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Q3649513 Português

Leia a afirmativa a seguir.



“Ele estudou muito, _____ ainda errou a conta; chegou _____ confiante do que ontem.



Marque a opção que preenche CORRETA e respectivamente as lacunas.

Alternativas
Q3649512 Português
Em qual alternativa as palavras são acentuadas pela mesma regra?
Alternativas
Q3649511 Português
Leia o texto e responda à questão.


Coleta seletiva: do cesto à reciclagem.


   A coleta seletiva começa dentro de casa, quando separamos materiais recicláveis do lixo orgânico. Ao fazer essa distinção, facilitamos o trabalho de catadores, cooperativas e serviços municipais, que dependem de resíduos mais limpos e organizados para que o processo ganhe eficiência. Não se trata apenas de “jogar no saco certo”, mas de preparar o material para a reciclagem: retirar restos de comida, enxaguar levemente embalagens e achatar garrafas e caixas para reduzir volume.

  Papéis, plásticos, vidros e metais seguem fluxos diferentes após a coleta. Quanto melhor separados estiverem, maior a chance de aproveitamento e menor o custo do transporte. Uma lata de alumínio, por exemplo, pode voltar rapidamente ao mercado depois de reprocessada, economizando energia em comparação à produção a partir da matéria-prima. Embalagens mistas exigem atenção: quando há camadas de materiais diferentes coladas, a reciclagem pode ser inviável; nesses casos, vale consultar orientações locais para o descarte correto.

   Nos condomínios, a coleta seletiva funciona melhor quando há sinalização clara e horários definidos. Quadros informativos com fotos de itens aceitos e não aceitos ajudam moradores a evitar erros comuns, como descartar vidro quebrado sem proteção adequada ou misturar resíduos perigosos com recicláveis. Em muitas cidades, cooperativas recebem materiais diretamente; conhecer o calendário municipal evita deixar sacos expostos à chuva, que atrapalha a triagem e contamina o conteúdo.

  Fazer a nossa parte tem impacto ambiental e social. A reciclagem reduz a pressão sobre aterros, diminui a extração de recursos naturais e fortalece a renda de quem atua na cadeia dos recicláveis. Com organização e constância, cada domicílio vira um pequeno ponto de coleta, capaz de somar resultados expressivos no volume total da cidade. Separar, limpar, acondicionar e respeitar o calendário são passos simples que constroem uma rotina sustentável e cidadã.


Fonte: https://antigo.mma.gov.br/cidades-sustentaveis/residuos-solidos/catadoresde-materiais-reciclaveis/reciclagem-e-reaproveitamento.html? - Adaptado
Por que deixar sacos expostos à chuva é apontado como problema no texto?
Alternativas
Q3649510 Português
Leia o texto e responda à questão.


Coleta seletiva: do cesto à reciclagem.


   A coleta seletiva começa dentro de casa, quando separamos materiais recicláveis do lixo orgânico. Ao fazer essa distinção, facilitamos o trabalho de catadores, cooperativas e serviços municipais, que dependem de resíduos mais limpos e organizados para que o processo ganhe eficiência. Não se trata apenas de “jogar no saco certo”, mas de preparar o material para a reciclagem: retirar restos de comida, enxaguar levemente embalagens e achatar garrafas e caixas para reduzir volume.

  Papéis, plásticos, vidros e metais seguem fluxos diferentes após a coleta. Quanto melhor separados estiverem, maior a chance de aproveitamento e menor o custo do transporte. Uma lata de alumínio, por exemplo, pode voltar rapidamente ao mercado depois de reprocessada, economizando energia em comparação à produção a partir da matéria-prima. Embalagens mistas exigem atenção: quando há camadas de materiais diferentes coladas, a reciclagem pode ser inviável; nesses casos, vale consultar orientações locais para o descarte correto.

   Nos condomínios, a coleta seletiva funciona melhor quando há sinalização clara e horários definidos. Quadros informativos com fotos de itens aceitos e não aceitos ajudam moradores a evitar erros comuns, como descartar vidro quebrado sem proteção adequada ou misturar resíduos perigosos com recicláveis. Em muitas cidades, cooperativas recebem materiais diretamente; conhecer o calendário municipal evita deixar sacos expostos à chuva, que atrapalha a triagem e contamina o conteúdo.

