Questões de Concurso Comentadas para iuds

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Q2056829 Redação Oficial
Texto 1

Filha do senador Romário escreve carta ao ministro da Educação

Ivy Faria, 16 anos, é uma pessoa com deficiência e diz que em nada atrapalha aos colegas de sua classe

A filha caçula do senador Romário (PL-RJ) Ivy Faria, divulgou, em suas redes sociais, carta ao ministro da Educação, Milton Ribeiro. A menina, que tem síndrome de down, diz estar triste com a fala do ministro...

O ministro da educação, em entrevista ao programa 'Sem Censura', da TV Brasil, na última segunda-feira (9/8), disse que crianças com deficiências "atrapalhavam" os demais alunos sem a mesma condição quando colocadas na mesma sala de aula.


Texto 2

"Seu ministro da Educação, aqui é a Ivy, eu estou muito triste com Sr. Sabe, eu tenho síndrome de Down, sou uma pessoa com deficiência, e sou estudante. Eu estudo para ter um futuro e ajudar o meu país. Eu não atrapalho ninguém. Frequento uma escola regular, onde há jovens com e sem deficiência, cada um aprende no seu tempo, ninguém é igual. A minha presença e a de outras pessoas com deficiência não é ruim, muito pelo contrário, desde a escola, meus coleguinhas aprendem uma lição que parece que o Sr. não teve a oportunidade de aprender, que a diversidade faz parte da natureza humana e isso é uma riqueza.” 
Assinale a alternativa correta sobre a forma de tratamento adequada para autoridade. 
Alternativas
Q2056828 História e Geografia de Estados e Municípios
Complete corretamente as lacunas abaixo.
De acordo com o Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo, o rio _______, desde sua nascente até a sua foz, tem um comprimento de 1.136 quilômetros, passando por 62 cidades paulistas até desembocar no Rio ________, na fronteira com Mato Grosso do Sul.
Alternativas
Q2056827 História e Geografia de Estados e Municípios
O Estado de São Paulo é o maior produtor mundial de:
Alternativas
Q2056826 História e Geografia de Estados e Municípios
No dia 22 de janeiro do ano de 1532, teve início a colonização oficial, por Martim Afonso de Souza, da localidade que, hoje, conhecemos como São Paulo. A cidade, ganhou esse nome justamente porque:
Alternativas
Q2056824 História e Geografia de Estados e Municípios
Localizado em pedreira, ocupando uma área de 33 mil metros quadrados, remanescente de Mata Nativa com inúmeras espécies vegetais e mais de 60 animais abrigados, encontramos o:
Alternativas
Q2056823 História e Geografia de Estados e Municípios
O município de Pedreira se situa aproximadamente a 10 km a Sul-Leste de:
Alternativas
Q2056822 Atualidades
A Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios foi cancelada em 2020 e 2021, em razão da pandemia da COVID-19. Agora, em 2022, o evento ocorreu de 25 a 28 de abril, e bateu o recorde de participantes. Pedreira esteve representada pelo seu novo prefeito:
Alternativas
Q2056821 História e Geografia de Estados e Municípios
Em 1914 os irmãos Angelo e Antonio Rizzi começaram o que deveria ser um pequeno negócio em família, a Fábrica Santa Rita de porcelana, que deu início a produção de porcelanas na cidade, fazendo a cidade ser conhecida como:
Alternativas
Q2056820 História e Geografia de Estados e Municípios
De acordo com a história do Município, a cidade, no início, a partir do escoamento das safras através da estação de trem, se desenvolveu em função do produto agrícola: 
Alternativas
Q2056819 História e Geografia de Estados e Municípios
Assinale a alternativa que responde corretamente a lacuna abaixo.
O município de Pedreira está encravado numa região montanhosa da Serra da Mantiqueira, distribuída linearmente às margens do rio __________ numa parceria harmoniosa com as montanhas que o rodeiam. Esse rio é considerado um dos melhores para a prática do Rafting no Brasil.
Alternativas
Q2056808 Matemática
Flávia irá comprar duas dúzias de uma bebida que possui a seguinte embalagem:
Imagem associada para resolução da questão

