Questões de Concurso
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Texto para a questão:
Poesia
Gastei uma hora pensando um verso
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Alguma Poesia. 15. ed. São Paulo: Record, 2022.
Leia com atenção o fragmento:
“(...) que a pena não quer escrever.”
No fragmento nota-se a presença da figura de linguagem conhecida como:
Texto para a questão:
Poesia
Gastei uma hora pensando um verso
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Alguma Poesia. 15. ed. São Paulo: Record, 2022.
Dado o excerto:
“(...) que a pena não quer escrever.”
A palavra em destaque pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
Texto para a questão:
Poesia
Gastei uma hora pensando um verso
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Alguma Poesia. 15. ed. São Paulo: Record, 2022.
Texto para a questão:
Bambu japonês
(Ramires Linhares)
Conhece o bambu japonês, meu leitor, minha leitora? Essa planta tem uma história curiosa e cheia de ensinamentos.
Quando a semente é plantada, nada de espetacular acontece à primeira vista. Durante os primeiros cinco, seis anos, a planta concentra toda a sua energia no desenvolvimento das raízes. Elas crescem profundamente, criando uma base forte para sustentar o que virá depois. Nesse período, quem olha de fora pode até achar que “não deu certo”.
Quando o bambu finalmente rompe a terra, ele pode crescer vários metros em poucas semanas. Em algumas espécies, chega a quase um metro por dia. Todo aquele tempo “parado” era, na verdade, um investimento silencioso para garantir que, quando viesse a hora, o crescimento fosse firme, saudável e duradouro.
E tem mais: depois que atinge sua altura, o bambu continua sendo uma planta resistente e flexível. Ele é usado para construir casas, móveis, artesanatos e até como alimento, pois seus brotos são comestíveis. Ele é fino, mas incrivelmente forte, justamente por causa de suas raízes.
Isso rende uma boa metáfora, não?
Na vida, hoje está difícil vermos pessoas “bambus”. Todos querem resultados ontem: dieta na segunda, barriga tanquinho na terça; abrir um negócio hoje e ficar rico amanhã; postar um vídeo mequetrefe e colher likes na hora.
Mas, se pensarmos bem, pode haver um pouco desse bambu na gente. Quantas vezes estamos ali, batalhando, estudando, levando umas porradas e nada parece acontecer? Pois é. Pode ser o nosso “período raiz” agindo, invisível, fundamental.
Quando chega a hora certa, assim como o bambu, a gente cresce de um jeito surpreendente. É quando o mundo olha e diz: “Nossa, foi de repente!”.
De repente, nada! Foram anos de raiz, de espera e de café forte para aguentar.
Perseverança é isso: acreditar que, no fundo (da terra ou do coração), algo bom está se preparando para florescer.
Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/bambu-japones-37483
Leia com atenção o fragmento:
“Elas crescem profundamente (...).”
Caso o tempo verbal da oração fosse alterado pera o pretérito perfeito do modo indicativo, a correta redação do período seria:
Texto para a questão:
Bambu japonês
(Ramires Linhares)
Conhece o bambu japonês, meu leitor, minha leitora? Essa planta tem uma história curiosa e cheia de ensinamentos.
Quando a semente é plantada, nada de espetacular acontece à primeira vista. Durante os primeiros cinco, seis anos, a planta concentra toda a sua energia no desenvolvimento das raízes. Elas crescem profundamente, criando uma base forte para sustentar o que virá depois. Nesse período, quem olha de fora pode até achar que “não deu certo”.
Quando o bambu finalmente rompe a terra, ele pode crescer vários metros em poucas semanas. Em algumas espécies, chega a quase um metro por dia. Todo aquele tempo “parado” era, na verdade, um investimento silencioso para garantir que, quando viesse a hora, o crescimento fosse firme, saudável e duradouro.
E tem mais: depois que atinge sua altura, o bambu continua sendo uma planta resistente e flexível. Ele é usado para construir casas, móveis, artesanatos e até como alimento, pois seus brotos são comestíveis. Ele é fino, mas incrivelmente forte, justamente por causa de suas raízes.
Isso rende uma boa metáfora, não?
Na vida, hoje está difícil vermos pessoas “bambus”. Todos querem resultados ontem: dieta na segunda, barriga tanquinho na terça; abrir um negócio hoje e ficar rico amanhã; postar um vídeo mequetrefe e colher likes na hora.
Mas, se pensarmos bem, pode haver um pouco desse bambu na gente. Quantas vezes estamos ali, batalhando, estudando, levando umas porradas e nada parece acontecer? Pois é. Pode ser o nosso “período raiz” agindo, invisível, fundamental.
Quando chega a hora certa, assim como o bambu, a gente cresce de um jeito surpreendente. É quando o mundo olha e diz: “Nossa, foi de repente!”.
