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I – Cuidar e educar constituem dimensões integradas do trabalho na Educação Infantil e ocorrem nas interações e nas rotinas.
II – A prática de cuidado cotidiano se organiza como ação pedagógica, articulada ao planejamento pedagógico e, quando houver, ao Plano Educacional Individualizado (PEI).
III – O cuidador atua em parceria com o professor, apoiando alimentação, higiene e locomoção, mediando participação e autonomia nos momentos coletivos.
IV – O planejamento pedagógico é responsabilidade do professor, cabendo ao cuidador contribuir com observações e registros sobre as respostas do aluno.
V – O cuidar se limita a atender necessidades fisiológicas, desvinculado do currículo e dos direitos de aprendizagem.
Estão corretas as afirmativas:
Leia o texto abaixo e responda à questão.
Desapegar (também) é preciso.
Gustavo Tamagno Martins
Minha caixa de e-mails lotou. E nem foi por descuido, porque fico de olho diariamente. Foi por apego mesmo. Não apago (ou apagava) nem os que já havia lido e respondido. Sempre pensei que, uma hora ou outra, iria precisar de todas aquelas mensagens eletrônicas, mesmo que a grande maioria fossem meras propagandas de empresas e sites que nem lembro de ter assinado para receber. “Uma hora vou precisar”. Vai na mesma linha do que colocar na mala quando preciso viajar. Tudo parece útil e essencial, até mesmo aquilo que nunca usei na minha vida. Mas nem tudo é.
Há alguns dias precisei acompanhar a palestra promovida por um cliente. O título não poderia ser outro: “descarte o que não soma… e seja feliz!”. Dias depois fui procurar um filme para assistir na plataforma de streaming. O objetivo era relaxar, uma das formas que encontro para me desligar do mundo. O título que apareceu em destaque e como sugestão para mim não foi nada relax: “Desapega!”. Tá bom, já entendi o recado!
Temos a mania de carregar tudo conosco. Até mesmo o que não nos leva para frente. Insistimos em guardar coisas que já não serão usadas ou que não nos dizem mais a respeito, por simples medo de dizer adeus. Peças de roupa ficam mofando no guarda-roupas enquanto outras pessoas poderiam estar usando. E logicamente isso não serve apenas para roupas e objetos. Empregos, relacionamentos, amizades e sentimentos. Quanta coisa acumulamos (principalmente aqui dentro do peito) sem necessidade? Ops, precisamos fazer uma faxina de vez em quando e eliminar toda aquela tralha que deixa a nossa vida mais pesada.
Quando descartamos o que não faz mais sentido carregarmos conosco, abrimos espaço para novas oportunidades e experiências diferentes. É necessário deixar partir e abrir mão de muita coisa para a vida fluir e a nossa jornada se tornar mais leve. Quando soltamos o que nos prende, ficamos mais livres. Lembra a sensação de assoprar uma flor dente-de-leão? Se o botão se apegasse e quisesse ficar preso, ele não se tornaria flor. Desapegar (também) é preciso.
Leia o texto abaixo e responda à questão.
Desapegar (também) é preciso.
Gustavo Tamagno Martins
Minha caixa de e-mails lotou. E nem foi por descuido, porque fico de olho diariamente. Foi por apego mesmo. Não apago (ou apagava) nem os que já havia lido e respondido. Sempre pensei que, uma hora ou outra, iria precisar de todas aquelas mensagens eletrônicas, mesmo que a grande maioria fossem meras propagandas de empresas e sites que nem lembro de ter assinado para receber. “Uma hora vou precisar”. Vai na mesma linha do que colocar na mala quando preciso viajar. Tudo parece útil e essencial, até mesmo aquilo que nunca usei na minha vida. Mas nem tudo é.
Há alguns dias precisei acompanhar a palestra promovida por um cliente. O título não poderia ser outro: “descarte o que não soma… e seja feliz!”. Dias depois fui procurar um filme para assistir na plataforma de streaming. O objetivo era relaxar, uma das formas que encontro para me desligar do mundo. O título que apareceu em destaque e como sugestão para mim não foi nada relax: “Desapega!”. Tá bom, já entendi o recado!
Temos a mania de carregar tudo conosco. Até mesmo o que não nos leva para frente. Insistimos em guardar coisas que já não serão usadas ou que não nos dizem mais a respeito, por simples medo de dizer adeus. Peças de roupa ficam mofando no guarda-roupas enquanto outras pessoas poderiam estar usando. E logicamente isso não serve apenas para roupas e objetos. Empregos, relacionamentos, amizades e sentimentos. Quanta coisa acumulamos (principalmente aqui dentro do peito) sem necessidade? Ops, precisamos fazer uma faxina de vez em quando e eliminar toda aquela tralha que deixa a nossa vida mais pesada.
