Questões de Concurso
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No contexto de um Instituto Federal, a Pró-Reitoria de Desenvolvimento Institucional revisa sua política de capacitação dos Técnicos Administrativos em Educação, buscando alinhá-la ao Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e às demandas dos diferentes ambientes organizacionais. Um servidor questiona se a participação em ações de capacitação possui repercussão jurídica concreta em sua trajetória funcional. À luz da Lei nº 11.091/2005, a participação do servidor em ações de capacitação deve ser compreendida como
Um servidor Técnico Administrativo em Educação de um Instituto Federal opta por decisão administrativa formalmente legal, mas contrária ao interesse público e à finalidade educacional da instituição. Segundo o Código de Ética do Servidor Público, essa conduta
Um servidor Técnico Administrativo em Educação aprovado em concurso para um Instituto Federal é nomeado para atuar em campus localizado em município diverso de sua residência. Após a posse, solicita prazo adicional para entrar em exercício, alegando dificuldades logísticas na mudança. À luz da Lei nº 8.112/1990, é CORRETO afirmar que
Um servidor Técnico Administrativo em Educação de um Instituto Federal nega acesso a informação pública alegando que se trata de “interesse institucional”, sem classificar formalmente o sigilo.
À luz da Lei de Acesso à Informação, a conduta é
Um gestor de um Instituto Federal adota interpretação razoável da lei, baseada em jurisprudência não pacificada, posteriormente considerada inadequada pelos órgãos de controle.
Segundo a Lei de Improbidade, essa conduta
Ao trabalhar com arquivos PDF (Portable Document Format), é importante conhecer os diferentes padrões existentes. Cada padrão possui características específicas para finalidades como arquivamento, impressão e uso técnico.
São tipos de PDF existentes, EXCETO:
É um tipo de ataque que utiliza técnicas de engenharia social para assustar e enganar o usuário, levando-o a acreditar na existência de um suposto problema de segurança no dispositivo e oferecendo uma “solução” que, na realidade, compromete o sistema.
Esse tipo de ataque é conhecido como:
Considere a planilha hipotética a seguir, elaborada no Microsoft Excel 2019 (configuração padrão), contendo dados organizados em linhas e colunas conforme apresentado.

Considerando a fórmula =SOMASE(B2:B10;"";C2:C10) aplicada na célula D11, o valor obtido será:
Consiste em um identificador de hardware vinculado à interface de rede NIC – Network Interface Card, responsável por distinguir dispositivos em um mesmo ambiente de rede local.
Esse identificador é conhecido como:
No Windows 11, o atalho de teclado Windows + X exibe um menu de acesso rápido com opções administrativas do sistema.
São opções disponíveis nesse menu, EXCETO:
Observe a oração: Acompanhamos a construção da casa de praia.
A função sintática do termo sublinhado na oração acima é a mesma do que vem sublinhado em qual das alternativas a seguir?
Leia a seguinte oração: A situação econômica para a ilha de Cuba pode piorar em grande escala sem o petróleo da Venezuela.
A classe morfológica a que o termo sublinhado pertence, em relação ao substantivo que antecede, pode ser classificada como
Leia a matéria jornalística a seguir como texto de referência para responder à questão.
Hábito de leitura no Brasil perde espaço para redes sociais e para o ritmo da vida moderna
Em quatro anos, houve uma redução de cerca de 6,7 milhões de leitores no Brasil. É o que mostra a sexta edição da Pesquisa Retratos da Leitura, realizada em 2024. De acordo com o relatório, a falta de tempo, o desinteresse pelo hábito e a preferência por outras atividades, como consumir conteúdos nas redes sociais, são os principais fatores que distanciam as páginas das pessoas.
Segundo a pesquisa, leitor é “aquele que leu, inteiro ou em partes, pelo menos um livro de qualquer gênero, impresso ou digital, nos últimos três meses”. Apenas 27% dos entrevistados terminaram a leitura de uma obra por completo, no período trimestral anterior às entrevistas. Para Carlota Boto, professora de Filosofia da Educação e diretora da Faculdade de Educação (FE) da USP, a prática de ler é importante pela conexão com sinais gráficos escritos. “Toda a nossa cultura da modernidade passa pelo acesso a um conjunto cultural que foi, digamos assim, acessado pelas letras, pela sistemática do impresso. E, nesse sentido, a leitura se torna um exercício importante para o acesso a esse legado cultural”, explica.
