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O município de Carneirinho é caracterizado por uma topografia de superfícies planas ligeiramente onduladas, típicas da região do planalto central do Brasil, possui área de mais de 2 mil quilômetros quadrados. Situado no extremo oeste do estado de Minas Gerais, faz divisa com Itajá (GO) a norte; Limeira do Oeste a nordeste; Iturama a leste; Populina, Mesópolis e Santa Albertina a sudeste; Santa Rita d'Oeste e Santa Clara d'Oeste (SP) a sul e Aparecida do Taboado e Paranaíba (MS) a oeste.
Fonte: https://carneirinho.mg.gov.br. Acesso em 15/12/2023.
Analisando a questão da paisagem natural, marque a opção que indica as vegetações naturais típicas do município de Carneirinho:
Leia a crônica abaixo e responda a questão
Belo Horizonte, cidade dividida entre o azul celeste e o preto e branco, onde a paixão pelo futebol transcende rivalidades. De um lado, o Atlético Mineiro, Galo forte e vingador, cuja torcida transforma o Mineirão em um caldeirão fervente de emoções. Do outro, o Cruzeiro, Raposa astuta, que desliza pelo campo com a elegância de quem sabe que a história se constrói a cada toque de bola.
Nas tardes mineiras, quando o clássico se desenha no horizonte, as ruas se enchem de expectativa. É mais do que um jogo; é uma batalha pela supremacia na alma do estado. Os atleticanos entoam seus cânticos, os cruzeirenses respondem com orgulho, e o Mineirão se transforma em um palco onde a rivalidade se torna épica.
Cada lance, cada driblada, é como uma dança entre dois amantes que se conhecem tão bem, mas que nunca deixam de se surpreender. Os heróis surgem, e as tragédias se desenham em campo. O Atlético busca a vitória para provar que é o verdadeiro senhor de Minas, enquanto o Cruzeiro almeja a redenção e a oportunidade de pintar a cidade de azul mais uma vez.
Os clássicos entre Atlético Mineiro e Cruzeiro são mais do que eventos esportivos; são capítulos de uma saga que une e separa corações apaixonados. Na arquibancada, a festa é regada a emoções intensas, gritos de guerra e um amor que ultrapassa a barreira das cores. Belo Horizonte, cidade dividida, mas unida por uma paixão: o futebol que pulsa nos corações alvinegros e celestes, criando uma atmosfera única e eterna no cenário do esporte brasileiro.
Autor: Ricardo Menezes
Leia a crônica abaixo e responda a questão
Belo Horizonte, cidade dividida entre o azul celeste e o preto e branco, onde a paixão pelo futebol transcende rivalidades. De um lado, o Atlético Mineiro, Galo forte e vingador, cuja torcida transforma o Mineirão em um caldeirão fervente de emoções. Do outro, o Cruzeiro, Raposa astuta, que desliza pelo campo com a elegância de quem sabe que a história se constrói a cada toque de bola.
Nas tardes mineiras, quando o clássico se desenha no horizonte, as ruas se enchem de expectativa. É mais do que um jogo; é uma batalha pela supremacia na alma do estado. Os atleticanos entoam seus cânticos, os cruzeirenses respondem com orgulho, e o Mineirão se transforma em um palco onde a rivalidade se torna épica.
Cada lance, cada driblada, é como uma dança entre dois amantes que se conhecem tão bem, mas que nunca deixam de se surpreender. Os heróis surgem, e as tragédias se desenham em campo. O Atlético busca a vitória para provar que é o verdadeiro senhor de Minas, enquanto o Cruzeiro almeja a redenção e a oportunidade de pintar a cidade de azul mais uma vez.
Os clássicos entre Atlético Mineiro e Cruzeiro são mais do que eventos esportivos; são capítulos de uma saga que une e separa corações apaixonados. Na arquibancada, a festa é regada a emoções intensas, gritos de guerra e um amor que ultrapassa a barreira das cores. Belo Horizonte, cidade dividida, mas unida por uma paixão: o futebol que pulsa nos corações alvinegros e celestes, criando uma atmosfera única e eterna no cenário do esporte brasileiro.
