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A distribuição física, por sua vez, representa os processos operacionais e de controle que permitem transferir os produtos desde o ponto de fabricação até o ponto em que a mercadoria é entregue ao consumidor. A distribuição física abrange os seguintes elementos: depósitos, veículos de transporte, estoques, equipamentos de carga e descarga etc. (NOVAES, 2015).
NOVAES, A. G. Logística e Gerenciamento da Cadeia de Distribuição: Estratégia, Operação e Avaliação. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.
Considerando os conceitos sobre canais de distribuição, analise as sentenças, a seguir, julgueas como VERDADEIRAS (V) ou FALSAS (F):
( ) A partir do planejamento da forma de distribuição física, estrutura-se o canal de distribuição.
( ) Um atacadista é qualquer estabelecimento comercial cuja receita é proveniente, sobretudo, da venda de pequenas quantidades, isto é, de vendas fragmentadas.
( ) Representantes de vendas não possuem direito sobre os produtos.
( ) Companhias de seguros e agentes de processamentos de pedidos são exemplos de agentes facilitadores.
Considerando a ordem de cima para baixo, a opção CORRETA é:
BALLOU, R. H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos - planejamento, organização e logística empresarial. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.
Considerando a afirmação acima, assinale a alternativa que contém somente exemplos de decisões no nível estratégico do planejamento logístico:
(https://www.cscmp.org/CSCMP/CSCMP/Educate/SCM_Definitions_and_Glossary_of_Terms.aspx?hkey=608795 88-f65f-4ab5-8c4b-6878815ef921)
No que se refere à cadeia de suprimentos, Chopra e Meindl (2011), define como todas as partes envolvidas, direta ou indiretamente, na satisfação de um pedido de um cliente.
CHOPRA, S.; MEINDL, P. Gestão da Cadeia de Suprimentos: Estratégia, Planejamento e Operações. 4.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011.
De acordo com Novaes (2015), a gestão da cadeia de suprimentos ou Supply Chain Management – SCM é “a integração dos processos industriais e comerciais, partindo do consumidor final e indo até os fornecedores iniciais, gerando produtos, serviços e informações que agreguem valor para o cliente”.
NOVAES, A. G. Logística e Gerenciamento da Cadeia de Distribuição: Estratégia, Operação e Avaliação. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.
Considerando a relação entre logística, cadeia de suprimentos e gestão da cadeia de suprimentos, analise as afirmações a seguir:
I. A cadeia de suprimentos inclui apenas fornecedores de matérias-primas e fabricantes.
II. Uma cadeia de suprimentos é dinâmica e envolve um constante fluxo de informação, produto e capital entre os diferentes estágios.
III. As organizações envolvidas na cadeia de suprimentos devem atuar de forma integrada e colaborativa, compartilhando informações estratégicas, visando maximizar o valor gerado.
IV. As atividades de uma cadeia de suprimentos encerram-se com a entrega do pedido ao consumidor final.
V. A gestão da cadeia de suprimentos torna-se diferencial competitivo quando as empresas envolvidas buscam reduzir os custos de cada função logística de forma individual e isolada.
Assinale a opção CORRETA:
Texto extraído de: CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil: o longo caminho. 6ª edição. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2004, p. 200.
Sobre o período da Nova República brasileira, conforme análise de José Murilo de Carvalho, é CORRETO afirmar:
Texto extraído de: CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil: o longo caminho. 6ª edição. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2004, p. 170.
Em relação aos direitos sociais no Brasil no período ditatorial (1964 – 1985), conforme análise de José Murilo de Carvalho, é correto afirmar:
Texto extraído de: CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil: o longo caminho. 6ª edição. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2004, p. 67.
Sobre essas “outras maneiras” de manifestação política popular brasileira, de acordo com as análises de José Murilo de Carvalho, é CORRETO afirmar:
Texto extraído de: CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil: o longo caminho. 6ª edição. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2004, p. 18.
Sobre o período colonial brasileiro, conforme análise de José Murilo de Carvalho, é CORRETO afirmar:
“[...] a ação política [...] desenvolvida pelos saquaremas, a busca de uma restauração dos quadros de uma defensividade ganhou, quase sempre, a formulação da garantia da soberania nacional. Sem embargo, os saquaremas não apenas impuseram a questão da soberania nacional e sobrepuseram a questão da escravidão à questão nativista. No momento da consolidação do Estado imperial, eles articularam a soberania nacional à questão da escravidão [...]”
