Questões de Concurso
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O câncer de mama invasivo que apresenta positividade para receptor hormonal de estrogênio- progesterona apresenta melhor prognóstico.
O carcinoma ductal in situ da mama pode ser diagnosticado por mamografia de rastreamento, uma vez que é frequente estar associado às calcificações pleomórficas, lineares ou ramificadas.
A descarga mamilar é considerada de alto risco para malignidade quanto é espontânea, tem coloração esverdeada ou hemorrágica e ocorre por vários ductos.
Nas pacientes com mastalgia relacionada ao período menstrual, a dor é mais frequente no final da fase lútea, cede com o início da menstruação e pode ser tratada com anti-inflamatórios não esteroidais, vitamina E ou bromocriptina.
A queixa de mastalgia acíclica localizada deve ser avaliada por exame físico cuidadoso, exame de imagem focado e biópsia por agulha de qualquer anormalidade palpável ou presente em exame de imagem.
Elevação dos níveis de gonadotrofinas, principalmente do hormônio LH, como indicativo da falta de ovulação.
Diminuição progressiva da densidade mineral óssea, sendo a perda óssea detectada inicialmente nos sítios com predominância de osso cortical, como trocânter maior e colo do fêmur.
Nas mamas, ocorre a substituição gradual do tecido glandular por tecido adiposo.
Dependendo do estágio da transição menopáusica, os níveis de estradiol podem ser normais, elevados ou baixos.
Mucosa vaginal pálida e seca, com perda de rugas, Ph vaginal acima de 5,0 e alteração no índice de maturação do epitélio, com predomínio de células basais.
A Salpingostomia, na presença de trompa de Falópio contralateral saudável, deve ser considerada como a primeira opção de tratamento para a gestação tubária.
O risco de tecido trofoblástico persistente é maior com a Salpingectomia do que com a Salpingostomia. O risco é o mais baixo com a Salpingectomia Laparoscópica porque a morcelação da trompa durante esse tipo de Salpingectomia também pode deixar para trás tecido trofoblástico residual.
As técnicas de Irving e Uchida raramente são utilizadas, pois o aumento na dissecção, no tempo de cirurgia e na chance de lesão mesossalpíngea é uma desvantagem significativa.
Os métodos comuns de Salpingectomia Parcial de Intervalo são: Parland, de Pomeroy e de Polmeroy modificada, de acordo com o American College of Obstetricians and Gynecologists, 2003.
Em geral, com Salpingectomia Parcial de Intervalo, um segmento do meio da trompa de Falópio é removido, e as extremidades seccionadas são seladas pela fibrose ou pela reperitonização.
A Histerectomia Laparoscópica (HL), normalmente, é a escolhida se os órgãos pélvicos forem pequenos, se não forem esperadas grandes aderências, se houver descenso do útero e se o cirurgião for hábil na técnica. Além disto, a HL está associada a menor índice de lesão de uretra do que a histerectomia abdominal e a vaginal.
A Histerectomia abdominal, quando comparada à histerectomia vaginal, está associada a menor risco de transfusão sanguínea e de lesão ureteral, porém com menor índice de lesão de bexiga
A Histerectomia do tipo II (radical) é adequada para tumores com profundidade de invasão de 3 a 5 mm e tumores menores em estádiuo IB.
A Histerectomia do tipo III (radical) é indicada para os estádios IB1 a IIA de câncer de colo do útero, para câncer de endometrial em estádio II quando o tumor se estendeu até o colo uterino, e para pequenas reincidências centrais de câncer de colo do útero após terapia por radiação.
A disfunção do músculo liso pode afetar a fixação da vagina lateral à parede pélvica lateral. A fração do músculo liso na camada muscular do ápice da parede vaginal anterior e posterior em mulheres com POP está aumentada em comparação com mulheres sem POP.