Questões de Concurso Comentadas para fundação cetrede

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Q3824325 Português
Leia o texto e responda à questão.


O QUE PENSAM OS PROFESSORES SOBRE TECNOLOGIA DIGITAL NA ESCOLA?


    Nos últimos anos, é comum ouvir que a escola precisa “entrar no século XXI” e usar mais tecnologia digital. Mas, na prática, o que pensam os professores sobre isso? Uma pesquisa nacional realizada com milhares de professores da rede pública brasileira buscou ouvir quem está todos os dias em sala de aula. Os resultados mostram um quadro cheio de nuances, em que entusiasmo e frustração aparecem lado a lado.

    Mais da metade dos professores entrevistados declarou usar recursos digitais com regularidade em suas aulas. São vídeos, apresentações, plataformas on-line, aplicativos e outras ferramentas que ajudam a explicar conteúdos, propor atividades e dialogar com o universo dos estudantes. Muitos professores reconhecem que a tecnologia pode aumentar o interesse da turma, aproximar a linguagem da escola da realidade dos jovens e permitir experiências que o quadro e o caderno não dão conta de oferecer. 

    Ao mesmo tempo, grande parte desses professores afirma que usaria ainda mais tecnologia se isso não significasse aumento de carga de trabalho. Muitos relatam que, quando o recurso digital é mal planejado, acaba gerando mais tarefas manuais, como lançar atividades em plataformas pouco intuitivas, lidar com falhas constantes de conexão ou substituir materiais que já estavam prontos por versões digitais que não facilitam o dia a dia. Para uma parcela expressiva, a sensação é de que a tecnologia entrou na rotina sem vir acompanhada do apoio necessário.

     Os obstáculos materiais também pesam. Entre os fatores que dificultam o uso de tecnologia em sala, os professores citam poucos equipamentos disponíveis, compartilhados por muitas turmas, além de laboratórios fechados ou desatualizados. A qualidade da internet é outro problema frequente: conexões instáveis, lentas ou concentradas em alguns espaços da escola atrapalham atividades que dependem de acesso on-line em tempo real. Nessas condições, o risco de a aula “travar” é alto, o que desestimula novas tentativas.

    A formação para o uso pedagógico das tecnologias aparece como outro ponto crítico. Uma parte significativa dos professores relata nunca ter participado de cursos mais estruturados sobre informática educacional ou sobre o uso de recursos digitais alinhados ao currículo. Muitos aprenderam sozinhos ou com colegas, explorando ferramentas por conta própria. Isso faz diferença quando o professor precisa ir além de “passar um vídeo” e deseja integrar a tecnologia em projetos, sequências didáticas e avaliações.

    Apesar das dificuldades, o estudo indica que há disposição para avançar. A maioria dos participantes acredita que, com equipamentos em condições adequadas, internet confiável, formação continuada e propostas que realmente ajudem a organizar a rotina, a tecnologia digital pode ter impacto positivo na aprendizagem. Integrar esses recursos ao cotidiano escolar, porém, não é tarefa individual. Envolve decisões de políticas públicas, investimentos, planejamento das redes de ensino e espaço para que o professor tenha apoio ao experimentar novas práticas, sem carregar sozinho o peso da inovação.


(Texto adaptado para fins didáticos a partir de “O que pensam os professores brasileiros sobre a tecnologia digital em sala de aula?”, pesquisa do movimento Todos Pela Educação, 2017.)
Considerando a forma de organização do texto e a situação comunicativa, conclui-se que ele se caracteriza predominantemente como um(a)
Alternativas
Q3824324 Português
Leia o texto e responda à questão.


O QUE PENSAM OS PROFESSORES SOBRE TECNOLOGIA DIGITAL NA ESCOLA?


    Nos últimos anos, é comum ouvir que a escola precisa “entrar no século XXI” e usar mais tecnologia digital. Mas, na prática, o que pensam os professores sobre isso? Uma pesquisa nacional realizada com milhares de professores da rede pública brasileira buscou ouvir quem está todos os dias em sala de aula. Os resultados mostram um quadro cheio de nuances, em que entusiasmo e frustração aparecem lado a lado.

