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Q4054134 Matemática
Em uma atividade esportiva da escola, os alunos deram 6 voltas completas em uma pista de 250 metros cada uma. Ao final, o professor registrou que o grupo levou 18 minutos para concluir o percurso. Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, a distância total percorrida em metros e o tempo total em segundos. 
Alternativas
Q4054133 Matemática
Uma papelaria organizou 320 kits escolares para entrega a uma comunidade. Antes da distribuição, decidiu aumentar essa quantidade em 25% para atender novas solicitações. Depois do aumento, todos os kits foram colocados igualmente em 8 caixas. Quantos kits ficaram em cada caixa? 
Alternativas
Q4054132 Matemática
Durante uma campanha de arrecadação, uma escola recebeu 248 cadernos na primeira semana e 176 na segunda. Desse total, 95 cadernos foram separados para uma turma do turno da manhã e os demais seriam distribuídos igualmente entre 7 turmas do turno da tarde. Quantos cadernos cada turma do turno da tarde receberá? 
Alternativas
Q4054131 Português
Constelação de pedras

    Às vezes a vida parece desenhar símbolos repetidos. Quem olha com atenção percebe que certas imagens atravessam a poesia, a música, os mitos e até os ditados populares. Uma dessas imagens é a pedra.


    Na canção Águas de março, de Tom Jobim, ela aparece quase casualmente: “é pau, é pedra, é o fim do caminho”. No meio de tantas coisas simples: tocos, restos, pedaços do cotidiano. A pedra está ali, como parte natural da paisagem da vida.


    Mas a pedra também ganhou lugar definitivo na poesia de Carlos Drummond de Andrade. No poema No meio do caminho, ela interrompe a passagem e insiste na memória. Drummond repete sua presença tantas vezes que aquela pedra deixa de ser apenas um objeto. Ela se transforma no próprio símbolo do obstáculo inevitável.


    Antes mesmo da poesia moderna, os mitos já falavam de pedras. A mais famosa talvez seja a de Sísifo, condenado a empurrar eternamente uma rocha montanha acima, apenas para vê-la rolar de volta. Uma imagem antiga que lembra o esforço humano de todos os dias: trabalhar, recomeçar, tentar outra vez.


    Mas há também outra pedra, menos pesada e mais sonhada: a lendária Pedra Filosofal, buscada pelos alquimistas como capaz de transformar metais comuns em ouro. Uma pedra que representa a esperança de transformação, a possibilidade de que aquilo que parece simples ou bruto esconda algo precioso.


    Entre tantas pedras, a do caminho, a do esforço, a da transformação, aparece ainda a sabedoria tranquila do povo: água mole em pedra dura tanto bate até que fura.


    Talvez seja essa a verdadeira constelação de pedras da existência. Algumas nos fazem tropeçar. Outras exigem esforço diário. Outras ainda prometem mudança.


    E então chegam as águas de março. Elas correm sobre todas as pedras. Passam por cima, contornam, insistem. Não derrubam tudo de uma vez, mas lembram que o tempo também trabalha devagar.


    Talvez viver seja isso: caminhar entre pedras e águas. E aprender, pouco a pouco, que até as pedras mais antigas acabam fazendo parte do caminho.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

A identificação de fonemas e dígrafos exige observar a relação entre letras e sons, pois nem sempre cada letra corresponde a um fonema. Considerando as palavras retiradas do texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4054130 Português
Constelação de pedras

    Às vezes a vida parece desenhar símbolos repetidos. Quem olha com atenção percebe que certas imagens atravessam a poesia, a música, os mitos e até os ditados populares. Uma dessas imagens é a pedra.


    Na canção Águas de março, de Tom Jobim, ela aparece quase casualmente: “é pau, é pedra, é o fim do caminho”. No meio de tantas coisas simples: tocos, restos, pedaços do cotidiano. A pedra está ali, como parte natural da paisagem da vida.


    Mas a pedra também ganhou lugar definitivo na poesia de Carlos Drummond de Andrade. No poema No meio do caminho, ela interrompe a passagem e insiste na memória. Drummond repete sua presença tantas vezes que aquela pedra deixa de ser apenas um objeto. Ela se transforma no próprio símbolo do obstáculo inevitável.


    Antes mesmo da poesia moderna, os mitos já falavam de pedras. A mais famosa talvez seja a de Sísifo, condenado a empurrar eternamente uma rocha montanha acima, apenas para vê-la rolar de volta. Uma imagem antiga que lembra o esforço humano de todos os dias: trabalhar, recomeçar, tentar outra vez.


    Mas há também outra pedra, menos pesada e mais sonhada: a lendária Pedra Filosofal, buscada pelos alquimistas como capaz de transformar metais comuns em ouro. Uma pedra que representa a esperança de transformação, a possibilidade de que aquilo que parece simples ou bruto esconda algo precioso.


    Entre tantas pedras, a do caminho, a do esforço, a da transformação, aparece ainda a sabedoria tranquila do povo: água mole em pedra dura tanto bate até que fura.


    Talvez seja essa a verdadeira constelação de pedras da existência. Algumas nos fazem tropeçar. Outras exigem esforço diário. Outras ainda prometem mudança.


    E então chegam as águas de março. Elas correm sobre todas as pedras. Passam por cima, contornam, insistem. Não derrubam tudo de uma vez, mas lembram que o tempo também trabalha devagar.


    Talvez viver seja isso: caminhar entre pedras e águas. E aprender, pouco a pouco, que até as pedras mais antigas acabam fazendo parte do caminho.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

A separação silábica permite identificar a quantidade de sílabas de uma palavra e classificá-la quanto ao número de sílabas. No trecho “ela interrompe a passagem e insiste na memória”, a palavra destacada apresenta separação silábica e classificação corretas em: 
Alternativas
Q4054129 Português
Constelação de pedras

    Às vezes a vida parece desenhar símbolos repetidos. Quem olha com atenção percebe que certas imagens atravessam a poesia, a música, os mitos e até os ditados populares. Uma dessas imagens é a pedra.


    Na canção Águas de março, de Tom Jobim, ela aparece quase casualmente: “é pau, é pedra, é o fim do caminho”. No meio de tantas coisas simples: tocos, restos, pedaços do cotidiano. A pedra está ali, como parte natural da paisagem da vida.


    Mas a pedra também ganhou lugar definitivo na poesia de Carlos Drummond de Andrade. No poema No meio do caminho, ela interrompe a passagem e insiste na memória. Drummond repete sua presença tantas vezes que aquela pedra deixa de ser apenas um objeto. Ela se transforma no próprio símbolo do obstáculo inevitável.


    Antes mesmo da poesia moderna, os mitos já falavam de pedras. A mais famosa talvez seja a de Sísifo, condenado a empurrar eternamente uma rocha montanha acima, apenas para vê-la rolar de volta. Uma imagem antiga que lembra o esforço humano de todos os dias: trabalhar, recomeçar, tentar outra vez.


    Mas há também outra pedra, menos pesada e mais sonhada: a lendária Pedra Filosofal, buscada pelos alquimistas como capaz de transformar metais comuns em ouro. Uma pedra que representa a esperança de transformação, a possibilidade de que aquilo que parece simples ou bruto esconda algo precioso.


    Entre tantas pedras, a do caminho, a do esforço, a da transformação, aparece ainda a sabedoria tranquila do povo: água mole em pedra dura tanto bate até que fura.


    Talvez seja essa a verdadeira constelação de pedras da existência. Algumas nos fazem tropeçar. Outras exigem esforço diário. Outras ainda prometem mudança.


    E então chegam as águas de março. Elas correm sobre todas as pedras. Passam por cima, contornam, insistem. Não derrubam tudo de uma vez, mas lembram que o tempo também trabalha devagar.


    Talvez viver seja isso: caminhar entre pedras e águas. E aprender, pouco a pouco, que até as pedras mais antigas acabam fazendo parte do caminho.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

No texto, a expressão “constelação de pedras” organiza, de modo figurado, a reunião de diferentes sentidos atribuídos à pedra ao longo da vida e da cultura. Nesse contexto, essa expressão sugere: 
Alternativas
Q4054128 Português
Constelação de pedras

    Às vezes a vida parece desenhar símbolos repetidos. Quem olha com atenção percebe que certas imagens atravessam a poesia, a música, os mitos e até os ditados populares. Uma dessas imagens é a pedra.


    Na canção Águas de março, de Tom Jobim, ela aparece quase casualmente: “é pau, é pedra, é o fim do caminho”. No meio de tantas coisas simples: tocos, restos, pedaços do cotidiano. A pedra está ali, como parte natural da paisagem da vida.


    Mas a pedra também ganhou lugar definitivo na poesia de Carlos Drummond de Andrade. No poema No meio do caminho, ela interrompe a passagem e insiste na memória. Drummond repete sua presença tantas vezes que aquela pedra deixa de ser apenas um objeto. Ela se transforma no próprio símbolo do obstáculo inevitável.


    Antes mesmo da poesia moderna, os mitos já falavam de pedras. A mais famosa talvez seja a de Sísifo, condenado a empurrar eternamente uma rocha montanha acima, apenas para vê-la rolar de volta. Uma imagem antiga que lembra o esforço humano de todos os dias: trabalhar, recomeçar, tentar outra vez.


    Mas há também outra pedra, menos pesada e mais sonhada: a lendária Pedra Filosofal, buscada pelos alquimistas como capaz de transformar metais comuns em ouro. Uma pedra que representa a esperança de transformação, a possibilidade de que aquilo que parece simples ou bruto esconda algo precioso.


    Entre tantas pedras, a do caminho, a do esforço, a da transformação, aparece ainda a sabedoria tranquila do povo: água mole em pedra dura tanto bate até que fura.


    Talvez seja essa a verdadeira constelação de pedras da existência. Algumas nos fazem tropeçar. Outras exigem esforço diário. Outras ainda prometem mudança.


    E então chegam as águas de março. Elas correm sobre todas as pedras. Passam por cima, contornam, insistem. Não derrubam tudo de uma vez, mas lembram que o tempo também trabalha devagar.


    Talvez viver seja isso: caminhar entre pedras e águas. E aprender, pouco a pouco, que até as pedras mais antigas acabam fazendo parte do caminho.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

Com base na leitura do texto, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q4054127 Português
Constelação de pedras

    Às vezes a vida parece desenhar símbolos repetidos. Quem olha com atenção percebe que certas imagens atravessam a poesia, a música, os mitos e até os ditados populares. Uma dessas imagens é a pedra.


    Na canção Águas de março, de Tom Jobim, ela aparece quase casualmente: “é pau, é pedra, é o fim do caminho”. No meio de tantas coisas simples: tocos, restos, pedaços do cotidiano. A pedra está ali, como parte natural da paisagem da vida.


    Mas a pedra também ganhou lugar definitivo na poesia de Carlos Drummond de Andrade. No poema No meio do caminho, ela interrompe a passagem e insiste na memória. Drummond repete sua presença tantas vezes que aquela pedra deixa de ser apenas um objeto. Ela se transforma no próprio símbolo do obstáculo inevitável.


    Antes mesmo da poesia moderna, os mitos já falavam de pedras. A mais famosa talvez seja a de Sísifo, condenado a empurrar eternamente uma rocha montanha acima, apenas para vê-la rolar de volta. Uma imagem antiga que lembra o esforço humano de todos os dias: trabalhar, recomeçar, tentar outra vez.


    Mas há também outra pedra, menos pesada e mais sonhada: a lendária Pedra Filosofal, buscada pelos alquimistas como capaz de transformar metais comuns em ouro. Uma pedra que representa a esperança de transformação, a possibilidade de que aquilo que parece simples ou bruto esconda algo precioso.


    Entre tantas pedras, a do caminho, a do esforço, a da transformação, aparece ainda a sabedoria tranquila do povo: água mole em pedra dura tanto bate até que fura.


    Talvez seja essa a verdadeira constelação de pedras da existência. Algumas nos fazem tropeçar. Outras exigem esforço diário. Outras ainda prometem mudança.


    E então chegam as águas de março. Elas correm sobre todas as pedras. Passam por cima, contornam, insistem. Não derrubam tudo de uma vez, mas lembram que o tempo também trabalha devagar.


    Talvez viver seja isso: caminhar entre pedras e águas. E aprender, pouco a pouco, que até as pedras mais antigas acabam fazendo parte do caminho.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

No texto, a recorrência da imagem da pedra em diferentes manifestações culturais é usada para mostrar que: 
Alternativas
Q4045318 Engenharia Hidráulica
Em uma rede de distribuição de água, o dimensionamento hidráulico deve considerar vazões de projeto, perdas de carga, diâmetros e pressões disponíveis nos nós. Para redes com circuitos fechados, um método clássico de cálculo iterativo utilizado na análise hidráulica é o método de: 
Alternativas
Q4045317 Engenharia Hidráulica
No projeto de uma rede de distribuição de água, o traçado deve favorecer a regularidade do abastecimento e a operação do sistema. Nesse contexto, quando tecnicamente viável, a rede malhada apresenta como vantagem: 
Alternativas
Q4045316 Engenharia Hidráulica
Em um sistema de abastecimento de água, a implantação de um reservatório deve considerar sua função hidráulica, sua localização e a demanda da população atendida. Nesse contexto, o reservatório de distribuição é dimensionado principalmente para: 
Alternativas
Q4045315 Engenharia Ambiental e Sanitária
Em relação ao dimensionamento e à composição do tratamento em função da qualidade da água bruta, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4045314 Engenharia Ambiental e Sanitária
Em uma ETA, após a aplicação do coagulante, observou-se formação deficiente de flocos, com baixa eficiência na decantação. Antes de alterar estruturalmente a unidade, a medida técnica mais adequada consiste em: 
Alternativas
Q4045313 Engenharia Ambiental e Sanitária
Em uma Estação de Tratamento de Água, a sequência convencional de tratamento deve ser compatível com a remoção progressiva de impurezas. Considerando a organização usual das unidades, assinale a alternativa que apresenta a ordem adequada. 
Alternativas
Q4045312 Engenharia Ambiental e Sanitária
Em uma ETA convencional, a água bruta apresenta elevada turbidez após período de chuvas, com presença expressiva de partículas coloidais. Para favorecer a remoção dessas partículas nas etapas seguintes, a aplicação de coagulante deve ocorrer, prioritariamente, na unidade de:
Alternativas
Q4045311 Engenharia Civil
Em um sistema de abastecimento de água, a adutora responsável por transportar água da captação até a estação de tratamento, sem realizar distribuição direta aos consumidores ao longo do percurso, é classificada como: 
Alternativas
Q4045310 Engenharia Ambiental e Sanitária
Durante a análise de alternativas para abastecimento público, uma equipe compara captação superficial em rio e captação subterrânea por poço. Considerando recursos hídricos, proteção do manancial e operação do sistema, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4045309 Engenharia Hidráulica
Em sistemas de abastecimento que utilizam barragem para regularização de vazões, a segurança e a operação adequada do reservatório dependem da correta compreensão de seus componentes. Nesse contexto, o extravasor tem como finalidade principal:
Alternativas
Q4045308 Engenharia Ambiental e Sanitária
Em relação à captação subterrânea por poços tubulares profundos, analise as assertivas a seguir.
I. A proteção sanitária do poço deve considerar selo sanitário, afastamento de fontes potenciais de contaminação e vedação adequada da boca do poço.
II. A vazão de exploração deve ser definida sem ensaio de bombeamento, pois a profundidade do poço é suficiente para indicar sua capacidade produtiva.
III. A instalação de bomba submersa deve considerar vazão requerida, altura manométrica total, nível dinâmico e perdas de carga do sistema.
Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4045307 Engenharia Ambiental e Sanitária
Em um projeto de abastecimento de água para município de pequeno porte, a equipe técnica avalia a implantação de uma captação superficial em curso d’água sujeito a variações sazonais de vazão e aumento de turbidez no período chuvoso. Para reduzir riscos operacionais e preservar a regularidade do abastecimento, a solução de captação deve prever:
Alternativas
Respostas
561: A
562: B
563: C
564: C
565: A
566: B
567: C
568: A
569: B
570: D
571: A
572: C
573: C
574: B
575: B
576: A
577: D
578: D
579: C
580: A