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Ano: 2015 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: Prefeitura de Natal - RN
Q1197858 Ciências
Segundo Libâneo, a Didática é uma disciplina que estuda o processo de ensino em conjunto, no qual objetivos, conteúdos, métodos e formas organizativas das aulas se relacionam entre si para que seja possível garantir aos alunos uma aprendizagem de conteúdos significativos. Em relação à Didática e suas categorias, é correto afirmar:
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Ano: 2015 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: Prefeitura de Natal - RN
Q1194519 Português
Língua Portuguesa: alteridade e Ética      
Por Rodrigo Franklin Sousa     A leitura, do ponto de vista do professor, deve ser concebida como espaço de formação e constituição da identidade do sujeito. Isso quer dizer que trabalhar com o texto de língua portuguesa, e trabalhar com o reconhecimento de gêneros discursivos, é trabalhar com a linguagem em seu sentido mais amplo e pleno. Primordial é a noção de que a linguagem em uso não pode nem deve ser considerada como simples “acidente” ou apreensão localizada de um sistema abstrato, mas como lugar de interação social e construção de relações, de valores e de significados. Enfim, como lugar de construção de identidade e crescimento humanos.      Uma das formas pela qual o texto promove essa construção e esse crescimento é por meio das interações que fomenta. Engajar-se com um texto, qualquer que seja ele, é interagir de uma forma ou de outra com outros sujeitos, em contextos sociais e históricos reais. Essas interações podem ser abordadas e visualizadas por múltiplos ângulos. Um deles é o da interlocução entre um sujeito e um outro.     Trata-se de visualizar mais do que simplesmente a “intenção do autor” como um elemento passivo a ser “encontrado” pelas marcas deixadas no texto; trata-se de ficar face a face com um outro, com um ente que o leitor imagina, com o qual tenta engajar-se e ao qual tenta responder.      A relação de alteridade é o eixo fundamental da linguagem. O diálogo com o texto é um diálogo com o outro. Ainda que, no caso do texto escrito, esse outro seja uma reconstrução do leitor, essa própria reconstrução já é um exercício. Um exercício, aliás, que desenvolverá habilidades indispensáveis, já que buscar entender o outro é não apenas uma forma de forjarmos nossa própria identidade como também algo que traz consequências concretas e reais para nossas vidas.       No formidável livro A Conquista da América, Tzvetan Todorov explora o que ele chama de o discurso da diferença. Em seu estudo, Todorov demonstra como muito das tragédias que marcaram os anos iniciais do descobrimento, e cujas marcas se fazem sentir até hoje, foi fruto de leituras erradas que tanto espanhóis quanto os ameríndios fizeram uns dos outros. Assim, consideramos que desenvolver habilidades de entendimento do outro é fundamental para a formação de atores sociais responsáveis. Em alguns casos, como no estudado por Todorov, pode ser o caminho para que se evitem tragédias de proporções inimagináveis.      Entendida como um exercício de contato com o outro, a leitura pode ser vista como uma atividade que afeta nossos relacionamentos imediatos, o nosso país, ou o planeta. A leitura de mensagens pessoais ou de um memorando no trabalho requer a detecção de subtextos, ironias, sinalizações de conflitos. A boa leitura de matérias jornalísticas ou de programas e propostas de governo requer que detectemos tendências ideológicas, parcialidade nas informações e boa ou má vontade na apresentação dos fatos.      Habilidades de leitura também podem ser aplicadas aos mais diversos tipos de texto. Mesmo com suas especificidades, todos envolvem tipos semelhantes de questionamentos, de pressuposições de sentimentos e de raciocínios. Desenvolver boas habilidades de leitura é algo que impacta nossa vida em todas as suas dimensões.       Aprender a ler bem (e, consequentemente, ensinar a ler bem) vai muito além de cumprir um currículo acadêmico, ou de reproduzir um discurso vazio que não terá qualquer impacto real. Aprender e ensinar a ler são atividades éticas no sentido mais profundo do termo.      Ao trazer o termo “ética” para a reflexão sobre o ensino de língua portuguesa e para o trabalho com textos e gêneros discursivos, não quero de maneira nenhuma remeter a um discurso vazio, ou a uma série de regras que dizem respeito a como ser “bonzinhos”. Pensar sobre ética é refletir sobre como viver melhor. A reflexão ética busca soluções sobre como podemos ter uma vida com mais qualidade, uma vida mais plena e com realização humana real.      