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O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.
A revanche de ilha paradisíaca que virou 'inferno na Terra' por excesso de turistas
Da baía de Marfa, em Malta, é possível avistar a ilhota de Comino, uma pequena formação rochosa cercada por águas que variam do azul-marinho ao turquesa intenso. Durante muitos anos, o local foi um refúgio quase vazio. Hoje, tornou-se um dos destinos turísticos mais disputados do arquipélago maltês.
Colin Backhouse, que mantém uma popular página de dicas turísticas sobre Malta, admite que evita recomendar Comino no verão. Embora considere a ilha encantadora em determinadas épocas do ano, ele afirma que, na alta temporada, a superlotação transforma o lugar em um verdadeiro inferno na Terra.
A Lagoa Azul atrai, anualmente, dezenas de milhares de visitantes de várias partes do mundo. A coloração intensa da água, resultado da luz refletida no fundo de calcário branco, cria um cenário perfeito para fotografias. No inverno, a região permanece calma e silenciosa. No verão, porém, a tranquilidade dá lugar às multidões, ao acúmulo de lixo, ao barulho de embarcações e aos danos ambientais.
O sentimento de frustração com o turismo excessivo não é isolado. Muitos visitantes se dizem decepcionados com a experiência, que inclui barcos superlotados e poucas opções de lazer. A pressão popular levou ao surgimento de ações de ativistas. Em 2022, o grupo Moviment Graffitti retirou cadeiras e espreguiçadeiras da ilha, em protesto contra a exploração do espaço público para fins de lucro.
A fama de Comino foi impulsionada por produções cinematográficas e séries, como O Conde de Monte Cristo, Troia e Game of Thrones. Mais recentemente, as redes sociais ampliaram ainda mais sua visibilidade, atraindo turistas em busca da foto perfeita. Para especialistas do setor, a ilha passou a integrar a lista de prioridades de muitos visitantes que chegam a Malta.
Diante do avanço do turismo de massa, as autoridades decidiram adotar medidas de contenção. Comino foi incluída na rede de áreas protegidas Natura 2000, e passou a ter um limite diário de visitantes, reduzido de dez mil para cinco mil por dia. Ambientalistas reconhecem o avanço, mas afirmam que a preservação do frágil ecossistema exige um plano de sustentabilidade mais amplo.
Esse tipo de iniciativa ocorre também em outros pontos do Mediterrâneo, como Veneza e Atenas, que passaram a controlar o fluxo de turistas. A expectativa é que Comino recupere parte de seu antigo charme com as novas regras. Ainda assim, há quem tema que os danos já sejam profundos e que reste pouco para as gerações futuras.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c36w9jl570ro.adaptado.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.
A revanche de ilha paradisíaca que virou 'inferno na Terra' por excesso de turistas
Da baía de Marfa, em Malta, é possível avistar a ilhota de Comino, uma pequena formação rochosa cercada por águas que variam do azul-marinho ao turquesa intenso. Durante muitos anos, o local foi um refúgio quase vazio. Hoje, tornou-se um dos destinos turísticos mais disputados do arquipélago maltês.
Colin Backhouse, que mantém uma popular página de dicas turísticas sobre Malta, admite que evita recomendar Comino no verão. Embora considere a ilha encantadora em determinadas épocas do ano, ele afirma que, na alta temporada, a superlotação transforma o lugar em um verdadeiro inferno na Terra.
A Lagoa Azul atrai, anualmente, dezenas de milhares de visitantes de várias partes do mundo. A coloração intensa da água, resultado da luz refletida no fundo de calcário branco, cria um cenário perfeito para fotografias. No inverno, a região permanece calma e silenciosa. No verão, porém, a tranquilidade dá lugar às multidões, ao acúmulo de lixo, ao barulho de embarcações e aos danos ambientais.
O sentimento de frustração com o turismo excessivo não é isolado. Muitos visitantes se dizem decepcionados com a experiência, que inclui barcos superlotados e poucas opções de lazer. A pressão popular levou ao surgimento de ações de ativistas. Em 2022, o grupo Moviment Graffitti retirou cadeiras e espreguiçadeiras da ilha, em protesto contra a exploração do espaço público para fins de lucro.
A fama de Comino foi impulsionada por produções cinematográficas e séries, como O Conde de Monte Cristo, Troia e Game of Thrones. Mais recentemente, as redes sociais ampliaram ainda mais sua visibilidade, atraindo turistas em busca da foto perfeita. Para especialistas do setor, a ilha passou a integrar a lista de prioridades de muitos visitantes que chegam a Malta.
Diante do avanço do turismo de massa, as autoridades decidiram adotar medidas de contenção. Comino foi incluída na rede de áreas protegidas Natura 2000, e passou a ter um limite diário de visitantes, reduzido de dez mil para cinco mil por dia. Ambientalistas reconhecem o avanço, mas afirmam que a preservação do frágil ecossistema exige um plano de sustentabilidade mais amplo.
Esse tipo de iniciativa ocorre também em outros pontos do Mediterrâneo, como Veneza e Atenas, que passaram a controlar o fluxo de turistas. A expectativa é que Comino recupere parte de seu antigo charme com as novas regras. Ainda assim, há quem tema que os danos já sejam profundos e que reste pouco para as gerações futuras.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c36w9jl570ro.adaptado.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.
Como Peru transformou um dos desertos mais áridos do mundo em um centro de produção de alimentos
Nas últimas décadas, as planícies desérticas da região de Ica, no Peru, deram lugar a extensas plantações de mirtilos e outras frutas. Até os anos 1990, parecia improvável que o deserto costeiro pudesse se tornar um polo agrícola. No entanto, isso ocorreu em grande parte do litoral peruano, com a expansão de culturas como manga, mirtilos e abacates.
A faixa paralela ao Pacífico e às elevações andinas transformou-se em um imenso pomar e no centro de uma indústria agroexportadora em rápida expansão. Entre 2010 e 2024, as exportações agrícolas cresceram, em média, onze por cento ao ano, atingindo em 2024 mais de nove milhões de dólares. O Peru tornou-se o maior exportador mundial de uvas e mirtilos, consolidando-se como fornecedor de mercados como Estados Unidos, Europa e China.
Esse avanço teve início com as reformas econômicas da década de 1990, que reduziram barreiras comerciais e incentivaram investimentos estrangeiros. Inicialmente voltadas à mineração, essas políticas abriram espaço para uma elite empresarial que passou a apostar na exportação agrícola. O setor superou obstáculos naturais com investimentos privados em irrigação por gotejamento e grandes projetos hídricos, permitindo o cultivo em áreas antes consideradas impróprias. Somaram-se a isso inovações genéticas, como as que viabilizaram o cultivo do mirtilo, ampliando em cerca de trinta por cento a área cultivável do deserto costeiro.
Hoje, regiões como Ica e Piura são importantes centros agrícolas, e a agroexportação representa parcela relevante da economia. Em 2024, respondeu por quase cinco por cento do PIB, contra quase um e meio por cento em 2020. O impacto econômico é significativo, com geração de empregos qualificados e aumento da renda média. Contudo, os benefícios não se distribuem de forma igual: pequenos agricultores enfrentam dificuldades para acessar água e mão de obra, além de venderem suas terras a grandes empresas.
A principal controvérsia envolve a água. Em áreas onde praticamente não chove, como Ica, o abastecimento depende do lençol freático e da transposição de água de regiões vizinhas. Enquanto assentamentos dependem de caminhões-pipa, grandes propriedades mantêm poços próprios e acesso prioritário à irrigação. Apesar da fiscalização oficial, há indícios de superexploração do aquífero, com poços cada vez mais profundos e água mais cara para pequenos produtores.
Até a produção das uvas do pisco, símbolo nacional, vem sendo questionada, sob a crítica de que a exportação da fruta equivale à exportação de água. O desafio, em Ica e em todo o Peru agroexportador, é tornar o agronegócio sustentável no longo prazo. A avaliação de especialistas é que a indústria de exportação é positiva para a geração de renda, mas só será viável se não comprometer o abastecimento da população nem o equilíbrio ambiental.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgmnjm2wenwo.adaptado.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.
Como Peru transformou um dos desertos mais áridos do mundo em um centro de produção de alimentos
Nas últimas décadas, as planícies desérticas da região de Ica, no Peru, deram lugar a extensas plantações de mirtilos e outras frutas. Até os anos 1990, parecia improvável que o deserto costeiro pudesse se tornar um polo agrícola. No entanto, isso ocorreu em grande parte do litoral peruano, com a expansão de culturas como manga, mirtilos e abacates.
A faixa paralela ao Pacífico e às elevações andinas transformou-se em um imenso pomar e no centro de uma indústria agroexportadora em rápida expansão. Entre 2010 e 2024, as exportações agrícolas cresceram, em média, onze por cento ao ano, atingindo em 2024 mais de nove milhões de dólares. O Peru tornou-se o maior exportador mundial de uvas e mirtilos, consolidando-se como fornecedor de mercados como Estados Unidos, Europa e China.
Esse avanço teve início com as reformas econômicas da década de 1990, que reduziram barreiras comerciais e incentivaram investimentos estrangeiros. Inicialmente voltadas à mineração, essas políticas abriram espaço para uma elite empresarial que passou a apostar na exportação agrícola. O setor superou obstáculos naturais com investimentos privados em irrigação por gotejamento e grandes projetos hídricos, permitindo o cultivo em áreas antes consideradas impróprias. Somaram-se a isso inovações genéticas, como as que viabilizaram o cultivo do mirtilo, ampliando em cerca de trinta por cento a área cultivável do deserto costeiro.
Hoje, regiões como Ica e Piura são importantes centros agrícolas, e a agroexportação representa parcela relevante da economia. Em 2024, respondeu por quase cinco por cento do PIB, contra quase um e meio por cento em 2020. O impacto econômico é significativo, com geração de empregos qualificados e aumento da renda média. Contudo, os benefícios não se distribuem de forma igual: pequenos agricultores enfrentam dificuldades para acessar água e mão de obra, além de venderem suas terras a grandes empresas.
A principal controvérsia envolve a água. Em áreas onde praticamente não chove, como Ica, o abastecimento depende do lençol freático e da transposição de água de regiões vizinhas. Enquanto assentamentos dependem de caminhões-pipa, grandes propriedades mantêm poços próprios e acesso prioritário à irrigação. Apesar da fiscalização oficial, há indícios de superexploração do aquífero, com poços cada vez mais profundos e água mais cara para pequenos produtores.
Até a produção das uvas do pisco, símbolo nacional, vem sendo questionada, sob a crítica de que a exportação da fruta equivale à exportação de água. O desafio, em Ica e em todo o Peru agroexportador, é tornar o agronegócio sustentável no longo prazo. A avaliação de especialistas é que a indústria de exportação é positiva para a geração de renda, mas só será viável se não comprometer o abastecimento da população nem o equilíbrio ambiental.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgmnjm2wenwo.adaptado.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.
Como Peru transformou um dos desertos mais áridos do mundo em um centro de produção de alimentos
Nas últimas décadas, as planícies desérticas da região de Ica, no Peru, deram lugar a extensas plantações de mirtilos e outras frutas. Até os anos 1990, parecia improvável que o deserto costeiro pudesse se tornar um polo agrícola. No entanto, isso ocorreu em grande parte do litoral peruano, com a expansão de culturas como manga, mirtilos e abacates.
A faixa paralela ao Pacífico e às elevações andinas transformou-se em um imenso pomar e no centro de uma indústria agroexportadora em rápida expansão. Entre 2010 e 2024, as exportações agrícolas cresceram, em média, onze por cento ao ano, atingindo em 2024 mais de nove milhões de dólares. O Peru tornou-se o maior exportador mundial de uvas e mirtilos, consolidando-se como fornecedor de mercados como Estados Unidos, Europa e China.
Esse avanço teve início com as reformas econômicas da década de 1990, que reduziram barreiras comerciais e incentivaram investimentos estrangeiros. Inicialmente voltadas à mineração, essas políticas abriram espaço para uma elite empresarial que passou a apostar na exportação agrícola. O setor superou obstáculos naturais com investimentos privados em irrigação por gotejamento e grandes projetos hídricos, permitindo o cultivo em áreas antes consideradas impróprias. Somaram-se a isso inovações genéticas, como as que viabilizaram o cultivo do mirtilo, ampliando em cerca de trinta por cento a área cultivável do deserto costeiro.
Hoje, regiões como Ica e Piura são importantes centros agrícolas, e a agroexportação representa parcela relevante da economia. Em 2024, respondeu por quase cinco por cento do PIB, contra quase um e meio por cento em 2020. O impacto econômico é significativo, com geração de empregos qualificados e aumento da renda média. Contudo, os benefícios não se distribuem de forma igual: pequenos agricultores enfrentam dificuldades para acessar água e mão de obra, além de venderem suas terras a grandes empresas.
A principal controvérsia envolve a água. Em áreas onde praticamente não chove, como Ica, o abastecimento depende do lençol freático e da transposição de água de regiões vizinhas. Enquanto assentamentos dependem de caminhões-pipa, grandes propriedades mantêm poços próprios e acesso prioritário à irrigação. Apesar da fiscalização oficial, há indícios de superexploração do aquífero, com poços cada vez mais profundos e água mais cara para pequenos produtores.
Até a produção das uvas do pisco, símbolo nacional, vem sendo questionada, sob a crítica de que a exportação da fruta equivale à exportação de água. O desafio, em Ica e em todo o Peru agroexportador, é tornar o agronegócio sustentável no longo prazo. A avaliação de especialistas é que a indústria de exportação é positiva para a geração de renda, mas só será viável se não comprometer o abastecimento da população nem o equilíbrio ambiental.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgmnjm2wenwo.adaptado.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
I. O óxido nitroso é um gás inorgânico, incolor, com leve odor adocicado, baixa solubilidade no sangue (o que permite rápida indução e recuperação em 3-5 minutos) e propriedades analgésicas e ansiolíticas, mas com baixa potência anestésica (não substitui anestesia local).
II. A técnica de administração requer titulação gradual, iniciando com 100% de oxigênio e aumentando a concentração de N2O progressivamente (geralmente até 30-50%) até atingir o nível de sedação adequado, nunca ultrapassando 70% de N2O para evitar hipóxia.
III. Ao final do procedimento, deve-se administrar 100% de oxigênio por 3 a 5 minutos para prevenir a hipóxia de difusão, fenômeno causado pela saída rápida e massiva do N2O do sangue para os alvéolos, que pode diluir o oxigênio alveolar e causar cefaleia/náusea.
Está correto o que se afirma em:
I. Os dentes decíduos apresentam uma constrição cervical mais acentuada e o esmalte termina em uma borda mais afilada em direção cervical, o que exige adaptação no preparo cavitário para evitar fratura de esmalte sem suporte.
II. As câmaras pulpares dos molares decíduos são proporcionalmente maiores em relação à coroa, e os cornos pulpares, especialmente o mesio-vestibular, são mais proeminentes e próximos da superfície externa, aumentando o risco de exposição pulpar acidental durante preparos classe II.
III. O esmalte dos dentes decíduos é mais espesso e mineralizado do que o dos dentes permanentes, conferindo uma aparência mais amarelada e maior resistência à dissolução ácida durante o ataque cariogênico.
Está correto o que se afirma em:
(__) Neste estágio (aprox. 2 a 7 anos), o pensamento é egocêntrico e centrado em um único aspecto do estímulo (centração), o que explica a dificuldade da criança em compreender a dor como necessária para a cura e a tendência a interpretar procedimentos invasivos como punição.
(__) O pensamento mágico e animista é predominante, permitindo o uso de linguagem lúdica e metáforas (ex: "bichinho da cárie", "aspirador elefante") para facilitar a comunicação e a aceitação dos instrumentos odontológicos.
(__) A criança no estágio pré-operatório já possui pensamento lógico-abstrato desenvolvido, sendo capaz de entender explicações científicas detalhadas sobre a patogênese da cárie e a farmacocinética dos anestésicos.
(__) A reversibilidade do pensamento é uma característica marcante desta fase, permitindo que a criança entenda facilmente que a anestesia vai passar e a sensação de dormência é temporária, sem gerar ansiedade.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
(__) A indicação de selantes deve basear-se no risco individual de cárie do paciente e na morfologia do dente (fóssulas profundas), sendo prioridade para molares permanentes recém-irrompidos em pacientes de alto risco.
(__) Selantes ionoméricos (Cimento de Ionômero de Vidro) são indicados preferencialmente em dentes em fase de erupção com difícil controle de umidade (isolamento relativo), devido à sua hidrofilia e liberação de flúor, funcionando como selantes provisórios ou terapêuticos.
(__) É terminantemente proibido selar dentes com lesões de cárie incipientes em esmalte (mancha branca ou pigmentada) sem cavitação, pois o selante vai acelerar a progressão da lesão por abafar as bactérias.
(__) Selantes resinosos não requerem condicionamento ácido prévio do esmalte, pois sua adesão é puramente química e não depende de embricamento mecânico nos prismas de esmalte.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
(__) Os cistos de erupção (hematomas de erupção) são análogos aos cistos dentígeros em tecidos moles e geralmente rompem-se espontaneamente, não exigindo intervenção cirúrgica a menos que haja infecção ou atraso significativo na erupção.
(__) Dentes natais são aqueles que irrompem nos primeiros 30 dias de vida, enquanto dentes neonatais são os que já estão presentes ao nascimento, devendo ambos ser extraídos imediatamente em todos os casos para evitar risco de aspiração.
(__) A sequência de erupção mais comum na dentição decídua é: incisivos centrais, incisivos laterais, primeiros molares, caninos e segundos molares, podendo haver variações entre arco superior e inferior.
(__) A pérola de Epstein é um cisto odontogênico remanescente da lâmina dentária encontrado no rebordo alveolar, que causa dor intensa e impede a amamentação, necessitando de marsupialização cirúrgica.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
(__) O servidor deve desempenhar seu trabalho com rapidez, perfeição e rendimento, buscando a melhor utilização dos recursos públicos.
(__) É vedado ao servidor opor resistência injustificada ao andamento de processos ou à execução de serviços.
(__) O servidor pode omitir informação necessária ao usuário, desde que não haja prejuízo imediato ao serviço público.
Com base exclusivamente no referido decreto, assinale a alternativa CORRETA que corresponda à sequência disposta "de cima para baixo".
Em relação à análise sintática do período, assinale a alternativa CORRETA.