Quando descartamos o que não faz mais sentido carregarmos conosco, abrimos espaço para novas oportunidades e experiências diferentes. É necessário deixar partir e abrir mão de muita coisa para a vida fluir e a nossa jornada se tornar mais leve. Quando soltamos o que nos prende, ficamos mais livres. Lembra a sensação de assoprar uma flor dente-de-leão? Se o botão se apegasse e quisesse ficar preso, ele não se tornaria flor. Desapegar (também) é preciso.
Leia o texto abaixo e responda à questão.
Desapegar (também) é preciso.
Gustavo Tamagno Martins
Minha caixa de e-mails lotou. E nem foi por descuido, porque fico de olho diariamente. Foi por apego mesmo. Não apago (ou apagava) nem os que já havia lido e respondido. Sempre pensei que, uma hora ou outra, iria precisar de todas aquelas mensagens eletrônicas, mesmo que a grande maioria fossem meras propagandas de empresas e sites que nem lembro de ter assinado para receber. “Uma hora vou precisar”. Vai na mesma linha do que colocar na mala quando preciso viajar. Tudo parece útil e essencial, até mesmo aquilo que nunca usei na minha vida. Mas nem tudo é.
Há alguns dias precisei acompanhar a palestra promovida por um cliente. O título não poderia ser outro: “descarte o que não soma… e seja feliz!”. Dias depois fui procurar um filme para assistir na plataforma de streaming. O objetivo era relaxar, uma das formas que encontro para me desligar do mundo. O título que apareceu em destaque e como sugestão para mim não foi nada relax: “Desapega!”. Tá bom, já entendi o recado!
Temos a mania de carregar tudo conosco. Até mesmo o que não nos leva para frente. Insistimos em guardar coisas que já não serão usadas ou que não nos dizem mais a respeito, por simples medo de dizer adeus. Peças de roupa ficam mofando no guarda-roupas enquanto outras pessoas poderiam estar usando. E logicamente isso não serve apenas para roupas e objetos. Empregos, relacionamentos, amizades e sentimentos. Quanta coisa acumulamos (principalmente aqui dentro do peito) sem necessidade? Ops, precisamos fazer uma faxina de vez em quando e eliminar toda aquela tralha que deixa a nossa vida mais pesada.
Quando descartamos o que não faz mais sentido carregarmos conosco, abrimos espaço para novas oportunidades e experiências diferentes. É necessário deixar partir e abrir mão de muita coisa para a vida fluir e a nossa jornada se tornar mais leve. Quando soltamos o que nos prende, ficamos mais livres. Lembra a sensação de assoprar uma flor dente-de-leão? Se o botão se apegasse e quisesse ficar preso, ele não se tornaria flor. Desapegar (também) é preciso.
Leia o texto abaixo e responda à questão.
Desapegar (também) é preciso.
Gustavo Tamagno Martins
Minha caixa de e-mails lotou. E nem foi por descuido, porque fico de olho diariamente. Foi por apego mesmo. Não apago (ou apagava) nem os que já havia lido e respondido. Sempre pensei que, uma hora ou outra, iria precisar de todas aquelas mensagens eletrônicas, mesmo que a grande maioria fossem meras propagandas de empresas e sites que nem lembro de ter assinado para receber. “Uma hora vou precisar”. Vai na mesma linha do que colocar na mala quando preciso viajar. Tudo parece útil e essencial, até mesmo aquilo que nunca usei na minha vida. Mas nem tudo é.
Há alguns dias precisei acompanhar a palestra promovida por um cliente. O título não poderia ser outro: “descarte o que não soma… e seja feliz!”. Dias depois fui procurar um filme para assistir na plataforma de streaming. O objetivo era relaxar, uma das formas que encontro para me desligar do mundo. O título que apareceu em destaque e como sugestão para mim não foi nada relax: “Desapega!”. Tá bom, já entendi o recado!
Temos a mania de carregar tudo conosco. Até mesmo o que não nos leva para frente. Insistimos em guardar coisas que já não serão usadas ou que não nos dizem mais a respeito, por simples medo de dizer adeus. Peças de roupa ficam mofando no guarda-roupas enquanto outras pessoas poderiam estar usando. E logicamente isso não serve apenas para roupas e objetos. Empregos, relacionamentos, amizades e sentimentos. Quanta coisa acumulamos (principalmente aqui dentro do peito) sem necessidade? Ops, precisamos fazer uma faxina de vez em quando e eliminar toda aquela tralha que deixa a nossa vida mais pesada.