A especialista destaca que a ação de ler deve ser incentivada desde a infância: “A leitura possibilita para as crianças a independência em relação à cultura letrada. […] Possibilita o contato com o mundo da imaginação e com as narrativas”. Segundo ela, por meio da prática ocorre o desenvolvimento da postura crítico-criativa desde cedo.
Dos entrevistados pela Pesquisa Retratos da Leitura, 17% foram influenciados pela família para gostar da atividade: 9% pela mãe ou responsável do sexo feminino, 4% por algum parente e 4% pelo pai ou figura do sexo masculino. “É muito rica a prática de pais que, diante de crianças que ainda não estão alfabetizadas, leem o livro para elas. E depois, à medida que elas vão se alfabetizando, eles vão lendo juntos. Tudo isso facilita o encanto pela leitura.”
Carlota cita o papel da escola na promoção da literatura: “Cabe ao professor ler junto com os alunos, estimulá-los com a leitura em voz alta, a leitura silenciosa”. De acordo com um levantamento feito pela Associação dos Membros de Contas do Brasil (Atricon), três em cada dez escolas públicas brasileiras têm bibliotecas e 18 milhões de estudantes frequentam instituições de ensino que não as possuem. A diretora da Faculdade de Educação da USP salienta que a leitura feita por adolescentes está baseada nas obras indicadas pelos professores ou nas solicitadas pelos vestibulares.
Em relação aos adultos e idosos, ela afirma que as obras consumidas são mais próximas de seus gostos pessoais: “Um livro de romance, um clássico, um de suspense… Qual é o seu interesse maior?”. Além disso, para Carlota, é necessário esforço para manter o hábito. “Se o adolescente é cobrado pela leitura, o adulto não é. Quanto mais afastado da prática, mais afastado ele ficará.”
A Pesquisa Retratos da Leitura traz outro dado: a média de obras lidas por inteiro, nos três meses anteriores às entrevistas, foi de 2,04. Esse valor apresenta uma diminuição quando comparado com o que foi mostrado na edição de 2019 do relatório, na qual o número era de cerca de 2,6 obras.
Para a professora, a redução nos parâmetros apresentados se dá pela dinâmica da vida atual. “Somos uma sociedade multifacetada. Hoje, assistimos à televisão ao mesmo tempo que lemos um texto, ao mesmo tempo que estamos com o celular ligado ao lado, então, tudo isso vai, evidentemente, dispersar a concentração”, afirma. Segundo ela, as atividades digitais são mais atrativas pela conectividade rápida e imediata, primordiais na chamada era da dopamina. Os aplicativos e interações on-line são feitos como forma de estímulo à liberação da dopamina, hormônio que dá a sensação de prazer e a busca constante por recompensas.
Para quem deseja retomar o hábito da leitura ou pretende iniciar a prática, Carlota Boto faz recomendações: “Vá a uma livraria, reserve um dinheiro para fazer a compra de um bom livro e busque um que seja de interesse seu. […] Um livro é difícil de ler nas primeiras 20 páginas, depois ele se torna muito fácil de ser lido, quando interessa ao seu leitor”.
Fonte: LOPES, Isabella. Hábito de leitura no Brasil perde espaço para redes sociais e para o ritmo da vida moderna. Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/habito-de-leitura-no-brasil-perde-espaco-para-redes-sociais-e-para-oritmo-da-vida-moderna/. Acesso em: 5 jan. 2026 (adaptado).
Leia a matéria jornalística a seguir como texto de referência para responder à questão.
Hábito de leitura no Brasil perde espaço para redes sociais e para o ritmo da vida moderna
Em quatro anos, houve uma redução de cerca de 6,7 milhões de leitores no Brasil. É o que mostra a sexta edição da Pesquisa Retratos da Leitura, realizada em 2024. De acordo com o relatório, a falta de tempo, o desinteresse pelo hábito e a preferência por outras atividades, como consumir conteúdos nas redes sociais, são os principais fatores que distanciam as páginas das pessoas.