De repente, nada! Foram anos de raiz, de espera e de café forte para aguentar.
Perseverança é isso: acreditar que, no fundo (da terra ou do coração), algo bom está se preparando para florescer.
Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/bambu-japones-37483
Dado o excerto:
“Conhece o bambu japonês, meu leitor, minha leitora?”
O termo em destaque cumpre a função sintática de:
Texto para a questão:
Bambu japonês
(Ramires Linhares)
Conhece o bambu japonês, meu leitor, minha leitora? Essa planta tem uma história curiosa e cheia de ensinamentos.
Quando a semente é plantada, nada de espetacular acontece à primeira vista. Durante os primeiros cinco, seis anos, a planta concentra toda a sua energia no desenvolvimento das raízes. Elas crescem profundamente, criando uma base forte para sustentar o que virá depois. Nesse período, quem olha de fora pode até achar que “não deu certo”.
Quando o bambu finalmente rompe a terra, ele pode crescer vários metros em poucas semanas. Em algumas espécies, chega a quase um metro por dia. Todo aquele tempo “parado” era, na verdade, um investimento silencioso para garantir que, quando viesse a hora, o crescimento fosse firme, saudável e duradouro.
E tem mais: depois que atinge sua altura, o bambu continua sendo uma planta resistente e flexível. Ele é usado para construir casas, móveis, artesanatos e até como alimento, pois seus brotos são comestíveis. Ele é fino, mas incrivelmente forte, justamente por causa de suas raízes.
Isso rende uma boa metáfora, não?
Na vida, hoje está difícil vermos pessoas “bambus”. Todos querem resultados ontem: dieta na segunda, barriga tanquinho na terça; abrir um negócio hoje e ficar rico amanhã; postar um vídeo mequetrefe e colher likes na hora.
Mas, se pensarmos bem, pode haver um pouco desse bambu na gente. Quantas vezes estamos ali, batalhando, estudando, levando umas porradas e nada parece acontecer? Pois é. Pode ser o nosso “período raiz” agindo, invisível, fundamental.
Quando chega a hora certa, assim como o bambu, a gente cresce de um jeito surpreendente. É quando o mundo olha e diz: “Nossa, foi de repente!”.
De repente, nada! Foram anos de raiz, de espera e de café forte para aguentar.
Perseverança é isso: acreditar que, no fundo (da terra ou do coração), algo bom está se preparando para florescer.
Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/bambu-japones-37483
Dado o excerto:
“Ele é fino, mas incrivelmente forte (...).”
A conjunção destacada evidencia a ideia de:
Texto para a questão:
Bambu japonês
(Ramires Linhares)
Conhece o bambu japonês, meu leitor, minha leitora? Essa planta tem uma história curiosa e cheia de ensinamentos.
Quando a semente é plantada, nada de espetacular acontece à primeira vista. Durante os primeiros cinco, seis anos, a planta concentra toda a sua energia no desenvolvimento das raízes. Elas crescem profundamente, criando uma base forte para sustentar o que virá depois. Nesse período, quem olha de fora pode até achar que “não deu certo”.
Quando o bambu finalmente rompe a terra, ele pode crescer vários metros em poucas semanas. Em algumas espécies, chega a quase um metro por dia. Todo aquele tempo “parado” era, na verdade, um investimento silencioso para garantir que, quando viesse a hora, o crescimento fosse firme, saudável e duradouro.
E tem mais: depois que atinge sua altura, o bambu continua sendo uma planta resistente e flexível. Ele é usado para construir casas, móveis, artesanatos e até como alimento, pois seus brotos são comestíveis. Ele é fino, mas incrivelmente forte, justamente por causa de suas raízes.
Isso rende uma boa metáfora, não?
Na vida, hoje está difícil vermos pessoas “bambus”. Todos querem resultados ontem: dieta na segunda, barriga tanquinho na terça; abrir um negócio hoje e ficar rico amanhã; postar um vídeo mequetrefe e colher likes na hora.
Mas, se pensarmos bem, pode haver um pouco desse bambu na gente. Quantas vezes estamos ali, batalhando, estudando, levando umas porradas e nada parece acontecer? Pois é. Pode ser o nosso “período raiz” agindo, invisível, fundamental.
Quando chega a hora certa, assim como o bambu, a gente cresce de um jeito surpreendente. É quando o mundo olha e diz: “Nossa, foi de repente!”.
De repente, nada! Foram anos de raiz, de espera e de café forte para aguentar.
Perseverança é isso: acreditar que, no fundo (da terra ou do coração), algo bom está se preparando para florescer.
Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/bambu-japones-37483
Texto para a questão:
Bambu japonês
(Ramires Linhares)
Conhece o bambu japonês, meu leitor, minha leitora? Essa planta tem uma história curiosa e cheia de ensinamentos.