Autor: Ricardo Menezes
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Belo Horizonte, cidade dividida entre o azul celeste e o preto e branco, onde a paixão pelo futebol transcende rivalidades. De um lado, o Atlético Mineiro, Galo forte e vingador, cuja torcida transforma o Mineirão em um caldeirão fervente de emoções. Do outro, o Cruzeiro, Raposa astuta, que desliza pelo campo com a elegância de quem sabe que a história se constrói a cada toque de bola.
Nas tardes mineiras, quando o clássico se desenha no horizonte, as ruas se enchem de expectativa. É mais do que um jogo; é uma batalha pela supremacia na alma do estado. Os atleticanos entoam seus cânticos, os cruzeirenses respondem com orgulho, e o Mineirão se transforma em um palco onde a rivalidade se torna épica.
Cada lance, cada driblada, é como uma dança entre dois amantes que se conhecem tão bem, mas que nunca deixam de se surpreender. Os heróis surgem, e as tragédias se desenham em campo. O Atlético busca a vitória para provar que é o verdadeiro senhor de Minas, enquanto o Cruzeiro almeja a redenção e a oportunidade de pintar a cidade de azul mais uma vez.
Os clássicos entre Atlético Mineiro e Cruzeiro são mais do que eventos esportivos; são capítulos de uma saga que une e separa corações apaixonados. Na arquibancada, a festa é regada a emoções intensas, gritos de guerra e um amor que ultrapassa a barreira das cores. Belo Horizonte, cidade dividida, mas unida por uma paixão: o futebol que pulsa nos corações alvinegros e celestes, criando uma atmosfera única e eterna no cenário do esporte brasileiro.
Autor: Ricardo Menezes
Em “Linhas de progresso na terapia psicanalítica”, Freud nos alertou para a necessidade de ampliar a prática da psicanálise para além dos limites dos consultórios, adequando a técnica para lidar com a vasta quantidade de sofrimento neurótico presente no mundo, sem comprometer a precisão e a seriedade que essa prática requer. Diante disso, considerando a adaptação da prática da clínica psicanalítica ao ambiente hospitalar, leia atentamente os itens a seguir:
I – O tratamento psicanalítico é conduzido a partir da associação livre, isso significa que o progresso da análise depende principalmente da maneira como o paciente se relaciona com o terapeuta, não necessariamente do ambiente físico em que ocorre a sessão. Portanto, no contexto hospitalar o setting analítico é construído no âmbito simbólico e não está relacionado a elementos como o divã, horário fixo das sessões e outros aspectos do ambiente clássico e pode ser estabelecido em qualquer lugar onde o psicanalista seja necessário, como o leito do paciente na enfermaria, a unidade de terapia intensiva, a sala de emergência ou mesmo durante uma reunião com a equipe médica.
II – O tempo transcorre no ritmo do subconsciente, muitas vezes restringido pela rotina hospitalar. As sessões psicológicas são breves, geralmente limitadas às entrevistas preliminares, porém seu impacto é significativo e pode gerar interesse em uma análise mais profunda. Frequentemente, o objetivo é aliviar a angústia, não necessariamente eliminá-la, mas sim simbolizá-la através da fala.
III – O psicanalista deve conduzir sua prática com a finalidade de aliviar a ansiedade do paciente, tranquilizálo conforme necessário, persuadi-lo a aderir ao tratamento médico ou facilitar a prática médica de várias maneiras, atuando no objeto desejante do paciente. Assim, o psicólogo será um facilitador do trabalho de elaboração psíquica, que produzirá um efeito de mudança de posição subjetiva, que inclui também o comportamento.
Em "Luto e Melancolia", publicado em 1917, Freud aborda o tema da perda e do sofrimento emocional, tecendo aproximações e distanciamentos entre o processo de luto saudável e a melancolia patológica. Ele descreve como, em alguns casos, a experiência de luto pode se transformar em um estado de melancolia. Nesse sentido, o autor aponta para a complexidade da psique humana, onde os processos emocionais podem se sobrepor e se entrelaçar, desafiando a distinção clara entre o que é considerado normal e o que é visto como patológico.