Segundo a pesquisa, leitor é “aquele que leu, inteiro ou em partes, pelo menos um livro de qualquer gênero, impresso ou digital, nos últimos três meses”. Apenas 27% dos entrevistados terminaram a leitura de uma obra por completo, no período trimestral anterior às entrevistas. Para Carlota Boto, professora de Filosofia da Educação e diretora da Faculdade de Educação (FE) da USP, a prática de ler é importante pela conexão com sinais gráficos escritos. “Toda a nossa cultura da modernidade passa pelo acesso a um conjunto cultural que foi, digamos assim, acessado pelas letras, pela sistemática do impresso. E, nesse sentido, a leitura se torna um exercício importante para o acesso a esse legado cultural”, explica.
A especialista destaca que a ação de ler deve ser incentivada desde a infância: “A leitura possibilita para as crianças a independência em relação à cultura letrada. […] Possibilita o contato com o mundo da imaginação e com as narrativas”. Segundo ela, por meio da prática ocorre o desenvolvimento da postura crítico-criativa desde cedo.
Dos entrevistados pela Pesquisa Retratos da Leitura, 17% foram influenciados pela família para gostar da atividade: 9% pela mãe ou responsável do sexo feminino, 4% por algum parente e 4% pelo pai ou figura do sexo masculino. “É muito rica a prática de pais que, diante de crianças que ainda não estão alfabetizadas, leem o livro para elas. E depois, à medida que elas vão se alfabetizando, eles vão lendo juntos. Tudo isso facilita o encanto pela leitura.”
Carlota cita o papel da escola na promoção da literatura: “Cabe ao professor ler junto com os alunos, estimulá-los com a leitura em voz alta, a leitura silenciosa”. De acordo com um levantamento feito pela Associação dos Membros de Contas do Brasil (Atricon), três em cada dez escolas públicas brasileiras têm bibliotecas e 18 milhões de estudantes frequentam instituições de ensino que não as possuem. A diretora da Faculdade de Educação da USP salienta que a leitura feita por adolescentes está baseada nas obras indicadas pelos professores ou nas solicitadas pelos vestibulares.
Em relação aos adultos e idosos, ela afirma que as obras consumidas são mais próximas de seus gostos pessoais: “Um livro de romance, um clássico, um de suspense… Qual é o seu interesse maior?”. Além disso, para Carlota, é necessário esforço para manter o hábito. “Se o adolescente é cobrado pela leitura, o adulto não é. Quanto mais afastado da prática, mais afastado ele ficará.”
A Pesquisa Retratos da Leitura traz outro dado: a média de obras lidas por inteiro, nos três meses anteriores às entrevistas, foi de 2,04. Esse valor apresenta uma diminuição quando comparado com o que foi mostrado na edição de 2019 do relatório, na qual o número era de cerca de 2,6 obras.
Para a professora, a redução nos parâmetros apresentados se dá pela dinâmica da vida atual. “Somos uma sociedade multifacetada. Hoje, assistimos à televisão ao mesmo tempo que lemos um texto, ao mesmo tempo que estamos com o celular ligado ao lado, então, tudo isso vai, evidentemente, dispersar a concentração”, afirma. Segundo ela, as atividades digitais são mais atrativas pela conectividade rápida e imediata, primordiais na chamada era da dopamina. Os aplicativos e interações on-line são feitos como forma de estímulo à liberação da dopamina, hormônio que dá a sensação de prazer e a busca constante por recompensas.
Para quem deseja retomar o hábito da leitura ou pretende iniciar a prática, Carlota Boto faz recomendações: “Vá a uma livraria, reserve um dinheiro para fazer a compra de um bom livro e busque um que seja de interesse seu. […] Um livro é difícil de ler nas primeiras 20 páginas, depois ele se torna muito fácil de ser lido, quando interessa ao seu leitor”.
Fonte: LOPES, Isabella. Hábito de leitura no Brasil perde espaço para redes sociais e para o ritmo da vida moderna. Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/habito-de-leitura-no-brasil-perde-espaco-para-redes-sociais-e-para-oritmo-da-vida-moderna/. Acesso em: 5 jan. 2026 (adaptado).