  Fazer a nossa parte tem impacto ambiental e social. A reciclagem reduz a pressão sobre aterros, diminui a extração de recursos naturais e fortalece a renda de quem atua na cadeia dos recicláveis. Com organização e constância, cada domicílio vira um pequeno ponto de coleta, capaz de somar resultados expressivos no volume total da cidade. Separar, limpar, acondicionar e respeitar o calendário são passos simples que constroem uma rotina sustentável e cidadã.


Fonte: https://antigo.mma.gov.br/cidades-sustentaveis/residuos-solidos/catadoresde-materiais-reciclaveis/reciclagem-e-reaproveitamento.html? - Adaptado
Em condomínios, qual prática deve ser coibida?
Alternativas
Q3649509 Engenharia Ambiental e Sanitária
Leia o texto e responda à questão.


Coleta seletiva: do cesto à reciclagem.


   A coleta seletiva começa dentro de casa, quando separamos materiais recicláveis do lixo orgânico. Ao fazer essa distinção, facilitamos o trabalho de catadores, cooperativas e serviços municipais, que dependem de resíduos mais limpos e organizados para que o processo ganhe eficiência. Não se trata apenas de “jogar no saco certo”, mas de preparar o material para a reciclagem: retirar restos de comida, enxaguar levemente embalagens e achatar garrafas e caixas para reduzir volume.

  Papéis, plásticos, vidros e metais seguem fluxos diferentes após a coleta. Quanto melhor separados estiverem, maior a chance de aproveitamento e menor o custo do transporte. Uma lata de alumínio, por exemplo, pode voltar rapidamente ao mercado depois de reprocessada, economizando energia em comparação à produção a partir da matéria-prima. Embalagens mistas exigem atenção: quando há camadas de materiais diferentes coladas, a reciclagem pode ser inviável; nesses casos, vale consultar orientações locais para o descarte correto.

   Nos condomínios, a coleta seletiva funciona melhor quando há sinalização clara e horários definidos. Quadros informativos com fotos de itens aceitos e não aceitos ajudam moradores a evitar erros comuns, como descartar vidro quebrado sem proteção adequada ou misturar resíduos perigosos com recicláveis. Em muitas cidades, cooperativas recebem materiais diretamente; conhecer o calendário municipal evita deixar sacos expostos à chuva, que atrapalha a triagem e contamina o conteúdo.

  Fazer a nossa parte tem impacto ambiental e social. A reciclagem reduz a pressão sobre aterros, diminui a extração de recursos naturais e fortalece a renda de quem atua na cadeia dos recicláveis. Com organização e constância, cada domicílio vira um pequeno ponto de coleta, capaz de somar resultados expressivos no volume total da cidade. Separar, limpar, acondicionar e respeitar o calendário são passos simples que constroem uma rotina sustentável e cidadã.


Fonte: https://antigo.mma.gov.br/cidades-sustentaveis/residuos-solidos/catadoresde-materiais-reciclaveis/reciclagem-e-reaproveitamento.html? - Adaptado
Sobre embalagens mistas, qual cenário exige atenção especial?
Alternativas
Q3649508 Português
Leia o texto e responda à questão.


Coleta seletiva: do cesto à reciclagem.


   A coleta seletiva começa dentro de casa, quando separamos materiais recicláveis do lixo orgânico. Ao fazer essa distinção, facilitamos o trabalho de catadores, cooperativas e serviços municipais, que dependem de resíduos mais limpos e organizados para que o processo ganhe eficiência. Não se trata apenas de “jogar no saco certo”, mas de preparar o material para a reciclagem: retirar restos de comida, enxaguar levemente embalagens e achatar garrafas e caixas para reduzir volume.