Considerando a prática profissional em hospitais, principalmente em setores onde a morte compõe o cotidiano de trabalho, torna-se cada vez mais necessário o aprofundamento sobre esta temática. Dito isso, analise com atenção as alternativas a seguir e assinale a que estiver coerente ao pensamento freudiano:
A presença da psicologia em um ambiente hospitalar busca embasar-se em teorias que permitam lidar com as complexas nuances que surgem quando saúde e doença se entrelaçam. Assim, podemos observar uma diversidade de papéis e abordagens psicológicas que já foram incorporadas aos hospitais, cada uma delas com suas características e aplicabilidades únicas, fundamentadas em diferentes bases teóricas, o que contribui significativamente para a ampliação e aprimoramento de conceitos e aplicações no contexto hospitalar.
Nesse cenário, Terapia Cognitiva Comportamental (TCC) destaca-se, principalmente por se tratar de uma abordagem que pode ser adaptada para atender às necessidades específicas de vários tipos de paciente em vários contextos do ambiente hospitalar, tornando-a versátil e eficaz para muitas situações clínicas.
Considerando seus conhecimentos sobre a prática da Terapia Cognitivo Comportamental dentro do ambiente hospitalar, julgue as afirmativas abaixo em verdadeiro ou falso:
I –A Terapia Cognitiva trata-se de uma linha de psicoterapia breve, estruturada, orientada ao presente, direcionada a resolver problemas atuais e a modificar pensamentos e comportamentos disfuncionais.
II – Dentre as técnicas cognitivas comumente utilizadas no espaço hospitalar, está a psicoeducação, que inclui: a determinação do significado idiossincrático, cujo objetivo é questionar qual o significado da verbalização do paciente; o questionamento de evidências: exame das fontes de informação; a reatribuição: distribuir a responsabilidade pela situação; a ação de “descatastrofizar”: objetiva neutralizar as expectativas negativas, sendo um procedimento que leva o paciente a identificar seus piores temores perguntando o que de pior poderia lhe acontecer.
III – Na abordagem terapêutica cognitiva, o terapeuta auxilia o paciente a mudar seus padrões de pensamento e crenças por meio de intervenções clínicas, incluindo o uso do método socrático para questionar e desafiar crenças e padrões de pensamento disfuncionais que se tornaram rígidos e generalizados ao longo do tempo.
Assinale a alternativa correta:
Quando se fala em cuidados paliativos, é comum associá-los imediatamente à ideia de morte iminente. No entanto, é importante compreender que os cuidados paliativos não se limitam apenas aos momentos finais da vida, eles abrangem todo o período de tratamento, desde o diagnóstico até o desfecho, que pode se estender por anos em casos de doenças crônicas incuráveis. Isso porque, esse tipo de abordagem têm como objetivo principal melhorar a qualidade de vida tanto dos pacientes quanto de suas famílias, oferecendo suporte para lidar com os desafios associados a doenças que ameaçam a vida, através da prevenção e do alívio do sofrimento, que envolve a identificação precoce, avaliação precisa e tratamento adequado da dor e outros problemas. Deste modo, os cuidados paliativos são considerados parte essencial dos serviços de saúde, integrados e centrados nas necessidades das pessoas, em todos os estágios de cuidado, visando aliviar o sofrimento independentemente de sua causa.
A seguir, encontram-se algumas competências centrais em cuidados paliativos que são parte da prática da (o) psicóloga (o), exceto:
A dimensão emocional é essencial para dar vitalidade e significado às experiências humanas, conferindo-lhes profundidade e intensidade. Assim, a vida afetiva refere-se à gama de experiências emocionais de um sujeito, tais como o humor, as emoções e os sentimentos. Deste modo, compreende-se que alterações nesse campo atravessam diretamente a saúde mental e podem comprometer a vida social do sujeito. Por essa razão, devem receber uma atenção especial em psicopatologia.
Tendo como base esse enfoque, considerando seus conhecimentos a respeito das alterações psicopatológicas relacionadas à afetividade, avalie as afirmações a seguir e assinale a alternativa falsa: