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0-IIa corresponde ao tipo protuso.
0-I corresponde ao tipo superficialmente elevado.
O tratamento endoscópico do pâncreas divisum pode ser efetuado por meio de dilatação da papila maior
A cateterização da papila maior e contrastação do ducto ventral são imprescindíveis para o diagnóstico de pâncreas divisum.
O diagnóstico definitivo de pâncreas divisum é dado pela colangiografia.
A maior parte do pâncreas drena pelo orifício da papila menor, através do ducto ventral.
É resultante da falha da fusão dos ductos ventral e dorsal durante a segunda semana da gestação.
Dilatação com velas de estenoses é um procedimento de alto risco.
Dilatação pneumática de estenoses é um procedimento de baixo risco.
Esfincterotomia biliar é um procedimento de alto risco.
Ecoendoscopia com aspiração com agulha fina é um procedimento de alto risco.
Colonoscopia com biópsia é um procedimento de baixo risco.
Os insulinomas são geralmente benignos.
Nos grandes tumores, a quimioterapia e a radioterapia têm grande eficácia.
O tumor neuroendócrino ocorre com maior frequência no apêndice vermiforme.
O tumor carcinoide gastrointestinal é benigno e de crescimento lento.
Os tumores carcinoides, mesmo os menores que 1cm, não podem ser ressecados com segurança pela endoscopia.
Alternativas cirúrgicas à remoção endoscópica da ampola de Vater incluem pancreatoduodenectomia e ampulectomia transduodenal.
A remoção endoscópica de adenoma da ampola de Vater é um procedimento ambulatorial.
A colangiopancreatografia endoscópica retrógrada não deve ser realizada em pacientes portadores de adenoma da ampola de Vater.