Quando a semente é plantada, nada de espetacular acontece à primeira vista. Durante os primeiros cinco, seis anos, a planta concentra toda a sua energia no desenvolvimento das raízes. Elas crescem profundamente, criando uma base forte para sustentar o que virá depois. Nesse período, quem olha de fora pode até achar que “não deu certo”.
Quando o bambu finalmente rompe a terra, ele pode crescer vários metros em poucas semanas. Em algumas espécies, chega a quase um metro por dia. Todo aquele tempo “parado” era, na verdade, um investimento silencioso para garantir que, quando viesse a hora, o crescimento fosse firme, saudável e duradouro.
E tem mais: depois que atinge sua altura, o bambu continua sendo uma planta resistente e flexível. Ele é usado para construir casas, móveis, artesanatos e até como alimento, pois seus brotos são comestíveis. Ele é fino, mas incrivelmente forte, justamente por causa de suas raízes.
Isso rende uma boa metáfora, não?
Na vida, hoje está difícil vermos pessoas “bambus”. Todos querem resultados ontem: dieta na segunda, barriga tanquinho na terça; abrir um negócio hoje e ficar rico amanhã; postar um vídeo mequetrefe e colher likes na hora.
Mas, se pensarmos bem, pode haver um pouco desse bambu na gente. Quantas vezes estamos ali, batalhando, estudando, levando umas porradas e nada parece acontecer? Pois é. Pode ser o nosso “período raiz” agindo, invisível, fundamental.
Quando chega a hora certa, assim como o bambu, a gente cresce de um jeito surpreendente. É quando o mundo olha e diz: “Nossa, foi de repente!”.
De repente, nada! Foram anos de raiz, de espera e de café forte para aguentar.
Perseverança é isso: acreditar que, no fundo (da terra ou do coração), algo bom está se preparando para florescer.
Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/bambu-japones-37483
I. O sistema de ventilação das instalações prediais de esgoto tem como objetivo evitar a perda do fecho hídrico dos desconectores, promovendo o equilíbrio das pressões internas da tubulação.
II. A NBR 8160 trata do projeto e execução das instalações prediais de esgoto sanitário, sendo referência técnica obrigatória para engenheiros civis.
III. O sistema de abastecimento de água por gravidade depende de pressões mínimas nos pontos de consumo, e sua viabilidade está condicionada à diferença de cota entre o reservatório e os pontos de uso.
IV. O uso de caixas de inspeção é opcional em redes prediais de esgoto quando se utilizam tubos com juntas elásticas e conexões de 90°, desde que o imóvel possua até dois pavimentos.
Está CORRETO em:
I. O método do caminho crítico (CPM) é utilizado para identificar as atividades que determinam a duração total de uma obra, sendo essencial para a programação e controle de prazos.
II. O cronograma físico-financeiro relaciona os custos das atividades com os seus respectivos prazos, sendo um instrumento fundamental para o acompanhamento da execução contratual.
III. O histograma de mão de obra é um gráfico que mostra a distribuição do número de trabalhadores por período ao longo da obra, sendo útil na prevenção de picos de recursos.
IV. O orçamento detalhado é elaborado com base em preços unitários fixos e inalteráveis durante a execução da obra, conforme previsto na NBR 12721.
Está CORRETO em:
I. O levantamento planialtimétrico cadastral é utilizado para obter informações geométricas e topográficas de um terreno, sendo indispensável para projetos de infraestrutura urbana e regularização fundiária.
II. A poligonal fechada é aquela cujos vértices estão interligados e seu último ponto coincide com o primeiro, permitindo o controle de erros angulares e lineares.
III. A taqueometria é uma técnica moderna baseada em sensores GNSS de alta precisão, usada na medição automatizada de grandes áreas urbanas.
IV. O uso de estação total permite medições de distância e ângulo simultaneamente, sendo amplamente adotado em levantamentos topográficos de precisão.
Está CORRETO em:
I. A aderência entre aço e concreto é fundamental para o bom desempenho estrutural, sendo influenciada pela qualidade da superfície do aço e pelo adensamento do concreto.
II. As armaduras negativas são posicionadas na face inferior dos elementos estruturais e resistem aos esforços de tração originados por momentos fletores positivos.
III. A norma NBR 6118 rege o projeto de estruturas de concreto armado, incluindo requisitos de durabilidade, dimensionamento e detalhamento.
IV. A utilização de fôrmas metálicas é indicada apenas para obras de pequeno porte, devido ao seu alto custo e baixa reutilização.
Está CORRETO em:
I. O tempo de concentração é o intervalo necessário para que toda a bacia contribua com o escoamento no ponto de controle, sendo fundamental para o dimensionamento de dispositivos de drenagem pluvial.