Texto extraído de: MATTOS, Ilmar Rohloff. O tempo Saquarema. São Paulo: Hucitec, 2004, p. 233.
Sobre a escravidão no período imperial brasileiro e suas dinâmicas sociais, políticas e econômicas, de acordo com a análise de Ilmar Mattos, é CORRETO afirmar:
Texto extraído de: MATTOS, Ilmar Rohloff. O tempo Saquarema. São Paulo: Hucitec, 2004, p. 226.
Sobre a Guarda Nacional, de acordo com a análise de Ilmar Mattos, é CORRETO afirmar:
Texto extraído de: MATTOS, Ilmar Rohloff. O tempo Saquarema. São Paulo: Hucitec, 2004, p. 124.
Sobre as relações e os conflitos sócio-políticos no Império brasileiro, tendo como perspectiva a análise de Ilmar Mattos, é CORRETO afirmar:
Texto extraído de: MATTOS, Ilmar Rohloff. O tempo Saquarema. São Paulo: Hucitec, 2004, p. 72.
Sobre a economia cafeeira no período imperial brasileiro, conforme análise de Ilmar Mattos, é CORRETO afirmar:
Texto extraído de: MATTOS, Ilmar Rohloff. O tempo Saquarema. São Paulo: Hucitec, 2004, pp. 32, 37, 38, 40).
Sobre os contextos e sujeitos envolvidos na relação entre Brasil e Portugal, na era colonial, conforme análise de Ilmar Mattos, é CORRETO afirmar:
Texto extraído de: ELIAS, Norbert. Civilização e informalização (parte I). In: ____. Os alemães: a luta pelo poder e a evolução do habitus nos séculos XIX e XX; tradução: Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997, p. 60.
Sobre o processo de unificação política que originou a Alemanha e as relações entre diferentes grupos sociais nesse contexto, conforme análise de ELIAS, é CORRETO afirmar:
Texto extraído de: POLANYI, Karl. A grande transformação: as origens de nossa época; tradução: Fanny Wrobel. 2ª edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2000, p. 211.
Sobre as relações entre a classe trabalhadora e a consolidação dos Estados Europeus, conforme análise de Polanyi, é CORRETO afirmar:
Texto extraído de: POLANYI, Karl. A grande transformação: as origens de nossa época; tradução: Fanny Wrobel. 2ª edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2000, p. 208.
Sobre o movimento cartista, conforme análises de Polanyi, é CORRETO afirmar:
Texto extraído de: POLANYI, Karl. A grande transformação: as origens de nossa época; tradução: Fanny Wrobel. 2ª edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2000, p. 86.
Sobre a implementação do sistema mercantil na era moderna, conforme análise de Polanyi, é CORRETO afirmar:
Texto extraído de: POLANYI, Karl. A grande transformação: as origens de nossa época; tradução: Fanny Wrobel. 2ª edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2000, p. 287.
Sobre o processo revolucionário russo na primeira metade do século XX, conforme análise de Polanyi, é CORRETO afirmar:
Texto extraído de: POLANYI, Karl. A grande transformação: as origens de nossa época; tradução: Fanny Wrobel. 2ª edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2000, p. 277).
De acordo com as análises de Polanyi, é CORRETO afirmar sobre o fascismo:
Texto extraído de: GINZBURG, Carlo. Olhos de madeira: nove reflexões sobre a distância. São Paulo: Companhia das Letras, 2001, p. 116.
No capítulo Ecce, da mencionada obra, o historiador italiano propõe-se a contatar as análises sobre o Novo Testamento e a iconografia cristã. Sobre essa proposta analítica e suas conclusões, é CORRETO afirmar:
Texto de apoio: SAMPAIO, Antonio Carlos Jucá de. A curva do tempo: as transformações na economia e na sociedade do Estado do Brasil no século XVIII. In: FRAGOSO, João; GOUVÊA, Maria de Fátima (orgs.). O Brasil Colonial, volume 3 (ca.1720-ca.1821). 1.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2014. (Parte I – O mundo português em transformação: o logo século XVIII e Parte II - Transformações na economia e na sociedade).