Não podemos esquecer que todas as questões éticas, embora digam respeito a nossa responsabilidade pessoal como indivíduos, afetam nós mesmos e os nossos relacionamentos. As questões éticas sempre são interpessoais. Sempre envolvem um indivíduo e um outro. Sempre envolvem um indivíduo e a sociedade que o cerca. Sendo assim, por definição, elas também sempre envolvem a interação desses indivíduos entre si e com a sociedade que os cerca. O que eu penso, falo e escrevo afeta a vida dos outros. O que os outros pensam, falam e escrevem necessariamente afeta também a minha vida.       Trabalhar a leitura é capacitar para a interação com o outro, para a vivência na sociedade.      É ensinar a viver.      SOUSA, Rodrigo Franklin. Língua Portuguesa: alteridade e Ética. Revista Conhecimento Prático Língua Portuguesa. São Paulo: Editora Escala, Ed. 52, mar./abr./2015, p. 33-35. [Excerto adaptado]     No excerto: “[...] a leitura pode ser vista como uma atividade que afeta nossos relacionamentos imediatos, o nosso país, ou o planeta”, o uso da locução verbal expressa
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Ano: 2015 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: Prefeitura de Natal - RN
Q1194422 Português
Língua Portuguesa: alteridade e Ética       
Por Rodrigo Franklin Sousa      A leitura, do ponto de vista do professor, deve ser concebida como espaço de formação e constituição da identidade do sujeito. Isso quer dizer que trabalhar com o texto de língua portuguesa, e trabalhar com o reconhecimento de gêneros discursivos, é trabalhar com a linguagem em seu sentido mais amplo e pleno. Primordial é a noção de que a linguagem em uso não pode nem deve ser considerada como simples “acidente” ou apreensão localizada de um sistema abstrato, mas como lugar de interação social e construção de relações, de valores e de significados. Enfim, como lugar de construção de identidade e crescimento humanos.       Uma das formas pela qual o texto promove essa construção e esse crescimento é por meio das interações que fomenta. Engajar-se com um texto, qualquer que seja ele, é interagir de uma forma ou de outra com outros sujeitos, em contextos sociais e históricos reais. Essas interações podem ser abordadas e visualizadas por múltiplos ângulos. Um deles é o da interlocução entre um sujeito e um outro.         Trata-se de visualizar mais do que simplesmente a “intenção do autor” como um elemento passivo a ser “encontrado” pelas marcas deixadas no texto; trata-se de ficar face a face com um outro, com um ente que o leitor imagina, com o qual tenta engajar-se e ao qual tenta responder.            A relação de alteridade é o eixo fundamental da linguagem. O diálogo com o texto é um diálogo com o outro. Ainda que, no caso do texto escrito, esse outro seja uma reconstrução do leitor, essa própria reconstrução já é um exercício. Um exercício, aliás, que desenvolverá habilidades indispensáveis, já que buscar entender o outro é não apenas uma forma de forjarmos nossa própria identidade como também algo que traz consequências concretas e reais para nossas vidas.           No formidável livro A Conquista da América, Tzvetan Todorov explora o que ele chama de o discurso da diferença. Em seu estudo, Todorov demonstra como muito das tragédias que marcaram os anos iniciais do descobrimento, e cujas marcas se fazem sentir até hoje, foi fruto de leituras erradas que tanto espanhóis quanto os ameríndios fizeram uns dos outros. Assim, consideramos que desenvolver habilidades de entendimento do outro é fundamental para a formação de atores sociais responsáveis. Em alguns casos, como no estudado por Todorov, pode ser o caminho para que se evitem tragédias de proporções inimagináveis.               Entendida como um exercício de contato com o outro, a leitura pode ser vista como uma atividade que afeta nossos relacionamentos imediatos, o nosso país, ou o planeta. A leitura de mensagens pessoais ou de um memorando no trabalho requer a detecção de subtextos, ironias, sinalizações de conflitos. A boa leitura de matérias jornalísticas ou de programas e propostas de governo requer que detectemos tendências ideológicas, parcialidade nas informações e boa ou má vontade na apresentação dos fatos.             Habilidades de leitura também podem ser aplicadas aos mais diversos tipos de texto. Mesmo com suas especificidades, todos envolvem tipos semelhantes de questionamentos, de pressuposições de sentimentos e de raciocínios. Desenvolver boas habilidades de leitura é algo que impacta nossa vida em todas as suas dimensões.              Aprender a ler bem (e, consequentemente, ensinar a ler bem) vai muito além de cumprir um currículo acadêmico, ou de reproduzir um discurso vazio que não terá qualquer impacto real. Aprender e ensinar a ler são atividades éticas no sentido mais profundo do termo.                  