Questões de Concurso
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Lesão neurológica é um fator de risco de POP. Estudos anatômicos, latência motora terminal do nervo pudendo e eletromiografia têm sido usadas para investigar lesão neural após o parto vaginal.
Mulheres com Síndromes de Marfan e Síndrome de Ehlers-Danlos podem ter maior probabilidade de desenvolver POP.
A incidência de POP, em mulheres de 20 a 59 anos, dobra aproximadamente cada década.
O risco de POP aumenta em 1,2 vez a cada parto vaginal.
A septoplastia histeroscópica é um método seguro e eficaz de tratamento para abortamentos espontâneos, e o índice de nascimentos vivos no pós-operatório é de cerca de 85%.
Os fatores que influenciam a decisão de usar o agonista do GnRH antes da miomectomia histeroscópica são: anemia pronunciada, mioma tipo II, miomas maiores que 1cm, miomas múltiplos, cirurgião menos habilidoso, miomas próximos ao óstio da trompa de Falópio.
Na ablação endometrial por histeroscopia, em geral, o índice de diminuição do fluxo varia de 15 a 30%, e a amenorreia, de 95%.
Para a maioria dos procedimentos diagnósticos histeroscópicos, a dilatação cervical é desnecessária para a sonda de 7 e 8mm.
A gravidez é uma contraindicação absoluta para a histeroscopia, devendo ser excluída com teste de B- hCG sérica ou na urina. Além disso, cervicite ou infecções pélvicas devem ser tratadas antes do procedimento, e justifica-se o rastreamento para Neisseria gonrrhoeae e Chlamydia trachomatis para as pacientes que apresentem fatores de risco.
Conização a Laser é direcionada para seccionar e remover uma amostra em forma de cone.
A ablação cervical com laser de dióxido de carbono pode ser utilizada em pacientes cuja zona de transformação total pode ser visualizada durante uma colposcopia satisfatória. Não deve haver evidências de doença invasiva, microinvasiva ou glandular, e a citologia e a histologia devem apresentar correlação positiva.
O procedimento de excisão eletrocirúrgica com alça (LEEP) está associado a baixa morbidade e o índice de complicações é baixo, cerca de 10 %.
Estudos relatam que a retração da junção escamocolunar após a crioterapia resultou em um índice de 7% de exame colposcópico inadequado.
A crioterapia cervical está adequada, em geral, para lesões intraepiteliais escamosas que não se estendem mais de 10mm para dentro do canal endocervical, que não se espalham mais de dois quadrantes da ectocérvice e que não estão associadas a exame colposcópico insatisfatório ou citologia glandular anormal.
Aproximadamente 15% das pacientes com cânceres de colo uterino em estádios I a IIA apresentarão lifonodos pélvicos positivos. Dentre as pacientes com acometimento linfonodal, 50% apresentarão linfonodos pélvicos macroscopicamente positivos no transoperatório.
A avaliação cirúrgica dos linfonodos retroperitoneais permite a detecção precisa de mestátase pélvica e para-aórtica. Além disto, a citoredução dos linfonodos acometidos pelo tumor também é obtida.
O carcinoma de células escamosas corresponde a 10 a 15% dos cânceres de colo uterino e originam-se das células mucossecretoras endocervicais. Devido a essa origem, em geral, são ocultos e podem tornar-se avançados antes de serem clinicamente evidentes.
Os adenocarcinomas são predominantes, correspondendo a 85% de todos os cânceres de colo uterino, e originam-se da ectocérvice.
O carcinoma de células escamosas do colo uterino em geral surge na junção escamocolunar (JEC) a partir da lesão displásica preexistente, que, na maioria das vezes, sucede à infecção pelo HPV.
O melanoma é a segunda doença maligna mais comum que acomete a vulva.