Questões de Concurso Para uerj

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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425434 Fonoaudiologia
O registro da mobilidade do sistema tímpano-ossicular, quando submetido a variações de pressão, será diferente conforme a própria mobilidade. A forma da curva timpanométrica traz importantes informações sobre o estado mecânico da orelha média.
A curva timpanométrica caracterizada por ausência de pico de máxima admitância, encontrada em casos com presença de líquido no espaço da orelha média, é a curva do tipo: 
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425433 Fonoaudiologia
A formação superior tem buscado diminuir a lacuna entre a teoria e a prática, utilizando para tanto as metodologias ativas de: 
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425432 Fonoaudiologia
A residência em saúde tem por objetivo a formação de profissionais por meio do ensino em serviço. Nesse contexto, o profissional que exerce o papel de preceptor tem por atribuição: 
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425431 Fonoaudiologia
Mulher de 35 anos, professora, relata queixa de esforço à fonação acompanhada de dor em região de laringe e falhas na voz. A avaliação perceptivo-auditiva evidenciou voz rugosa e de pitch grave e a avaliação laringológica identificou lesão sugestiva de cisto epidermoide. 
Na fonoterapia dessa paciente, foi indicada a realização de estimulação elétrica nervosa transcutânea associada a exercícios vocais com o objetivo de: 
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425430 Fonoaudiologia
Mulher de 35 anos, professora, relata queixa de esforço à fonação acompanhada de dor em região de laringe e falhas na voz. A avaliação perceptivo-auditiva evidenciou voz rugosa e de pitch grave e a avaliação laringológica identificou lesão sugestiva de cisto epidermoide. 
A justificativa fisiopatológica para os achados da avaliação perceptivo-auditiva, respectivamente, são: 
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425429 Fonoaudiologia
Mulher de 47 anos é encaminhada para acompanhamento fonoaudiológico queixando-se de perda da voz com momentos de melhora e piora dos sintomas. Na avaliação perceptivo-auditiva, foi observada alteração importante de qualidade vocal, com voz tensa estrangulada, sonoridade intermitente e foco ressonantal laringofaríngeo abafado. Diante da suspeita de disfonia psicogênica, dois aspectos presentes que podem contribuir para a confirmação diagnóstica são:
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425428 Fonoaudiologia
A radioterapia impacta negativamente na qualidade de vida do paciente, que pode sofrer diversos efeitos colaterais de acordo com a modalidade utilizada. Esses efeitos podem ser tardios ou agudos e o fonoaudiólogo deverá ser capaz de avaliar e intervir nas alterações da fala, da voz, da deglutição e da mastigação, sempre considerando o conceito dos efeitos colaterais. Uma associação correta entre efeito colateral e conceito, respectivamente, corresponde a:
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425427 Fonoaudiologia
Homem de 52 anos, com histórico de tabagismo e etilismo, foi acometido por carcinoma de laringe. Por conta do estadiamento do tumor, uma parte da laringe foi resseccionada por meio de laringectomia parcial vertical. O tumor infiltrou a comissura anterior e uma pequena extensão da prega vocal oposta, necessitando realizar ressecção da quilha da cartilagem da tireoide, lesão tumoral e uma aritenoide. Nesse caso, o nome da laringectomia parcial vertical realizada é: 
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425426 Fonoaudiologia
Paciente de 25 anos ficou tetraplégica após trauma raquimedular. Permanece internada na unidade de terapia intensiva desde então, traqueostomizada, dependente de ventilação mecânica invasiva e sem proposta de desmame ventilatório devido ao déficit de força muscular global.
Durante a discussão multidisciplinar do caso, a equipe questiona sobre a possibilidade do uso de válvula de fala Passy-Muir. As características do uso dessa válvula e do modo ventilatório PSV, respectivamente, são:
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425425 Fonoaudiologia
Paciente de 25 anos ficou tetraplégica após trauma raquimedular. Permanece internada na unidade de terapia intensiva desde então, traqueostomizada, dependente de ventilação mecânica invasiva e sem proposta de desmame ventilatório devido ao déficit de força muscular global.
O médico assistente solicitou à fonoaudióloga avaliação sobre a possibilidade de alimentação via oral. Os parâmetros ventilatórios que são recomendados para minimizar interferências da ventilação mecânica na deglutição durante a avaliação correspondem a: 
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425424 Fonoaudiologia
São achados das disartrias e das apraxias, respectivamente:
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425423 Fonoaudiologia

Paciente de 39 anos foi internado para investigação diagnóstica após ter acordado com hemiparesia à direita e dificuldade para se comunicar. Foi diagnosticada pequena lesão cerebral, caracterizando acidente vascular encefálico isquêmico. Após ter realizado avaliação da linguagem oral, o fonoaudiólogo concluiu que o paciente apresentava afasia condutiva.

Durante a internação, foi realizada fonoterapia duas vezes na semana. A família do paciente, presente e ativa durante toda a internação, mostrou-se muito ansiosa sobre o processo de recuperação da linguagem. As informações que devem ser dadas à família em relação ao prognóstico de reabilitação linguística incluem que há chances do caso evoluir:
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425422 Fonoaudiologia

Paciente de 39 anos foi internado para investigação diagnóstica após ter acordado com hemiparesia à direita e dificuldade para se comunicar. Foi diagnosticada pequena lesão cerebral, caracterizando acidente vascular encefálico isquêmico. Após ter realizado avaliação da linguagem oral, o fonoaudiólogo concluiu que o paciente apresentava afasia condutiva.

De acordo com o diagnóstico fonoaudiológico, o desempenho de emissão, compreensão e repetição esperado durante a avaliação de linguagem, respectivamente, é: 
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425421 Fonoaudiologia
Considere um paciente encaminhado pelo neurologista para avaliação fonoaudiológica com queixa de disfagia, que realizou videofluoroscopia da deglutição com o seguinte laudo: “Avaliação com a consistência líquida (IDDSI 0) evidenciou dinâmica orofaríngea adequada, sem sinais de penetração/aspiração laringotraqueal. Com as consistências pastosa (IDDSI 4) e sólida (IDDSI 7), foi observada fase oral e dinâmica hiolaríngea adequadas, cinco deglutições por oferta e estase faríngea, com penetração laríngea após a deglutição. Diante do laudo da videofluoroscopia apresentado, as estratégias terapêuticas que devem ser indicadas são: 
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425420 Fonoaudiologia
Uma paciente foi internada na enfermaria da clínica médica para investigação etiológica de paralisia facial. A avaliação fonoaudiológica evidenciou redução da mobilidade dos músculos frontal, corrugador do supercílio, prócero, levantador da asa do nariz, orbicular dos olhos e da boca, zigomático, risório e bucinador. Não foram encontradas alterações de sensibilidade. O tipo de paralisia facial encontrado, a via motora lesionada e a terapêutica adequada para esse caso, respectivamente, são: 
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425419 Fonoaudiologia
No boletim operatório de um paciente submetido à endarterectomia de carótida direita, havia relato de grande manipulação do nervo laríngeo recorrente e hipoglosso. Nesse caso, espera-se que os achados estruturais encontrados e a alteração funcional correspondente, respectivamente, sejam: 
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425418 Fonoaudiologia
 O distúrbio alimentar pediátrico (DAP) ocorre quando a criança não apresenta uma ingestão oral adequada para a idade, podendo estar relacionado a questões médicas, nutricionais, psicossociais e/ou a questões de habilidade alimentar. Considerando esses quatro domínios, para contribuir no manejo desse perfil de paciente, o fonoaudiólogo deve:
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425417 Fonoaudiologia
Menina de 2 anos e 6 meses foi encaminhada para avaliação fonoaudiológica devido a dificuldades na alimentação desde o início da introdução alimentar. A mãe relata que a criança apresenta engasgos frequentes, recusa alimentar para sólidos e fadiga durante as refeições. No exame clínico, observaram-se hipotonia orofacial, atraso no desenvolvimento das habilidades mastigatórias e escape anterior de alimento durante a deglutição. A criança tem diagnóstico de disfagia orofaríngea pediátrica de grau moderado, com risco de aspiração para líquidos finos. Com base no caso clínico, a estratégia que pode ser utilizada para auxiliar no tratamento dessa disfagia é: 
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425416 Fonoaudiologia
A avaliação clínica fonoaudiológica da disfagia infantil é dividida em anamnese, avaliação estrutural e avaliação funcional. Para cada tipo de avaliação, existe uma estratégia adequada para obter o melhor panorama da execução da função avaliada. Na avaliação estrutural, o fonoaudiólogo deve:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425415 Fonoaudiologia
Menina de 3 anos, nascida a termo, sem intercorrências no período neonatal e sem histórico de comorbidades, desde o nascimento, apresentou dificuldades na alimentação, caracterizadas por engasgos frequentes e tosse durante a amamentação. No primeiro ano de vida, episódios de desconforto alimentar foram observados, levando à introdução alimentar cautelosa. Aos 6 meses, foi submetida à videofluoroscopia da deglutição, que evidenciou episódios de aspiração silenciosa. Com o crescimento, houve melhora progressiva dos sintomas, e, atualmente, sua alimentação é considerada funcional, sem sinais de disfagia evidente. Com base na descrição do caso, avalia-se que o quadro da paciente:
Alternativas
Respostas
481: A
482: D
483: B
484: B
485: C
486: A
487: A
488: B
489: C
490: B
491: D
492: A
493: B
494: B
495: D
496: C
497: A
498: D
499: C
500: C