Questões de Concurso Para creative group

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Q4298643 Não definido

O Sistema Único de Saúde (SUS) foi criado pela Constituição Federal de 1988 para que toda a população brasileira tenha acesso ao atendimento público de saúde. A Constituição se refere diretamente aos direitos sociais, como o direito à educação, à saúde, ao trabalho, ao lazer e à aprendizagem.


Em relação aos direitos à saúde, a Constituição de 1988 preconiza que:


I. A saúde é direito de todos e esse direito deve ser garantido pelo Estado mediante políticas sociais e econômicas.


II. O acesso às ações de saúde deve ser universal e igualitário que visem reduzir o risco de doença e outros agravos.


III. As ações e serviços públicos de saúde devem integrar uma rede regionalizada e hierarquizada no âmbito do SUS. 


IV. Cabe ao SUS, promover e proteger a saúde, garantindo atenção contínua e de qualidade aos indivíduos e às coletividades. 


São corretas as afirmativas:

Alternativas
Q4298642 Não definido
A Estratégia Saúde da Família (ESF) visa à reorganização da Atenção Básica no País, de acordo com os preceitos do Sistema Único de Saúde (SUS) e é tida pelo Ministério da Saúde como estratégia de expansão, qualificação e consolidação desse nível da atenção. São profissionais que fazem parte da composição mínima das equipes de saúde na ESF:
Alternativas
Q4298641 Não definido
Em relação à vacinação, o Agente Comunitário de Saúde (ACS) deve orientar pais ou responsáveis para procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) as crianças que:
Alternativas
Q4298640 Não definido
O acompanhamento de crianças é uma etapa fundamental e prioritária de trabalho do Agente Comunitário de Saúde (ACS). No nível da Atenção Primária à Saúde, o ACS deverá acompanhar todas as crianças de sua área de atuação, desenvolvendo ações de prevenção de doenças e agravos e de promoção à saúde. Entre as ações de prevenção das doenças e agravos e promoção à saúde, estão: 
I. O incentivo ao cumprimento do calendário vacinal. II. A busca ativa dos faltosos às vacinas e consultas. III. O incentivo ao aleitamento materno. IV. Orientações para prevenção de acidentes na infância.
Assinale a alternativa que contém todas as afirmativas corretas: 
Alternativas
Q4298639 Não definido
As ações e serviços de saúde devem ser pautados pelo princípio da humanização, o que significa dizer que as questões de gênero, crença, cultura, preferência política, etnia, raça, orientação sexual, populações específicas, precisam ser respeitadas e consideradas na organização das práticas de saúde. O acolhimento é uma das formas de concretizar o princípio da humanização nos serviços de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS). Considerando o acolhimento como ferramenta de humanização do SUS, analise as afirmativas abaixo e assinale a opção correta:
Alternativas
Q4298638 Não definido
Em dezembro de 1990, o artigo 198 da Constituição Federal foi regulamentado pela Lei nº 8.080, que é conhecida como Lei Orgânica de Saúde ou Lei do Sistema Único de Saúde (SUS). Essa lei estabelece como deve funcionar o sistema de saúde em todo o território nacional e define quem é o gestor em cada esfera de governo. Em relação ao gestor do SUS em cada esfera de governo, analise as afirmativas abaixo e assinale a opção correta:
Alternativas
Q4298637 Não definido
Conforme está expresso na Constituição Federal de 1988, a saúde não está unicamente relacionada à ausência de doença. Ela é determinada pelo modo que vivemos, pelo acesso a bens e consumo, à informação, à educação, ao saneamento, pelo estilo de vida, nossos hábitos, a nossa maneira de viver, nossas escolhas. Isso significa dizer que a saúde é determinada socialmente. Para se falar em saúde temos que pensar:
I. Na moradia, nas condições de trabalho e na educação. II. Na preservação dos recursos naturais e do meio ambiente. III. Na valorização das culturas locais de forma igual para todos. IV. No dever do governo de melhorar as condições de vida do povo.
É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4298636 Não definido
As atribuições dos profissionais das equipes de Atenção Básica devem seguir as disposições legais que regulamentam o exercício de cada uma das profissões. São atribuições específicas de todos os membros das equipes de Atenção Básica, no âmbito da Atenção Primária à Saúde (APS):
Alternativas
Q4298635 Não definido
As ações educativas fazem parte do dia a dia do Agente Comunitário de Saúde (ACS) e têm como objetivo final contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população. O desenvolvimento de ações educativas em saúde pode abranger muitos temas em atividades amplas e complexas, o que não significa que são ações difíceis de serem desenvolvidas. Em relação às ações educativas realizadas pelo ACS, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4298634 Não definido

A visita domiciliar é a atividade mais importante do processo de trabalho do Agente Comunitário de Saúde (ACS). Ao entrar na casa de uma família, o ACS entra não somente no espaço físico, mas em tudo o que esse espaço representa. Nessa casa vive uma família, com seus códigos de sobrevivência, suas crenças, sua cultura e sua própria história.

Por meio da visita domiciliar, é possível:

Alternativas
Q4298633 Não definido
Ao realizar uma busca utilizando o site Google no navegador, existe uma forma de minimizar a adivinhação da pesquisa. Assinale como a ação citada pode ser feita.
Alternativas
Q4298632 Não definido
No Microsoft Word 2016 pode ser feita a inclusão de número de páginas na edição do texto. Esse recurso possibilita a inclusão do número de páginas de várias formas. Assinale um meio de inclusão do recurso citado.
Alternativas
Q4298631 Não definido
Além da tecla Windows que serve para abrir o menu Iniciar, assinale outro atalho de teclado que possui a mesma função.
Alternativas
Q4298630 Não definido
No lado direito da Barra de Tarefas do Microsoft Windows 10, o usuário encontrará um recurso para facilitar a vida de quem utiliza uma grande quantidade de aplicativos. Por ele é possível observar os alertas, serviços de mensagens e configurar botões para ações rápidas. Assinale o nome do recurso informado.
Alternativas
Q4298629 Não definido
O e-SUS Atenção Básica é uma estratégia para reestruturar as informações em nível nacional. Ela está alinhada com a proposta mais geral de reestruturação entendendo que a qualificação da gestão da informação é fundamental para ampliar a qualidade no atendimento à população. De acordo com o que é preconizado pela Estratégia e-SUS Atenção Básica, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4298628 Não definido

Texto II


Foi em novembro de 2002, durante a VII Conferência de Direitos Humanos, que surgiu a ideia de desenvolver o tema na perspectiva dos meios de comunicação. A proposta da conferência, que reuniu mais de 1.500 pessoas, foi que a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados encampasse a iniciativa, como conta o ex-deputado Orlando Fantazzini. Um dos criadores da campanha Quem Financia a Baixaria É Contra a Cidadania, ele diz ter se espelhado na campanha mundial desencadeada contra a indústria Nike, acusada de utilizar mão de obra infantil para confeccionar seus produtos: “Desenvolvi uma proposta calcada em fazer com que os meios de comunicação aceitassem dialogar a partir da perda de faturamento”.


Para os criadores da campanha, já que a lógica das emissoras de televisão era adequar o conteúdo da programação à necessidade de obter pontos de audiência que lhes garantissem faturamento comercial, importante seria dialogar com elas na perspectiva de ameaçar a perda de receita publicitária. Um dos pilares do movimento que começava era denunciar aos anunciantes conteúdos inadequados e convencê-los de que não valia a pena atrelar a marca de produtos e serviços a programas que desrespeitassem os direitos humanos.


Um dos primeiros passos foi elaborar e divulgar uma carta de princípios. É um documento sucinto, com quinze itens, que sintetiza o que os idealizadores da campanha consideram como desrespeito aos direitos humanos. O texto fala sobre exposição de pessoas ao ridículo, incitamento ao racismo, ao machismo, à violência, à intolerância religiosa, à sexualização precoce, ao abuso sexual, à reprodução de estereótipos e aos maus tratos aos animais. Enfatiza a importância de estimular uma cultura da paz e de se ter um cuidado especial com a qualidade da programação destinada ao público infantil.


Termos como “desrespeito” e “qualidade”, no entanto, poderiam sugerir conceitos abstratos, difíceis de serem definidos. Por isso, a campanha listou a legislação que deveria ser utilizada para embasar as denúncias: a Constituição Federal, o Código Civil, a Lei de Imprensa, a lei que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor (7.716/1989); o Estatuto da Criança e do Adolescente; a lei que protege os portadores de transtornos mentais (10.216/2001); a lei que protege o meio ambiente (9.605/1998).


Também há atos internacionais firmados pelo Brasil, como os pactos sobre direitos civis e políticos; sobre direitos econômicos, sociais e culturais; a Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial; a Convenção Americana de Direitos Humanos (conhecida como Pacto de San José) e convenções que protegem as crianças, as mulheres, portadores de deficiência e animais, além da Declaração Universal dos Direitos Humanos (junto com a declaração americana sobre o tema).


Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 61 p. – (Série obras comemorativas. Homenagem; n. 7). Acesso em: 28/11/2023

Assinale a alternativa em que não se observa a correta separação silábica do termo destacado. 
Alternativas
Q4298627 Não definido

Texto II


Foi em novembro de 2002, durante a VII Conferência de Direitos Humanos, que surgiu a ideia de desenvolver o tema na perspectiva dos meios de comunicação. A proposta da conferência, que reuniu mais de 1.500 pessoas, foi que a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados encampasse a iniciativa, como conta o ex-deputado Orlando Fantazzini. Um dos criadores da campanha Quem Financia a Baixaria É Contra a Cidadania, ele diz ter se espelhado na campanha mundial desencadeada contra a indústria Nike, acusada de utilizar mão de obra infantil para confeccionar seus produtos: “Desenvolvi uma proposta calcada em fazer com que os meios de comunicação aceitassem dialogar a partir da perda de faturamento”.


Para os criadores da campanha, já que a lógica das emissoras de televisão era adequar o conteúdo da programação à necessidade de obter pontos de audiência que lhes garantissem faturamento comercial, importante seria dialogar com elas na perspectiva de ameaçar a perda de receita publicitária. Um dos pilares do movimento que começava era denunciar aos anunciantes conteúdos inadequados e convencê-los de que não valia a pena atrelar a marca de produtos e serviços a programas que desrespeitassem os direitos humanos.


Um dos primeiros passos foi elaborar e divulgar uma carta de princípios. É um documento sucinto, com quinze itens, que sintetiza o que os idealizadores da campanha consideram como desrespeito aos direitos humanos. O texto fala sobre exposição de pessoas ao ridículo, incitamento ao racismo, ao machismo, à violência, à intolerância religiosa, à sexualização precoce, ao abuso sexual, à reprodução de estereótipos e aos maus tratos aos animais. Enfatiza a importância de estimular uma cultura da paz e de se ter um cuidado especial com a qualidade da programação destinada ao público infantil.


Termos como “desrespeito” e “qualidade”, no entanto, poderiam sugerir conceitos abstratos, difíceis de serem definidos. Por isso, a campanha listou a legislação que deveria ser utilizada para embasar as denúncias: a Constituição Federal, o Código Civil, a Lei de Imprensa, a lei que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor (7.716/1989); o Estatuto da Criança e do Adolescente; a lei que protege os portadores de transtornos mentais (10.216/2001); a lei que protege o meio ambiente (9.605/1998).


Também há atos internacionais firmados pelo Brasil, como os pactos sobre direitos civis e políticos; sobre direitos econômicos, sociais e culturais; a Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial; a Convenção Americana de Direitos Humanos (conhecida como Pacto de San José) e convenções que protegem as crianças, as mulheres, portadores de deficiência e animais, além da Declaração Universal dos Direitos Humanos (junto com a declaração americana sobre o tema).


Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 61 p. – (Série obras comemorativas. Homenagem; n. 7). Acesso em: 28/11/2023

Assinale a alternativa que apresenta a palavra que deixou de ser acentuada a partir do mais recente acordo ortográfico. 
Alternativas
Q4298626 Não definido

Texto II


Foi em novembro de 2002, durante a VII Conferência de Direitos Humanos, que surgiu a ideia de desenvolver o tema na perspectiva dos meios de comunicação. A proposta da conferência, que reuniu mais de 1.500 pessoas, foi que a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados encampasse a iniciativa, como conta o ex-deputado Orlando Fantazzini. Um dos criadores da campanha Quem Financia a Baixaria É Contra a Cidadania, ele diz ter se espelhado na campanha mundial desencadeada contra a indústria Nike, acusada de utilizar mão de obra infantil para confeccionar seus produtos: “Desenvolvi uma proposta calcada em fazer com que os meios de comunicação aceitassem dialogar a partir da perda de faturamento”.


Para os criadores da campanha, já que a lógica das emissoras de televisão era adequar o conteúdo da programação à necessidade de obter pontos de audiência que lhes garantissem faturamento comercial, importante seria dialogar com elas na perspectiva de ameaçar a perda de receita publicitária. Um dos pilares do movimento que começava era denunciar aos anunciantes conteúdos inadequados e convencê-los de que não valia a pena atrelar a marca de produtos e serviços a programas que desrespeitassem os direitos humanos.


Um dos primeiros passos foi elaborar e divulgar uma carta de princípios. É um documento sucinto, com quinze itens, que sintetiza o que os idealizadores da campanha consideram como desrespeito aos direitos humanos. O texto fala sobre exposição de pessoas ao ridículo, incitamento ao racismo, ao machismo, à violência, à intolerância religiosa, à sexualização precoce, ao abuso sexual, à reprodução de estereótipos e aos maus tratos aos animais. Enfatiza a importância de estimular uma cultura da paz e de se ter um cuidado especial com a qualidade da programação destinada ao público infantil.


Termos como “desrespeito” e “qualidade”, no entanto, poderiam sugerir conceitos abstratos, difíceis de serem definidos. Por isso, a campanha listou a legislação que deveria ser utilizada para embasar as denúncias: a Constituição Federal, o Código Civil, a Lei de Imprensa, a lei que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor (7.716/1989); o Estatuto da Criança e do Adolescente; a lei que protege os portadores de transtornos mentais (10.216/2001); a lei que protege o meio ambiente (9.605/1998).


Também há atos internacionais firmados pelo Brasil, como os pactos sobre direitos civis e políticos; sobre direitos econômicos, sociais e culturais; a Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial; a Convenção Americana de Direitos Humanos (conhecida como Pacto de San José) e convenções que protegem as crianças, as mulheres, portadores de deficiência e animais, além da Declaração Universal dos Direitos Humanos (junto com a declaração americana sobre o tema).


Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 61 p. – (Série obras comemorativas. Homenagem; n. 7). Acesso em: 28/11/2023

Assinale a alternativa que completa corretamente a sentença:

“Se há maus tratos aos animais, é correto dizer que os animais são ________________.

Alternativas
Q4298625 Não definido

Texto II


Foi em novembro de 2002, durante a VII Conferência de Direitos Humanos, que surgiu a ideia de desenvolver o tema na perspectiva dos meios de comunicação. A proposta da conferência, que reuniu mais de 1.500 pessoas, foi que a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados encampasse a iniciativa, como conta o ex-deputado Orlando Fantazzini. Um dos criadores da campanha Quem Financia a Baixaria É Contra a Cidadania, ele diz ter se espelhado na campanha mundial desencadeada contra a indústria Nike, acusada de utilizar mão de obra infantil para confeccionar seus produtos: “Desenvolvi uma proposta calcada em fazer com que os meios de comunicação aceitassem dialogar a partir da perda de faturamento”.


Para os criadores da campanha, já que a lógica das emissoras de televisão era adequar o conteúdo da programação à necessidade de obter pontos de audiência que lhes garantissem faturamento comercial, importante seria dialogar com elas na perspectiva de ameaçar a perda de receita publicitária. Um dos pilares do movimento que começava era denunciar aos anunciantes conteúdos inadequados e convencê-los de que não valia a pena atrelar a marca de produtos e serviços a programas que desrespeitassem os direitos humanos.


Um dos primeiros passos foi elaborar e divulgar uma carta de princípios. É um documento sucinto, com quinze itens, que sintetiza o que os idealizadores da campanha consideram como desrespeito aos direitos humanos. O texto fala sobre exposição de pessoas ao ridículo, incitamento ao racismo, ao machismo, à violência, à intolerância religiosa, à sexualização precoce, ao abuso sexual, à reprodução de estereótipos e aos maus tratos aos animais. Enfatiza a importância de estimular uma cultura da paz e de se ter um cuidado especial com a qualidade da programação destinada ao público infantil.


Termos como “desrespeito” e “qualidade”, no entanto, poderiam sugerir conceitos abstratos, difíceis de serem definidos. Por isso, a campanha listou a legislação que deveria ser utilizada para embasar as denúncias: a Constituição Federal, o Código Civil, a Lei de Imprensa, a lei que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor (7.716/1989); o Estatuto da Criança e do Adolescente; a lei que protege os portadores de transtornos mentais (10.216/2001); a lei que protege o meio ambiente (9.605/1998).


Também há atos internacionais firmados pelo Brasil, como os pactos sobre direitos civis e políticos; sobre direitos econômicos, sociais e culturais; a Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial; a Convenção Americana de Direitos Humanos (conhecida como Pacto de San José) e convenções que protegem as crianças, as mulheres, portadores de deficiência e animais, além da Declaração Universal dos Direitos Humanos (junto com a declaração americana sobre o tema).


Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 61 p. – (Série obras comemorativas. Homenagem; n. 7). Acesso em: 28/11/2023

Assinale a alternativa em que a classe gramatical das palavras que projetam complemento nominal é diferente das demais alternativas.
Alternativas
Q4298624 Não definido

Texto II


Foi em novembro de 2002, durante a VII Conferência de Direitos Humanos, que surgiu a ideia de desenvolver o tema na perspectiva dos meios de comunicação. A proposta da conferência, que reuniu mais de 1.500 pessoas, foi que a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados encampasse a iniciativa, como conta o ex-deputado Orlando Fantazzini. Um dos criadores da campanha Quem Financia a Baixaria É Contra a Cidadania, ele diz ter se espelhado na campanha mundial desencadeada contra a indústria Nike, acusada de utilizar mão de obra infantil para confeccionar seus produtos: “Desenvolvi uma proposta calcada em fazer com que os meios de comunicação aceitassem dialogar a partir da perda de faturamento”.


Para os criadores da campanha, já que a lógica das emissoras de televisão era adequar o conteúdo da programação à necessidade de obter pontos de audiência que lhes garantissem faturamento comercial, importante seria dialogar com elas na perspectiva de ameaçar a perda de receita publicitária. Um dos pilares do movimento que começava era denunciar aos anunciantes conteúdos inadequados e convencê-los de que não valia a pena atrelar a marca de produtos e serviços a programas que desrespeitassem os direitos humanos.


Um dos primeiros passos foi elaborar e divulgar uma carta de princípios. É um documento sucinto, com quinze itens, que sintetiza o que os idealizadores da campanha consideram como desrespeito aos direitos humanos. O texto fala sobre exposição de pessoas ao ridículo, incitamento ao racismo, ao machismo, à violência, à intolerância religiosa, à sexualização precoce, ao abuso sexual, à reprodução de estereótipos e aos maus tratos aos animais. Enfatiza a importância de estimular uma cultura da paz e de se ter um cuidado especial com a qualidade da programação destinada ao público infantil.


Termos como “desrespeito” e “qualidade”, no entanto, poderiam sugerir conceitos abstratos, difíceis de serem definidos. Por isso, a campanha listou a legislação que deveria ser utilizada para embasar as denúncias: a Constituição Federal, o Código Civil, a Lei de Imprensa, a lei que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor (7.716/1989); o Estatuto da Criança e do Adolescente; a lei que protege os portadores de transtornos mentais (10.216/2001); a lei que protege o meio ambiente (9.605/1998).


Também há atos internacionais firmados pelo Brasil, como os pactos sobre direitos civis e políticos; sobre direitos econômicos, sociais e culturais; a Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial; a Convenção Americana de Direitos Humanos (conhecida como Pacto de San José) e convenções que protegem as crianças, as mulheres, portadores de deficiência e animais, além da Declaração Universal dos Direitos Humanos (junto com a declaração americana sobre o tema).


Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 61 p. – (Série obras comemorativas. Homenagem; n. 7). Acesso em: 28/11/2023

Assinale a alternativa que aponta incorretamente o processo de formação de palavras dos termos destacados no trecho a seguir: 


“Termos como “desrespeito” e “qualidade”, no entanto, poderiam sugerir conceitos abstratos, difíceis de serem definidos. Por isso, a campanha listou a legislação que deveria ser utilizada para embasar as denúncias”.

Alternativas
Respostas
2861: D
2862: D
2863: B
2864: A
2865: D
2866: A
2867: B
2868: D
2869: C
2870: X
2871: A
2872: B
2873: C
2874: D
2875: A
2876: B
2877: A
2878: A
2879: B
2880: C