Quando descartamos o que não faz mais sentido carregarmos conosco, abrimos espaço para novas oportunidades e experiências diferentes. É necessário deixar partir e abrir mão de muita coisa para a vida fluir e a nossa jornada se tornar mais leve. Quando soltamos o que nos prende, ficamos mais livres. Lembra a sensação de assoprar uma flor dente-de-leão? Se o botão se apegasse e quisesse ficar preso, ele não se tornaria flor. Desapegar (também) é preciso.
Leia o texto abaixo e responda à questão.
Desapegar (também) é preciso.
Gustavo Tamagno Martins
Minha caixa de e-mails lotou. E nem foi por descuido, porque fico de olho diariamente. Foi por apego mesmo. Não apago (ou apagava) nem os que já havia lido e respondido. Sempre pensei que, uma hora ou outra, iria precisar de todas aquelas mensagens eletrônicas, mesmo que a grande maioria fossem meras propagandas de empresas e sites que nem lembro de ter assinado para receber. “Uma hora vou precisar”. Vai na mesma linha do que colocar na mala quando preciso viajar. Tudo parece útil e essencial, até mesmo aquilo que nunca usei na minha vida. Mas nem tudo é.
Há alguns dias precisei acompanhar a palestra promovida por um cliente. O título não poderia ser outro: “descarte o que não soma… e seja feliz!”. Dias depois fui procurar um filme para assistir na plataforma de streaming. O objetivo era relaxar, uma das formas que encontro para me desligar do mundo. O título que apareceu em destaque e como sugestão para mim não foi nada relax: “Desapega!”. Tá bom, já entendi o recado!
Temos a mania de carregar tudo conosco. Até mesmo o que não nos leva para frente. Insistimos em guardar coisas que já não serão usadas ou que não nos dizem mais a respeito, por simples medo de dizer adeus. Peças de roupa ficam mofando no guarda-roupas enquanto outras pessoas poderiam estar usando. E logicamente isso não serve apenas para roupas e objetos. Empregos, relacionamentos, amizades e sentimentos. Quanta coisa acumulamos (principalmente aqui dentro do peito) sem necessidade? Ops, precisamos fazer uma faxina de vez em quando e eliminar toda aquela tralha que deixa a nossa vida mais pesada.
Quando descartamos o que não faz mais sentido carregarmos conosco, abrimos espaço para novas oportunidades e experiências diferentes. É necessário deixar partir e abrir mão de muita coisa para a vida fluir e a nossa jornada se tornar mais leve. Quando soltamos o que nos prende, ficamos mais livres. Lembra a sensação de assoprar uma flor dente-de-leão? Se o botão se apegasse e quisesse ficar preso, ele não se tornaria flor. Desapegar (também) é preciso.
Leia o texto abaixo e responda à questão.
Desapegar (também) é preciso.
Gustavo Tamagno Martins
Minha caixa de e-mails lotou. E nem foi por descuido, porque fico de olho diariamente. Foi por apego mesmo. Não apago (ou apagava) nem os que já havia lido e respondido. Sempre pensei que, uma hora ou outra, iria precisar de todas aquelas mensagens eletrônicas, mesmo que a grande maioria fossem meras propagandas de empresas e sites que nem lembro de ter assinado para receber. “Uma hora vou precisar”. Vai na mesma linha do que colocar na mala quando preciso viajar. Tudo parece útil e essencial, até mesmo aquilo que nunca usei na minha vida. Mas nem tudo é.
Há alguns dias precisei acompanhar a palestra promovida por um cliente. O título não poderia ser outro: “descarte o que não soma… e seja feliz!”. Dias depois fui procurar um filme para assistir na plataforma de streaming. O objetivo era relaxar, uma das formas que encontro para me desligar do mundo. O título que apareceu em destaque e como sugestão para mim não foi nada relax: “Desapega!”. Tá bom, já entendi o recado!
Temos a mania de carregar tudo conosco. Até mesmo o que não nos leva para frente. Insistimos em guardar coisas que já não serão usadas ou que não nos dizem mais a respeito, por simples medo de dizer adeus. Peças de roupa ficam mofando no guarda-roupas enquanto outras pessoas poderiam estar usando. E logicamente isso não serve apenas para roupas e objetos. Empregos, relacionamentos, amizades e sentimentos. Quanta coisa acumulamos (principalmente aqui dentro do peito) sem necessidade? Ops, precisamos fazer uma faxina de vez em quando e eliminar toda aquela tralha que deixa a nossa vida mais pesada.
Quando descartamos o que não faz mais sentido carregarmos conosco, abrimos espaço para novas oportunidades e experiências diferentes. É necessário deixar partir e abrir mão de muita coisa para a vida fluir e a nossa jornada se tornar mais leve. Quando soltamos o que nos prende, ficamos mais livres. Lembra a sensação de assoprar uma flor dente-de-leão? Se o botão se apegasse e quisesse ficar preso, ele não se tornaria flor. Desapegar (também) é preciso.