Foram encontradas 5.200 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Analise os itens a seguir e em seguida assinale a alternativa CORRETA:
I. A expressão algébrica:
possui um valor numérico igual a 31 para A = 2 e B = -3.
II. O valor numérico da expressão:
para A = -3 e B = 4 é igual a -4.
III. O valor numérico da expressão:.
é igual a 15 para C= -1 e D= 2.
Leia o poema a seguir:
Livros e flores
Teus olhos são meus livros.
Que livro há aí melhor,
Em que melhor se leia
A página do amor?
Flores me são teus lábios.
Onde há mais bela flor,
Em que melhor se beba
O bálsamo do amor?
A partir do sentido em que as palavras foram empregadas nos versos, avalie as asserções a seguir:
I. As duas estrofes do poema contêm versos com palavras que foram empregadas no sentido conotativo,
PORQUE
II. A conotação é a forma de uso e manifestação da linguagem em seu sentido próprio, real, ou seja, o sentido que carrega o significado básico das palavras, expressões e enunciados de uma língua.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa CORRETA:
O que são os mercados chineses de animais silvestres?
Eles surgiram de uma necessidade, a higiene deixa a desejar e, hoje, a maioria dos chineses não os frequenta. Entenda o que envolve o comércio que culminou na propagação do coronavírus.
Por Carolina Fioratti
31 jan 2020
O que são os mercados chineses de animais silvestres?
Eles surgiram de uma necessidade, a higiene deixa a desejar e, hoje, a maioria dos chineses não os frequenta. Entenda o que envolve o comércio que culminou na propagação do coronavírus.
Por Carolina Fioratti
31 jan 2020
Leia a tirinha:

Sobre o conteúdo do texto, é CORRETO afirmar:
1. Em toda reunião, Antônia não comparece nem justifica sua ausência. 2. Fique em silêncio, que elas estão estudando. 3. Não foram aprovados, todavia apresentaram boas notas. 4. Guardarei um bom dinheiro esse ano, logo poderei viajar para a Europa.
( ) Contraste. ( ) Adição. ( ) Conclusão. ( ) Explicação.
A sequência CORRETA é:
Infância
Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.
Minha mãe ficava sentada cosendo.
Meu irmão pequeno dormia.
Eu sozinho menino entre mangueiras lia a história de Robinson Crusoé,
comprida história que não acaba mais.
No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu
a ninar nos longes da senzala – e nunca se esqueceu
chamava para o café.
Café preto que nem a preta velha
café gostoso
café bom.
Minha mãe ficava sentada cosendo
olhando para mim:
- Psiu... Não acorde o menino.
Para o berço onde pousou um mosquito.
E dava um suspiro... que fundo!
Lá longe meu pai campeava
no mato sem fim da fazenda.
E eu não sabia que minha história
era mais bonita que a de Robinson Crusoé.
Carlos Drummond de Andrade. Antologia poética. Rio de Janeiro:Record,2000 p. 67
Infância
Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.
Minha mãe ficava sentada cosendo.
Meu irmão pequeno dormia.
Eu sozinho menino entre mangueiras lia a história de Robinson Crusoé,
comprida história que não acaba mais.
No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu
a ninar nos longes da senzala – e nunca se esqueceu
chamava para o café.
Café preto que nem a preta velha
café gostoso
café bom.
Minha mãe ficava sentada cosendo
olhando para mim:
- Psiu... Não acorde o menino.
Para o berço onde pousou um mosquito.
E dava um suspiro... que fundo!
Lá longe meu pai campeava
no mato sem fim da fazenda.
E eu não sabia que minha história
era mais bonita que a de Robinson Crusoé.
Carlos Drummond de Andrade. Antologia poética. Rio de Janeiro:Record,2000 p. 67
Nos versos:
“Café preto que nem a preta velha
café gostoso
café bom.” As palavras em destaque pertencem à classe dos:
Infância
Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.
Minha mãe ficava sentada cosendo.
Meu irmão pequeno dormia.
Eu sozinho menino entre mangueiras lia a história de Robinson Crusoé,
comprida história que não acaba mais.
No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu
a ninar nos longes da senzala – e nunca se esqueceu
chamava para o café.
Café preto que nem a preta velha
café gostoso
café bom.
Minha mãe ficava sentada cosendo
olhando para mim:
- Psiu... Não acorde o menino.
Para o berço onde pousou um mosquito.
E dava um suspiro... que fundo!
Lá longe meu pai campeava
no mato sem fim da fazenda.
E eu não sabia que minha história
era mais bonita que a de Robinson Crusoé.
Carlos Drummond de Andrade. Antologia poética. Rio de Janeiro:Record,2000 p. 67
Infância
Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.
Minha mãe ficava sentada cosendo.
Meu irmão pequeno dormia.
Eu sozinho menino entre mangueiras lia a história de Robinson Crusoé,
comprida história que não acaba mais.
No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu
a ninar nos longes da senzala – e nunca se esqueceu
chamava para o café.
Café preto que nem a preta velha
café gostoso
café bom.
Minha mãe ficava sentada cosendo
olhando para mim:
- Psiu... Não acorde o menino.
Para o berço onde pousou um mosquito.
E dava um suspiro... que fundo!
Lá longe meu pai campeava
no mato sem fim da fazenda.
E eu não sabia que minha história
era mais bonita que a de Robinson Crusoé.
Carlos Drummond de Andrade. Antologia poética. Rio de Janeiro:Record,2000 p. 67
Analise as proposições sobre o texto e marque (V) para verdadeiro e (F) para falso:
( ) O eu lírico narra momentos frágeis da infância, e encontra semelhanças com a infância de Robinson Crusoé.
( ) Para o eu lírico, a recordação de uma cena da sua infância gera um momento de reflexão.
( ) No poema, o passado recebe o reconhecimento da sua importância no presente.
( ) O autor expõe as mazelas da infância monótona e infeliz do autor, através do seu modo simples de levar a vida.
A ordem CORRETA, de cima para baixo, é:
A doença de Chagas é uma antropozoonose de elevada prevalência e expressiva morbimortalidade. Apresenta curso clínico bifásico, composto por uma fase aguda (clinicamente aparente ou não) e uma fase crônica, que pode se manifestar nas formas indeterminada, cardíaca, digestiva ou cardiodigestiva. O vetor (triatomíneo), ao se alimentar em mamíferos infectados com elevadas taxas de T. cruzi, pode se infectar e, ao se alimentar novamente, infecta outro mamífero, inclusive o homem. Entre as formas habituais de transmissão de T. cruzi para o homem estão:
I. Vetorial.
II. Vertical.
III. Por via oral.
IV. Transfusional.
V. Acidentes biológicos.
Doença parasitária, de evolução crônica, cuja magnitude da prevalência, severidade das formas clínicas e evolução a caracterizam como um importante problema de saúde pública no país. O agente etiológico são vermes digenéticos, delgados, de coloração branca e sexos separados (característica dessa família); a fêmea adulta, mais alongada, encontra-se alojada em uma fenda do corpo do macho, denominada canal ginecóforo. O homem é o principal hospedeiro definitivo e nele o parasita apresenta a forma adulta, reproduz-se sexuadamente e possibilita a eliminação dos ovos no ambiente, pelas fezes, ocasionando a contaminação das coleções hídricas. Os primatas, marsupiais (gambá), ruminantes, roedores e lagomorfos (lebres e coelhos) são considerados hospedeiros permissivos ou reservatórios; porém, não está clara a participação desses animais na transmissão e epidemiologia da doença, apesar da capacidade de todos em eliminar ovos nas fezes.
O fragmento acima trata da seguinte patologia:
Saneamento básico de saúde é um dos aspectos relevantes no controle de doenças e manutenção da saúde individual e coletiva. Neste contexto, pode-se afirmar que:
I. A utilização de água tratada oferece risco à saúde individual e/ou coletiva.
II. Ausência de sistema de esgoto ou esgoto ao céu aberto coloca em risco somente a saúde coletiva.
III. A proliferação de vetores está relacionada entre outros fatores a ausência individual de cuidados de higiene na própria residência, como água parada e entulhos.