  Papéis, plásticos, vidros e metais seguem fluxos diferentes após a coleta. Quanto melhor separados estiverem, maior a chance de aproveitamento e menor o custo do transporte. Uma lata de alumínio, por exemplo, pode voltar rapidamente ao mercado depois de reprocessada, economizando energia em comparação à produção a partir da matéria-prima. Embalagens mistas exigem atenção: quando há camadas de materiais diferentes coladas, a reciclagem pode ser inviável; nesses casos, vale consultar orientações locais para o descarte correto.

   Nos condomínios, a coleta seletiva funciona melhor quando há sinalização clara e horários definidos. Quadros informativos com fotos de itens aceitos e não aceitos ajudam moradores a evitar erros comuns, como descartar vidro quebrado sem proteção adequada ou misturar resíduos perigosos com recicláveis. Em muitas cidades, cooperativas recebem materiais diretamente; conhecer o calendário municipal evita deixar sacos expostos à chuva, que atrapalha a triagem e contamina o conteúdo.

  Fazer a nossa parte tem impacto ambiental e social. A reciclagem reduz a pressão sobre aterros, diminui a extração de recursos naturais e fortalece a renda de quem atua na cadeia dos recicláveis. Com organização e constância, cada domicílio vira um pequeno ponto de coleta, capaz de somar resultados expressivos no volume total da cidade. Separar, limpar, acondicionar e respeitar o calendário são passos simples que constroem uma rotina sustentável e cidadã.


Fonte: https://antigo.mma.gov.br/cidades-sustentaveis/residuos-solidos/catadoresde-materiais-reciclaveis/reciclagem-e-reaproveitamento.html? - Adaptado
Qual relação de causa e efeito o texto estabelece entre separação e custo logístico?
Alternativas
Q3649507 Português
Leia o texto e responda à questão.


Coleta seletiva: do cesto à reciclagem.


   A coleta seletiva começa dentro de casa, quando separamos materiais recicláveis do lixo orgânico. Ao fazer essa distinção, facilitamos o trabalho de catadores, cooperativas e serviços municipais, que dependem de resíduos mais limpos e organizados para que o processo ganhe eficiência. Não se trata apenas de “jogar no saco certo”, mas de preparar o material para a reciclagem: retirar restos de comida, enxaguar levemente embalagens e achatar garrafas e caixas para reduzir volume.

  Papéis, plásticos, vidros e metais seguem fluxos diferentes após a coleta. Quanto melhor separados estiverem, maior a chance de aproveitamento e menor o custo do transporte. Uma lata de alumínio, por exemplo, pode voltar rapidamente ao mercado depois de reprocessada, economizando energia em comparação à produção a partir da matéria-prima. Embalagens mistas exigem atenção: quando há camadas de materiais diferentes coladas, a reciclagem pode ser inviável; nesses casos, vale consultar orientações locais para o descarte correto.

   Nos condomínios, a coleta seletiva funciona melhor quando há sinalização clara e horários definidos. Quadros informativos com fotos de itens aceitos e não aceitos ajudam moradores a evitar erros comuns, como descartar vidro quebrado sem proteção adequada ou misturar resíduos perigosos com recicláveis. Em muitas cidades, cooperativas recebem materiais diretamente; conhecer o calendário municipal evita deixar sacos expostos à chuva, que atrapalha a triagem e contamina o conteúdo.

  Fazer a nossa parte tem impacto ambiental e social. A reciclagem reduz a pressão sobre aterros, diminui a extração de recursos naturais e fortalece a renda de quem atua na cadeia dos recicláveis. Com organização e constância, cada domicílio vira um pequeno ponto de coleta, capaz de somar resultados expressivos no volume total da cidade. Separar, limpar, acondicionar e respeitar o calendário são passos simples que constroem uma rotina sustentável e cidadã.


Fonte: https://antigo.mma.gov.br/cidades-sustentaveis/residuos-solidos/catadoresde-materiais-reciclaveis/reciclagem-e-reaproveitamento.html? - Adaptado
Conforme o texto, qual conjunto de ações corresponde a “preparar o material para a reciclagem”?
Alternativas
Q3649506 Português
Leia o texto e responda à questão.


Coleta seletiva: do cesto à reciclagem.


   A coleta seletiva começa dentro de casa, quando separamos materiais recicláveis do lixo orgânico. Ao fazer essa distinção, facilitamos o trabalho de catadores, cooperativas e serviços municipais, que dependem de resíduos mais limpos e organizados para que o processo ganhe eficiência. Não se trata apenas de “jogar no saco certo”, mas de preparar o material para a reciclagem: retirar restos de comida, enxaguar levemente embalagens e achatar garrafas e caixas para reduzir volume.

  Papéis, plásticos, vidros e metais seguem fluxos diferentes após a coleta. Quanto melhor separados estiverem, maior a chance de aproveitamento e menor o custo do transporte. Uma lata de alumínio, por exemplo, pode voltar rapidamente ao mercado depois de reprocessada, economizando energia em comparação à produção a partir da matéria-prima. Embalagens mistas exigem atenção: quando há camadas de materiais diferentes coladas, a reciclagem pode ser inviável; nesses casos, vale consultar orientações locais para o descarte correto.

   Nos condomínios, a coleta seletiva funciona melhor quando há sinalização clara e horários definidos. Quadros informativos com fotos de itens aceitos e não aceitos ajudam moradores a evitar erros comuns, como descartar vidro quebrado sem proteção adequada ou misturar resíduos perigosos com recicláveis. Em muitas cidades, cooperativas recebem materiais diretamente; conhecer o calendário municipal evita deixar sacos expostos à chuva, que atrapalha a triagem e contamina o conteúdo.

  Fazer a nossa parte tem impacto ambiental e social. A reciclagem reduz a pressão sobre aterros, diminui a extração de recursos naturais e fortalece a renda de quem atua na cadeia dos recicláveis. Com organização e constância, cada domicílio vira um pequeno ponto de coleta, capaz de somar resultados expressivos no volume total da cidade. Separar, limpar, acondicionar e respeitar o calendário são passos simples que constroem uma rotina sustentável e cidadã.


Fonte: https://antigo.mma.gov.br/cidades-sustentaveis/residuos-solidos/catadoresde-materiais-reciclaveis/reciclagem-e-reaproveitamento.html? - Adaptado
A frase “Não se trata apenas de ‘jogar no saco certo’, mas de preparar o material” pode ser parafraseada, sem mudar o sentido, como se apresenta na afirmação:
Alternativas
Q3649505 Português
Leia o texto e responda à questão.


Coleta seletiva: do cesto à reciclagem.


   A coleta seletiva começa dentro de casa, quando separamos materiais recicláveis do lixo orgânico. Ao fazer essa distinção, facilitamos o trabalho de catadores, cooperativas e serviços municipais, que dependem de resíduos mais limpos e organizados para que o processo ganhe eficiência. Não se trata apenas de “jogar no saco certo”, mas de preparar o material para a reciclagem: retirar restos de comida, enxaguar levemente embalagens e achatar garrafas e caixas para reduzir volume.

  Papéis, plásticos, vidros e metais seguem fluxos diferentes após a coleta. Quanto melhor separados estiverem, maior a chance de aproveitamento e menor o custo do transporte. Uma lata de alumínio, por exemplo, pode voltar rapidamente ao mercado depois de reprocessada, economizando energia em comparação à produção a partir da matéria-prima. Embalagens mistas exigem atenção: quando há camadas de materiais diferentes coladas, a reciclagem pode ser inviável; nesses casos, vale consultar orientações locais para o descarte correto.

   Nos condomínios, a coleta seletiva funciona melhor quando há sinalização clara e horários definidos. Quadros informativos com fotos de itens aceitos e não aceitos ajudam moradores a evitar erros comuns, como descartar vidro quebrado sem proteção adequada ou misturar resíduos perigosos com recicláveis. Em muitas cidades, cooperativas recebem materiais diretamente; conhecer o calendário municipal evita deixar sacos expostos à chuva, que atrapalha a triagem e contamina o conteúdo.

