nos estudos de viabilidade quanto nos projetos de implantação de obras. No que se refere às rochas e minerais, NÃO é correto afirmar que:
Alternativas
Q728334 Engenharia Civil
As erosões urbanas promovem situações de risco à comunidade devido ao seu grande poder destrutivo, ameaçando habitações e equipamentos públicos, transformando-se no condicionante mais destacado para a expansão urbana e assentamento de obras de infraestrutura. Acerca disso, analise: I. Os fatores naturais de erosão dos solos são características intrínsecas dos terrenos aos processos erosivos, destacando-se: o regime pluviométrico, a cobertura vegetal, as declividades do terreno, os tipos de solo e a natureza do substrato rochoso. II. O aumento drástico das vazões, por ocasião das chuvas intensas, aliando-se às variações do nível freático, conferem aos processos erosivos uma dinâmica acelerada, com avanços nas dimensões e rumos imprevisíveis. III. A urbanização, como toda obra que interpõe estruturas pouco permeáveis entre o solo e a chuva, faz com que o escoamento seja reduzido e a infiltração incrementada. Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
Alternativas
Q728333 Noções de Informática

Analise o fragmento de planilha do Microsoft Excel (versão 2003 – configuração padrão):

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Ao se aplicar na célula D6, a fórmula =SE(MÉDIA(A1:C5)<4;SOMA(A1;C5);A5-C1), obtém-se como resultado o seguinte valor:

Alternativas
Q728332 Noções de Informática
No sistema operacional Windows XP Professional (configuração padrão), são alternativas da opção “Fazer backup de arquivos e configurações” do Assistente de backup ou restauração, EXCETO:
Alternativas
Q728331 Noções de Informática
Em sistemas operacionais Windows XP Professional (configuração padrão), o aplicativo de gerenciamento de correio eletrônico nativo do sistema (não precisa ser instalado) é denominado:
Alternativas
Q728330 Noções de Informática
Na interpretação de extensões de arquivos, assinale a alternativa que descreve INCORRETAMENTE um aplicativo relacionado a uma extensão:
Alternativas
Q728329 Noções de Informática
O BrOffice.org é um conjunto de aplicativos para escritório livre, sendo distribuído para Microsoft Windows, Linux e Mac OS. É uma alternativa gratuita à utilização do Microsoft Office. Sobre o BrOffice, analise as afirmativas: I. O BrOffice.org Writer é um processador de texto com capacidade e visual similares ao Microsoft Word e WordPerfect. II. O BrOffice.org Calc é uma folha de cálculo (planilha eletrônica) similar ao Microsoft Excel, Numbers e Quattro Pro. III. O BrOffice.org Slides é um programa de apresentação de slides ou transparências similar em capacidades ao Microsoft PowerPoint. Está(ão) correta(as) apenas a(s) afirmativa(s):
Alternativas
Q728328 Noções de Informática
No Microsoft Outlook (versão 2003 – configuração padrão) são recursos que podem ser gerenciados em seu painel de navegação, EXCETO:
Alternativas
Q728327 Noções de Informática

As ferramentas (Ícones) do Microsoft Word (versão XP – configuração padrão), são componentes da barra:

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Alternativas
Q728326 Noções de Informática
Sobre a utilização do Microsoft Excel (versão 2003 – configuração padrão), analise: I. “Financeira”, “Data e hora”, “Lógica” e “Engenharia” são categorias válidas de funções do Microsoft Excel. II. Sua extensão de arquivo padrão é .xlsx. III. Assim como o Microsoft Word, possui ferramenta de verificação de ortografia. IV. São tipos de gráficos válidos no Microsoft Excel: Linhas, Barras, Rosca e Radar. Estão corretas apenas as afirmativas:
Alternativas
Q728325 Noções de Informática
São programas especificamente Browsers (navegadores de internet), EXCETO:
Alternativas
Q728324 Noções de Informática
Sobre a utilização do Internet Explorer (versão 7.0 – configuração padrão), analise: I. A URL digitada na barra de Endereço é usada pelos aplicativos navegadores para localizar recursos e páginas da Internet. Exemplo: http://www.google.com.br. II. São componentes do menu Ferramentas: Email e notícias, Bloqueador de Pop-ups, Windows Update e Windows Messenger. III. O ícone da barra de ferramentas Imagem associada para resolução da questão é utilizado para deletar a página atual do histórico. IV. Com a utilização do Internet Explorer é possível fazer downloads e uploads de arquivos na internet. Estão corretas apenas as afirmativas:
Alternativas
Q728323 Português

TEXTO:

Palavras e ideias

    Há alguns anos, o Dr. Johnson O’Connor, do Laboratório de Engenharia Humana, de Boston, e do Instituto de Tecnologia, de Hoboken, Nova Jersey, submeteu a um teste de vocabulário cem alunos de um curso de formação de dirigentes de empresas industriais (industrial executives), os executivos. Cinco anos mais tarde, verificou que os dez por cento que haviam revelado maior conhecimento ocupavam cargos de direção, ao passo que dos vinte e cinco por cento mais “fracos” nenhum alcançara igual posição.

