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Cerca de ¼ dos neonatos com sepse têm meningite, o que justifica a coleta do líquor em todo RN com infecção sistêmica.
RN com 6 dias de vida apresenta celularidade e proteína elevada no exame do liquor, e cultura de liquor negativa. Nessas circunstâncias, deve-se trocar o esquema terapêutico (antibióticos).
Na sepse tardia, a mortalidade varia de 15 a 21%, de acordo com o agente etiológico e o grau de comprometimento liquórico.
As infecções precoces no período neonatal estão mais relacionadas a meningites, enquanto as de início tardio estão mais associadas a pneumonias.
O uso precoce de aminoácidos pelo RN muito baixo peso ao nascer leva a uma redução do catabolismo sem consequências metabólicas adversas.
O uso de nutrição parenteral prolongada está associado à redução da incidência de osteopatia metabólica, pois oferece maiores taxas de cálcio e fósforo.
Para fazer uso de nutrição parenteral, o recém-nascido deverá ter um acesso venoso central.
Em um RN recebendo nutrição parenteral com hiperglicemia persistente, devemos diminuir apenas a velocidade de infusão de glicose.
A NIPS (escala de avaliação da dor do RN), a NFCS (sistema de codificação facial neonatal) e o PIP (perfil de dor do prematuro) são escalas multidimensionais, ou seja, avaliam as respostas fisiológicas e comportamentais aos estímulos dolorosos.
Existem evidências de que a dor e o stress no período neonatal influenciam no desenvolvimento e nas percepções posteriores dos estímulos dolorosos. Com base nessa afirmação, julgue as assertivas abaixo:
O tratamento farmacológico de dor com analgésico é preferível à sedação.
Para intubação seletiva, recomenda-se a administração IV de midazolam, com a finalidade de sedar e facilitar o procedimento.
O transporte do recém-nascido do centro cirúrgico à UTI neonatal deverá ser realizado pela equipe de enfermagem se o RN estiver estável.
Não se faz necessário o uso de analgésico, pois nesse período a dor é um sinal de que o RN está consciente.
A introdução da dieta enteral só deve ser indicada após a extubação.
A oferta nutricional/energética deve ser suficiente para suprir as necessidades basais, evitando-se a hiperalimentação nesse período.
Deve-se manter a nutrição parenteral e jejum prolongado.
A hepcidina, uma proteína sintetizada no fígado, desempenha um papel central na regulação do metabolismo do ferro e tem a capacidade de se ligar à ferroportina, inbindo o transporte de ferro pela membrana basolateral do enterócito em direção ao plasma. A hipóxia inibe sua síntese, ao passo que o ferro e citocinas inflamatórias estimulam sua produção.
O duodeno e o jejuno proximal são regiões intestinais responsáveis pela absorção de todo o ferro alimentar. Em pessoas hígidas, a capacidade das células da mucosa intestinal em absorver o ferro dietético não ultrapassa 50% do total ingerido.
Em indivíduos normais, apenas 1/3 dos locais de ligação de ferro da transferrina está ocupado.