Dessa forma, quantos mililitros dessa bebida Flávia irá comprar?
Alternativas
Q2056798 Português
Complete as lacunas.
“ ___________, quando ___________ novamente.”
Marque a alternativa que completa corretamente a frase acima. 
Alternativas
Q2056797 Português
Assinale a alternativa que apresenta frase com correção na regência verbal.
Alternativas
Q2056796 Português
Assinale a alternativa em que o uso da crase está correto.
Alternativas
Q2056795 Português
Complete as lacunas.
______ mais de cem anos que Manuel Bandeira escreveu Meninos Carvoeiros, mas até hoje _______ crianças exploradas economicamente.
Indique a alternativa que preenche corretamente as lacunas da frase.
Alternativas
Q2056789 Português
Leia a seguinte tirinha:

Imagem associada para resolução da questão

Assinale a alternativa em que o uso do “porquê” está de acordo com a norma culta.
Alternativas
Q2056788 Português
Leia com atenção: 

Imagem associada para resolução da questão

Analise as seguintes afirmativas:
I- O texto acima é um aviso. II- O texto acima é um anúncio. III- “Vendem-se” está no plural, concordando com “filhotes”. IV- A palavra “filhote” é um adjetivo.
Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q2056787 Português
A disciplina do amor

Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra, um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postavase na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e, na maior alegria, acompanhava-o com seu passinho saltitante de volta a casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam-lhe festinhas, e ele correspondia, chegava a correr todo animado atrás dos mais íntimos para logo voltar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em que seu dono apontava lá longe.

Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar ansioso naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim que anoitecia, ele voltava para casa e levava a sua vida normal de cachorro até chegar o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao seu posto de espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora, ele disparava para o compromisso assumido todos os dias.

Todos os dias, com o passar dos anos, as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. Casouse a noiva com um primo. Os familiares voltaram para outros familiares. Os amigos, para outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era novo quando o jovem partiu) continuou a esperá-lo na sua esquina.

As pessoas estranhavam, “Mas quem esse cachorro está esperando?”. Uma tarde (era inverno), ele lá ficou, o focinho sempre voltado para aquela direção.

Lygia Fagundes Telles. A disciplina do amor.
Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1980.p. 99-100.
“Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e, na maior alegria, acompanhava-o com seu passinho saltitante de volta a casa.”
1º parágrafo As vírgulas na frase acima separam:
Alternativas
Q2056786 Português
A disciplina do amor

Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra, um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postavase na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e, na maior alegria, acompanhava-o com seu passinho saltitante de volta a casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam-lhe festinhas, e ele correspondia, chegava a correr todo animado atrás dos mais íntimos para logo voltar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em que seu dono apontava lá longe.

Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar ansioso naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim que anoitecia, ele voltava para casa e levava a sua vida normal de cachorro até chegar o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao seu posto de espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora, ele disparava para o compromisso assumido todos os dias.

Todos os dias, com o passar dos anos, as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. Casouse a noiva com um primo. Os familiares voltaram para outros familiares. Os amigos, para outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era novo quando o jovem partiu) continuou a esperá-lo na sua esquina.

As pessoas estranhavam, “Mas quem esse cachorro está esperando?”. Uma tarde (era inverno), ele lá ficou, o focinho sempre voltado para aquela direção.

Lygia Fagundes Telles. A disciplina do amor.
Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1980.p. 99-100.
“As pessoas estranhavam, “Mas quem esse cachorro está esperando?” - 4º parágrafo.
Marque a alternativa que apresenta o tempo da ação verbal acima destacada.
Alternativas
Q2056781 Português
A disciplina do amor

Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra, um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postavase na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e, na maior alegria, acompanhava-o com seu passinho saltitante de volta a casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam-lhe festinhas, e ele correspondia, chegava a correr todo animado atrás dos mais íntimos para logo voltar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em que seu dono apontava lá longe.

Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar ansioso naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim que anoitecia, ele voltava para casa e levava a sua vida normal de cachorro até chegar o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao seu posto de espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora, ele disparava para o compromisso assumido todos os dias.

Todos os dias, com o passar dos anos, as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. Casouse a noiva com um primo. Os familiares voltaram para outros familiares. Os amigos, para outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era novo quando o jovem partiu) continuou a esperá-lo na sua esquina.

As pessoas estranhavam, “Mas quem esse cachorro está esperando?”. Uma tarde (era inverno), ele lá ficou, o focinho sempre voltado para aquela direção.

Lygia Fagundes Telles. A disciplina do amor.
Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1980.p. 99-100.
É correto afirmar que o texto apresenta em sua composição:
Alternativas
Respostas
121: D
122: D
123: B
124: D
125: B
126: D
127: C
128: B
129: D
130: B
131: D
132: B
133: D
134: B
135: C
136: D
137: C
138: A
139: C
140: A