II. A curva intensidade-duração-frequência (IDF) é uma ferramenta utilizada na hidrologia urbana para estimar a intensidade das chuvas a partir de séries históricas, permitindo o dimensionamento de dispositivos de drenagem.
III. A infiltração da água no solo depende apenas da porosidade, não sendo influenciada por parâmetros como compactação e tipo de solo.
IV. O escoamento superficial pode ser reduzido com técnicas de pavimentação impermeável, uma vez que essas evitam a percolação indesejada de água.
Está CORRETO em:
I. Argamassa é uma mistura homogênea de agregado(s), aglomerante(s) inorgânicos e água, contendo aditivos ou adições, com propriedades de aderência, endurecimento, resistência e pega.
II. Patologia na construção civil se resume ao estudo da identificação das causas e dos efeitos dos problemas encontrados em uma edificação, elaborando seu diagnóstico e correção.
III. A perda de cálcio da massa de concreto, nas estruturas de concreto, em virtude da percolação de água através de seu interior é um processo patológico chamado de carbonatação ou eflorescência.
IV. O conjunto de tubulação que se origina no reservatório e do qual se derivam as colunas de distribuição nas instalações prediais de água fria é denominado de Mocheta.
Está CORRETO em:
I. A estocagem do aço para as armaduras deve ser feita de modo a impedir o contato com qualquer tipo de contaminante (solo, óleos, graxas, entre outros).
II. Estaca Strauss é quando a perfuração é feita com um aparelho chamado Strauss e esse tipo de estaca deve ser cravado numa profundidade de até 10 metros para terrenos com solo denso.
III. A madeira é um clássico exemplo de material isotrópico, bem como sua umidade não influencia nas suas propriedades, podendo ser usado como estaca de fundação, principalmente se a altura do lençol freático for elevada.
IV. Os principais tipos de impermeabilização utilizados em edificações são classificados como rígidos e flexíveis, podendo ter também os parcialmente flexíveis (20% de flexibilidade).
Está CORRETO em:
I. A NR 8 é uma das principais normas da construção civil, pois estabelece diretrizes de ordem administrativa, de planejamento e de organização para a implementação e controle de sistemas de segurança.
II. A madeira é capaz de suportar sobrecargas de curta duração sem efeitos deletérios e exógenos, devido seu teor de umidade e resistência.
III. É o conjunto de ferros, chamado de armadura estrutural, que ficam dentro do concreto e dão rigidez à obra depois que o concreto atinge sua resistência máxima aos 28 dias, permanecendo escorada a obra até 30 dias e obedecendo regras bem definidas de desforma.
IV. Lixiviação é o mecanismo responsável por dissolver os compostos hidratados da ação de águas carbônicas agressivas e ácidas com a mistura de cimento. Para prevenir sua ocorrência, recomenda-se restringir a fissuração, de forma a minimizar a infiltração de água, e proteger as superfícies expostas com produtos alcalinos específicos.
Está CORRETO em:
I. São todos os bens públicos e privados, de utilidade pública, destinados à prestação de serviços necessários ao funcionamento da cidade, em espaços públicos e privados, denominados Equipamento Urbano.
II. Quando se trata de emendas por solda, exigem cuidados especiais quanto à composição química dos aços e dos eletrodos e quanto às operações de soldagem que devem atender às especificações de controle do aquecimento e resfriamento da barra, conforme normas específicas.
III. Para garantir um bom adensamento, é necessário prever no detalhamento da disposição das armaduras espaço suficiente para entrada da agulha do vibrador.
IV. O efeito Tschebotarioff deve ser considerado para evitar problemas em fundações profundas, pois todo carregamento na superfície do terreno irá gerar tensões no solo, que por sua vez, sofrerá deformações verticais e horizontais.
Está CORRETO em:
I. Erro mínimo admissível na elaboração de desenho topográfico para lançamento de pontos e traçados de linhas, com o valor de 0,4 mm, que equivale a duas vezes a acuidade visual e recebe a nomenclatura de erro de graficismo.
II. As superfícies horizontais de lajes devem ter uma declividade mínima de 0,25% que garanta o escoamento das águas pluviais até os pontos de drenagem previstos e os condutores horizontais devem ser projetados, sempre que possível, com declividade uniforme com valor mínimo de 0,5%.
III. O elemento do conjunto de instalações responsável pela eliminação dos gases em um sistema predial de esgoto sanitário de um edifício residencial de múltiplos andares recebe a nomenclatura de tubo de ventilação e/ou tubo de queda.
IV. A NBR 15757 é uma norma que trata do desempenho de edificações habitacionais com requisitos mínimos de qualidade, conforto, durabilidade, segurança e desempenho para as construções habitacionais brasileiras.
Está CORRETO em: