Foram encontradas 995 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3694051 Matemática
O texto abaixo refere-se a questão. 


“Uma loja de Santo Antônio de Pádua começou a seguinte liquidação: qualquer blusa custava x reais e qualquer boné, y reais. Para aproveitar a oportunidade, Gustavo comprou 3 blusas e 2 bonés. Seu amigo Miguel também foi a essa loja e comprou 2 blusas e 5 bonés. ”
O polinômio que representa a quantia que Gustavo pagou, em reais, é o polinômio: 
Alternativas
Q3694050 Matemática
Considere que em uma urna há 6 bolas idênticas, numeradas de 1 a 6. A probabilidade de se retirar, ao acaso, uma bola com um número ímpar é de: 
Alternativas
Q3694049 Matemática
A função quadrática f(x) = x2 + 4x + 2k não possui zeros reais se, e somente se: 
Alternativas
Q3694048 Matemática
Uma praça circular possui diâmetro medindo 40 metros. Se uma pessoa der uma volta completa ao redor dessa praça, ao todo ela percorrerá, aproximadamente:  
Alternativas
Q3694047 Matemática
Júlia e Joana são irmãs. A soma de suas idades é 72 anos. Sabe-se ainda que a idade de Júlia mais a metade da idade de Joana é igual a 56 anos. Dessa maneira, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3694046 Português
Em qual das opções o vocábulo destacado NÃO deveria estar acentuado conforme as regras de acentuação gráfica atuais? 
Alternativas
Q3694045 Português
As palavras que, na nossa língua, modificam os substantivos, atribuindo-lhes características, são chamadas adjetivos. Assinale, entre os segmentos retirados do texto, aquele cuja palavra em destaque deve ser considerada adjetivo.
Alternativas
Q3694044 Português
Indique a opção em que o “há” ou “a” destacados NÃO foram usados segundo a norma-padrão da língua. 
Alternativas
Q3694043 Português
Mila

CARLOS HEITOR CONY


         Era pouco maior do que minha mão: por isso eu precisei das duas para segurá-la, 13 anos atrás. E, como eu não tinha muito jeito, encostei-a ao peito para que ela não caísse, simples apoio nessa primeira vez. Gostei desse calor e acredito que ela também. Dias depois, quando abriu os olhinhos, olhou me fundamente: escolheu-me para dono. Pior: me aceitou.

       Foram 13 anos de chamego e encanto. Dormimos muitas noites juntos, a patinha dela em cima do meu ombro. Tinha medo de vento. O que fazer contra o vento? Amá-la – foi a resposta e também acredito que ela entendeu isso. Formamos, ela e eu, uma dupla dinâmica contra as ciladas que se armam. E também contra aqueles que não aceitam os que se amam. Quando meu pai morreu, ela se chegou, solidária, encostou sua cabeça em meus joelhos, não exigiu a minha festa, não queria disputar espaço, ser maior do que a minha tristeza.

         Tendo-a ao meu lado, eu perdi o medo do mundo e do vento. E ela teve uma ninhada de nove filhotes, escolhi uma de suas filhinhas e nossa dupla ficou mais dupla porque passamos a ser três. E passeávamos pela Lagoa, com a idade ela adquiriu “fumos fidalgos", como o Dom Casmurro, de Machado de Assis. Era uma lady, uma rainha de Sabá numa liteira inundada de sol e transportada por súditos imaginários.

         No sábado, olhando-me nos olhos, com seus olhinhos cor de mel, bonita como nunca, mais que amada de todas, deixou que eu a beijasse chorando. Talvez ela tenha compreendido. Bem maior do que minha mão, bem maior do que o meu peito, levei-a até o fim.

         Eu me considerava um profissional decente. Até semana passada, houvesse o que houvesse, procurava cumprir o dever dentro de minhas limitações. Não foi possível chegar ao gabinete onde, quietinha, deitada a meus pés, esperava que eu acabasse a crônica para ficar com ela.

       Até o último momento, olhou para mim, me escolhendo e me aceitando. Levei-a, em meus braços, apoiada em meu peito. Apertei-a com força, sabendo que ela seria maior do que a saudade. 


Disponível em: 
https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1995/6/04/opiniao/5.html 
Acesso em: 05/07/23
“Até semana passada, houvesse o que houvesse, procurava cumprir o dever dentro de minhas limitações.”
A forma verbal em destaque (houvesse) na frase retirada do quinto parágrafo do texto: 
Alternativas
Q3694042 Português
Mila

CARLOS HEITOR CONY


         Era pouco maior do que minha mão: por isso eu precisei das duas para segurá-la, 13 anos atrás. E, como eu não tinha muito jeito, encostei-a ao peito para que ela não caísse, simples apoio nessa primeira vez. Gostei desse calor e acredito que ela também. Dias depois, quando abriu os olhinhos, olhou me fundamente: escolheu-me para dono. Pior: me aceitou.

       Foram 13 anos de chamego e encanto. Dormimos muitas noites juntos, a patinha dela em cima do meu ombro. Tinha medo de vento. O que fazer contra o vento? Amá-la – foi a resposta e também acredito que ela entendeu isso. Formamos, ela e eu, uma dupla dinâmica contra as ciladas que se armam. E também contra aqueles que não aceitam os que se amam. Quando meu pai morreu, ela se chegou, solidária, encostou sua cabeça em meus joelhos, não exigiu a minha festa, não queria disputar espaço, ser maior do que a minha tristeza.

         Tendo-a ao meu lado, eu perdi o medo do mundo e do vento. E ela teve uma ninhada de nove filhotes, escolhi uma de suas filhinhas e nossa dupla ficou mais dupla porque passamos a ser três. E passeávamos pela Lagoa, com a idade ela adquiriu “fumos fidalgos", como o Dom Casmurro, de Machado de Assis. Era uma lady, uma rainha de Sabá numa liteira inundada de sol e transportada por súditos imaginários.

         No sábado, olhando-me nos olhos, com seus olhinhos cor de mel, bonita como nunca, mais que amada de todas, deixou que eu a beijasse chorando. Talvez ela tenha compreendido. Bem maior do que minha mão, bem maior do que o meu peito, levei-a até o fim.

         Eu me considerava um profissional decente. Até semana passada, houvesse o que houvesse, procurava cumprir o dever dentro de minhas limitações. Não foi possível chegar ao gabinete onde, quietinha, deitada a meus pés, esperava que eu acabasse a crônica para ficar com ela.

       Até o último momento, olhou para mim, me escolhendo e me aceitando. Levei-a, em meus braços, apoiada em meu peito. Apertei-a com força, sabendo que ela seria maior do que a saudade. 


Disponível em: 
https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1995/6/04/opiniao/5.html 
Acesso em: 05/07/23
De acordo com a norma-padrão da língua, qual dos segmentos de frases abaixo apresenta DESVIO com relação à concordância verbal?
Alternativas
Q3694041 Português
Mila

CARLOS HEITOR CONY


         Era pouco maior do que minha mão: por isso eu precisei das duas para segurá-la, 13 anos atrás. E, como eu não tinha muito jeito, encostei-a ao peito para que ela não caísse, simples apoio nessa primeira vez. Gostei desse calor e acredito que ela também. Dias depois, quando abriu os olhinhos, olhou me fundamente: escolheu-me para dono. Pior: me aceitou.

       Foram 13 anos de chamego e encanto. Dormimos muitas noites juntos, a patinha dela em cima do meu ombro. Tinha medo de vento. O que fazer contra o vento? Amá-la – foi a resposta e também acredito que ela entendeu isso. Formamos, ela e eu, uma dupla dinâmica contra as ciladas que se armam. E também contra aqueles que não aceitam os que se amam. Quando meu pai morreu, ela se chegou, solidária, encostou sua cabeça em meus joelhos, não exigiu a minha festa, não queria disputar espaço, ser maior do que a minha tristeza.

         Tendo-a ao meu lado, eu perdi o medo do mundo e do vento. E ela teve uma ninhada de nove filhotes, escolhi uma de suas filhinhas e nossa dupla ficou mais dupla porque passamos a ser três. E passeávamos pela Lagoa, com a idade ela adquiriu “fumos fidalgos", como o Dom Casmurro, de Machado de Assis. Era uma lady, uma rainha de Sabá numa liteira inundada de sol e transportada por súditos imaginários.

         No sábado, olhando-me nos olhos, com seus olhinhos cor de mel, bonita como nunca, mais que amada de todas, deixou que eu a beijasse chorando. Talvez ela tenha compreendido. Bem maior do que minha mão, bem maior do que o meu peito, levei-a até o fim.

         Eu me considerava um profissional decente. Até semana passada, houvesse o que houvesse, procurava cumprir o dever dentro de minhas limitações. Não foi possível chegar ao gabinete onde, quietinha, deitada a meus pés, esperava que eu acabasse a crônica para ficar com ela.

       Até o último momento, olhou para mim, me escolhendo e me aceitando. Levei-a, em meus braços, apoiada em meu peito. Apertei-a com força, sabendo que ela seria maior do que a saudade. 


Disponível em: 
https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1995/6/04/opiniao/5.html 
Acesso em: 05/07/23
Em qual das seguintes palavras retiradas do texto o dígrafo sublinhado deve ficar em sílabas diferentes na separação silábica? 
Alternativas
Q3694040 Português
Mila

CARLOS HEITOR CONY


         Era pouco maior do que minha mão: por isso eu precisei das duas para segurá-la, 13 anos atrás. E, como eu não tinha muito jeito, encostei-a ao peito para que ela não caísse, simples apoio nessa primeira vez. Gostei desse calor e acredito que ela também. Dias depois, quando abriu os olhinhos, olhou me fundamente: escolheu-me para dono. Pior: me aceitou.

       Foram 13 anos de chamego e encanto. Dormimos muitas noites juntos, a patinha dela em cima do meu ombro. Tinha medo de vento. O que fazer contra o vento? Amá-la – foi a resposta e também acredito que ela entendeu isso. Formamos, ela e eu, uma dupla dinâmica contra as ciladas que se armam. E também contra aqueles que não aceitam os que se amam. Quando meu pai morreu, ela se chegou, solidária, encostou sua cabeça em meus joelhos, não exigiu a minha festa, não queria disputar espaço, ser maior do que a minha tristeza.

         Tendo-a ao meu lado, eu perdi o medo do mundo e do vento. E ela teve uma ninhada de nove filhotes, escolhi uma de suas filhinhas e nossa dupla ficou mais dupla porque passamos a ser três. E passeávamos pela Lagoa, com a idade ela adquiriu “fumos fidalgos", como o Dom Casmurro, de Machado de Assis. Era uma lady, uma rainha de Sabá numa liteira inundada de sol e transportada por súditos imaginários.

         No sábado, olhando-me nos olhos, com seus olhinhos cor de mel, bonita como nunca, mais que amada de todas, deixou que eu a beijasse chorando. Talvez ela tenha compreendido. Bem maior do que minha mão, bem maior do que o meu peito, levei-a até o fim.

         Eu me considerava um profissional decente. Até semana passada, houvesse o que houvesse, procurava cumprir o dever dentro de minhas limitações. Não foi possível chegar ao gabinete onde, quietinha, deitada a meus pés, esperava que eu acabasse a crônica para ficar com ela.

       Até o último momento, olhou para mim, me escolhendo e me aceitando. Levei-a, em meus braços, apoiada em meu peito. Apertei-a com força, sabendo que ela seria maior do que a saudade. 


Disponível em: 
https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1995/6/04/opiniao/5.html 
Acesso em: 05/07/23
Conforme a norma-padrão da língua portuguesa, de acordo com alguns princípios, os pronomes pessoais oblíquos átonos podem ser colocados antes, depois ou no meio do verbo a que se ligam, como por exemplo:

“encostei-a ao peito” (1º parágrafo)
“deixou que eu a beijasse chorando” (4º parágrafo)
Beijar-lhe-ia chorando, se ela deixasse.

Assinale a opção que apresenta INADEQUAÇÃO quanto à colocação do pronome em destaque. 
Alternativas
Q3694039 Português
Mila

CARLOS HEITOR CONY


         Era pouco maior do que minha mão: por isso eu precisei das duas para segurá-la, 13 anos atrás. E, como eu não tinha muito jeito, encostei-a ao peito para que ela não caísse, simples apoio nessa primeira vez. Gostei desse calor e acredito que ela também. Dias depois, quando abriu os olhinhos, olhou me fundamente: escolheu-me para dono. Pior: me aceitou.

       Foram 13 anos de chamego e encanto. Dormimos muitas noites juntos, a patinha dela em cima do meu ombro. Tinha medo de vento. O que fazer contra o vento? Amá-la – foi a resposta e também acredito que ela entendeu isso. Formamos, ela e eu, uma dupla dinâmica contra as ciladas que se armam. E também contra aqueles que não aceitam os que se amam. Quando meu pai morreu, ela se chegou, solidária, encostou sua cabeça em meus joelhos, não exigiu a minha festa, não queria disputar espaço, ser maior do que a minha tristeza.

         Tendo-a ao meu lado, eu perdi o medo do mundo e do vento. E ela teve uma ninhada de nove filhotes, escolhi uma de suas filhinhas e nossa dupla ficou mais dupla porque passamos a ser três. E passeávamos pela Lagoa, com a idade ela adquiriu “fumos fidalgos", como o Dom Casmurro, de Machado de Assis. Era uma lady, uma rainha de Sabá numa liteira inundada de sol e transportada por súditos imaginários.

         No sábado, olhando-me nos olhos, com seus olhinhos cor de mel, bonita como nunca, mais que amada de todas, deixou que eu a beijasse chorando. Talvez ela tenha compreendido. Bem maior do que minha mão, bem maior do que o meu peito, levei-a até o fim.

         Eu me considerava um profissional decente. Até semana passada, houvesse o que houvesse, procurava cumprir o dever dentro de minhas limitações. Não foi possível chegar ao gabinete onde, quietinha, deitada a meus pés, esperava que eu acabasse a crônica para ficar com ela.

       Até o último momento, olhou para mim, me escolhendo e me aceitando. Levei-a, em meus braços, apoiada em meu peito. Apertei-a com força, sabendo que ela seria maior do que a saudade. 


Disponível em: 
https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1995/6/04/opiniao/5.html 
Acesso em: 05/07/23
Quanto à sua profissão, só é possível afirmar, com base no texto, que o narrador é: 
Alternativas
Q3694038 Português
Mila

CARLOS HEITOR CONY


         Era pouco maior do que minha mão: por isso eu precisei das duas para segurá-la, 13 anos atrás. E, como eu não tinha muito jeito, encostei-a ao peito para que ela não caísse, simples apoio nessa primeira vez. Gostei desse calor e acredito que ela também. Dias depois, quando abriu os olhinhos, olhou me fundamente: escolheu-me para dono. Pior: me aceitou.

       Foram 13 anos de chamego e encanto. Dormimos muitas noites juntos, a patinha dela em cima do meu ombro. Tinha medo de vento. O que fazer contra o vento? Amá-la – foi a resposta e também acredito que ela entendeu isso. Formamos, ela e eu, uma dupla dinâmica contra as ciladas que se armam. E também contra aqueles que não aceitam os que se amam. Quando meu pai morreu, ela se chegou, solidária, encostou sua cabeça em meus joelhos, não exigiu a minha festa, não queria disputar espaço, ser maior do que a minha tristeza.

         Tendo-a ao meu lado, eu perdi o medo do mundo e do vento. E ela teve uma ninhada de nove filhotes, escolhi uma de suas filhinhas e nossa dupla ficou mais dupla porque passamos a ser três. E passeávamos pela Lagoa, com a idade ela adquiriu “fumos fidalgos", como o Dom Casmurro, de Machado de Assis. Era uma lady, uma rainha de Sabá numa liteira inundada de sol e transportada por súditos imaginários.

         No sábado, olhando-me nos olhos, com seus olhinhos cor de mel, bonita como nunca, mais que amada de todas, deixou que eu a beijasse chorando. Talvez ela tenha compreendido. Bem maior do que minha mão, bem maior do que o meu peito, levei-a até o fim.

         Eu me considerava um profissional decente. Até semana passada, houvesse o que houvesse, procurava cumprir o dever dentro de minhas limitações. Não foi possível chegar ao gabinete onde, quietinha, deitada a meus pés, esperava que eu acabasse a crônica para ficar com ela.

       Até o último momento, olhou para mim, me escolhendo e me aceitando. Levei-a, em meus braços, apoiada em meu peito. Apertei-a com força, sabendo que ela seria maior do que a saudade. 


Disponível em: 
https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1995/6/04/opiniao/5.html 
Acesso em: 05/07/23
“abriu os olhinhos” (1º parágrafo)
“a patinha dela” (2º parágrafo)
“uma de suas filhinhas” (3º parágrafo)
“olhinhos cor de mel” (4º parágrafo)
“quietinha” (5º parágrafo)

Nos trechos retirados do texto, o grau diminutivo dos substantivos e adjetivo acrescenta uma ideia de: 
Alternativas
Q3694037 Português
Mila

CARLOS HEITOR CONY


         Era pouco maior do que minha mão: por isso eu precisei das duas para segurá-la, 13 anos atrás. E, como eu não tinha muito jeito, encostei-a ao peito para que ela não caísse, simples apoio nessa primeira vez. Gostei desse calor e acredito que ela também. Dias depois, quando abriu os olhinhos, olhou me fundamente: escolheu-me para dono. Pior: me aceitou.

       Foram 13 anos de chamego e encanto. Dormimos muitas noites juntos, a patinha dela em cima do meu ombro. Tinha medo de vento. O que fazer contra o vento? Amá-la – foi a resposta e também acredito que ela entendeu isso. Formamos, ela e eu, uma dupla dinâmica contra as ciladas que se armam. E também contra aqueles que não aceitam os que se amam. Quando meu pai morreu, ela se chegou, solidária, encostou sua cabeça em meus joelhos, não exigiu a minha festa, não queria disputar espaço, ser maior do que a minha tristeza.

         Tendo-a ao meu lado, eu perdi o medo do mundo e do vento. E ela teve uma ninhada de nove filhotes, escolhi uma de suas filhinhas e nossa dupla ficou mais dupla porque passamos a ser três. E passeávamos pela Lagoa, com a idade ela adquiriu “fumos fidalgos", como o Dom Casmurro, de Machado de Assis. Era uma lady, uma rainha de Sabá numa liteira inundada de sol e transportada por súditos imaginários.

         No sábado, olhando-me nos olhos, com seus olhinhos cor de mel, bonita como nunca, mais que amada de todas, deixou que eu a beijasse chorando. Talvez ela tenha compreendido. Bem maior do que minha mão, bem maior do que o meu peito, levei-a até o fim.

         Eu me considerava um profissional decente. Até semana passada, houvesse o que houvesse, procurava cumprir o dever dentro de minhas limitações. Não foi possível chegar ao gabinete onde, quietinha, deitada a meus pés, esperava que eu acabasse a crônica para ficar com ela.

       Até o último momento, olhou para mim, me escolhendo e me aceitando. Levei-a, em meus braços, apoiada em meu peito. Apertei-a com força, sabendo que ela seria maior do que a saudade. 


Disponível em: 
https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1995/6/04/opiniao/5.html 
Acesso em: 05/07/23
Após leitura atenta do texto, NÃO é possível inferir que Mila:
Alternativas
Q2462561 Legislação de Trânsito

Analise a imagem abaixo.



Imagem associada para resolução da questão




A placa acima indica:

Alternativas
Q2462560 Legislação de Trânsito
Analise a imagem abaixo.



Imagem associada para resolução da questão


A placa acima indica:
Alternativas
Q2462559 Legislação de Trânsito
A respeito dos sinais sonoros dos agentes de trânsito, podemos afirmar que um silvo breve de apito indica ao condutor: 
Alternativas
Q2462558 Legislação de Trânsito

Analise a imagem abaixo.




Imagem associada para resolução da questão



A placa acima indica: 

Alternativas
Q2462557 Mecânica de Autos
Assinale a opção CORRETA a respeito do pistão.
Alternativas
Respostas
801: D
802: A
803: C
804: C
805: B
806: D
807: C
808: A
809: B
810: D
811: B
812: A
813: A
814: C
815: D
816: D
817: D
818: C
819: A
820: A