  Fazer a nossa parte tem impacto ambiental e social. A reciclagem reduz a pressão sobre aterros, diminui a extração de recursos naturais e fortalece a renda de quem atua na cadeia dos recicláveis. Com organização e constância, cada domicílio vira um pequeno ponto de coleta, capaz de somar resultados expressivos no volume total da cidade. Separar, limpar, acondicionar e respeitar o calendário são passos simples que constroem uma rotina sustentável e cidadã.


Fonte: https://antigo.mma.gov.br/cidades-sustentaveis/residuos-solidos/catadoresde-materiais-reciclaveis/reciclagem-e-reaproveitamento.html? - Adaptado
Ao fazer sua argumentação o autor do texto, deseja
Alternativas
Q3649404 Enfermagem
O dimensionamento e a governança dos serviços de enfermagem utilizam classificação de pacientes, Índice de Segurança Técnica e parâmetros institucionais. Analise as afirmativas a seguir.

I. O Índice de Segurança Técnica integra o cálculo para cobrir ausências previstas.
II. A classificação por grau de dependência orienta carga de trabalho e composição da equipe.
III. A proporção entre enfermeiros e técnicos mantém-se uniforme em todos os cenários assistenciais.
IV. A jornada institucional impacta o quantitativo projetado de profissionais.

Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
Alternativas
Q3649403 Enfermagem
A Rede de Frio preserva potência vacinal por controle térmico, logística e monitorização. Em sala de vacina, qual prática traduz conformidade operacional?
Alternativas
Q3649402 Enfermagem
A prevenção de Infecção do Trato Urinário associada à cateter de demora requer indicação criteriosa, técnica asséptica e revisão diária da necessidade. A prática está consistente com as recomendações na afirmação 
Alternativas
Q3649401 Enfermagem
Em sala de parto, gestante apresenta convulsão tônico-clônica com PA elevada e hipótese de eclâmpsia. A conduta de enfermagem priorizada é
Alternativas
Q3649400 Enfermagem
Em quadro compatível com edema agudo de pulmão cardiogênico (dispneia súbita, estertores difusos, hipertensão e taquicardia), qual sequência prioriza segurança e estabilização?
Alternativas
Q3649399 Enfermagem
Na exacerbação de DPOC com SpO2 de 86% em ar ambiente, uso de musculatura acessória e fala entrecortada, qual intervenção inicial de enfermagem está alinhada às recomendações?
Alternativas
Q3649398 Enfermagem
Segurança medicamentosa envolve conciliação, dupla checagem e gestão de eletrólitos concentrados. Qual prática está alinhada aos protocolos de segurança do paciente?
Alternativas
Q3649397 Enfermagem
A semiologia respiratória integra inspeção, palpação, percussão e ausculta para inferir síndromes físicas. No derrame pleural moderado unilateral, qual conjunto de achados é mais provável?
Alternativas
Q3649396 Enfermagem
A prevenção de infecção relacionada a Cateter Venoso Central (CVC) combina medidas na inserção e na manutenção ao longo do uso. Analise as afirmativas a seguir.

I. Friccionar conectores com antisséptico antes de cada acesso integra o bundle de manutenção.
II. Trocar equipos diariamente, independentemente da solução e do contexto assistencial.
III. Revisar a necessidade do cateter todos os dias e retirar quando a indicação se encerra, reduz IPCS.
IV. Preferir veia femoral para reduzir risco infeccioso.

Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
Alternativas
Q3649395 Enfermagem
Na UPA, um adulto em fibrilação ventricular apresenta parada cardiorrespiratória. Com a equipe posicionada e via aérea básica disponível, qual sequência prioriza a resposta clínica?
Alternativas
Q3649394 Enfermagem
O processamento em Centro de Material e Esterilização (CME) requer limpeza, embalagem, monitorização e rastreabilidade conforme RDC Anvisa nº 15/2012. Sobre o ciclo de esterilização, qual exigência está CORRETA? 
Alternativas
Respostas
1161: A
1162: B
1163: B
1164: A
1165: E
1166: C
1167: D
1168: A
1169: C
1170: B
1171: E
1172: A
1173: C
1174: D
1175: A
1176: B
1177: E
1178: C
1179: D
1180: B