Ao trazer o termo “ética” para a reflexão sobre o ensino de língua portuguesa e para o trabalho com textos e gêneros discursivos, não quero de maneira nenhuma remeter a um discurso vazio, ou a uma série de regras que dizem respeito a como ser “bonzinhos”. Pensar sobre ética é refletir sobre como viver melhor. A reflexão ética busca soluções sobre como podemos ter uma vida com mais qualidade, uma vida mais plena e com realização humana real.                 Não podemos esquecer que todas as questões éticas, embora digam respeito a nossa responsabilidade pessoal como indivíduos, afetam nós mesmos e os nossos relacionamentos. As questões éticas sempre são interpessoais. Sempre envolvem um indivíduo e um outro. Sempre envolvem um indivíduo e a sociedade que o cerca. Sendo assim, por definição, elas também sempre envolvem a interação desses indivíduos entre si e com a sociedade que os cerca. O que eu penso, falo e escrevo afeta a vida dos outros. O que os outros pensam, falam e escrevem necessariamente afeta também a minha vida.                 Trabalhar a leitura é capacitar para a interação com o outro, para a vivência na sociedade.                  É ensinar a viver.               SOUSA, Rodrigo Franklin. Língua Portuguesa: alteridade e Ética. Revista Conhecimento Prático Língua Portuguesa. São Paulo: Editora Escala, Ed. 52, mar./abr./2015, p. 33-35. [Excerto adaptado]                No que concerne ao uso das aspas no texto, considere as seguintes afirmações.      I - No terceiro parágrafo, as aspas foram usadas para demarcar uma crítica a um possível discurso sobre o trabalho com o texto.  II - No nono parágrafo, as aspas foram usadas, respectivamente, para marcar um destaque a um termo e para fazer referência, criticamente, a uma concepção com a qual o autor não concorda.  III - No terceiro parágrafo, as aspas foram usadas, respectivamente, para demarcar uma voz alheia citada literalmente e para dar ênfase a um termo.  IV - No nono parágrafo, as aspas foram usadas, nas duas ocorrências, para dar destaque a termos e conseguir a adesão do leitor.        Das afirmações, estão corretas  
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Ano: 2015 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: Prefeitura de Natal - RN
Q1187271 Biologia
Nos invertebrados, o sistema nervoso é ganglionar e se localiza, principalmente, na região ventral. Eles não apresentam um órgão neurológico central e muito menos fendas branquiais na região da faringe. Dessa forma, a ausência da coluna vertebral é apenas um detalhe visível para a classificação desses animais. Os invertebrados são classificados em vários filos. Nos itens a seguir, estão descritas características de dois filos dos invertebrados denominados I e II:      
I - Animais com corpo protegido por exoesquleto de quitina, segmentado em cabeça, tórax e abdome. Têm também apêndices articuladores (patas, anteras, quelíceras e  asas). II - Vermes de corpo achatado. Os que são parasitas conjugam sua circulação com a do organismo hospedeiro. Apresentam gânglios nervosos e, às vezes, ocelos que acusam a presença de luz.        As descrições I e II correspondem, respectivamente, a
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Ano: 2015 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: Prefeitura de Natal - RN
Q1186032 Geografia
Na definição de fusos horários, a hora real ou solar é um aspecto a ser considerado. Essa hora é determinada pela passagem do Sol sobre o meridiano de um dado território. O movimento que fundamenta essa passagem é
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Q851587 Comunicação Social
Sobre as práticas de comunicação pública, é correto afirmar que
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Q851586 Jornalismo
Os diversos conteúdos existentes em um website são classificados em quatro tipos. Nesse contexto, o conteúdo denominado “funcional” de um site jornalístico está presente em
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Q851585 Jornalismo
Considera-se “press-release” texto produzido pela Assessoria de Comunicação direcionado principalmente às redações dos veículos de comunicação. Na produção desse tipo de texto, a recomendação é
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Q851584 Jornalismo
No jornalismo, o estilo off contrapõe-se ao estilo on. Nesse segundo estilo, o repórter
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Q851583 Jornalismo
A principal função do radioescuta, no contexto da produção de notícia em rádio, é
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Q851582 Jornalismo
No contexto da radiodifusão sonora, a principal função da vinheta é
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Q851581 Jornalismo

Considerando os procedimentos presentes nas rotinas de produção e edição de um telejornal, analise as seguintes técnicas e seus respectivos conceitos. 


TÉCNICA

I. Sonora

II. Stand up

III. Teaser

IV. Off 


CONCEITO

I. Depoimento do entrevistado

II. Notícia rápida sem imagem 

III. Texto recuperado de matéria anterior

IV. Texto lido pelo repórter


A relação técnica/conceito está correta em

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Q851580 Comunicação Social
Consideradas a “mídia das mídias”, as agências de notícias atuam desde os séculos XVIII e XIX prestando serviço de prospecção e difusão de informações com diversos formatos. Com grande destaque no Brasil nas últimas décadas, as agências organizacionais demarcam predominantemente a dinâmica da sua atuação pela
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Q851579 Jornalismo

Leia atentamente a notícia a seguir.


DE SÃO PAULO – A Justiça determinou que o Senado Federal deixe de reproduzir em seu clipping impresso e digital, além do seu site oficial, colunas e matérias jornalísticas produzidas pela Folha sem a autorização da Empresa Folha da Manhã. [...]

                                    (Trecho da matéria publicada no jornal Folha de S. Paulo em 29/03/2015)


A decisão judicial de que trata a notícia incide sobre produto resultante de uma atividade típica de Assessoria de Comunicação. Os manuais de assessoria de comunicação orientam que esse produto

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Q851578 Jornalismo

Acerca do relacionamento das assessorias de comunicação com a imprensa, observe os procedimentos a seguir.


I. Fornecer informação com exclusividade a um veículo

II. Priorizar os veículos sonoros e audiovisuais

III. Conhecer o perfil do veículo antes de conceder a entrevista

IV. Solicitar ver o texto do jornalista antes da publicação


De acordo com o Código de Ética dos Jornalistas e com os manuais das assessorias de comunicação, os procedimentos recomendados nas entrevistas concedidas à imprensa encontram-se contemplados em

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Q851577 Comunicação Social
As webradios têm se tornando opção de difusão de conteúdos informativos em formato sonoro no ambiente da internet. A esse respeito, é correto afirmar que, na atualidade, esse tipo de meio
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Q851576 Comunicação Social
Com relação à implantação da TV Digital no Brasil, é correto afirmar que a política pública do Estado Brasileiro adotou a premissa de
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Q851575 Comunicação Social
A oferta diária de uma grade estruturada de conteúdos em formato audiovisual e sonoro denomina-se programação. Em se tratando de emissora de televisão de sinal aberto, o indicado é que essa estrutura
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Q851574 Comunicação Social
Quanto ao funcionamento dos meios de comunicação social, a atual Constituição Federal do Brasil estabelece
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Q851573 Jornalismo
No processo de edição de jornal, revista ou website, colocar uma matéria ou ilustração na zona visual primária significa localizá-la na parte da página que fica
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Respostas
6701: C
6702: A
6703: B
6704: D
6705: B
6706: D
6707: C
6708: D
6709: C
6710: D
6711: A
6712: B
6713: B
6714: C
6715: C
6716: D
6717: B
6718: B
6719: A
6720: D