    Mais da metade dos professores entrevistados declarou usar recursos digitais com regularidade em suas aulas. São vídeos, apresentações, plataformas on-line, aplicativos e outras ferramentas que ajudam a explicar conteúdos, propor atividades e dialogar com o universo dos estudantes. Muitos professores reconhecem que a tecnologia pode aumentar o interesse da turma, aproximar a linguagem da escola da realidade dos jovens e permitir experiências que o quadro e o caderno não dão conta de oferecer. 

    Ao mesmo tempo, grande parte desses professores afirma que usaria ainda mais tecnologia se isso não significasse aumento de carga de trabalho. Muitos relatam que, quando o recurso digital é mal planejado, acaba gerando mais tarefas manuais, como lançar atividades em plataformas pouco intuitivas, lidar com falhas constantes de conexão ou substituir materiais que já estavam prontos por versões digitais que não facilitam o dia a dia. Para uma parcela expressiva, a sensação é de que a tecnologia entrou na rotina sem vir acompanhada do apoio necessário.

     Os obstáculos materiais também pesam. Entre os fatores que dificultam o uso de tecnologia em sala, os professores citam poucos equipamentos disponíveis, compartilhados por muitas turmas, além de laboratórios fechados ou desatualizados. A qualidade da internet é outro problema frequente: conexões instáveis, lentas ou concentradas em alguns espaços da escola atrapalham atividades que dependem de acesso on-line em tempo real. Nessas condições, o risco de a aula “travar” é alto, o que desestimula novas tentativas.

    A formação para o uso pedagógico das tecnologias aparece como outro ponto crítico. Uma parte significativa dos professores relata nunca ter participado de cursos mais estruturados sobre informática educacional ou sobre o uso de recursos digitais alinhados ao currículo. Muitos aprenderam sozinhos ou com colegas, explorando ferramentas por conta própria. Isso faz diferença quando o professor precisa ir além de “passar um vídeo” e deseja integrar a tecnologia em projetos, sequências didáticas e avaliações.

    Apesar das dificuldades, o estudo indica que há disposição para avançar. A maioria dos participantes acredita que, com equipamentos em condições adequadas, internet confiável, formação continuada e propostas que realmente ajudem a organizar a rotina, a tecnologia digital pode ter impacto positivo na aprendizagem. Integrar esses recursos ao cotidiano escolar, porém, não é tarefa individual. Envolve decisões de políticas públicas, investimentos, planejamento das redes de ensino e espaço para que o professor tenha apoio ao experimentar novas práticas, sem carregar sozinho o peso da inovação.


(Texto adaptado para fins didáticos a partir de “O que pensam os professores brasileiros sobre a tecnologia digital em sala de aula?”, pesquisa do movimento Todos Pela Educação, 2017.)
De acordo com o texto, a percepção dos professores sobre o uso de tecnologia digital na escola pode ser sintetizada como
Alternativas
Q3821297 Pedagogia
No contexto do Ceará, os resultados do SPAECE servem como ponto de partida para ações rápidas e bem direcionadas, sobretudo em leitura nos anos iniciais. Para que o ciclo de melhoria aconteça de fato, é preciso transformar os dados em intervenções frequentes e acompanhamento próximo. Assinale a proposição que organiza esse processo de maneira consistente.
Alternativas
Q3821296 Estatística
Na análise de resultados educacionais, leituras apressadas costumam levar a conclusões distorcidas. Para interpretar, corretamente, séries e comparações entre escolas, é necessário considerar premissas estatísticas básicas e o contexto dos dados. Assinale a afirmação que apresenta um procedimento adequado, evitando erros clássicos de interpretação.
Alternativas
Q3821295 Pedagogia

Refletindo sobre avaliação formativa e liderança educacional, analise as afirmativas.



I. Feedback específico baseado em evidências de tarefa favorece autorregulação.


II. Rubricas compartilhadas com critérios claros aumentam transparência de expectativas.


III. Monitoramento em ciclos curtos permite ajuste instrucional conforme progresso.


IV. Notas mensais substituem o acompanhamento contínuo em cenários de baixa variabilidade.


V. Coplanejamento com foco em dados fortalece consistência entre turmas do mesmo ano.



 Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.

Alternativas
Q3821294 Administração Financeira e Orçamentária
Sobre os instrumentos PPA, LDO e LOA na política educacional local, assinale a afirmação CORRETA. 
Alternativas
Q3821293 Pedagogia
Com a chegada de um laboratório novo, a equipe passou a discutir como usá-lo sem comprometer sua vida útil e, ao mesmo tempo, garantir que ele apoie o currículo. Pensando na gestão patrimonial e no uso pedagógico do espaço, assinale a proposição que apresenta uma sequência capaz de sustentar esse recurso ao longo do tempo.
Alternativas
Q3821292 Pedagogia
O protagonismo estudantil pode fortalecer a cultura de aprendizagem. Assinale a proposição coerente com essa concepção.
Alternativas
Q3821291 Pedagogia
No âmbito do PISA e das políticas nacionais, assinale a afirmação que indica um uso responsável de comparações internacionais.
Alternativas
Q3821290 Pedagogia
A relação entre BNCC e currículo local exige contextualização. Marque a afirmativa que expressa essa relação.
Alternativas
Q3821289 Pedagogia
Em situações de trabalho em grupo, nem tudo que parece “coletivo” realmente promove cooperação. Para que a aprendizagem cooperativa funcione de verdade, a tarefa precisa ser planejada com alguns elementos-chave. Assinale a justificativa que reúne esses atributos estruturantes.
Alternativas
Q3821288 Pedagogia
Em escola com reprovação elevada no 6º ano, um grupo de transição do 5º para o 6º ano foi criado. Considerando gestão de pessoas e currículo, qual encaminhamento organiza a ação?
Alternativas
Q3821287 Pedagogia
Na gestão democrática, o Conselho Escolar delibera sobre orçamento com transparência. Qual medida fortalece essa ação?
Alternativas
Q3821286 Pedagogia
Quanto às diretrizes para Educação Infantil, assinale a proposição que orienta planejamento de tempos e espaços na perspectiva dos direitos de aprendizagem.
Alternativas
Q3821285 Pedagogia
Redes de aprendizagem em gestão escolar contribuem para difusão de práticas efetivas. Marque a afirmativa que indica esse funcionamento.
Alternativas
Q3821283 Pedagogia
No planejamento de recomposição de aprendizagens, dentre as assertivas a seguir, qual decisão integra currículo, formação docente e monitoramento?
Alternativas
Q3821282 Pedagogia
O PISA e o SAEB oferecem leituras complementares para as redes. Assinale a afirmação que expressa essa complementaridade.
Alternativas
Q3821281 Pedagogia
Em uma rede com resultados heterogêneos no SAEB, a gestão curricular precisa enfrentar desigualdades intraescolares. Qual ação organiza a resposta instrucional no 9º ano?
Alternativas
Q3821280 Pedagogia

Sobre liderança organizacional e liderança educacional, analise as afirmativas.



I. Liderança educacional centra o trabalho em observação de aula, devolutiva e alinhamento curricular.


II. Liderança organizacional ocupa-se exclusivamente de tarefas burocráticas rotineiras, sendo incompatível com qualquer forma de apoio às metas de aprendizagem.


III. O diretor pedagógico utiliza dados formativos para orientar desenvolvimento docente.


IV. Liderança educacional prescinde de acompanhamento da execução do currículo.


V. Liderança organizacional apoia o pedagógico quando integra processos e recursos às metas de instrução.



Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.

Alternativas
Q3821279 Administração de Recursos Materiais
Marque a assertiva que apresenta economicidade e transparência na gestão financeira e patrimonial na escola. 
Alternativas
Respostas
441: A
442: C
443: C
444: D
445: B
446: A
447: C
448: B
449: E
450: C
451: A
452: A
453: C
454: C
455: D
456: D
457: C
458: B
459: B
460: E