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Q4175155 Raciocínio Lógico
Durante a pandemia, um grupo de 300 profissionais da saúde participou de uma campanha de vacinação contra Covid-19 e Influenza. Sabe-se que:

• o número de profissionais que já haviam recebido previamente a vacina contra Covid-19 era o triplo do número dos que haviam recebido a vacina contra Influenza;
• 45 profissionais já haviam recebido as duas vacinas; e
• 25 profissionais ainda não haviam recebido nenhuma das duas vacinas.


Baseando-se nessas informações, é correto afirmar que a quantidade de profissionais que haviam recebido apenas a vacina contra Influenza é:
Alternativas
Q4175154 Raciocínio Lógico
Se “todo advogado é bom em Língua Portuguesa” e “algum advogado é professor”, conclui-se logicamente que:
Alternativas
Q4175153 Matemática Financeira
A farmacêutica Yalorin deseja adquirir um equipamento de análise laboratorial. Na empresa A, o valor do equipamento é de R$ 21.000,00. Na empresa B, o mesmo produto pode ser encontrado por R$ 19.320,00. A empresa C, concorrente das duas, oferece 3% de desconto sobre qualquer preço das empresas concorrentes, inclusive sobre valores que já contenham desconto. De acordo com essas informações, o menor preço que a farmacêutica Yalorin poderá pagar na empresa C, em relação à cotação original da empresa A, é aproximadamente:
Alternativas
Q4175152 Estatística
A probabilidade de Severina ser aprovada em um concurso público é de 1/3, e a de Josefa é de 2/3 . Sabendo que os eventos são independentes, qual é a probabilidade de ambas serem aprovadas?
Alternativas
Q4175151 Matemática
Considere um relógio analógico marcando 14h 28min. Sabendo que o ponteiro das horas e o dos minutos movimentam-se continuamente e que a cada hora o ponteiro das horas percorre 30∘, determine o ângulo formado entre os dois ponteiros nesse instante.
Alternativas
Q4175150 Matemática

Imagem associada para resolução da questão



Observando a figura constata-se que:

Alternativas
Q4175149 Matemática
Sabe-se que uma equação do segundo grau possui como raízes os números 0 e 2. Nessas condições, assinale a alternativa que representa corretamente essa equação:
Alternativas
Q4175148 Matemática
Analise as afirmativas a seguir sobre as propriedades de fechamento dos conjuntos numéricos:

I. O conjunto dos números racionais é fechado para as operações de soma e produto.
II. O conjunto dos números irracionais não é fechado para a soma.
III. O conjunto dos números irracionais é fechado para o produto.
IV. O conjunto dos números racionais é fechado para a subtração.

Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4175147 Matemática
Considere a P.A. finita (6,10,14,18,22,26,30,34) em que 6 e 34 são os termos extremos. Com base nessa sequência, os termos equidistantes dos extremos são: 
Alternativas
Q4175146 Português
Chão de Giz

Eu desço dessa solidão
Espalho coisas sobre um chão de giz
Há meros devaneios tolos a me torturar
Fotografias recortadas
Em jornais de folhas amiúde

Eu vou te jogar num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes

Disparo balas de canhão
É inútil, pois existe um grão-vizir
Há tantas violetas velhas sem um colibri
Queria usar, quem sabe
Uma camisa de força ou de Vênus

Mas não vou gozar de nós apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom

Agora pego um caminhão
Na lona vou a nocaute outra vez
Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar
Meus vinte anos de boy, that's over, baby
Freud explica

Não vou me sujar fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes, já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo é assunto popular

No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais

Fonte: https://www.letras.mus.br/ze-ramalho/49364/
A canção “Chão de Giz”, de Zé Ramalho, apresenta uma linguagem poética marcada por recursos morfossintáticos que reforçam o tom emocional, a subjetividade e o caráter reflexivo do eu lírico. É possível observar a presença de diferentes estruturas morfossintáticas que contribuem para a musicalidade e o sentido da letra. Baseando-se nesses aspectos, analise as afirmativas a seguir:

I. A palavra “solidão” é acentuada por ser oxítona terminada em “ão”.

II. A palavra “amiúde” é acentuada por ser proparoxítona e funciona como advérbio de tempo.

III. Em “Espalho coisas sobre um chão de giz”, o sujeito é oculto, e o termo “coisas” é objeto direto.

IV.Em “Há meros devaneios tolos, a me torturar”, a vírgula tem função expressiva, e não sintática.

V. O termo “recortadas”, em “Fotografias recortadas...”, é um particípio com valor adjetivo, qualificando o substantivo “fotografias”.

VI. Em “No mais, estou indo embora”, o verbo “estou” deve estar no plural para concordar com o termo “mais”.

VII. A ausência de conjunções em versos como “Agora pego um caminhão / Na lona vou a nocaute outra vez” revela um recurso de justaposição, típico do estilo poético.

VIII. A repetição de “No mais, estou indo embora” ao final da canção funciona como recurso sintático e rítmico de ênfase, substituindo sinais de pontuação conclusivos.


Pode-se afirmar que há apenas:
Alternativas
Q4175145 Português
Chão de Giz

Eu desço dessa solidão
Espalho coisas sobre um chão de giz
Há meros devaneios tolos a me torturar
Fotografias recortadas
Em jornais de folhas amiúde

Eu vou te jogar num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes

Disparo balas de canhão
É inútil, pois existe um grão-vizir
Há tantas violetas velhas sem um colibri
Queria usar, quem sabe
Uma camisa de força ou de Vênus

Mas não vou gozar de nós apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom

Agora pego um caminhão
Na lona vou a nocaute outra vez
Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar
Meus vinte anos de boy, that's over, baby
Freud explica

Não vou me sujar fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes, já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo é assunto popular

No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais

Fonte: https://www.letras.mus.br/ze-ramalho/49364/
No trecho da letra de “Chão de Giz”, de Zé Ramalho, observa-se o uso do raciocínio dedutivo em certas passagens. O trecho que melhor representa esse tipo de raciocínio é:
Alternativas
Q4175144 Português
Chão de Giz

Eu desço dessa solidão
Espalho coisas sobre um chão de giz
Há meros devaneios tolos a me torturar
Fotografias recortadas
Em jornais de folhas amiúde

Eu vou te jogar num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes

Disparo balas de canhão
É inútil, pois existe um grão-vizir
Há tantas violetas velhas sem um colibri
Queria usar, quem sabe
Uma camisa de força ou de Vênus

Mas não vou gozar de nós apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom

Agora pego um caminhão
Na lona vou a nocaute outra vez
Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar
Meus vinte anos de boy, that's over, baby
Freud explica

Não vou me sujar fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes, já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo é assunto popular

No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais

Fonte: https://www.letras.mus.br/ze-ramalho/49364/
Em “Chão de Giz”, há uma demonstração de linguagem típica da língua falada no verso: “Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar.” Esse uso exemplifica o fenômeno linguístico conhecido como:
Alternativas
Q4175143 Português
Chão de Giz

Eu desço dessa solidão
Espalho coisas sobre um chão de giz
Há meros devaneios tolos a me torturar
Fotografias recortadas
Em jornais de folhas amiúde

Eu vou te jogar num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes

Disparo balas de canhão
É inútil, pois existe um grão-vizir
Há tantas violetas velhas sem um colibri
Queria usar, quem sabe
Uma camisa de força ou de Vênus

Mas não vou gozar de nós apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom

Agora pego um caminhão
Na lona vou a nocaute outra vez
Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar
Meus vinte anos de boy, that's over, baby
Freud explica

Não vou me sujar fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes, já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo é assunto popular

No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais

Fonte: https://www.letras.mus.br/ze-ramalho/49364/
Na canção “Chão de Giz”, o verso “Meus vinte anos de boy, that’s over, baby, Freud explica” revela uma variação linguística marcada pela combinação de diferentes registros de linguagem. Essa mistura caracteriza um caso de:
Alternativas
Q4175142 Português
Chão de Giz

Eu desço dessa solidão
Espalho coisas sobre um chão de giz
Há meros devaneios tolos a me torturar
Fotografias recortadas
Em jornais de folhas amiúde

Eu vou te jogar num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes

Disparo balas de canhão
É inútil, pois existe um grão-vizir
Há tantas violetas velhas sem um colibri
Queria usar, quem sabe
Uma camisa de força ou de Vênus

Mas não vou gozar de nós apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom

Agora pego um caminhão
Na lona vou a nocaute outra vez
Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar
Meus vinte anos de boy, that's over, baby
Freud explica

Não vou me sujar fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes, já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo é assunto popular

No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais

Fonte: https://www.letras.mus.br/ze-ramalho/49364/
Na passagem “Fotografias recortadas em jornais de folhas amiúde”, retirada da canção “Chão de Giz”, NÃO há a presença de:
Alternativas
Q4175141 Português
Chão de Giz

Eu desço dessa solidão
Espalho coisas sobre um chão de giz
Há meros devaneios tolos a me torturar
Fotografias recortadas
Em jornais de folhas amiúde

Eu vou te jogar num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes

Disparo balas de canhão
É inútil, pois existe um grão-vizir
Há tantas violetas velhas sem um colibri
Queria usar, quem sabe
Uma camisa de força ou de Vênus

Mas não vou gozar de nós apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom

Agora pego um caminhão
Na lona vou a nocaute outra vez
Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar
Meus vinte anos de boy, that's over, baby
Freud explica

Não vou me sujar fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes, já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo é assunto popular

No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais

Fonte: https://www.letras.mus.br/ze-ramalho/49364/
Na canção “Chão de Giz”, o verso “Eu desço dessa solidão e espalho coisas sobre um chão de giz” sugere que o eu lírico:
Alternativas
Q4175140 Português
Chão de Giz

Eu desço dessa solidão
Espalho coisas sobre um chão de giz
Há meros devaneios tolos a me torturar
Fotografias recortadas
Em jornais de folhas amiúde

Eu vou te jogar num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes

Disparo balas de canhão
É inútil, pois existe um grão-vizir
Há tantas violetas velhas sem um colibri
Queria usar, quem sabe
Uma camisa de força ou de Vênus

Mas não vou gozar de nós apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom

Agora pego um caminhão
Na lona vou a nocaute outra vez
Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar
Meus vinte anos de boy, that's over, baby
Freud explica

Não vou me sujar fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes, já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo é assunto popular

No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais

Fonte: https://www.letras.mus.br/ze-ramalho/49364/
No verso “Há meros devaneios tolos a me torturar”, o eu lírico demonstra estar aprisionado por lembranças e sentimentos que reconhece como inúteis, mas dos quais não consegue se libertar. Nesse sentido, marque a opção que apresenta os trechos que reforça essa mesma sensação de aprisionamento emocional e retorno constante ao passado. 
Alternativas
Q4175139 Português
Chão de Giz

Eu desço dessa solidão
Espalho coisas sobre um chão de giz
Há meros devaneios tolos a me torturar
Fotografias recortadas
Em jornais de folhas amiúde

Eu vou te jogar num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes

Disparo balas de canhão
É inútil, pois existe um grão-vizir
Há tantas violetas velhas sem um colibri
Queria usar, quem sabe
Uma camisa de força ou de Vênus

Mas não vou gozar de nós apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom

Agora pego um caminhão
Na lona vou a nocaute outra vez
Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar
Meus vinte anos de boy, that's over, baby
Freud explica

Não vou me sujar fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes, já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo é assunto popular

No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais

Fonte: https://www.letras.mus.br/ze-ramalho/49364/
Na canção “Chão de Giz”, a palavra “amiúde” é pouco usada na linguagem cotidiana, mas seu sentido é fundamental para compreender o verso. O termo “amiúde” significa:
Alternativas
Q4175138 Português
Chão de Giz

Eu desço dessa solidão
Espalho coisas sobre um chão de giz
Há meros devaneios tolos a me torturar
Fotografias recortadas
Em jornais de folhas amiúde

Eu vou te jogar num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes

Disparo balas de canhão
É inútil, pois existe um grão-vizir
Há tantas violetas velhas sem um colibri
Queria usar, quem sabe
Uma camisa de força ou de Vênus

Mas não vou gozar de nós apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom

Agora pego um caminhão
Na lona vou a nocaute outra vez
Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar
Meus vinte anos de boy, that's over, baby
Freud explica

Não vou me sujar fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes, já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo é assunto popular

No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais

Fonte: https://www.letras.mus.br/ze-ramalho/49364/
A canção de Zé Ramalho combina imagens poéticas fragmentadas e referências culturais diversas para construir uma narrativa marcada pela dor da separação e pela tentativa de reconstrução emocional. Nesse contexto, o verso “Eu desço dessa solidão, espalho coisas sobre um chão de giz” sugere, em sua dimensão simbólica, um(a):
Alternativas
Q4175137 Português
Chão de Giz

Eu desço dessa solidão
Espalho coisas sobre um chão de giz
Há meros devaneios tolos a me torturar
Fotografias recortadas
Em jornais de folhas amiúde

Eu vou te jogar num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes

Disparo balas de canhão
É inútil, pois existe um grão-vizir
Há tantas violetas velhas sem um colibri
Queria usar, quem sabe
Uma camisa de força ou de Vênus

Mas não vou gozar de nós apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom

Agora pego um caminhão
Na lona vou a nocaute outra vez
Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar
Meus vinte anos de boy, that's over, baby
Freud explica

Não vou me sujar fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes, já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo é assunto popular

No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais

Fonte: https://www.letras.mus.br/ze-ramalho/49364/
Na canção “Chão de Giz”, Zé Ramalho mistura expressões do dia a dia com referências a nomes e ideias conhecidos. Quando ele diz “Freud explica”, logo após mencionar o fim de um relacionamento, o cantor faz uma relação entre sentimentos pessoais e pensamentos vindos de outras áreas do conhecimento. Nesse caso, o recurso de linguagem que aproxima a música de ideias conhecidas de fora dela é chamado de:
Alternativas
Q3754549 Inglês
'A part of me was crying for freedom': The people embracing their stutter

By Krupa Padhy, BBC


Eighty million people around the world have a natural stammer. Krupa Padhy speaks to those who've decided to embrace it – and discovers surprising benefits.

It was the summer of 2011 and Joshua St Pierre was working in Edmonton, Canada. He was mid-conversation when he realised the other person wasn't listening. It was a moment that changed his life.

St Pierre has a stammer, and until then, had always focused on trying to speak as fluently as he could, to make it more comfortable for others to listen to him. But now, he began to wonder if it was fair for him to be the one doing all the work – and what a more balanced effort might feel like.

"I I I, like most people, spent most of my l lifetime desperately trying to come up to a standard of nooormalcy," says St Pierre, who has asked that his quotes in this article include the words he stammers on. "I was doing a whole lot to try and make other people feel comfortable when it really actually wasn't much about communication itself."

An estimated 80 million people around the world speak with a stammer (also known as a stutter in many countries), meaning, they know what they wish to say, but have difficulty saying the words. Their speech is disrupted by repetitions, pauses or stops. There is still no clear explanation of what exactly causes stammering, but research suggests that the region of the brain responsible for planning and executing our speech functions differently in those with a stammer.

Many children – between 60-80% – who have a stutter will recover spontaneously. But contrary to popular belief, there isn't a permanent fix to overcoming a stammer. Whilst treatment and support are available (such as speech language therapy), a high number of people with  stammers may relapse after completing therapy. It can be a life-long effort to suppress a stammer, something US President Joe Biden has spoken about openly.


As St Pierre notes, however, the physical impact is only one aspect of the condition. Another is social and may be more about how stammering is perceived in the mind of the listener. Studies suggest, for example, that people who stammer openly may be considered anxious, nervous or embarrassing, purely because of that speech pattern. In a paper inspired by his conversation in Edmonton, St Pierre, who is now a researcher in critical disability studies at the University of Alberta, Canada, argues that this social perception of stammering as "broken speech" is not really about the stammer itself. It's about the listener's "cultural norms of efficiency, pace, and self-mastery", and their expectations of what successful communication should be like: succinct and fluent.


"It's not the fact that having d d d dysfluent speech that causes the breakdown,” argues St Pierre. "It's the way in which these forms of speech aren't able to be taken up within the world and heard urm as speech. That's a really cruel thing, and that's a political thing."


St Pierre and others, including some speech therapists, are suggesting an alternative view of stammering: not as a deficiency, but as a way of speaking that is no better or worse than any others.


In fact, stammering openly can have many benefits, says Courtney Byrd, a professor of speech, language and hearing sciences at the University of Texas at Austin, US. She and her team have been working on a model of treatment that encourages people to stammer with confidence, even if others around them see it as a deficiency.


"We encourage stuttering openly for effective communication, because when you are avoiding it, you are essentially stifling your own intellect," says Byrd. "I'm going to say [to people who stutter]: you can be the most effective communicator and still openly stutter. And I'm going to show you the path to that. And I also want you to know that no matter where you live, you are going to encounter highly educated people who are completely ignorant about stuttering, and because they are ignorant they are going to treat you ignorantly. They are going to say things that will hurt, and they'll say things to you out of trying to help you."


Speaking to people with a stammer from different countries and cultures, it is striking how similar some of their experiences are – both in terms of the pain they suffered through due to the prejudices of those around them, but also, the relief of no longer hiding it.


Jia Bin was born in a small village in Sichuan province in southwest China. Her parents were poor, and she felt she was adding to their burden when she began to stammer as a child.


"It came to a point where I hated myself," she says. "There were two forces in me – one was to communicate, the other was not to speak. I feel like I compromised a lot of my authenticity."


Bin chose to leave China, and move to the US, partly because she feared her stutter would never be fully accepted at home. "I was holding down a job, I was married, I gave birth to my daughter before coming to America at 32. I completed what society wants a normal Chinese girl to do, but I was so miserable. There was a part of me crying for freedom. I'd never seen a successful person who stutters in China."


Bin now runs a stammer support group on the Chinese social media platform WeChat, and is studying for a PhD in communicative sciences and disorders at Michigan State University. She no longer hides her stutter, and finds this freeing, but her family still struggles to accept it. Upon a recent trip to China, she decided to stammer openly for the first time at a family gathering. Older relatives gossiped and the children laughed at her. "If you were able to hide it for 30 years, why don't you continue to hide it for another 30 years?" asked her mother.


Classifying stammering as a disability is a divisive subject, because as St Pierre puts it, "the power of ableism is so strong" – meaning, some people with a stammer may not wish to identify as disabled.


 Former Ernst and Young partner Iain Wilkie spent 40 years of his life feeling ashamed of his stammer. He first started stammering at the age of seven and was bullied for it by other children. But in 2022, he gave a TED talk in London in which he described stuttering as a gift: "I'd like to start by telling you that I stutter and I'm ok with that," he began. "It took me 35 years to be ok with that. And I hope it's ok with you."


Wilkie, who heads the charity 50 Million Voices, which offers support to people with a stammer in the workplace, believes those who stammer are a huge pool of under-used talent.


"It's rubbish to think people who stutter can't communicate well," he says. On the contrary, he is convinced that people who stammer are very good with words. "There's great presence, we give each other time, it's like a slow down and we just wait for those words to arrive," says  Wilkie, referring to meetings with colleagues who stammer. "This is the team that listens best. When the stuttered word arrives, it comes with a power and weight."


Ronan Miller has studied the relationship between stammering and language-learning for his PhD at the University of Valencia, in Spain. It's something he has firsthand experience of. As a young adult, he moved from Britain to Spain, to leave behind the stress he had experienced when stammering in English. Now, even though he stammers more in Spanish than in English, he finds freedom in speaking another language.


Miller also finds that people who stammer have a different relationship with language than fluent speakers. "Many of us are used to being quite nimble linguistically as a way of navigating a fluency-centric world, for example by varying syntax or using synonyms to reduce the impact of stammering," he says. "However, I think that for this to happen the needs of students who stammer need to be understood and recognised in the classroom."


As one research paper notes, people with a stammer still face social rejection from childhood through adulthood, with studies documenting wide-ranging discrimination including worse job prospects and lower earnings. As St Pierre points out in his paper on how cultural norms shape ideas of "broken speech", we as a society also have an important part to play in normalising voices that don't sound like our own, for example, by focusing on the speaker's message and intention, not how fluent they are. There is much more to language than just words.


St Pierre has found his own liberation in not just accepting but enjoying his way of communicating. "I now speak thinking about my own pleasure that I find in speaking as opposed to the the displeasure that my l l listeners are going to receive," he says. "So so that's way more important."


 
(Adapted from https://www.bbc.com/news)
Which sentence below correctly demonstrates the use of the present perfect tense, indicating an action that started in the past and has relevance to the present?
Alternativas
Respostas
401: B
402: A
403: C
404: B
405: D
406: A
407: B
408: C
409: D
410: D
411: A
412: C
413: D
414: D
415: B
416: A
417: D
418: C
419: B
420: C