    Isso não prova, entretanto, que, para vencer na vida, basta ter um bom vocabulário; outras qualidades se fazem, evidentemente, necessárias. Mas parece não restar dúvida de que, dispondo de palavras suficientes e adequadas à expressão do pensamento de maneira clara, fiel e precisa, estamos em melhores condições de assimilar conceitos, de refletir, de escolher, de julgar, do que outros cujo acervo léxico seja insuficiente ou medíocre para a tarefa vital de comunicação.

    Pensamento e expressão são interdependentes, tanto é certo que as palavras são o revestimento das ideias e que, sem elas, é praticamente impossível pensar. Como pensar que “amanhã tenho uma aula às 8 horas”, se não prefiguro mentalmente essa atividade por meio dessas ou de outras palavras equivalentes? Não se pensa in vácuo. A própria clareza das ideias (se é que as temos sem palavras) está intimamente relacionada com clareza e a precisão das expressões que as traduzem. As próprias impressões colhidas em contato com o mundo físico, através da experiência sensível, são tanto mais vivas quanto mais capazes de serem traduzidas em palavras – e sem impressões vivas não haverá expressão eficaz. É um círculo vicioso, sem dúvida: “... nossos hábitos linguísticos afetam e são igualmente afetados pelo nosso comportamento, pelos nossos hábitos físicos e mentais normais, tais como a observação, a percepção, os sentimentos, a emoção, a imaginação”. De que forma que um vocabulário escasso e inadequado, incapaz de veicular impressões e concepções, mina o próprio desenvolvimento mental, tolhe a imaginação e o poder criador, limitando a capacidade de observar, compreender e até mesmo de sentir. “Não se diz nenhuma novidade ao afirmar que as palavras, ao mesmo tempo que veiculam o pensamento, lhe condicionam a formação. Há século e meio, Herder já proclamava que um povo não podia ter uma ideia sem que para ela possuísse uma palavra”, testemunha Paulo Rónai em artigo publicado no Diário de Notícias, do Rio de Janeiro, e mais tarde transcrito na 2ª edição de Enriqueça seu vocabulário (Rio, Civilização Brasileira, 1965), de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira.

    Portanto, quanto mais variado e ativo o vocabulário disponível, tanto mais claro, tanto mais profundo e acurado é o processo mental da reflexão. Reciprocamente, quanto mais escasso e impreciso, tanto mais dependentes estamos do grunhido, do grito ou do gesto, formas rudimentares de comunicação capazes de traduzir apenas expansões instintivas dos primitivos, dos infantes e... dos irracionais.

(GARCIA, Othon Moacir. Comunicação em prosa moderna. 8. Ed. Rio de Janeiro, FGV, 1980. p. 155-6)

Assinale a alternativa que contém uma expressão coloquial:
Alternativas
Q728321 Português

TEXTO:

Palavras e ideias

    Há alguns anos, o Dr. Johnson O’Connor, do Laboratório de Engenharia Humana, de Boston, e do Instituto de Tecnologia, de Hoboken, Nova Jersey, submeteu a um teste de vocabulário cem alunos de um curso de formação de dirigentes de empresas industriais (industrial executives), os executivos. Cinco anos mais tarde, verificou que os dez por cento que haviam revelado maior conhecimento ocupavam cargos de direção, ao passo que dos vinte e cinco por cento mais “fracos” nenhum alcançara igual posição.

    Isso não prova, entretanto, que, para vencer na vida, basta ter um bom vocabulário; outras qualidades se fazem, evidentemente, necessárias. Mas parece não restar dúvida de que, dispondo de palavras suficientes e adequadas à expressão do pensamento de maneira clara, fiel e precisa, estamos em melhores condições de assimilar conceitos, de refletir, de escolher, de julgar, do que outros cujo acervo léxico seja insuficiente ou medíocre para a tarefa vital de comunicação.

    Pensamento e expressão são interdependentes, tanto é certo que as palavras são o revestimento das ideias e que, sem elas, é praticamente impossível pensar. Como pensar que “amanhã tenho uma aula às 8 horas”, se não prefiguro mentalmente essa atividade por meio dessas ou de outras palavras equivalentes? Não se pensa in vácuo. A própria clareza das ideias (se é que as temos sem palavras) está intimamente relacionada com clareza e a precisão das expressões que as traduzem. As próprias impressões colhidas em contato com o mundo físico, através da experiência sensível, são tanto mais vivas quanto mais capazes de serem traduzidas em palavras – e sem impressões vivas não haverá expressão eficaz. É um círculo vicioso, sem dúvida: “... nossos hábitos linguísticos afetam e são igualmente afetados pelo nosso comportamento, pelos nossos hábitos físicos e mentais normais, tais como a observação, a percepção, os sentimentos, a emoção, a imaginação”. De que forma que um vocabulário escasso e inadequado, incapaz de veicular impressões e concepções, mina o próprio desenvolvimento mental, tolhe a imaginação e o poder criador, limitando a capacidade de observar, compreender e até mesmo de sentir. “Não se diz nenhuma novidade ao afirmar que as palavras, ao mesmo tempo que veiculam o pensamento, lhe condicionam a formação. Há século e meio, Herder já proclamava que um povo não podia ter uma ideia sem que para ela possuísse uma palavra”, testemunha Paulo Rónai em artigo publicado no Diário de Notícias, do Rio de Janeiro, e mais tarde transcrito na 2ª edição de Enriqueça seu vocabulário (Rio, Civilização Brasileira, 1965), de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira.

    Portanto, quanto mais variado e ativo o vocabulário disponível, tanto mais claro, tanto mais profundo e acurado é o processo mental da reflexão. Reciprocamente, quanto mais escasso e impreciso, tanto mais dependentes estamos do grunhido, do grito ou do gesto, formas rudimentares de comunicação capazes de traduzir apenas expansões instintivas dos primitivos, dos infantes e... dos irracionais.

(GARCIA, Othon Moacir. Comunicação em prosa moderna. 8. Ed. Rio de Janeiro, FGV, 1980. p. 155-6)

Pela leitura do texto podemos inferir que:
Alternativas
Q728319 Português

TEXTO:

Palavras e ideias

    Há alguns anos, o Dr. Johnson O’Connor, do Laboratório de Engenharia Humana, de Boston, e do Instituto de Tecnologia, de Hoboken, Nova Jersey, submeteu a um teste de vocabulário cem alunos de um curso de formação de dirigentes de empresas industriais (industrial executives), os executivos. Cinco anos mais tarde, verificou que os dez por cento que haviam revelado maior conhecimento ocupavam cargos de direção, ao passo que dos vinte e cinco por cento mais “fracos” nenhum alcançara igual posição.

    Isso não prova, entretanto, que, para vencer na vida, basta ter um bom vocabulário; outras qualidades se fazem, evidentemente, necessárias. Mas parece não restar dúvida de que, dispondo de palavras suficientes e adequadas à expressão do pensamento de maneira clara, fiel e precisa, estamos em melhores condições de assimilar conceitos, de refletir, de escolher, de julgar, do que outros cujo acervo léxico seja insuficiente ou medíocre para a tarefa vital de comunicação.

    Pensamento e expressão são interdependentes, tanto é certo que as palavras são o revestimento das ideias e que, sem elas, é praticamente impossível pensar. Como pensar que “amanhã tenho uma aula às 8 horas”, se não prefiguro mentalmente essa atividade por meio dessas ou de outras palavras equivalentes? Não se pensa in vácuo. A própria clareza das ideias (se é que as temos sem palavras) está intimamente relacionada com clareza e a precisão das expressões que as traduzem. As próprias impressões colhidas em contato com o mundo físico, através da experiência sensível, são tanto mais vivas quanto mais capazes de serem traduzidas em palavras – e sem impressões vivas não haverá expressão eficaz. É um círculo vicioso, sem dúvida: “... nossos hábitos linguísticos afetam e são igualmente afetados pelo nosso comportamento, pelos nossos hábitos físicos e mentais normais, tais como a observação, a percepção, os sentimentos, a emoção, a imaginação”. De que forma que um vocabulário escasso e inadequado, incapaz de veicular impressões e concepções, mina o próprio desenvolvimento mental, tolhe a imaginação e o poder criador, limitando a capacidade de observar, compreender e até mesmo de sentir. “Não se diz nenhuma novidade ao afirmar que as palavras, ao mesmo tempo que veiculam o pensamento, lhe condicionam a formação. Há século e meio, Herder já proclamava que um povo não podia ter uma ideia sem que para ela possuísse uma palavra”, testemunha Paulo Rónai em artigo publicado no Diário de Notícias, do Rio de Janeiro, e mais tarde transcrito na 2ª edição de Enriqueça seu vocabulário (Rio, Civilização Brasileira, 1965), de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira.

    Portanto, quanto mais variado e ativo o vocabulário disponível, tanto mais claro, tanto mais profundo e acurado é o processo mental da reflexão. Reciprocamente, quanto mais escasso e impreciso, tanto mais dependentes estamos do grunhido, do grito ou do gesto, formas rudimentares de comunicação capazes de traduzir apenas expansões instintivas dos primitivos, dos infantes e... dos irracionais.

(GARCIA, Othon Moacir. Comunicação em prosa moderna. 8. Ed. Rio de Janeiro, FGV, 1980. p. 155-6)

O uso da palavra portanto no início do quarto parágrafo indica que:
Alternativas
Q728318 Português

TEXTO:

Palavras e ideias

    Há alguns anos, o Dr. Johnson O’Connor, do Laboratório de Engenharia Humana, de Boston, e do Instituto de Tecnologia, de Hoboken, Nova Jersey, submeteu a um teste de vocabulário cem alunos de um curso de formação de dirigentes de empresas industriais (industrial executives), os executivos. Cinco anos mais tarde, verificou que os dez por cento que haviam revelado maior conhecimento ocupavam cargos de direção, ao passo que dos vinte e cinco por cento mais “fracos” nenhum alcançara igual posição.

    Isso não prova, entretanto, que, para vencer na vida, basta ter um bom vocabulário; outras qualidades se fazem, evidentemente, necessárias. Mas parece não restar dúvida de que, dispondo de palavras suficientes e adequadas à expressão do pensamento de maneira clara, fiel e precisa, estamos em melhores condições de assimilar conceitos, de refletir, de escolher, de julgar, do que outros cujo acervo léxico seja insuficiente ou medíocre para a tarefa vital de comunicação.

    Pensamento e expressão são interdependentes, tanto é certo que as palavras são o revestimento das ideias e que, sem elas, é praticamente impossível pensar. Como pensar que “amanhã tenho uma aula às 8 horas”, se não prefiguro mentalmente essa atividade por meio dessas ou de outras palavras equivalentes? Não se pensa in vácuo. A própria clareza das ideias (se é que as temos sem palavras) está intimamente relacionada com clareza e a precisão das expressões que as traduzem. As próprias impressões colhidas em contato com o mundo físico, através da experiência sensível, são tanto mais vivas quanto mais capazes de serem traduzidas em palavras – e sem impressões vivas não haverá expressão eficaz. É um círculo vicioso, sem dúvida: “... nossos hábitos linguísticos afetam e são igualmente afetados pelo nosso comportamento, pelos nossos hábitos físicos e mentais normais, tais como a observação, a percepção, os sentimentos, a emoção, a imaginação”. De que forma que um vocabulário escasso e inadequado, incapaz de veicular impressões e concepções, mina o próprio desenvolvimento mental, tolhe a imaginação e o poder criador, limitando a capacidade de observar, compreender e até mesmo de sentir. “Não se diz nenhuma novidade ao afirmar que as palavras, ao mesmo tempo que veiculam o pensamento, lhe condicionam a formação. Há século e meio, Herder já proclamava que um povo não podia ter uma ideia sem que para ela possuísse uma palavra”, testemunha Paulo Rónai em artigo publicado no Diário de Notícias, do Rio de Janeiro, e mais tarde transcrito na 2ª edição de Enriqueça seu vocabulário (Rio, Civilização Brasileira, 1965), de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira.

    Portanto, quanto mais variado e ativo o vocabulário disponível, tanto mais claro, tanto mais profundo e acurado é o processo mental da reflexão. Reciprocamente, quanto mais escasso e impreciso, tanto mais dependentes estamos do grunhido, do grito ou do gesto, formas rudimentares de comunicação capazes de traduzir apenas expansões instintivas dos primitivos, dos infantes e... dos irracionais.

(GARCIA, Othon Moacir. Comunicação em prosa moderna. 8. Ed. Rio de Janeiro, FGV, 1980. p. 155-6)

A frase que melhor sintetiza o terceiro parágrafo é, EXCETO:
Alternativas
Respostas
15181: A
15182: C
15183: B
15184: A
15185: B
15186: D
15187: E
15188: A
15189: D
15190: E
15191: D
15192: B
15193: C
15194: D
15195: E
15196: C
15197: B
15198: A
15199: B
15200: C